Sexologist Seguir historia

vodkaart xdassa.

Sendo um renomado sexólogo, Jeon Jungkook é adepto a diversas formas de ensinar sobre sexo a seus alunos não tão experientes. Com uma mente aberta e fértil, Jeon atrai admiração por onde passa, e em mais um de seus cursos não seria diferente. Agora, diante de um ensinamento complexo, Jungkook terá que lidar com Park Jimin, seu mais novo e homofóbico aluno. Park Jimin enfrenta os desafios impostos em seu caminho. A busca por um sexo perfeito, a descoberta de sua orientação sexual e, o não menos importante... Como resistir ao maior dos seus desafios, Jeon Jungkook, seu sexólogo.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

#jeon-jungkook #park-jimin #kookmin #bts #jikook
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Durante um mês, serei seu sexólogo.

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Busan, Coreia do Sul.

07 de setembro de 2017. 18:24 PM

Park Jimin.

— Acho que o seu café ainda não fez efeito. — ouço uma voz grave ecoar, sei que é meu pai, porém não levanto meu olhar para ele.

— Acho que nem fará. — um suspiro resignado escapa por entre meus lábios, me permito ouvir um arrastar de cadeira, simbolizando que meu pai havia acabado de se sentar ao meu lado. Não me movo, apenas espero que ele comece com seu discurso de autoajuda.

— Não vai ser tão ruim quanto você pensa. — sua voz sai arrastada, e eu sei que ele é contra isso, tanto quanto eu.

— Tanto faz, talvez eu não me importe mais com isso. Não há outro jeito de recuar, a decisão de minha mãe já está tomada. Se nem o senhor foi capaz de reverter a situação, quem dirá eu? O alvo principal disso tudo. — esfrego a sobrancelha esquerda com dois dedos, uma mania minha desde criança para disfarçar minha insatisfação com algo.

— Você se sairá bem, querido. É só um mês. — consolou-me, isto me fez rir sem humor.

— Isso não é justo, pai. Você sabe que não. — digo, abalado e mentalmente farto de debater e rebater, mas sempre acabar por parar no mesmo lugar.

— Park Jimin, eu não sei porque você continua a bater nesta mesma tecla, quando você sabe que eu já tomei minha decisão e nada me fará voltar atrás. — a voz rude de minha mãe ecoa por todo o cômodo fechado da cozinha, ergo meu olhar pela primeira vez desde que se deu início esse diálogo cansativo sobre o que seria feito de minha vida – sexual.

Lá estava ela, Park Hyun, mais conhecida como minha mãe. Seus sapatos altos de cor marcante ecoavam pelo piso de madeira, me deixando ainda mais irritado do que eu estava, se isso se quer fosse possível. Meu pai estava ao meu lado, calado, talvez sabendo o que viria pela frente, mas eu também sabia. Na verdade, estava ouvindo isso desde a um mês atrás.

— Filho querido, não pense como se isso fosse a pior coisa do mundo. Isso apenas lhe trará coisas boas, uh? Não confia na mamãe? — soltei um outro riso sem humor, segurando-me para não lhe dar uma resposta. Eu estava tão esgotado, mas ainda não havia deixado de ter respeito por minha mãe.

— Está decidindo toda a minha vida, até partes que não são de seu interesse. Não quer que eu fique irado? — indago, me inclinando sobre a mesa posta com minha xicara de café, que agora está claramente frio.

— Jimin, você se casará dentre dois meses, e você é virgem! — mamãe exclama, mas não me acanho. Ela vem jogando isso em minha cara desde que eu tinha dezesseis anos, e agora eu tenho vinte e quatro. — Por Deus, eu não gosto de julgar as pessoas, mas é capaz de sua noiva saber mais coisas do que você... Aliás, você sabe de algo relacionado a sexo? — ela pergunta, me calo no mesmo momento, agora hesitante.

Papai pigarreia, como quem quer mudar de assunto. O olho de relance, ele logo entende o que quero dizer e se apronta em acalmar os nervos de minha mãe.

— Querida, Jimin está nervoso por conta de seu casamento. Está acontecendo tudo tão depressa, ele é novo e ainda desconhece muitas coisas. Não o culpe, eu tenho certeza de que ele vai voltar desse curso nos enchendo de orgulho. — mamãe se cala ao ouvir o que meu pai diz. Sorrio de lado, em agradecimento ao mais velho, ele retribui e me sinto aliviado por ter alguém que me entenda.

— Eu realmente espero isso. Não estou pagando milhares para que você volte ainda mais inexperiente do que já é. — uma outra vez minha mãe me alfineta, no entanto, não me surpreendo. Nada de novo sob o sol, não é como se ela não fizesse isso desde que nasci.

— Agora vá, termine de arrumar suas malas. Jin logo mais estará aqui para lhe buscar, não quero que se atrase. — papai deixa tapas de leve em minhas costas.

Em silêncio me levanto, abandonando a cozinha segundos depois. Minhas malas já estão arrumadas, fiz isso antes que me apetecesse fugir de casa e ir para qualquer lugar. Eu não poderia correr como uma criança com medo do desconhecido, infelizmente teria que ir até o fim.

Talvez eu consiga lidar com um mês de treinamento intenso sobre o mundo complexo do sexo.

• • •

Ser um garoto rico, de vinte e quatro anos de idade, com um casamento prestes a acontecer e uma faculdade em andamento parece ser algo grandioso, não é? É o que eu pensava, até me ver sem saída alguma, diante do longo caminho torturante que eu tinha pela frente.

Mas, a vida não é um filme, muito menos um conto de fadas. E quando você se ver pressionado pela própria mãe a agir como um homem, pensar como um homem e ter deveres como um homem, o mundo parece desabar em cima de você.

Eu não planejei ser virgem com vinte e quatro anos de idade, simplesmente aconteceu. Não é como se eu tivesse passado a minha vida toda esperando o momento certo em que apareceria uma princesa, eu me apaixonaria, nós nos casaríamos e então seríamos felizes para sempre.

Eu apenas... Não sentia vontade alguma.

Talvez eu não sentisse vontade alguma de ter relações sexuais, isso pode ocorrer, não é? Nunca tive problemas sexuais como a maioria dos homens tem, meus amigos piram ao ver mulheres passando em suas frentes. Eu as acho bonitas, mas dificilmente me envolveria.

Talvez eu esteja me preparando para o dia do meu casamento, tenho levado isso como aprendizagem. Mas, minha mãe não aceita isso. Ela não quer me ver perder minha virgindade com minha futura esposa, sendo assim, ela me jogou para um local onde eu passarei um mês tendo ensinamento sobre o mundo do sexo.

Eu não sei o que vou enfrentar ao chegar lá, tento imaginar, porém algo bloqueia em minha mente, como se dissesse que algo irá acontecer. Me sinto muito ansioso.

Eu encontrarei pessoas com o mesmo problema que o meu? Por que, não sentir excitação alguma quando estou próximo a alguma menina, é um problema, não é? Será que tem cura?

Eu realmente espero que tenha, não quero pensar na possibilidade de passar o resto de minha vida com alguém que nem ao menos vou sentir prazer quando tocá-la. Porque... Amar, eu posso amá-la com o tempo, certo?

— Jimin, como se sente? Está calado desde que entrou no carro. — Jin Hyung pergunta, sua voz soa doce e calma como sempre.

— Ah, eu apenas não sei. Estou pensando no que ocorrerá daqui para frente. — digo em murmúrios, remexo-me no banco de trás do carro, em busca de um conforto.

— Oh, eu vou estar lá. Então, fique relaxado, nós ficaremos bem. — ele diz brincalhão, me permito rir por alguns segundos.

Jin Hyung é meu melhor amigo, nós somos completamente diferentes, mas isso parece ser o que nos encaixa perfeitamente. Ele é mais velho do que eu, apesar de não parecer. Ele é gay, e apesar de que eu não aceite ou apoie sua sexualidade, eu não digo nada a respeito. É muito divertido conversar com ele, sempre está me contando sobre suas 'aventuras' com seus antigos namorados/ficantes/amantes. Jin está sempre me fazendo rir, sou grato por isso.

Ele ficará comigo, a pedido de meu pai. Talvez ele tenha medo de que eu fuja das palestras e consultas com meu sexólogo. Eu não faria isso, mas também não garanto me dar bem com o mesmo, eu nem se quer o conheço.

— Te garanto que será o melhor um mês de toda a nossa cafona vida. — e novamente eu gargalho com sua fala.

Nós continuamos a conversar durante o percurso até o local onde ficaríamos, o caminho segue calmo, com direito a risadas de minha parte e piadas de Jin. Ele me conta que está ansioso para chegar, está torcendo para encontrar algum novo garoto. Eu apenas rio e o aconselho a tomar cuidado com esses garotos com quem ele dorme.

Se eu já temo a transar com uma mulher, imagine com um homem, para o qual eu tenho que dar a minha bunda? Imagine a dor? Céus, não quero nem pensar em mim numa situação como essa.

• • •

— Jimin, nós estamos atrasados. A palestra de abertura já começou, minha nossa, começamos errado, hein?! — Jin me balança pelos ombros, todo afobado. Tento acalmá-lo, mas não consigo parar de rir de seu desespero.

— Jin, ainda há pessoas chegando, relaxe. Nós temos que guardar nossas malas no quarto, depois a gente desce. — digo, começando a andar. Porém, o moreno me puxa novamente.

— Vamos entrar para assistir pelo menos o fim da palestra, deixaremos nossas malas no carro. Depois buscamos, se não assistimos pelo menos um pouco da palestra, sua mãe logo ficará sabendo e achará que estamos farreando. Vem! — não tive tempo para raciocinar, já fui puxado para dentro de uma sala.

Me impressionei com o tanto de gente presente na mesma, a maioria eram mulheres, o que eu já esperava desde que soube que viria para cá. Passeei meus olhos pela multidão sentada em várias cadeiras, tentando achar algum lugar para que eu e Jin pudéssemos nos sentar.

— Há dois lugares vazios a minha direita, sentem-se aqui. — ouço uma voz, uma bonita voz dizer.

Varro meu olhar e paro em um garoto a frente de todas as pessoas. Era ele o palestrante, sinto minhas bochechas ruborizarem ao notar todos os olhares se virarem para mim e para Jin, mas o mesmo não parece intimidado. Pois sai pedindo licença para quem estava em nossa frente, ele continuava a me puxar pelo pulso, eu me segurava para não cair. Não demorou muito e achamos o lugar em que sentaríamos.

Era bem próximo ao garoto que palestrava, mas não me senti incomodado, pelo contrário... Havia gostado de sentar em sua frente. Ele é bem bonito, ainda mais de perto, seus lábios rosados, as vezes sorria e eu podia notar seus dentinhos que me lembravam os de um coelhinho. Ele é charmoso, e algo me diz que ele manda em tudo aqui.

— Como eu estava dizendo... Já atendi noivas e noivos de 18, senhoras e senhores de 70 anos; e as dúvidas vão do medo do sexo anal à vergonha do próprio corpo. — ele diz, me perco um pouco em seu assunto, pois não peguei o começo. No entanto, cruzo minhas pernas e passo a prestar atenção em cada palavra que saía de sua boca. Ele parece entender bem do assunto, não usa nada para ler, está sempre olhando nos olhos de cada um presente na sala. Sinto que todos aqui estão em boas mãos. — Não pensem que só mulheres sofrem com a inexperiência do sexo, boa parte dos homens é muito primária sexualmente e não tem qualquer conhecimento sobre o contexto em que o sexo se desenvolve. O homem também sofre uma repressão – a repressão do desconhecimento em torno do que possa ser um prazer sexual mais amplo e completo, muito além da penetração. Por isso me procuram, e eu os ajudo o máximo que posso. — ele sorri, me pergunto instantaneamente o porquê de ter achado seu sorriso tão bonito.

— Sim, porém homens não sofrem tanto quanto nós mulheres, que sempre somos julgadas perante a sociedade, exigem que nós devemos saber de tudo. — ouço uma mulher rebater, passo a encarar o homem que anda de um lado para o outro, de modo com que todos possam vê-lo.

— Sim, faço jus a tudo o que você disse. — ele diz simpático, posso jurar que ouvi uma senhora ao meu lado suspirar apaixonada. Me viro para a mesma e ela me olha, como se soubesse o que eu estou pensando.

— Eu só vim para vê-lo, ele é extremamente lindo, devo dizer que isso me dá até um certo medo. — confessa, sorrio divertido e ela retribui. Ela deve ter mais ou menos cinquenta anos, e isso me faz achar graça.

— Meu lema é ajudar homens e mulheres a serem mais felizes com sua sensualidade e naturalidade. Quando vejo uma mulher ou um homem sair feliz e confiante consigo mesmo dos meus cursos, fico realizado. — o palestrante diz e percebo a sinceridade em sua voz.

— Fecha a boca, Jimin. — Jin me dá uma cotovelada, me preparo para retribuir, mas sou interrompido pela voz do cara a minha frente.

— Nós vamos passar um mês juntos, e eu lhes garanto que vocês sairão daqui novas pessoas. Mais confiantes, mais sensuais e mais determinados. Poderia citar muitas coisas que eu garanto que irão conquistar, mas isso é com o tempo, e nós o temos por agora. Amanhã começará nossas aulas, venham preparados para se divertirem enquanto aprendem tudo sobre sexo, espero que tenham trago calcinhas e cuecas a mais, pois precisarão. — ele diz brincalhão, e todos na sala riem, inclusive eu que não me seguro. Isso faz com que ele me olhe e sorria se aproximando ainda mais de onde eu estava.

— Eu me chamo Jeon Jungkook e durante esse mês, serei o sexólogo de vocês. 

29 de Junio de 2018 a las 17:02 0 Reporte Insertar 3
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