Indireta no Twitter Seguir historia

jaemean nana

Sete anos de namoro e a lesma do Sehun ainda não fez o maldito do pedido de casamento. Terei eu que mandar indiretinhas no Twitter para ele finalmente se tocar?


Fanfiction Bandas/Cantantes No para niños menores de 13.

#twitter #projetodoaçãodemúsica #pdm #casamento #romance #comédia #sebaek #baekhun
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E aí, Baek, quer casar comigo?

Sete anos de namoro e eu ainda não consigo acreditar em como Oh Sehun continua mais lerdo que internet de dois megas tentando rodar LoL. Se dessem uma lesma para ele cuidar, a bichinha fugiria nos primeiros dois segundos!
— Soo, eu não sei mais o que fazer para resolver essa merda! — falei indignado e meu amigo anti-cristo me olhou impaciente.
Quem deveria estar impaciente sou eu!

— Por que você não pede ele, imbecil? — disse como se fosse algo óbvio, mas nesse caso, não é.

— Por questões de princípios, Do Kyungsoo. Eu que tomei a iniciativa de pedi-lo em namoro e beijá-lo pela primeira vez. Essa vez é a vez dele!

— Vai morrer seco esperando, então — riu diabolicamente e eu senti vontade de chorar. — Cara feia pra mim é fome, Baekhyun.

— Você não me entende! Jongin te pediu em casamento tem um tempão.

— Jongin é Jongin. Sehun é Sehun. São casos diferentes, Baek — disse de maneira desinteressada.

— Então o que eu faço para o Hun notar que eu quero que ele me peça em casamento?

— Sei lá, macumba ou alguma simpatia?

Revirei os olhos.

Kyungsoo não estava ajudando em absolutamente N-A-D-A.

— Já sei! — gritei alto e animado por achar a solução dos meus problemas.

— O que você vai fazer? — Kyung perguntou enquanto rolava na minha cama, bagunçando os lençóis dos quais tinham sido arrumados por mim com muito esforço.

Ignorei aquilo.

Faço ele arrumar a zona depois, porque tenho assuntos mais importantes para resolver.

— Indireta no twitter, oras! — catei meu celular que estava sobre a cômoda e abri o aplicativo, me sentindo um gênio.

— Você ‘tá brincando, né? — perguntou, arqueando uma sobrancelha.

— Não.

Comecei a escrever os tweets um por um e, como eu sabia que meu querido namorado era viciado nesse aplicativo, logo leria o que tinha escrito.

@byunbaek: acordei hoje pesquisando fotos de casamento…

@byunbaek: oi @ohhunnie já acordou, meu amor? oq acha da ideia? rsrs

Enviei os dois tweets e esperei que Sehun os visse e sacasse logo o que eu queria dizer com aquilo.

Kyungsoo acompanhou o que eu escrevia ao meu lado e depois me olhou com uma cara de cu, provavelmente querendo dizer que aquilo tinha sido péssimo, mas fazer o quê.

Entretanto, eu tinha esquecido uma pequena e importante parte daquilo tudo: Sehun era lerdo. Muito lerdo.

E, bom, dito e feito que ele me mandou uma mensagem perguntando o que eu queria dizer com tudo aquilo e por que raios eu estava pesquisando fotos de casamento.

Ô Jesus, me dê paciência!

— Se você não explicar pra ele, Sehun nunca vai entender, Baek — murmurou algo que era o óbvio. — Apenas um aviso.

Então, eis que mais uma ideia incrível surge em minha cabeça.

Estou me sentindo um verdadeiro gênio hoje.


Ah, por nada não, Hunnie…
É que sempre tive um sonho de casar, sabe...


Respondi Sehun e torci para que aquela mula entendesse o que eu queria dizer com aquelas duas mensagem que praticamente gritavam um: ME PEDE EM CASAMENTO, SEU CUZÃO!


Entendi
Espero que esse sonho se realize, então.


Não.

É

Possível.

Kyungsoo disparou a rir ao meu lado, batendo freneticamente em meu bracinho lindo e dizendo em como eu estava ferrado.

Amigo da onça.


Espero mesmo…
Que tal você realizá-lo pra mim?


Mandei mais uma indiretinha direta e, pelo amor, ele deve ter entendido com essa e, se não tivesse, já podem fazer uma cova porque irei matar esse maldito.

Depois daquilo, Sehun não respondeu e eu torci muito para que ele estivesse correndo até a minha casa para se ajoelhar e pedir minha mãozinha linda em casamento.

[...]

Eu estou entrando em desespero total.

Depois daquele maldito dia em que mandei as indiretas para o jegue do Sehun, ele desapareceu da face da terra e nem Chanyeol, seu melhor amigo, sabe onde aquela praga de 1,83m se meteu.

Minha santa caralha voadora, como ele some assim?!

Eu já estava tendo um colapso bem em frente a Jongin e Kyungsoo, que diziam para eu me acalmar e que logo o Hun apareceria.

— Já fazem dois dias! — baguncei meus cabelos. — Será que ele foi sequestrado?

— Calma, Baek, relaxa — Jongin me balançava para frente e para trás e Kyungsoo tinha chegado com um copo de água com açúcar.

— Toma isso aqui — Kyung me entregou o copo.

— Você não planeja me envenenar, né? — Soo revirou os olhos.

— Beba logo!

Virei o copo e tomei tudo num gole só, esperando e rezando para que aquilo me acalmasse e pudesse pensar coerentemente onde Sehun poderia estar.

De repente, meu celular começa a vibrar e era ninguém mais, ninguém menos que o abençoado do meu namorado me mandando trocentas mensagens.


Baek
Baek
Baek
Vem aqui em casa
É rapidinho
Baek
Visualiza aí


Li todas as mensagens e encarei o casal à minha frente sem saber o que fazer.

— Vamos — Kyungsoo começou me arrastar para fora de casa e Jongin nos seguiu e fomos até a casa de Sehun.

Nós dois não morávamos juntos porque Hunnie tinha que ficar na casa da mãe para ajudá-la a cuidar de seus dois irmãos mais novo, pois a mulher tinha que trabalhar durante a tarde e a noite, mas isso não impedia que ele viesse dormir aqui no meu apartamento algumas — várias — vezes.

Ao chegar lá, tinha um monte de rosas feitas de papel higiênico e fiquei me perguntando se alguém estava fazendo algum ritual de macumba ou algo do tipo.

Andei vagarosamente pelo jardim e o casal de covardes ficaram no portão da casa, me encarando com um olhar preocupado.

As luzes da varanda estavam desligadas, mas haviam algumas velas iluminando o local e eu quase morri do coração quando vi Sehun parado em frente a porta, com as mãos atrás das costas.

— Você ‘tá vivo! — corri para abraçá-lo e ele começou a rir e depois me afastou.

— Desculpe pela demora, Baek, mas eu estava sem criatividade — começou a falar e eu não estava entendendo bulhufas do que ele queria dizer. Ele se ajoelhou na minha frente e meu coração já estava batendo dez mil vezes por segundos. — E aí, Baek, quer casar comigo?

Comecei a rir de como ele tinha dito aquelas palavras e gritei um “Sim!” bem alto e ouvi Jongin e Kyungsoo começarem a gritar e a bater palmas enquanto eu chorava igual a um bebezão.

— Achei que ia ter que subir tag pra você se tocar — brinquei e levei um soquinho no braço.

— Eu já planejava isso há tempos — respondeu. — Antes mesmo de você comentar no twitter.

— Hum… sei. — Sehun revirou os olhos e eu ri mais.

— Anda, me dá sua mão, princesa — ignorei o apelido e estendi minha mão e ele deslizou uma aliança bonitinha e discreta que fiquei encarando todo besta. Fiz o mesmo com ele e ganhei um beijinho.

— Espero que não eu precise fazer panelaço para você entender quando eu quiser ter filhos.

28 de Junio de 2018 a las 00:02 1 Reporte Insertar 7
Fin

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nana we go up

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Cintia Walter Cintia Walter
essa história estava postada no spirit fanfics? porque eu juro que já a li e fiquei tão felizinha por ter a achado aqui para ler de novo, iti. essa fanfic é lindinha demais e melhora até os meus piores dias. obrigada por ter escrito e por ser uma autora tão incrível <3
17 de Noviembre de 2018 a las 10:49
~