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taebbside Ell D.

Taehyung queria que Jeongguk cultuasse o seu corpo. Pwp +18


Fanfiction Sólo para mayores de 18.

#vkook #kooktae #taekook #kookv
Cuento corto
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Adore-me de joelhos

Uma risada reverberou no local da missa cujo silêncio, até então, era sepulcral. Houve uma pausa lá em cima e o garoto que chamou a atenção de todos, inclusive de Jeongguk, tentava abafar sua graça. A mulher ao seu lado sussurrou repreensivamente um "Taehyung", sua voz ecoou em uma proporção mais alta do que o esperado. O padre velhinho de face enrugada o fitou, mas decidiu continuar o discurso.

Jeongguk notou que o tal garoto apertava um crucifixo na cor preta entre o dedo indicador e polegar. Ao seu lado, a senhora que lhe repreendeu continha uma expressão raivosa, sua respiração tremida não passou despercebido pelo rapaz analítico. Eram 10 horas da manhã, depois de um sábado de trabalho árduo descarregando mercadoria do caminhão até o deposito sabia que o próprio humor não precisava estar 100%. Mas o que uma família de comerciantes - com vida fácil - teriam para reclamar?

De repente Jeongguk não sabia como essa reflexão passou a tomar sua manhã, já que no restante da missa a presença de Taehyung levou-o a um incômodo considerado incomum para si. Era intrigante de certo modo. Desde que passou a frequentar aquela igreja o via em um canto ou outro, fazendo várias expressões distintas que não poderiam entregar seu pensamento. Ou ele vivia em tédio, ou ele vivia num mundo somente dele.

Jeongguk sentia-se atiçado a descobrir.

Em certo ponto os olhos negros de Jeongguk se toparam com os castanhos tempestuosos de Taehyung. O rapaz de risada frouxa deu uma encarada que ele não sabia decifrar o tipo; se era esnobe, se era um flertar descarado. De fato, estava confuso com o rumo que aquilo tomava, pois olhares desse tipo deveriam ser direcionado a mulheres, não a homens.

Pôs-se a apreciar o modo como os cabelos sedoso tampavam a visão alheia de tão grandes que estavam, seu brilho era mais do que intenso. Ele provavelmente tinha dinheiro o bastante para gastar com o tipo de produto que quisesse. Taehyung também tinha um bom perfil e tanto sua beleza como seu estilo eram bastante charmosos. Jeongguk apenas não queria saber a quantidade de dinheiro que ele gastou no conjunto de roupa e naquele chapéu que descansava sobre o colo. Provavelmente sentiria a injustiça amarga bater firme em seu peito.

Ao término, Jeongguk saiu da pequena igreja ainda a tempo de ver Taehyung numa aparente discussão com a própria mãe. De certo, não poderia perder tanto tempo com aquilo. Ricos e seus problemas estranhos, brigando na frente de uma igreja. Cruzou os braços e seguiu caminho pela estrada, tinha uns bons passos a percorrer e com sorte nenhum carro passaria por si lhe jogando lama.

Entretanto, não desgastou nenhum pouco suas pernas, atrás dele um carro parava aos poucos. Rente a sua visão, aparentemente despretensioso, Taehyung punha o rosto para fora da janela. - Quero falar com você. Te levo pra casa, sim?

Pôs as mãos do bolso, completamente desconfiado. Ponderava a respeito, pensando que seria ótimo chegar em casa mais cedo e antecipar o descanso. Mas a dúvida surgia e as respostas que a mente lhe dava eram intragáveis. Afinal, Taehyung estava sendo um estranho, absolutamente estranho. Fitou-o sem expressão, acenando de maneira breve com a cabeça.

- Certo.

Andou até a porta do passageiro e entrou. - Mal nos falamos, o que você quer?

- Não acho que seja bom falar isso logo de cara. - Estalou a língua, deixando um rastro de confusão passar pelo rosto alheio. - Deixe-me pensar um pouco.

Jeongguk achou graça no modo como ele batucava o dedo indicador no meio da testa franzida enquanto falava aquilo. Um riso escapou de seus lábios e ele assentiu, tentando imaginar a razão pela qual ele parecia enigmático.

- Me diga seu endereço. - Pediu quando viu Jeongguk se acomodar no espaço ao seu lado, ouvindo-o atentamente lhe dizer o local onde teria que levá-lo.

Taehyung manobrava o carro todo centrado, os lábios irresistíveis eram mordiscados de vez em quando e isso parecia ser uma mania dele. O casaco comprido comportava-se bem em seu corpo esguio e o próprio garoto parecia ser comportado. Primeira impressão que era uma faixada de quando o viu com um suéter azul bebê e uma fitinha azul marinho amarrada no pulso esquerdo.

- É você entrando e eu querendo sair. - Soltou essa de repente, enquanto Jeongguk lhe encarava abertamente.

- Fala da igreja? - Chutou, lembrando-se do espetáculo logo mais cedo. Provavelmente Taehyung era uma ovelha desgarrada.

- Suponha o que quiser. - Desconversou. - Com o que você trabalha?

- Eu, hm... faço alguns trabalhos pesados.- Respondeu brevemente.

- Interessante. - Comentou. - Por isso seus braços são bonitos?

- Oi?

- Seus braços são bonitos. - Afirmou dessa vez. - Sou curioso sobre o seu corpo.

Ficou confuso ao ver Taehyung parar o carro, entretanto a vista de sua casa mais à frente lhe enganou por instantes. Desprendeu o cinto de segurança, olhando para ele, que encarava-o de volta. Jeongguk ficou sem reação quando os dedos longos prenderam a gola de sua camisa, trazendo-o para mais perto.- Me permite? - A iris castanhas cheias de desejo deixou-o em transe.

Mesmo sem consentir abertamente, cedeu quando os lábios doces de Taehyung encostaram-se nos seus. Um grunhido de prazer e surpresa desprendeu-se do fundo de sua garganta e, por instinto, agarrou a cintura do rapaz esguio. Por mais que fosse a primeira vez beijando um homem, aquilo nem se passava em sua cabeça. Tirou o casaco dele e agarrou o tecido da camisa social que o outro vestia por baixo. As bocas continuavam a se encontrar com voracidade, até que Taehyung o afastou.

- Porra... - Disse ao recuperar a razão.

Um sorriso meio cínico se desprendeu dos lábios de Taehyung. - Um momentinho comigo e já se corrompeu?

- E-Eu não sou nenhum corrompido. - Negou, ainda sendo vitima daquele torpor.

Taehyung pendeu a cabeça, seus cabelos castanhos caíram para o lado direito e ele levou sua mão até o pescoço acariciando a própria pele. Um movimento despretensioso que rendeu um bom nó na cabeça de Jeongguk. - Já pensou em me foder? - A voz profunda e rouca o deixou em maior estado de deleite.

Respirou fundo e tentou recobrar um pouco da razão. - Não. - Falou um pouco mais alto do que precisava. Fitou a rua deserta e saiu do carro as pressas, deixando um Taehyung parado para trás.

***

Jeongguk tampava os ouvidos, pois a música alta dos vizinhos estava lhe causando irritação. Seu corpo estava acabado do serviço diário, precisava dormir, mas a mente insistia em trabalhar e ele só queria deixar o pensamento fluir. Com isso, ele não parava de se remexer e mudar as posições na cama. Estava assim desde o dia com esse rapaz.

Não importava quantas vezes rezava, aquilo virou um ciclo desde o dia com Taehyung. Decidiu se levantar, ir beber água e escrever algo em seu caderno, tinha esperança de que cairia no sono em seguida. Quando finalmente foi se deitar, teve uma noite de sono conturbada por sonhos embaraçosos envolvendo aquela "ovelha perdida".

Depois do expediente, no dia seguinte, Jeongguk foi caminhar pelo arredores de onde julgava ficar a casa de Taehyung. Eram todas casas muito grandes e refinadas, ficou imaginando qual seria a casa que ele morava com a mãe. Sua caminhada foi longa e, então, já não tinha a minima esperança de encontrá-lo por ali quando chegou na área cheia de restaurantes e bares. Entrar em algum deles nem era opção por causa da falta de dinheiro. Entretanto, um leve melodia de piano chegou até seus ouvidos e lhe atraiu.

Por coincidência ou destino, era Taehyung que tocava. Colocou as mãos no bolso e se aproximou, analisando como este rapaz parecia tão genuíno enquanto o fazia. Ele estava com roupas sociais, um paletó, uma camisa preta com minúsculas bolinhas brancas e calça também preta. Um pouco dessa imagem se dissipou quando o cara de bigode entregou um cigarro ao pianista, que se afastou do meio das pessoas para fumar.

Jeongguk ponderou seriamente sobre se aproximar ou não, já que odiava a fumaça. Decidiu ir até ele, andando com uma postura cautelosa, embora em sua expressão não tivesse nenhuma sombra de insegurança. Ao notar sua presença, ele lhe mirou profundamente, apagou o cigarro e jogou fora.

- Viu a minha apresentação? Eu gosto de tocar como um amador... ninguém me leva muito a sério. -Comentou.

- Eu vi o final, você é bom nisso. - Disse abrindo um sorriso de leve.

- Obrigado. - Disse lisonjeado. - Moro aqui perto... Quer passar na minha casa para beber um pouco?

- Pode ser. - Aceitou, mesmo que já fizesse alguns meses que não colocava nem uma gota de bebida alcoólica em sua boca.

Taehyung passou os braços pelos ombros de Jeongguk e passou a caminhar com ele. Somente um quarteirão antes do bar ficava sua casa, então não tardaram a chegar. Era grande, mas não gigantesca, tinha um portão de ferro enorme protegendo a frente e um caminho de pedras entre o gramado bem aparado, a varanda era decorada com flores. Uma empregada foi atendê-los na porta e, quando viu que era o Kim, tirou o paletó de seu chefe, abriu um sorriso e os guiou até a sala de estar, em seguida trazendo bolos e chá para os dois.

- Você já pode ir agora, senhora Jung. - Jeongguk viu Taehyung dispensá-la. - Passe no mercado e compre algo para suas crianças. - Pelo sorriso iluminado, ele se sentia especialmente generoso ao estender aquelas notas.

Um pensamento tomou conta de Jeongguk: Será que ele só quer me impressionar? E embora fosse suspeito, Taehyung realmente parecia sincero em tudo.

- Você mora sozinho?

- Contra a vontade de todo mundo, sim. - Respondeu. - Vou trazer as bebidas.

Ele foi e voltou com uma garrafa de vinho tinto e outra de whisky. Jeongguk se lembrava de beber mais soju em barraquinhas de comida barata na companhia do seu irmão mais velho.

- Pensei que você morava com sua mãe. - Disse, optando por começar com whisky.

- Faz apenas uma semana que não. Legal, não é?

- Não tenho tanta certeza. Mesmo depois de sair de casa minha vida continua tão mórbida...

- Você ainda não aproveita as melhores oportunidades, apenas. - Passou a mão no cabelo brilhante, olhando-o sedutor.

Jeongguk riu, como se não estivesse afetado. - Não faça isso.

- Não haja como se não quisesse. - Disse no mesmo tom de comando que Jeongguk.

Aquela voz alfinetou Jeongguk de todas as maneiras, ainda mais com Taehyung fazendo aquela pose de garoto sexy que combinava bastante com ele. - Do que você gosta, Tae?

- O quê?

- Eu perguntei do que você gosta. - Em seguida completou. - No sexo.

- Eu gostaria de te provocar até você perder o controle. - Tomou um gole do líquido em seu copo de uma vez, chegando mais perto de Jeongguk. - E estou sendo bem específico, porque quando olho pra você é só isso que imagino.

- O que você acha que acontece se eu perder o controle?

- Você perde a pose de bom moço e me fode com vontade.

Jeongguk ansiou por mais depois do que ouviu, olhando para ele como um predador. Taehyung sorriu e, sabendo que tudo estava ganho, começou a desabotoar a camisa. A pele amorenada do pescoço merecia ser apreciada com toda luxúria, além da clavícula sexy à mostra. Conforme a camisa ia se abrindo, apenas uma corrente fina de prata com um pingente com as iniciais "TH" o adornava. Depois de desabotoar completamente, jogou a camisa no chão e se sentou no colo do moreno, passando os braços por volta do corpo alheio e ficando com o rosto a centímetros de sua boca.

Por instinto, Jeongguk apalpou sua bunda com força, enquanto Taehyung ainda estava brincando com os lábios cheios, passando-os pela extensão do maxilar do rapaz. O Kim foi puxado pela nuca e seus lábios foram atacados por um cara já impaciente, resolveu elevar-se ainda mais e mexeu o quadril contra o colo do outro, recebendo um audível gemido durante o beijo. A língua de Jeongguk adentrou a sua boca e, porra, aquilo era melhor do que uma massagem. As mãos saíram de sua bunda e foram subindo pelas costas, sentia-o queimar por toda parte de seu corpo.

Taehyung se afastou um pouco e levou sua palma até o pau do moreno por cima do tecido de sua calça, vendo-o ficar mais duro através da carícia na região. Suas íris continuavam de encontro das de Jeongguk. O Jeon já tinha um pouco de suor descendo na testa e a respiração parecia pesada. Ele levou os dígitos até sua corrente de prata, descendo até desviar a atenção para os mamilos de Taehyung, que fechou os olhos e puxou um pouco de ar, mas continuou o que estava fazendo.

O membro duro de Jeongguk estava bem aparente através da calça que o marcava. Taehyung mordeu os lábios com a visão. - Tira tudo, não quero ver você vestido por mais nem um segundo.

Taehyung abandonou o moreno deixando-o sem seu calor. Queria ter a visão de Jeongguk se despindo por completo. Como esperado, o corpo era bonito, abdômen bem malhado e braços fortes. O membro ereto dele era grosso, do jeito que Taehyung gostava.

O Kim tateou o próprio bolso e tirou o lubrificante de lá, colocando-o no braço do sofá de couro bege. Depois tirou o cinto e deslizou a calça por entre as pernas, livrando-se da peça por fim. Sentia seu pênis pulsar. Deu alguns passos para trás, a fim de sentar-se no sofá. Provocou Jeongguk com a visão de suas pernas abertas, estando a direita flexionada sobre o acolchoado e o pé esquerdo tocando o chão de cerâmica.

- Você é tipo um demônio.

Taehyung deu um sorriso, que ao ver de Jeongguk, era diabólico. - Eu sou tipo o deus da luxúria, então não perca tempo e cultue meu corpo.

Com isso Jeongguk deixou de se fazer de rogado. Foi até Taehyung, segurou o rosto dele entre as duas mãos e pressionou os lábios, abrindo agressivamente a passagem a língua. O movimento do seu quadril para frente fez com que seus membros se friccionassem. Taehyung soltou um gemido rouco e alto durante o beijo, a esta altura Jeongguk estava totalmente enlouquecido e entorpecido. As línguas continuaram a se encontrar uma com a outra e as mãos bobas de Taehyung percorriam o corpo alheio com agilidade. Eles estavam sentindo a temperatura de suas dermes subirem, o suor pingava no pescoço do Jeon.

Taehyung agarrou o pau de Jeongguk com a mão direita, o moreno olhou para baixo, apreciando os dedos longos subindo e descendo em seu falo. Grunhiu abafado, todo contido. O Kim lançou-lhe um olhar felino, molhando os lábios com a língua atrevida.

Foi então que Taehyung acariciou as coxas de Jeongguk e deu um tapa estalado do local. Ele tinha uma palma grande e aquilo doeu no moreno, que segurou o pulso do Kim com firmeza. - Não faça isso.

O tom rígido e imperativo fez os pelos do pescoço de Taehyung se eriçarem, a excitação lhe subiu a espinha. Ele ergueu as palmas em sinal de rendição e tatuou um sorriso safado no rosto. - Então ajoelha e me chupa agora.

Num segundo Jeongguk já estava ajoelhado, as íris amarronzadas de Taehyung escondiam pensamentos hereges, sobre como o moreno estava melhor se ajoelhando daquele jeito que na igreja. O Jeon fitou seu pênis e as bolas escuras desde o início negligenciadas por si. Segurou na base do pau de Taehyung e passou a língua na glande sensível dele, supondo que o outro aprovaria. Ao ouvir a voz rouca chamando por seu nome, abrigou todo o comprimento em sua boca e levou uma das mãos até as bolas dele, fazendo uma massagem suave. Tentou relaxar a garganta e foi subindo e descendo por toda extensão, tendo os gemidos nada contidos do castanho ecoando em seu ouvido como um incentivo.

O Kim segurou seus cabelos e forçou o quadril para frente algumas vezes, estocando a boca de Jeongguk. Apesar de ter engasgado, o moreno continuou a felação, lambuzando todo o pênis de Taehyung com sua saliva e sentindo o gosto do seu líquido pré seminal. Jeongguk parou com o estimulo ao saco e levou os dígitos até a entrada alheia, acariciou-a atento as expressões de Taehyung. Ele estava com os lábios entreabertos e inchados de tanto serem mordidos, o rosto abrasado e os cabelos castanhos já não estavam tão arrumados quando antes.

- Chega. - Taehyung puxou Jeongguk e apertou a base do próprio pênis. Depois se inclinou para beijá-lo, sugando e mordendo o lábio inferior do moreno. - É hora de você ver o que eu gosto de fazer com os meus dedos.

Taehyung apanhou o lubrificante e lambuzou os longos dedos com o conteúdo, ele mordia sensualmente os lábios enquanto Jeongguk assistia a tudo ainda de joelhos. O traseiro dele estava bem a frente de seu rosto. Taehyung virou-se de costas para o moreno, topando a barriga e o pênis no encosto do sofá. A visão da bunda empinada e durinha causou arrepios de satisfação em Jeongguk. Enlouqueceu mais ainda quando o Kim forçou o dedo médio contra a própria entrada, até que ele entrasse e saísse com facilidade. Adicionou o segundo e depois mais outro. Jeongguk arfou com a maneira obscena que Taehyung fazia aquilo enquanto gemia arrastado e profundo.

O Jeon levantou-se, pouco contente em não fazer nada. Pousou a palma da mão na pele macia da nádega direita de Taehyung, alisando-a enquanto apreciava os dedos longos que ainda entravam e saíam do canal alheio. Encostou o peitoral nas costas dele, apossou-se do corpo esguio do castanho e encostou o queixo no ombro dele. - Até quando você vai me fazer sofrer assim? - Sussurrou ao pé do ouvido dele.

- Estou só esperando você tomar atitude.

Jeongguk soltou a respiração na pele do pescoço de Taehyung e deixou um selinho demorado na região. Apoiou a perna esquerda no braço do sofá e fez com que Taehyung descesse o traseiro para ficar na altura de seu pênis, encostando-o na entrada do Kim. Deslizou a grande por cima e arfou com o resultado prazeroso de estar prestes a entrar no castanho. Forçou o comprimento lentamente para dentro, sentindo as paredes do interior alheio apertarem seu pau.

O Kim gemeu mais profunda e obscenamente que antes e Jeongguk grunhiu em deleite. Seus arfares eram mais baixos e contidos em comparação a Taehyung, mas não menos pecaminosos.

Começou a movimentar o quadril ritmicamente, com estocadas lentas, no entanto duras e firmes. O choque de seu corpo com o de Taehyung ecoou por toda a sala, suas bolas indo de encontro com o traseiro alheio enquanto metia nele. Jeongguk deu uma mordida de leve e chupou a pele amorenada de Taehyung, vendo-o virar o rosto para o lado.

- Até que você mete bem.

A fala peçonhenta de Taehyung em misto com o sorriso sacana que despontava de seu rosto causou irritação em Jeongguk. Ele retirou o membro de dentro do Kim por completo, tendo a visão do canal corrompido pela grossura de seu pau. Enfiou tudo de uma vez e aprovou o som pecaminoso que saiu da boca de Taehyung, que dessa vez clamou por seu nome.

- Até que você você gostoso.

Taehyung jogou os cabelos para trás, o peito subia e descia na busca por mais ar. As estocadas de Jeongguk aumentaram de ritmo até que as pernas do moreno ficassem moles por causa do esforço e da posição. Saiu de dentro do rapaz mais uma vez e eles desceram do sofá para que o Jeon pudesse sentar em seguida, com Taehyung já se comportando em seu colo. Como estavam de frente, agora podiam olhar um nos olhos do outro enquanto se davam prazer.

O castanho pegou o membro de Jeongguk e encaixou na sua entrada, sentou-se devagar, logo abrigando-o por inteiro. O moreno deixaria Taehyung trabalhar novamente enquanto observava de maneira imprópria o rebolar do Kim em seu colo. O pau de Jeongguk já estava clamando por libertação e ele não durou muito, enchendo o interior do outro com gozo.

Taehyung não saiu de cima dele, apenas pegou o próprio pênis e começou a se masturbar, jorrando o sêmen do abdômen do Jeon apenas com um pouco mais de estímulo. Seu corpo estava mole, suado e cansado. Jogou-se para frente deixando o rosto encostar no peitoral de Jeongguk. O moreno levou as mãos até os cabelos dele e começou a fazer uma carícia. Sentiu vontade de dormir bem ali, daquele jeito. Contudo, não perdeu a chance de falar mais uma vez.

- Cá entre nós, eu não sou o único safado aqui.

Jeongguk riu abafado. - Você tem razão.

***

A semana de trabalho tinha sido árdua para Jeongguk, ele continuava a se esforçar como sempre para ganhar dinheiro. Era sexta-feira e ele chegou em casa na hora que o sol estava se pondo. Podia estar se lamuriando, mas estava de bom humor naquela semana. Foi verificar se na caixa de correio tinha alguma carta da sua mãe ou de seu irmão, mas encontrou uma pequena caixa sem selo nem nome do remetente.

Ele abriu a entrega e viu o colar de com o pingente e suas iniciais "TH". Tinha também um papel com o seguinte recado "Sei que você gostou disso. Venha contemplar o meu corpo mais vezes".

Jeongguk sorriu abobado.

Taehyung era um diabinho, mas não era difícil ser devoto a ele.

26 de Junio de 2018 a las 19:27 0 Reporte Insertar 9
Fin

Conoce al autor

Ell D. Tenho aquele sol em virgem, lua e ascendente em escorpião. Amo o BTS, a Aurora, One Piece e doramas. Escrever é uma das minhas maiores paixões. Não há nada melhor que escrever fics Taekook e ver vídeos de bichinhos. Bjs e abraços 💜

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