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goldenochu honey bee

| pwp | kookv | Por que Taehyung não gostava de mim? Por que me tratava diferente? Ele nem sequer fazia o esforço de vir falar comigo além do necessário, somente me encarando com aquela face sem expressão que só ele tem. E ainda assim esses hyungs me deixaram sozinho com ele de propósito. Vai ter troco, hyungs. Vai ter troco.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

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Cuento corto
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Capítulo Único

Havia sido um dia cheio, como sempre. Havíamos feito três entrevistas de manhã e ido a um show de tv a tarde, além de termos ensaiado a noite e alguns dos membros ainda foram malhar. Eu sabia que devia seguir o exemplo dos hyungs, mas agora parecia ser um sacrifício enorme levantar minha bunda desse sofá. Estava tão macio! Parecia que somente alguns minutos tinham se passado até eu ouvir alguém gritar.

- Jungkookie, acorda! – abri os olhos lentamente, ainda entorpecido pelo sono. O cabelo laranja de Jimin brilhava em minha frente juntamente com seu sorriso travesso de sempre – Estamos indo jantar no restaurante. Você vai querer ir? Tem comida na geladeira.

- Não, obrigado hyung. Estou com muito sono.

- Jin disse que se você ficar, esquente a comida pra você e o TaeTae. Ele ta no quarto, tchau. – e depois saiu correndo porta afora.

Demorei alguns segundos para entender a situação em que eu havia me metido. Eu e Taehyung sozinhos? Tratei logo de me acalmar, levantando do sofá já sem um pingo de sono. Caminhei em direção a cozinha e deixei meus pensamentos vagarem por um caminho já conhecido. Por que Taehyung não gostava de mim? Por que me tratava diferente? Ele nem sequer fazia o esforço de vir falar comigo além do necessário, somente me encarando com aquela face sem expressão que só ele tem. E ainda assim esses hyungs me deixaram sozinho com ele de propósito. Vai ter troco, hyungs. Vai ter troco.

Abri a geladeira e tirei as vasilhas com comida de dentro dela, colocando em cima da pia. Peguei algumas delas e coloquei no microondas e, depois de esquentar todas, fui em direção aos dormitórios com a intenção de chamar meu querido -perceba a ironia- colega de banda. Ao entrar no quarto que ele dividia com Jimin e Hoseok hyung, me deparei com uma das cenas mais sexys da noite.

Taehyung estava deitado de bruços na cama, vestindo somente uma cueca box vermelha e com os fones de ouvido na orelha. Senti minha temperatura corporal aumentar consideravelmente enquanto observava seu corpo subir e descer, respirando suavemente. Meus olhos passaram por suas costas desnudas e foram descendo até focarem em sua bunda, onde o tecido da cueca insistia em tampar. 

Minhas mãos formigavam para tocar sua carne e antes que eu tivesse consciência eu estava do lado dele. Com o resto de lucidez que eu tinha, chacoalhei seu ombro na tentativa de acordá-lo. Minhas mãos tremiam levemente com o esforço de não o tocar mais que o necessário e deslizar minhas mãos por suas omoplatas desnudas. Sua cabeça se moveu levemente, mas ele continuou deitado.

- Taehyung... – chamei, incerto.

- Hm, o que? – respondeu retirando os fones, a voz rouca de sono, parecendo desorientado. Senti uma pontada em meu baixo ventre com sua voz rouca. Ah, como eu amo essa voz!

- Esquentei a comida para nós. Venha jantar comigo. – digo me curvando próximo a sua orelha, minha boca quase a tocando. Minha mão estava apoiada perto de sua cabeça e a outra pendia em sua cintura.

Ele se virou lentamente, encostando as costas na cama, ficando de frente pra mim. Fiquei alguns segundos a mais encarando as orbes escuras e sonolentas, com a mão em cima de seu peitoral, antes de me afastar. Seus olhos eram intensos sobre mim, como se tentassem me decifrar. Tentei não olhar muito para seu corpo enquanto o mesmo se espreguiçava, fracassando instantaneamente. O som de ossos estalando fez com que a ação ficasse ainda mais sexy. Observei os músculos de sua barriga se contraírem e relaxarem e minha mente virou um turbilhão de pensamentos sujos, estes que foram interrompidos por uma risadinha baixa.

- Limpa a baba, Jeon.

Meu olhar subiu para seu rosto novamente, encontrando o sorrisinho sarcástico do moreno. Seus olhos quase me desafiavam a encarar seu corpo novamente. Tossi levemente, me recompondo. Peguei uma camiseta branca que estava jogada próxima a sua cama e estendi a ele. Observei atentamente ele vestir a camiseta sem desgrudar os olhos dos meus, me provocando.

- Venha, hyung. Vamos jantar. – e sai do quarto, sentindo o ar ficar mais leve. O que foi isso? Nunca senti tanta tensão sexual em um lugar só, e olha que eu moro com um grupo de 7 garotos.

Caminhei de volta para a cozinha, não me importando realmente se ele me seguia ou não. Taehyung sempre foi um mistério, mas eu nunca tinha me interessado em desvendá-lo. Ou pelo menos eu achava que não. Há algum tempo atrás descobri que ele e Jimin já haviam se pegado. Acho que foi isso que me fez olhar diferente pra ele, como um parceiro em potencial e não somente um colega de grupo.

Parceiro. Que gay. Mas desde esse dia eu venho reparando mais nele. Conforme o tempo passou ele havia crescido bastante, criado músculos e ficado mais forte. Também havia ficado mais sério e mais adulto. Foi nesse intervalo de tempo que nós começamos a brigar. Antes era raro ouvir nós brigando, depois por qualquer besteira o maior se afastava de mim. Quando eu não corri atrás dele depois de uma das incontáveis brigas que tivemos, ele parou de tentar se aproximar, somente isolado num canto ouvindo música ou com o Jimin.

Adentrei a cozinha que cheirava a comida feita. Meu estômago roncou e me apressei para ir até a pia, abrindo as vasilhas de comida. Estiquei meu corpo para pegar um prato no armário de cima, mas um braço ultrapassou o meu, os dedos da mão deslizando suavemente por meu antebraço, seu tórax colado em minhas costas. Senti sua respiração em minha nuca, fazendo com que eu me arrepiasse levemente. Quando recuperei novamente o controle de meu corpo, ele já havia se afastado com o prato em mãos.

Meus nervos estavam à flor da pele e praticamente gritando para que eu o jogasse no chão e o fodesse. Claro, depois de espancá-lo por ser um imbecil de carteirinha. E é com esses pensamentos sombrios que eu me sento na mesa de jantar, o mais longe possível de Taehyung. Ele apreciava a comida calmamente, como se nem tivesse tentado me dar um ataque cardíaco minutos atrás. Bufei irritadiço e comecei a comer, não me importando com a comida quente que queimava minha língua.

Sentia seu olhar curioso pairar sobre mim, mas não retribui senão ia rolar alguma agressão. Cadê o controle Jeon Jungkook?

- Vamos assistir algum filme? Ainda não to com sono. – disse empurrando o prato vazio para longe. Me assustei levemente por ouvir sua voz, já estava achando que íamos ficar nesse silencio desconfortável o resto da noite.

- Hm, okay. Pode ir escolher, vou lavar a louça. – e Jeon Otário Jungkook ataca novamente. Eu devia obriga-lo lavar a louça toda sozinho somente por ser um imbecil. Mas não, eu tinha que me voluntariar. Pelo menos ele não vai estar no mesmo cômodo que o meu, porque combinar um Jungkook excitado, água e um Taehyung de camiseta e cueca não ia dar certo. Eu já conseguia imaginar eu jogando água acidentalmente em sua camiseta branca, a peça ficaria transparente e eu poderia finalmente ver a pele bronzeada de seu tronco. Ele perceberia meu olhar e tiraria a camiseta, passando a língua pelos lábios e olhando para mim de modo intenso. Então nós transaríamos no balcão.

E voltemos para a louça suja, que não ia se lavar sozinha. Suspirei e comecei a lavar os pratos sujos e talheres usados. Algum momento eu já cantarolava distraído. Reconheci vagamente a letra de Rain. Era uma música tão triste, mas tão tranquila. E Taehyung cantou tão bem nela. Eu sempre ficava extasiado quando escutava sua voz suave cantando através de meus fones de ouvido, parecia que sussurrava a letra diretamente em meu ouvido. Taehyung tinha uma voz tão linda e única e às vezes ele nem se dava conta disso. Eu conseguia me arrepiar todo quando ouvia seu timbre grave soar. Imagina os gemidos.

Precisei jogar uma água no rosto antes que eu me descontrolasse. Acho que era algum castigo dos deuses meus hormônios estarem tão loucos logo hoje que estou sozinho com ele no dormitório. Ou talvez seja o efeito Kim Taehyung.

- Hey! – me assustei, espirrando água pra todo lado, dessa vez realmente sem querer. Senti meu rosto corar levemente enquanto procurava um pano para arrumar a bagunça que eu fiz.

Ele ria levemente quando o encarei, agarrado ao batente da porta. Sua camiseta deixava as clavículas nuas e sua cabeça pedia para o lado, deixando parte da testa a mostra. Ele continha um sorriso sapeca e um brilho de divertimento no olhar. Parecia um anjo.

Quem não te conhece, que te compre Kim Taehyung.

- Já escolhi o filme, pare de brincar e venha logo pra sala antes que eu comece sem você!

Algum dia esse garoto vai parar de ser desagradável?

Bufei alto, ficando na ponta dos pés para pegar o pano de prato e enxugar meu rosto. Senti meus pés descalços patinarem no chão molhado e só pude esticar os braços para evitar ir de cara no chão. Senti a dor invadir meu corpo, direcionando-se para meu joelho. Braços me levantaram facilmente do chão enquanto eu choramingava agarrado ao joelho machucado. É hoje que você me leva, Senhor?

-Jungkookie, o que aconteceu? – perguntou o castanho, me colocando delicadamente no sofá.

- Eu escorreguei. Hyung! Ta doendo! – reclamei com a voz carregada.

- Calma, o hyung vai cuidar de você! – e saiu correndo atrás de alguma coisa.

Meu corpo estremeceu com sua resposta. Seria meu sonho?

Ele voltou com uma caixinha branca que parecia conter remédio e retirou algumas coisas de lá. Observei minha situação, me sentindo derrotado. Minha blusa preta estava molhada, junto com meu moletom cinza. Perto de onde meu joelho estava localizado havia algumas gotículas de sangue que manchavam o tecido cinza. Me desesperei ao ver o sangue, mas não mais quando Taehyung puxou minha calça de meu corpo sem aviso algum, retirando-a.

Minhas bochechas coraram instantaneamente, observando seu rosto concentrado perto de mais de minhas pernas, enquanto limpava o sangue e passava alguma pomada cicatrizante. Me senti endurecer, o que fez com que o rubor se intensificasse. Ele enrolou algo envolta do ferimento e guardou as outras coisas dentro da caixinha branca.

Sem dizer nada, ele se sentou em meu colo, com as duas pernas uma de cada lado de meu corpo. O encarei assustado enquanto ele rebolava levemente por cima de minha box preta. Ele arrancou minha blusa, me deixando seminu embaixo dele. Senti seus beijos em meu pescoço, mordendo e chupando. Gemi baixinho quando seus lábios chuparam meu pomo de adão, meus braços o afastando milimetricamente de meu corpo, o suficiente para que eu pudesse falar.

- T-ae, o quê está fazendo? – ele continuava rebolando em meu pau, quase me impossibilitando de falar.

- Eu cansei, Jeon, de você ficar me provocando e eu ter que me aliviar sozinho. Pensa que eu não vejo os olhares que lança pra mim? Pensa que eu não vejo quando treinamos a coreografia e você rebola na minha frente só pra mim ver? Ou como quando eu entro na sala e você se agarra ao Jin para que eu fique com ciúmes? Está me matando ter que me controlar toda vez que você resolve que seria uma boa morder esses lábios bem na minha frente. Simplesmente cansei de tentar não misturar as coisas, de tentar esquecer o quê eu sinto, mas tudo em nós já está bagunçado, não é Kookie? Agora eu vou fazer do meu jeito.

Eu nem pude pensar no que responder. Ele iniciou um beijo lento e intenso, chupando meus lábios e minha língua docemente. Senti o gosto de hortelã da pasta de dente e suspirei. Nossas línguas se encontraram e ele apoiou uma mão ao lado de meu rosto, deitando o corpo por cima do meu. Meu braço rodeou sua cintura, uma mão entre seus fios e a outra adentrando sua camiseta. Sua pele gostosa era quente e senti ele se arrepiar com meus dedos frios. Sorri entre o beijo e ele aproveitou para morder meus lábios.

Tudo nele me inebriava, seu cheiro, seu gosto, sua pele. Suas mãos acariciaram minha cintura, os lábios descendo por meu pescoço, lambendo, chupando. Segurei seu quadril, ajudando-o a rebolar. Senti meu membro duro contra o seu, somente o tecido da cueca nos aprisionando. Sua boca atacou meu mamilo, me fazendo contorcer embaixo dele, meu membro se esfregando no seu. Retirei sua camiseta as pressas e ele voltou a chupar meu mamilo, invertendo de lado enquanto brincava com o dedo com o outro. Eu acho que vou enlouquecer.

Seus lábios desceram novamente, contornando meu umbigo e, finalmente, chegando a barra de minha cueca. Ele levantou a cabeça, seus olhos olhando para os meus enquanto mordiscava a barra de minha box. Calmamente puxou minha cueca com os dentes, retirando-a do meu corpo. Voltou rapidamente, sentando em minhas coxas e se inclinando em minha ereção. Arfei ao sentir o castanho soprar em minha glande, com um sorrisinho sapeca.

- Hm, você gosta, Jeon? – perguntou enquanto massageava lentamente meu falo. Gemi em resposta.

Taehyung lambeu lentamente toda a extensão de meu membro antes de enfiar completamente dentro de sua boca, subindo e descendo por meu falo, chupando a cabeça. Sua língua estava por todo lugar e eu já sentia o ápice vindo quando ele parou. Soltei um muxoxo de reprovação, abrindo os olhos percebendo agora que estavam fechados.

Sua face corada estava voltada para mim, seus olhos encontrando os meus, o sorrisinho sapeca adornando seus lábios. Suas mãos ainda estavam fechadas em meu membro e, enquanto me encarava, passou a ponta da língua contornando a cabeça. Eu poderia gozar somente com essa visão.

Definitivamente Kim Taehyung não conhecia a palavra limites. Sem qualquer preparação, ele sentou em meu membro, afundando-o em seu interior. Solucei, o protesto esquecido enquanto sentia ele subir e descer levemente. O masturbei lentamente, tentando o distrair da dor. Ele mordia o lábio inferior fortemente, a cabeça tombada para trás; a visão do inferno. Arranhei suas coxas torneadas enquanto o castanho rebolava em meu colo. Distribui mordidas em seu pescoço, investindo em seu interior. Oh, por que tão apertado?

Aumentei o ritmo das estocadas quando ele soltou um gemido mais alto que os outros, achando sua próstata. Passei a maltratá-la vulgarmente, enquanto arremetia em seu interior com força, o jogando no sofá e ficando por cima, a dor no joelho a muito esquecida. Segurei suas coxas, as separando, enquanto entrava lentamente. O castanho nos envolveu em um beijo molhado e bagunçado. Suas mãos brincavam em meus cabelos e deslizavam por minhas costas, gemendo em minha boca.

Aumentei o ritmo das estocadas para algo quase animalesco, segurando no braço do sofá como apoio. Eu não conseguia pensar em mais nada além de nós dois, aqui nesse sofá. Nossos corpos estavam cobertos de suor, o cabelo grudado nas testas. Suas unhas marcavam minhas costas sem piedade, gemendo em meu ouvido em puro êxtase.

- Tae... Eu vou...

- Goza pra mim amor. – gemeu, apertando-me propositalmente em seu interior.

Gemi longamente, derramando-me dentro do castanho. Eu mal conseguia respirar, estava vendo estrelas. Constelações, talvez. Queria descobrir a Via Láctea que era Kim Taehyung, de preferência em todos os cantos possíveis.

Senti minhas costas encostarem em algo macio e o castanho já estava por cima de mim de novo, me olhando com seus olhos de gato, profundos e misteriosos. Ele guiou a mão direita envolvendo seu membro latejante até minha boca, que o abrigou de boa vontade o sugando rapidamente. Saliva escorria por meu queixo, mas pouco me importei, afinal, Taehyung tinha um gosto incrível.

Observei o castanho apoiar as duas mãos em cima de minha cabeça. Não quebrei o contato visual enquanto este fodia minha boca com força, a garganta relaxada acomodando seu membro. Algumas estocadas depois sentindo seu líquido escorrer por minha boca. Engoli tudo rapidamente, lambendo a fenda de seu membro e assoprando em sua glande.

Taehyung pós-sexo ficava ainda mais lindo. A boca semiaberta, as bochechas coradas, os olhos anuviados de satisfação, as marcas em seu corpo. Seu corpo sobre o meu. Meus braços descansavam ao redor de seu quadril, enquanto o castanho estava deitado em meu peito. Acariciei os fios macios, sentindo o clima agradável do local. Estava pensando no que dizer quando um bipe nos chamou a atenção.

- Deve ser meu celular. – ele levantou, indo até a mesa de centro para pegar seu celular, sentando-se novamente em meu colo.

- O que é? – perguntei curioso, me sentando e o abraçando, tentando ler algo da mensagem.

- É uma mensagem do Jimin. Ele disse que ta caindo meio mundo lá fora, por isso eles vão ficar em hotel e só voltam de manhã.

Olhamos para a janela, onde se dava pra ver a chuva caindo pela cidade, somente notando o barulho do fenômeno no recém conquistado silêncio.

- Então quer dizer que ficaremos sozinhos até de manhã? – perguntei, deslizando meu nariz em seu pescoço.

- Hm, espero que sim. Ainda tem muitas coisas que eu quero fazer com você.

- Que bom, porque eu quero batizar todo esse dormitório.

Ele sorriu, se enroscando em mim em um novo beijo. Agora eu tinha certeza. Minha relação com Taehyung nunca mais seria a mesma.

26 de Junio de 2018 a las 01:27 0 Reporte Insertar 7
Fin

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honey bee "I write sins not tragedies,, kookv

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