Um Final Feliz Seguir historia

antonio-sanchez1529960643 Antonio Sanchez

Dois jovens fugir por um fim de semana para Campos do Jordão. Deixando para trás problemas com namorado, trabalho e coisas do dia a dia.


Erótico Sólo para mayores de 18.

#amor #romance #erótico
Cuento corto
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Campos Ou Paraiso

 Pela estrada de Campos de Jordao um Honda HR-V preto passava. Nele estavam apenas duas pessoas. Um homem e uma mulher, a idade realmente não importava. Permaneciam em silencio apenas ouvindo o rádio. Estavam fugindo pôr um fim de semana de suas vidas. A vida não estava fácil para ambos. Eles não eram um casal. Eram apenas duas pessoas ali tentando aproveitar a vida um pouco, talvez esse pouco não fosse o suficiente, mas era algo. Da parte dele não foi fácil a convencer disso. D precisou expor seu ponto de vista sobre sua visão do que o futuro lhes reservava. C estava relutante ela não estava confiante no plano dele. Mas o argumento que ele usou fez ela pensar.

- Você vai terminar a faculdade e se casar. Ter filhos um emprego e todo o pacote clichê que isso pode carregar. Não quer fazer uma coisa louca? Fora do normal, antes de toda sua vida entrar no automático. Todas aquelas reuniões chatas com engravatados que vivem de vantagens. Ou problemas familiares e financeiros que a vida ira lhe proporcionar. Não quer viver um fim de semana que não te lembre nada dessa loucura. Onde você pode fazer o que quiser e talvez. Digo talvez ter o melhor fim de semana de sua vida. Você sabe o quanto te quero e desejo. Você pode falar que já se acerto com seu namorado, mas você sabe que eu sei o quanto dói ainda em você. Tudo o que te peço é esse fim de semana. Não tenho mais as mesmas pretensões que tinha com você antes. Eu aceitei a realidade não quero mais viver de sonhos que criei na minha cabeça. Quero tornar tudo que penso real com você. Vem comigo.

E foi assim que C foi parar naquele carro após o serviço vestindo apenas a roupa do corpo sem malas sem nada. Apenas uma mensagem para sua família dizendo que ia ficar bem e iria esfriar a cabeça. D apenas disse que ia comprar cigarros.

- Eu estou indo sem roupas nem shampoo nem nada. Como faremos?

- Relaxa que já pensei nisso. Antes de te pegar passei e comprei um pijama para você e algumas lingeries. Seu sabonete favorito e shampoo. Amanhã quando acordarmos compraremos as roupas.

- Eu não tenho dinheiro para isso está louco?

- Relaxa que eu pago. Esse fim de semana é por minha conta.

O Carro se aproximava da entrada da cidade. Estavam se aproximando do portal.

Eles chegaram no hotel que D havia reservado. Já estavam com as coisas que ele havia comprado no quarto. A suíte tinha uma vista para as montanhas, cobertas por arvores e algumas pedras. Na cama queen havia uma cesta de chocolates artesanais. Um edredom branco com travesseiros com fronhas no mesmo tom. O chão era coberto por um assoalho de madeira. O banheiro o chão era revestido por porcelanato. E as paredes era de ladrilhos brancos com partes cinzas. O box do banheiro de vidro comum chuveiro. Ao lado havia uma banheira branca.

- Então estamos aqui e agora? – C o questionou. Ele ficou olhando nos olhos dela. Os mesmos que ele admirava sempre que havia. Tao lindos e honestos. Muitas vezes ele podia jurar que ela sabia os seus sentimentos apenas pelas trocas de olhares.

- Agora você decide. Podemos agir como dois simples amigos e sair e curtir a cidade ou podemos nos entregar.

- E como curtiríamos a cidade? – Ela questionou.

- Bem poderíamos passear de trem, ir a pontos turísticos e fazer outros passeios.

Ela ficou olhando para ele e se aproximou. Seus corpos estavam separados por centímetros. Ele sentia a respiração dela próxima ao seu rosto.

- Você sabe que eu passei o dia inteiro trabalhando com essa roupa, não sabe?

- Sei e estava frio lá como está aqui. – Disse rindo.

- Você é muito tonto. Vamos fazer o seguinte. Me leva jantar estou morrendo de fome, só comi no almoço. E então conversaremos sobre esse seu plano maluco que até agora não acredito que me convenceu. – Ela sorriu para ele que retribuiu.

- Ok.

O restaurante que eles estavam tinha um clima romântico com luz de velas e lareiras portáteis espalhadas pelo local. Eles estavam tomando um vinho branco, em taças grandes. Sentados em lados opostos da mesa. Haviam pedido uma fondue de queijo. Um musico tocava uma canção do Almir Sater. Era noite de palco aberto. Quem soubesse tocar violão e cantar poderia se apresentar.

- Eu tenho algumas perguntas para você. Sempre fui curiosa. Sobre algumas coisas a seu respeito. – Dizia C colocando os talheres na mesa.

- Pode perguntar serei totalmente honesto com você.

- Ok. A primeira pergunta é. Como você advinha as coisas? – D deu uma risada.

- Sabia que uma hora você iria me perguntar isso. Veja bem. Eu tive depressão a uns anos atrás. E quando estava me recuperando eu estava com tanto tedio que comecei a prestar atenção nas pessoas em tudo ao meu redor. Não só isso. Eu via os detalhes e todos os caminhos que algumas situações poderiam tomar. E calculava a probabilidade delas na minha cabeça e então tinha uma previsão.

- Está bem. Não foi muito convincente mas vou acreditar. – Disse sorrindo.

- Ei não estou mentindo é sério. Outra pergunta. O que você planejaria fazer caso eu aceitasse a outra opção. Aquela de não sermos amigos.

- Bom iriamos para o hotel... e digamos que eu iria chupar cada parte de seu corpo. Deslizar com minha língua por cada parte de sua pele e em seguida cair de boca no meio de suas pernas e te chupar até gozar em seguida... bom aí você vai ter que aceitar e descobrir. -Ele pegou na mão dela e segurou gentilmente com o dedão a acariciou. Voltou a falar. - Eu amo sua pele ela é delicada e macia. Adoro a forma quando te passo algo meus dedos tocam em você. É uma sensação muito boa. – Disse D

Ela sorriu para ele.

- Assim você deixa muito vago. – Disse C.

- Pode parecer vago agora. Mas tenha certeza que quando formos para aquele quarto nada vai ficar vago.

- Veremos.

Ela ficou olhando enquanto ele tomava um gole de suco e o questionou.

O musico que tocava se levantou e o palco ficou vazio. D se levantou e sorrio para C.

- Aonde você vai? - Perguntou ela.

- Me assista.

Ele subiu ao palco pegou o violão e falou no microfone.

- Essa é para alguém especial. Para uma doce moça. Essa se chama Engraçado.

Então ele começou a tocar alguns acordes e cantar.

(Agora pare de ouvir a música e imagine um ritmo para essa letra e depois me fale)

Engraçado

Engraçado

Como me sinto hoje

Engraçado como você faz meu coração bater

Quando eu te abraço forte

Sentados conversando

Enquanto mentalmente estamos dançando

E eu faria por você

Qualquer coisa

Vamos lá

Me diga sim

Nosso tempo está acabando

É engraçado como o tempo passa

Ao seu lado

E como as coisas ficam complicado

Quando você se vai

Tivemos um ótimo momento

Ele foi imortalizado no tempo

Eu toquei em sua pele

Como queria te deitar em minha cama

Já te vi chorar

Já te vi sorrir

Me viciei em seu olhar

Não tem mais por que eu mentir

Doce moca eu quero deslizar

Em seu corpo

E em qualquer lugar que você for

É aonde quero estar

Enquanto ele tocava ela o observava. Ele cantava claramente para ela a olhando do palco. Ao terminar a canção todos aplaudiram e ele desceu e voltou a mesa.

- Essa música é para mim? C perguntou o olhando.

- Você tem alguma dúvida ainda?

(Cinco anos atrás) Era carnaval e as pessoas se embebedavam pelas ruas, gritavam e se sentiam alegres. Estavam fantasiados com inúmeras coisas. D estava fantasiado de Batman. Ele estava um pouco distante das outras pessoas quando começou a observar a linda ruiva que estava a alguns metros dele. Ela estava fantasiada de Viúva Negra. Ele achou legal, não era o único ali fantasiado de super-herói. Ele jogou o cigarro que fumava no chão e se aproximou dela. Mas antes que ele pudesse falar alguma coisa ela falou.

- Meu namorado é o Homem de Ferro. – Ele sorriu para ela e riu.

- Então acho que podemos fazer um time. Temos duas coisas em comum.

- É mesmo quais? – Questionou ela olhando para o rosto dele. Ela não o reconheceu, também seria meio que impossível essa era a primeira vez que estavam se vendo. Más pensou ser alguém conhecido brincando com ela.

- Somos ricos. – Disse ele rindo. Ela parou um pouco pensando e começou a rir.

- Que susto achei que você nos conhecia.

- Não conheço não. É que eu estava ali. – Disse ele apontando para uma parede de uma casa. E te achei incrível. Então resolvi vir puxar papo. Mas não sabia que já estava acompanhada.

- Tudo bem você não foi o primeiro. Já vieram outros babacas tentando me beijar quando eu estava sozinha. Mas você foi o único que chegou gentilmente. – Ela olhou nos olhos dele e sorrio.

- Então talvez eu devesse ter me vestido de cavaleiro com armadura. – Disse D rindo. – Droga, péssima piada.

- Relaxa pelo menos você tentou ser engraçado.

Ele olhou para o lado e viu uma pessoa vindo na direção deles fantasiado de Homem de Ferro.

- Bom acho melhor eu ir. Não quero ser o cara que brigou com o Homem de Ferro. Mas antes posso saber seu nome? – Ela olhou para o lado vendo o namorado se aproximar.

- Melhor não. Mas quero saber uma coisa. Você disse que tinha duas coisas em comum com ele. Qual é a segunda?

Ele sorriu e se aproximou dela falando próximo ao seu ouvido.

- Nós dois queremos você.

Eles já estavam no quarto. D estava em frente a lareira acendendo ela estava em pé próximo a televisão.

- Não sei o que colocar para vermos. – Disse ela olhando para ele que se levantava.

- Eu já sei. Me passa o controle. – Ela passou para ele e seus dedos se encostaram. Os dois se olharam. Então ele foi à frente da televisa e colocou em um canal de rádio. E estava tocando Kendall Johansson / Blue Moon.

Eles se olharam. E D se aproximou dela.

- Dança comigo?

- Sim. Mas só uma dança.

Eles juntaram seus corpos em um abraço e começaram a dançar lentamente pelo quarto. Ele guiava ela. Seus rostos próximos de seus pescoços sentiam o perfume que cada um usava. D resolveu ousar e beijou o pescoço dela a fazendo arrepiar. Deixou ali seu rosto e lábios repousando. Ela ficou quieta apenas dançando. Alguns segundos depois ele afastou seu rosto e ficou de frente com o dela olhando cada detalhe que ela tinha. Seus lábios se aproximaram do dela. Quando C se afastou.

- Olha eu tenho alguém é melhor não fazermos isso. Quero dizer eu não sei. Me deixa pensar vou tomar um banho e então conversamos a respeito depois.

- Ok. Mas saiba que te quero demais. Não vamos deixar esse fim de semana assim.

Ela não respondeu, apenas se afastou dele e foi para o banheiro. Mas antes de encostar a porta ela olhou para ele e entrou.

Alguns minutos depois ela o chamou.

- Vem.

Ele sorriu e foi ao abrir a porta ela estava deitada nua na banheira algumas espumas cobriam seu corpo ela então se sentou com os seios expostos os mesmo que ele desejava sempre que via. Que ele havia encostado sua boca quente uma vez e os chupados. Agora ela estava ali para ele do jeito que ele sempre quis. Nua e pronta para ser sua. Ele abriu sua camisa e tirou sua calça.

- Nossa como você está diferente. – Disse ela o olhando.

- Eu ando fazendo exercicios. Estava tentando fazer de tudo para estar mais charmoso para você.

Ela deu risada e o chamou com o dedo. Ele entrou na banheira com a agua quente. Se sentou. Seu pênis já estava meio ereto de vê-la. Eles se olharam por alguns segundos, e então ele a pegou pelas pernas e a puxou para seu colo colando seu corpo no dela. Eles sorriram e se beijaram. Os lábios de ambos se movimentavam lentamente enquanto as mãos deles a seguravam por sua bunda gostosa. Seus dedos a apertavam a sentindo. Ela sentia a ereção dele no meio de suas pernas e rebolava um pouco. Ambas línguas exploravam a boca deles em um beijo quente e cheio de desejo. Ele então começou a beijar seu pescoço dando leves mordidas enquanto ela acariciava seu cabelo. Ele sentia a pele dela em seus lábios. A sensação que sentia era incrível. Tudo aquilo era melhor do que ele imaginava. Seu pênis duro e grosso esfregava na vagina dela sentindo os lábios abrirem sem penetrar. D abaixou o rosto e começou a chupar os seios dela. Alternava os beijos e chupadas entre eles. Ela pegou o pênis dele guiou na entrada de sua vagina. Ele puxou ela contra seu corpo a segurando pela bunda. Ela foi penetrada facilmente. D encostou as costas na borda da banheira e a segurou firme pela bunda a fazendo subir e descer. A cada movimento de vai e vem era um gemido que ela soltava. Seus olhos estavam entreabertos de prazer. E sua boca suspirava e gemia cada vez mais. Ele se movimentava cada vez mais rápido ele soltou a mão esquerda de sua bunda e puxou seu cabelo para trás. Deixando seu corpo empinado, então ele se aproximou dos seios dela e deu uma longa chupada. A fazendo soltar um gritinho. Ele tentava colocar todo o seio dela em sua boca e girava a língua em seus mamilos. Ela rebolava o máximo que podia sentindo cada centímetro de seu pau a invadindo. Então ele a afastasse dela e pediu para que ela ficasse de quatro. Ele sabia que essa era a posição favorita dela. E ela o fez ele chegou por trás dela e encaixou novamente nela. A segurando pela cintura fazendo ela ir para frente e para trás. Seus longos cabelos estavam soltos. Ele com uma mão deu um tapa na bunda dela. E disse.

- Hoje vou te foder até você não aguentar mais.

- Então me fode. Que eu estou ficando louca.

Ele puxou o cabelo dela para trás a fazendo erguer a cabeça. E meteu com força nela dando novamente um tapa em sua bunda. A cada tranco que dava nela a agua saia da banheira. Eles transaram ali por três horas até ela pedir para parar após quatro orgasmos que ela teve. Ela realmente estava cansada.

Na manhã seguinte de sábado C estava deitada coberta por edredons e D retornava ao quarto com uma bandeja contendo o café da manhã. Dois mistos quentes, duas xícaras de café e um copo de chocolate quente. Ele sabia o que ela gostava. Ele colocou sobre a mesa e a observava dormir. D foi até sua mala e tirou duas algemas algemou cada braço dela na cama. E entrou debaixo do edredom. Pensou que seria o melhor jeito de acorda-la. Beijou suas coxas lentamente e foi subindo lambendo até sua vagina onde lambeu lentamente. Alternava a língua com os lábios. Ele ouviu a voz dela falando gemendo.

- Meu deus você não para nunca. Você me prendeu.

-Achei que você ia gostar desse bom dia.

- Não para...

Ele a penetrou com a língua e girou ela devagar saboreando ela com as mãos acariciava e apertava as coxas. Sua língua lambia agora o clitóris dela fazendo o movimento de oito enquanto seus lábios davam longas chupadas. Ela gemia e se contorcia naquela cama. Ele deus mais umas lambidas e subiu beijando sua barriga dando mordidinhas até a base de seus seios, onde ficou lambendo ali. Ele a olhou e viu suas expressões faciais de prazer e então com a ponta da língua lambeu seus mamilos. Com o dedo indicador começou a penetrar bem lentamente. Ela estava toda molhada e gemia demais. Ao enfiar todo seu dedo o tirou colocando um segundo dedo penetrando ele todo. O dedão ele usou para massagear seu critoris enquanto ela quase berrava. Suas linguadas em seu seio estavam a deixando louca.

- Por favor chupa eu não aguento mais chupa eles.

Ele então obedeceu e começou a dar longas chupadas em cada um revezando ele se deliciava ali.

- Aí eu vou gozar não para.

D começou a socar os dedos mais fortes e massagear seu clitóris na mesma frequência sem parar até ela soltar um grito. Ele sentia sua vagina contrair em seus dedos C estava tremula na cama. Sua respiração ofegante e olhos fechados. D aproximou seu rosto do dela e deu um selinho.

- Bom dia

(Quatro anos atrás) C estava sentada sozinha em uma mesa de restaurante por quilo, as outras mesas estavam todas ocupadas. Um homem alto de porte médio se aproximou de sua mesa.

- Desculpa as outras estão ocupadas posso me sentar com você?

Ela olhou bem para o rosto dele parecia familiar.

- Pode sim já estou terminando.

- Obrigado. – Ele colocou a bandeja com o prato em cima da mesa e se sentou de frente para ela. Ele sorriu olhando para ela. E falou.

- E a nossa esquipe como fica?

Ela o olhou o encarando.

- Desculpa, mas não entendi.

- Vai parecer maluquice o que vou falar, mas eu sou o Batman.

Ela começou a rir alto olhando para ele. As pessoas em voltar começaram a olhar para eles.

- Nossa desculpa é que eu não acredito. Sério? Já faz um ano. Achei que você era algum turista que veio curtir a cidade.

- Não sou não. - Ele sorriu para ela. - Eu nasci aqui e vivo desde sempre.

- Nunca imaginei que iria te encontrar de novo. Meu namorado ficou enciumado aquele dia.

- Imagino. Também com uma namorada tão linda deve ser bem difícil não sentir ciúmes.

-Para com isso. Mas me fala o que você faz aqui.

- Além de falar com a moça mais linda do local. Estou apenas almoçando. – Ela ficou vermelha.

- Legal. Más você trabalha por aqui? É que essa é a primeira vez que estou comendo aqui. O lugar é ótimo.

- Fico feliz que gostou. Eu abri ele faz uns sete meses. – Ele disse a olhando, a mesma ficou boquiaberta.

- Se está de brincadeira? Sério? Aqui é ótimo parabéns.

- Obrigado. – Ele sorriu. - Mas me fale de você. Você trabalha com o que? Qual estilo de música favorita? Gosta de animais?

Ela começou a rir olhando para ele. Levou o copo de suco de laranja até a boca dando um gole e o pôs na mesa novamente.

- Eu sou representante comercial. Gosto um pouco de tudo nada muito especifico, se você olhar minha playlist vai ver que tem de tudo. E eu amo animais, tenho um pastor alemão. Agora me diz você. Quero saber também.

- Eu gosto também um pouco de tudo depende da letra e ritmo da música é isso que me faz gostar. Eu tenho esse restaurante, uma papelaria e uma loja de roupas.

- Caramba e como você consegue dar conta de tudo isso?

- Eu tenho pessoas que me ajudam. Isso faz com que fique tudo mais fácil. Mas e ai como anda o namoro?

- Está bem estamos morando juntos. E antes que você pergunte estou muito feliz com ele.

( Leia esse capitulo ouvindo Boyce Avenue – She Will Be Loved

)

C estava sentada na cama coberta por um edredom. Ao seu lado na cama estava a bandeja de café da manhã ela tomava seu chocolate quente.

- Quais são os planos para hoje? Ela perguntou olhando para ele que estava sentado na cadeira em frente a cama.

- Bom primeiramente iremos tomar um banho. Se conseguirmos nos controlar será rápido. – Disse dando uma risada. – Depois te levarei comprar roupas. Voltaremos para cá aonde você irá se trocar e iremos passear pela cidade. Após o passeio iremos almoçar e voltaremos aqui e veremos um filme. A noite vamos a uma apresentação na praça da cidade, lá tem uma concha acústica você vai gostar. E então após tudo isso iremos foder a madrugada toda.

- Ótimos planos. – C Disse sorrindo.

- Você dormiu bem? Está gostando daqui? - Disse D indo se sentar ao lado dela na cama.

- Estou sim estou amando esse lugar. Se eu pudesse ficaria aqui para sempre.

Ele ficou quieto por alguns segundos e sorrio olhando para ela.

- Fico feliz por saber disso. Às vezes é bom nos distrair um pouco.

- Posso te fazer uma pergunta? – Disse ela olhando para ele.

- Claro.

- Por que eu? O que você viu em mim?

Ele respirou fundo e olhou nos olhos dela.

- Porque na primeira vez que te vi fiquei louco. Você estava tão linda naquela fantasia, parecia que eu tinha visto um anjo. E quando eu soube que você estava com outra pessoa eu apenas deixei para lá. E então um ano e pouco depois estávamos em um aniversario lembra? Nós conversamos e eu não queria sair daquela conversa mais. Conversamos sobre espíritos. É eu me lembro. E outras coisas. – Ele sorriu para ela. – Você estava de cabelo preso uma blusa de manga comprida preta uma calça preta e uma bota preta. E estávamos quase chegando ao inverno, que é a melhor estação do ano. Isso que é engraçado pois tirando o ano seguinte os dois últimos carnavais eu me senti completamente ligado a você. Nós sempre tivemos boas conversas no carnaval. Você é a pessoa mais linda e sexy que conheci. É engraçada sem falar que gosta de bons filmes e series. Para ser sincero eu sempre te quis. Tive vários sonhos com você durante esses anos. Sonhos que um dia irei lhe contar. Mas não dá para viver de sonhos eu quero mais, muito mais. Quero você inteira. Mas se eu não posso te ter para sempre pelo menos estou te tendo esse fim de semana.

- Nossa! Mas você nunca me disse nada. Eu não sei nem o que te falar.

- Exatamente. Eu tenho medo do que você possa falar. Mas aqui posso ter tudo fazer qualquer coisa com você.

- E se eu não viesse o que você faria?

- Escreveria um livro curto e esperaria uma próxima vida para te encontrar de novo. Pois você é o tipo que vale a pena esperar. Mas se eu tiver sorte... vou viver para ver uma máquina do tempo e volto alguns anos antes. Aí vou atrás de você e te farei muito feliz.

Ela ficou em silencio por alguns segundos.

- Eu comprei um terno com risca de giz, parei de beber larguei alguns vícios, entrei na academia. Estou me empenhando para ser o melhor para você. Alguém que você deseje... Bom chega de papo vamos tomar banho.

D se levantou e foi para o banheiro a deixando naquela cama. C pensava em tudo que acabara de ouvir.

Já se faziam duas horas que D havia levado ela da festa. Eles estavam no carro dele em uma estrada de terra na parte rural da cidade. Eles haviam parado em uma conveniência de um posto e pego algumas bebidas.

- Meu deus como eu sou tonta! Aqueles dois filhos da puta... praticamente ao meu lado. Será que é por que sou feia? – Dizia C virando a tomando um gole de vinho no gargalo. – Eu deveria voltar lá e bater neles. QUE RAIVA! – D a acariciou gentilmente no cabelo. Bem suave tentando acalma-la.

- Não fale bobagens C. Você é linda é perfeita olha para seu corpo. Eu te acho incrível demais. E não digo apenas seus aspectos físicos. Você é inteligente, sincera e engraçada. Não é como essas meninas vazias que apenas seguem a moda. E quando digo isso quero falar no sentido geral. Você é totalmente autentica. Se eu pudesse eu te roubaria para mim. Sabe te levaria para outro lugar. Íamos morar aonde você quisesse. Em um lugar frio ou quente. Não chore por aquele babaca.

Ela enxugou as lagrimas com o lenço que ele havia lhe dado assim que entraram no carro. E ficou olhando para ele com os olhos cheios de lagrima, seu rosto vermelho.

- Obrigada. De verdade. Sei que está me cantando, mas está me fazendo bem. - Disse ela rindo um pouco enquanto ele suspirava.

- Eu quero que você saiba que um dia eu vou ir até você e vou te chamar para fugir comigo. Eu poderia fazer isso agora. Mas é obvio que você não iria. Mas saiba que eu vou fazer isso. Eu te quero demais desde o momento que te vi. Sei que não é o melhor momento para isso mas quero que saiba. Eu quero você.

Ela ficou olhando para ele. E apenas concordou com a cabeça.

- C agora me diga. Para onde você quer ir?

Os dois estavam no banheiro ela embaixo do chuveiro e D a ensaboando atrás dela com o sabonete Dove que ela gosta. Com a outra mão lavava seu cabelo.

- Como você sabia que eu gostava dessa marca?

- Detalhes... Detalhes

Eles terminaram o banho e saíram enrolados em toalhas brancas até o quarto. D foi até sua mala e tirou dela um embrulho com um laço. Foi até a C e deu um longo selinhos e lhe presenteou com o embrulho. Ela se sentou na cama e o abriu. Haviam seis calcinhas. Duas calcinhas biquíni nas cores azul claro e roxo, uma rendada preta, e outras três franzidas nas cores laranja, vinho e verde. Os sutiãs eram todos de bojo. Nas mesmas cores.

- Espero que você goste. – Disse ele.

- Eu amei! - Dizia ela se levantando da cama. – Qual você quer que eu use hoje?

- Por mim você não usaria nada hoje. – Disse ele dando um sorriso safado. – Mas teremos que sair. Então use o sutiã preto com a calcinha azul.

Ela sorriu e foi ao banheiro se trocar. Enquanto ele se vestia usando uma cueca boxer preta uma calça jeans e uma camisa xadrez de flanela vermelha. Após se vestir D se sentou na poltrona que havia no quarto esperando ela voltar.

C voltou vestida com a roupa que havia usado no dia passado, apenas sua lingerie nova era diferente.

- Ué não vai me mostrar como ficou? – Questionou ele.

- Se eu fizer isso perde o efeito surpresa para mais tarde.

Ele riu e foi até ela e a abraçou olhando em seus olhos acariciou seu rosto lentamente e a beijou suave.

(Dois Anos Atrás) D já havia entrado no círculo de amizades de C. Ele era um tipo mais solitário e era obvio que ele estava se entrosando com outros por ela. E uma amizade entre os dois crescia cada vez mais. Não que esse fosse os planos de D mas era o que ele tinha naquele momento.

Ambos estavam na casa de um amigo estava tendo uma festa. Era sexta a noite e grande parte deles estavam bebendo há algum tempo. Ele então viu sentada no sofá da sala distante da festa que rolava lá fora. Ele se aproximou e sentou ao lado dela.

- Está Tudo bem? Cadê seu namorado? – Ele questionou olhando C.

- Sim está. Só estou um pouco cansada. Ele foi no banheiro. Faz um tempinho já. Deve estar com dor de barriga. Cansei de ficar com o povo sempre os mesmos assuntos e tals.

- É sei. Estamos entrando no piloto automático. – Disse rindo.

- Verdade que fim triste para todos nós.

- Mas sabe poderíamos mudar isso.

- É mesmo? Como?

- Vamos ali no quarto do Paolo e eu te mostro.

Ela começou a rir e se levantou. Ele sorriu olhando para e se levantou.

- Este bem. Eu vou no banheiro. E quem sabe depois que algo bater na minha cabeça eu vá para o quarto com você. – Disse isso e saiu caminhando rindo olhando para ele. Que estava parado em pé com as mãos nos bolsos olhando ela ir.

Ao chegar no banheiro abriu a porta e encontrou seu namorado com sua melhor amiga se beijando no box do banheiro.

)

O dia passou rápido para eles entre compras, almoço e uma sessão de filmes assistiram na parte da tarde. Já era noite e os dois estavam em pé na praça prontos para ver o show. A banda que tocaria era de rock cover. C estava em pé em frente dele um pouco longe do palco, na parte mais escura. Ela estava vestindo uma calça de lycra azul e uma jaqueta de couro. Ao iniciar o show D a abraçou por trás colando seus corpos. Eles dançavam no ritmo da música, seus corpos se esfregavam intensamente. Ele a puxou mais para seu corpo colando sua bunda em seu pênis, que estava endurecendo pela situação. D encoxava ela intensamente. As pessoas ao redor não prestavam atenção estavam concentradas no show. Ela rebolava no pau dele enquanto recebia longos beijos na nuca que faziam ela arrepiar. As mãos dele percorriam a barriga dela com as pontas dos dedos ele a acariciava. Ela fechou os olhos e se deixou levar pela situação. Quando deu por si D estava invadindo sua calça com a mão até chegar em sua vagina por cima da calcinha. Ele fazia movimentos circulares sentindo seu calor em seus dedos, levemente ele pressionava. C virou seu rosto para ele o olhando por cima do ombro.

- Você está louco? Vão ver a gente! – Ele continuou os movimentos agora invadindo a calcinha dela indo direto a seu critores. Aonde com o dedo indicador acariciava.

- Relaxa.

Ela fechou os olhos e mordeu seus lábios enquanto ele a masturbava ali no meio da multidão. Entre encoxadas e dedadas ela rebolava intensamente sentindo o pau dele. Então ela colocou a mão para trás e começou a massagear o pênis totalmente duro dele por cima da calça, o fazendo gemer também. Não aguentando o tesão ele tirou a mão dela e a puxou. Tirando dali da praça a indo até uma rua sem saída vazia. Ao chegar ali foram para trás de uma Fiorino. D colocou ela de costas para ele apoiada na traseira do veículo abaixou a calça dela expondo sua bunda grande se abaixou no chão e beijou ela toda passando a língua por ela que gemia e se contorcia de prazer. Ele se levantou abrindo a calça e o pondo seu pênis para fora. C se virou e ajoelhou no chão dando um beijo na cabeça do pau dele em seguida o colocando na boca e chupando. Seus lábios se movimentavam percorrendo por ele tentando enfiar até o máximo que dava na boca. D tremia ao sentir o maravilhoso boquete que recebia ele puxou o cabelo dela e a deixou guiar os movimentos. Ficaram assim por alguns minutos até que os dois estivessem loucos de tesão. Então ele a levantou e a colocou de costas para ele abaixou um pouco mais a calça dela e a penetrou por trás. Sentindo seu pau molhar naquela vagina quente e apertadinha. Ele começou a bombar com força a segurando por trás pelos peitos que massageava. Ela estava ali toda empinada para ele enquanto era fodida com força. Ele aumentava o ritmo das estocadas a cada metida que dava enquanto ela mordia os lábios para não gemer alto. Ele sussurrou na orelha dela.

- Sua bucetinha é uma delícia. Vou foder ela essa noite toda até você assumir que é minha putinha. – Em seguida ele deu um tapa em sua bunda deixando ela avermelhada.

O ritmo dos dois era intenso.

- Não para que eu vou gozar! – Disse ela em seguida tendo a boca coberta pelas mãos dele. Ele continuou metendo por mais uns minutos até sentir seu pau ser apertado pela vagina dela que se contraia em um orgasmo. Ela estremeceu ficando de pernas bambas foi questão de segundos até que ele gozasse também enchendo a vagina dela de porra ele foi diminuindo as estocadas até parar dando beijos na nuca dela. C sentia o pau dele sair dela deixando um vazio em seguida sentiu toda porra escorrer por suas pernas. Ela se virou para ele e o beijou.

Eles estavam de volta ao hotel já era onze da noite. Haviam acabado de jantar, pareciam alegres felizes. Ela se jogou na cama de costas com as pernas e braços abertos. Ele pulou na cama ao seu lado. E ficou de bruços olhando ela.

- Pena que hoje já é sábado.

- Realmente, além de que já são quase meia noite. Nosso tempo juntos está acabando.

- É mesmo. E qual plano mais você tem para nós dois?

- Hum. Não vou falar vou fazer.

D se levantou da cama e foi para o lado dela e começou a despi-la.

- Estou gostando desse plano. – Disse C que já estava completamente nua na cama.

Ele então algemou-a na cama de bruços com os braços esticados. Com uma venda cobriu os olhos da mesma. D admirava o corpo dela cada curva e detalhe de sua pele. Ele ergueu a mão e deu um tapa na bunda dela não forte nem fraco na medida. Ela soltou um gritinho e um suspiro. Sua bunda estava levemente vermelha, outro tapa foi dado agora na coxa. Ela gemia baixo sentindo os tapas. Seus gemidos o excitavam de uma forma indescritível. Ele então se abaixou nas pernas de C e beijou seus calcanhares e subiu esfregando os lábios até as dobras do joelho, ali ele começou a lamber até subir em suas nadegas aonde beijava e chupava. Comas mãos ele as apertava pela lateral e soltava enquanto elas ficavam babadas entre beijos e mordidas. Subiu pelas costas beijando suavemente até chegar na nuca dela. Ele então se abaixou novamente e a puxou fazendo ela ficar de quatro na cama bem aberta. Começou a passar a ponta da língua por toda sua vagina sentindo o sabor dela. Ele olhou para a bunda dela que estava toda arrepiada. D então se deitou por baixo dela fazendo com que a mesma sentasse em seu rosto e começou a chupar a buceta dela calmamente enquanto ela se contorcia em cima dele. A boca e o rosto dele estavam molhados pela vagina dela aonde esfregava seus lábios e a penetrava com a língua fazendo movimentos giratórios.

Ele saiu debaixo dela e se posicionou atrás aonde esfregava a cabeça de seu pênis por sua vagina e anus esfregava os dois para cima e para baixo. Ele segurou firme na cintura dela e a penetrou na buceta colocando seu pau inteiro até as bolas. Iniciou um movimento lento, mas forte de metida fazendo ela ir para frente e para trás. Os dois gemiam loucamente. Ela sentia o pau dele percorrer por toda sua buceta sem parar enquanto acompanhava o ritmo dele que a puxava para trás a cada a metida. Ele fez uma pausa nas metidas e pegou as chaves das algemas que estavam na cama e a soltou tirando a venda dela. Colocou os braços dela para trás os segurando em seguida a puxou pelo cabelo e voltou a estocar com mais força e velocidade nela. Saiu da posição se ajoelhando na cama o jogando e montou em cima dele encaixando nele, começou a subir e descer nele fazendo com que seus peitos pulassem com as mãos livres D agarrou em sua bunda e apertou firme ajudando ela com os movimentos rápidos. Ela se abaixou e o beijou enquanto ele chupava seus lábios. Ela anunciou que iria gozar e ele também. Ele estava segurando para gozar junto quando sentiu seu pau ser apertado pela buceta dela e gozou junto dela. C caiu sem folego ao seu lado.

O carro saia da cidade. Era deixado para trás boas lembranças de momentos inesquecíveis e incompartilhaveis. Eles carregariam aquilo pelo resto da vida e jamais contariam a ninguém. Também prometeram um ao outro nunca mais falar no assunto. Mas ali naquele carro D perguntou.

- Então é isso esse é o fim?

- Foi o combinado lembra? – Disse ela olhando para ele.

- Então me responde uma coisa. Entre todo o sexo e carinho e passeios você não sentiu vontade de ter isso sempre? Sabe podemos curtir para sempre sem se preocupar com finanças, eu bancaria tudo. Poderíamos morar na praia ou nas montanhas, em um trailer ou uma casa. Até mesmo em um barco. Poderíamos ir aonde você quiser. Deixaríamos tudo isso para trás. Eu quero você hoje muito mais do que quis quando te conheci e isso só aumenta sei que vai aumentar sempre. Ao meu lado você terá tudo o que quiser e farei você feliz sempre em todos seus dias e fases. Apenas diga sim e mudo a direção que iremos. Ou se não espero a máquina do tempo. O mundo é um lugar grande e com certeza daqui vinte anos suas lembranças sobre tudo o que vivemos irar se apagar. Vamos construir novas sempre momentos lindos. O que eu estou falando é vamos construir nosso paraíso nosso mundo. Me diz sim.

Fim...?

25 de Junio de 2018 a las 21:23 0 Reporte Insertar 0
Fin

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