Dear Future Husband Seguir historia

tamaravick vick

Oh, ele nunca seria seu Dear Future Husband. Never. O futuro querido marido dela seria querido apenas por ela, e ninguém mais precisaria demonstrar qualquer sentimento amoroso, além dela. Ela era um pouco ciumenta, mas nem tanto assim. Só realmente não gostaria de ter que dividir um alguém querido por todos e todas, sabendo muito bem que poderia ser largada num local chamado Desilusão. E ela já esteve lá por muitas vezes.


Cuento Sólo para mayores de 18.

#crônicas #sad #desilusões-você-verá #original #258 #romance #originais
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Falso fim

She couldn't deny.

How she wants him.

Is something crazy,

like i never seen before

how your eyes

could shinne

your funckin blouse

and all the rest

never cozy

and i still here thinking

and she couldn't deny

how your lips

how your eyes

could shinne more than

and with the frizzy

and this poem

she could never fall in love

for someone

with those eyes and lips.

Ele nem era tão bonito assim: só era mais um garotinho padrão, provavelmente loiro dos pelinhos do dedão até o cabelo da nuca, e tinha um par de olhos azuis, que pareciam de boneca vistos de perto: sem nenhuma emoção por trás, ou pelo menos não que pudesse captá-las rapidamente. Esperava que sempre nunca visse nada por trás daquele olhar, que era somente um olhar de quem olhava, sem nada realmente por trás; o que nem a deixava triste.

Via-o quase todos os dias, e nunca pensou que as coisas poderiam chegar aquele ponto, de sentir alguma coisa por trás de suas próprias ações. Eles já se conheciam, e ela sabia que ele não tinha um histórico muito bom na infância (não que ela soubesse de tudo, na verdade, sabia pouco, tal pouco que era péssimo) e tinha conhecimento que nunca conseguiria algo com uma pessoa tão querida. Todas realmente o queriam, e bem... A garota não era de concorrência, nunca gostou realmente de ter que batalhar por algo que mais parecia um troféu, que nunca teria na vida. Ainda mais que já se conheciam desde crianças, então ela já sabia de seus poucos podres – Por quê querer alguém assim? Ela pensava, enquanto via certas garotas suspirando por ele. Ou isso fosse de sua mente sem nenhuma sensatez da vida real e imaginativa da garota. Talvez, ninguém olhasse pra ele... Mas oh! Ela se lembra muito bem quando aquelas duas meninas olharam pra ele, e tinha conhecimento de que... Oh, ele nunca seria seu Dear Future Husband. Never. O futuro querido marido dela seria querido apenas por ela, e ninguém mais precisaria demonstrar qualquer sentimento amoroso, além dela. Ela era um pouco ciumenta, mas nem tanto assim. Só realmente não gostaria de ter que dividir um alguém querido por todos e todas, sabendo muito bem que poderia ser largada num local chamado Desilusão. E ela já esteve lá por muitas vezes.

Teve uma época que essa louca resolveu stalkear o coitado. Na vida real. Ambos não tinham apenas estudado na mesma escola, como moravam no mesmo bairro. Ela realmente tinha pirado aos 14 anos. Mas ele avia deixado ela pirada antes, com... Hm, talvez seu jeito estranho de agir? Ela o achava estranho, mas seria capaz dela ser a estranha da história, ele uma pessoa tão normal que uma pirada o achava doido. Doido, pois uma pessoa linda parecia querer ser feia, aplicando gel dos dedos dos pés até a alça da mochila, deixando de ser tão desejável assim. Claro, apenas para ela. As outras continuavam o querendo.

Mas ela começou a arrumar desculpas para sair de casa, como por exemplo, ir pra uma papelaria do bairro, que ficava estrategicamente perto da casa do coitado. Mas nem era tão proposital assim: como a lerda que era, pirou mais quando descobriu que a distância da papelaria até a casa do menino deveria ser de uns... 20 metros? Probably.

Então ela ia até lá, fazendo de tudo para manter mais de 20 metros de distância daquela casa, que mais tarde, ela faria questão de entrar. Acharia mesmo que ela gostava dele desde o início? Claro que não. Digamos que ela seja uma pessoa confusa demais, e pensou que tudo iria se resolver, como se a vida não precisasse da pessoa, ser humano, para resolver os problemas. Então jogou tudo para o alto, até quando sua amiga descobriu tudo, e ela virou uma daquelas duplas de menininhas, que admiram o garoto padrão, tão mal falado pela mídia que desconstruía os padrões. Mas era tudo tão imperceptível, que quando descobriu a merda que tudo se deu, logo arrumou outra pessoa para stalkear e para amar.

Esse era muito diferente do padrão: moreno, com uns 1,72 de altura, parecia que tinha tomado umas 4 bombas só na sétima série; mas para ela isso era a última coisa que importava agora. Também tinha brigado com um amigo, e com o coração no local das Desilusões, tanto amorosas quando amigáveis, seu coração logo se derreteu, pelo moreno que só tinha crescido demais, e sequer tinha tomado uma bomba. Só era meio burrinho e não sabia o que era uma Bháskara, mas quem se importava agora? Ela queria conseguir esquecer dos seus problemas não resolvidos anteriormente, criando outros...

Ela nunca tinha reparado neste garoto, até o final de dezembro de 2017. O conhecia desde a oitava série, quer dizer... Andavam ambos a pé para a escola, mas nem davam bom-dia para o outro. Incrível: Foi só o coração estar na Desilusão que conseguiu se apaixonar rapidinho. E o esquecer também.

Ele era legal, gostava de rock e porra, não era um zé-droguinha qualquer. Porque deste ela gostava. Até descobrir que ele tinha uma na-mo-ra-da. Mesmo depois de ter tido que nunca avia sido amado, depois de ter dito que queria que um alguém o amasse, mesmo depois de ter dito que apenas namorava esta por ser bonita. A Desilusão foi real, e ela nem chorou. Apenas se distanciou, como melhores amigos que se mudam de sala, e depois de escola, e param de se cumprimentar quando se veem na estrada. Comum para a garota, de agora 15 anos, que de mês em mês acabava, inconsequentemente, pensando no puta garoto loiro de olhos azuis, quando ia brincar de dj. Pegava mal? Claro que pegava, pois no final de todo o fucking acontecimento sem fim, ela ainda precisava lembrar dele, logo nesse momento tão íntimo e solitário.

Ah, sem se esquecer de que antes, quando virou uma daquelas duplinhas que o admirava, começou a stalkear de verdade verdadeira, como diria ela. Passava na frente da casa do mesmo sempre que podia, e fazia questão de ver quais diferenças físicas passavam por ele, que incluíam corte de cabelo, aumento de altura... Seria até errado pensar desse jeito, mas ela pensou. Mas depois colocou um fim em tudo, quando o pai da amiga leu um e-mail, onde ambas falavam do garoto.

Aí era o falso fim.

Pois ela continuava o vendo, e pela força de hábito, continuava a ver as diferenças. Porém, um dia ela reparou no quanto infantil estava sendo, e resolveu até mesmo rezar para nunca mais vê-lo, e para que ele tenha uma vida muito boa, longe dela.

E ela aos 15 anos tinha retirado o hábito de rezar, mas depois deste dia antes de dormir, rezava sempre, pedindo alguma coisa e agradecendo por outras.

Mas o problema não tinha se resolvido, e chegou a vê-lo do mesmo modo, uma vez quando estava bem e em outro completamente ferrada emocionalmente, fazendo questão de atravessar a rua para não ter que vê-lo. E ele nem percebeu, pois realmente o problema estava na pirada, não no normal.

Assim, rezou mais, porém ele ainda continuava em seus pensamentos. Ela não aguentava mais. Mesmo separados agora, ela ainda se lembrava de tudo, pensando na loucura que fez, e chegou a excluir uma conversa que teve junto a ele no Facebook. Disto ela nem gostava de lembrar, então não relatarei.

Assim, ela seguiu sua vida, rezando para que ele não estudasse na mesma escola que si agora, e que nem se encontrassem todos os dias. Preferia vê-lo de vez em nunca, em momentos inapropriados, do que vê-lo em uma rotina. Que nunca seria tediosa.

17 de Junio de 2018 a las 20:20 0 Reporte Insertar 0
Fin

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vick sehun biased com mt orgulho e mt amor

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