Quando o corpo fala Seguir historia

emily-christine8811 Emily C Souza

Esta na hora de acabar com isso, seu coração disse. Mergulhe em seus sentimentos e seja sincero com ele e consigo mesmo, foi o que sua mente o aconselhou. Mas você não sabe o que Keishin sente, você não pode se arriscar assim, não quando as consequências podem refletir nos garotos; e se Ukai se recusar a treina-los para não ficar perto de você? Sua coragem retrucou. Sua boca, no entanto, não prestou atenção no seu debate interno e apenas buscou os lábios que tanto a atraiu. Essa fanfic faz parte do desafio Amor de Frases, do grupo Inkspired Brasil. Casal Ukai Keishin e Takeda Ittetsu, do anime Haikyuu


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

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Cuento corto
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Perca o controle

NOTAS INICIAIS:

Essa fanfic faz parte do desafio Amor de frases, do grupo Inkspired Brasil.

Contém Lemon com o casal Ukai e Takeda

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“Seu coração disse pra sua cabeça, vá,

e sua cabeça disse pra sua coragem, vou,

e sua coragem respondeu, vou nada,

mas sua boca não ouviu e beijou.”

— Adriana Falcão


Engraçado como o corpo é honesto. Mesmo que sua mente negue e sua boca minta, seu corpo corresponde da forma mais espontânea e sincera, delatando seus desejos a aquele que te toca.

As confusões que atormentam a sua mente sobre desejos proibidos, não censuram a correspondência do seu corpo que demonstra sua excitação, porém é o cérebro quem comanda e, enquanto você estiver pensando racionalmente, seus desejos estarão sobe controle.

Porém Takeda não sabia mais até quando conseguiria ser racional.

Toda vez que ele dizia ‘Take-chan’, mais um pouco da sua lucidez se esvaia como a uma folha contra o vento, leve e frágil. Quando ficavam lado a lado durantes dos jogos, Takeda podia sentir o perfume amadeirado exalando do corpo moreno. Assisti-lo orientando os garotos e ensinando cada vez mais sobre vôlei; o carinho que ele sente pelos meninos brilhando nos olhos castanhos, deixava seu coração quente e seu corpo extasiado.

Mas sua verdadeira perdição foi assisti-lo jogar.

Quando insistiu para que ele aceitasse ser o treinador, pensou mais no sobrenome Ukai do que qualquer outra coisa, sendo bem sincero. Não que duvidasse do talento dele no vôlei – principalmente sendo neto de quem era, mas não tinha o visto jogar.

Assisti-lo em ação como levantador foi uma experiencia diferente, enquanto seus olhos acompanhavam cada movimento, o seu coração batia mais forte. A quentura gosto que sentiu ao ver a felicidade e satisfação que Keishin sentia ao jogar, foi novo e assustador.

Ittetsu soube imediatamente o que era aquele sentimento e o prendeu a sete chaves por trás de pensamentos negativos como: Ele é meu colega; nossa relação é de coleguismo profissional; nem somos amigos para começo de conversa; e o que mais pesava: Ele gosta de outra pessoa.

Foi um absurdo sentir ciúmes de alguém que não deveria passar de seu colega de trabalho, mas Ittetsu não pode evitar. Ver Keishin interagir com Manabu causou um mal-estar profundo em seu corpo, seu peito também estava apertado e a mente estava pesada. Ukai disse algo sobre um antigo colega que estava na Nekoma que ele queria ver, e no segundo seguinte ele aceitou ser treinador temporário.

Em todos os treinos e amistosos que a Karasuno participava junto com a Nekoma, Keishin saia para beber junto ao Naoi. Não era importante que os outros sensei também iam, Ukai sempre dava mais atenção a ele, e constantemente trocavam olhares suspeitos. Na terceira vez que isso aconteceu, Takeda teve certeza do envolvimento deles.

Mais uma vez, Takeda guardou seus sentimentos com seus ciúmes a sete chaves, repetindo os mesmos pensamentos desencorajadores e mantendo o controle. Às vezes ele se sentia a beiro do precipício, fantasiando com o momento que diria o que sente e reivindicaria seu lugar ao lado de Ukai na vida dele, mas logo recobrava sua consciência e se reprimia.

Agora, nove meses depois de Ukai Keishin se tornar treinador da Karasuno, eles finalmente poderiam seguir para as nacionais e Takeda ficaria ocupado de mais para pensar nessas besteiras.

— Estou tão feliz, — exclamou enquanto chorava.

— Eu sei sensei, essa é a oitava vez que você diz isso. — Keishin murmurou, e a sua cara esta horrível.

Takeda ficou surpreso, e logo virou o rosto, sua felicidade esvaindo. Nunca havia pensando por esse lado. Naoi realmente era mais bonito, o corpo também estava melhor trabalhado, e eles se conheciam a bastante tempo.

Completamente diferente de Takeda, que é baixinho, magro, míope, insistente e desajeitado. Quantas vezes não caiu na frente do Ukai? Não fazia ideia. Era praticamente um garoto perto da aparência e comportamento do parceiro dele, jamais teria uma chance.

E esse era só mais um motivo para esquecer as ideias absurdas e se concentrar na sua vida de professor e conselheiro.

— Take-chan, vamos sair mais tarde para comemorar?

Olhou surpreso para o treinador, que continuava com a cumbuca de comida sem realmente comer. Desviou os olhos, confuso com qual seria a melhor resposta. Os meninos praticamente dormiam em cima da mesa, e outros dormiam comendo. Voltou a olhar para Keishin.

— Claro.




A noite estava com o clima agradável, o ambiente em que se encontraram para comer e beber era alegre e a conversa fluía em um ritmo envolvente. Takeda soube imediatamente, através do olhar caloroso de Ukai, que estava com problemas.

Com sua mente mais leve, seus sentimentos estavam ainda mais intensos. Simplesmente não conseguia olhar para as bochechas coradas, os olhos flexionados e o sorriso nos lábios finos, sem pensar no quanto queria beija-lo e toca-lo.

E a cada minuto que passava na presença dele, apenas os dois juntos, Takeda pensava ainda mais na possibilidade de se declarar. E não tinha álcool para culpar, já que estavam comendo e bebendo um Saquê com menos de vinte por cento de álcool.

— Sensei, você ouviu o que eu disse?

Ittetsu piscou depressa, ficando envergonhado. Negou com força e se desiquilibrou, quase caindo do tatame. Ajeitou a postura, sentindo o embaraço crescendo em seu peito.

— Me desculpe, me perdi em pensamentos.

— Esta preocupado com nossas chances no Nacional?

Seus olhos castanhos levantaram em surpresa, mas logo negou sorrindo.

— Eu tenho muita fé no time que temos. Claro, eles precisam treinar muito, mas eu realmente acredito na nossa vitória.

Keishin tragou, parecendo ponderar suas palavras. Takeda assistiu com interesse o movimento; o cigarro tocando os lábios secos, o pequeno bico que ele forma para puxar o tabaco, a fumaça saindo pelas narinas dele, até o fogo consumindo a ponta do cigarro era sensual.

Ukai bateu o cigarro no cinzeiro, — Eu vejo o crescimento deles e só consigo pensar no quanto eu estou realizado por treina-los... — levantou o olhar, encontrando duas bolas castanhas fixadas na sua boca.

Franziu o cenho, passando os dedos da mão esquerda, que não estava ocupada com o tabaco, e esfregou seus lábios, preocupado achando que estava sujo de comida ou algo assim. Olhou para seus dedos, após o ato, mas eles não continham sujeira alguma. Voltou a olhar para o pequeno Sensei, e os olhos dele pareciam ainda mais concentrado na sua boca. Passou a língua, tentando encontrar o que chamava a atenção dele, e ficou embasbacado quando os olhos castanhos seguiram sua língua.

— Sensei... — chamou baixo. Takeda não pareceu ouvir. — Take-chan. — chamou mais alto.

Piscou, voltando a si. Estava ainda mais distraído, bastava só um pequeno movimento de Keishin para atrai-lo. Caso continuasse se comportando assim, Ukai acabaria percebendo.

— Sim?

— Por que estava olhando para minha boca?

Seu rosto ficou completamente vermelho, seu coração apertou, deveria sair correndo? Ele tinha visto, o que deveria fazer?

Como em resposta a suas dúvidas ferventes em sua mente, seu coração acelerou. Sua mente o empurrava para o precipício, dizendo para se jogar sem pensar nas consequências. Estava vivendo um pesadelo a meses, tentando esconder sentimentos por cima de sentimentos, enterrando a si mesmo com medo do que viria depois, e tudo isso para nada! Sua fraqueza nunca o ajudou, seu excesso de cuidado nunca serviu para impedir seus erros.

Estava na hora de acabar com aquilo, seu coração disse. Mergulhe em seus sentimentos e seja sincero com Keishin e consigo mesmo, foi o que sua mente o aconselhou. Mas você não sabe o que ele sente, você não pode se arriscar assim, quando as consequências podem refletir nos garotos; e se Keishin se recusar a treina-los para não ficar perto de você?

No fim, sua covardia sempre vencia.

— Eu estava pensando no quanto você fica sexy enquanto fuma. — respondeu.

No momento que percebeu o que tinha dito, Takeda se levantou. Onde estava o filtro entre sua boca e sua mente?

Saiu com pressa, sem olhar para trás. Antes de realmente chegar no seu carro, sua mão foi segurada. Antes que pensasse nisso, Takeda se virou e beijou Keishin de surpresa; o treinador não pode fechar os olhos, tamanho susto que levou.

— Take-chan... — fechou a boca, parecendo determinado. — Siga-me com seu carro.




Não entedia o que estava acontecendo. Em um momento esta falando coisas que não devia, no outro estava entrando na casa do treinador da Karasuno. Como as coisas ficaram daquela forma?

— Com o seu jeito tímido, eu evitei perguntar coisas pessoais e intimas, e pensei que você poderia ser virgem. — Ukai falou devagar, — Vou ser sincero, estamos aqui porque você mostrou interesse e eu estava enlouquecendo esperando o momento certo.

— Momento certo? — murmurou, sua mente confusa. — Do que esta falando?

— Estou falando sobre querer transar com você a muito tempo, sem saber como propor.

— Mas você esta com o Manabu.

— Do que esta falando? — questionou pasmo, — Manabu esta noivo.

Silencio. Sua covardia sempre o atrasava, Takeda bem sabia, mas não conseguia evitar.

— Olha, eu te achava muito irritante no início, mas percebi que é a sua determinação que me atrai. — colocou ambas as mãos nos quadris, — Você tem esse jeitinho que me enlouquece. Eu só penso no quanto quero transar com você.

Remexeu uma mão contra a outra, mas assentiu.

— Se você quiser parar, ou se sentir desconfortável, nós vamos parar, ok?

Assentiu. Keishin o virou, Takeda ficou de costas para o sofá. Foi uma surpresa sentir os lábios gelados contra sua pele sensível da nuca. Mordeu o lábio, sentindo-se nervoso sem saber o que ele faria em seguida.

Keishin espalmou a mão direita na barriga e apertou seu tronco contra o torso dele. Apesar das roupas, Takeda podia sentir o calor emanando do corpo moreno. A mão esquerda dele segurou seu queixo, virando seu rosto. Seus olhos se conectaram e sua mente perdeu a batalha para o seu corpo, que assumiu o controle. Se virou, abraçando os ombros dele. Ukai sorriu, gostando da sua atitude, e retirou seu óculos, para então se beijarem.

Os lábios se tocaram de leve, ambos experimentando as sensações. Um choque gostoso percorreu o corpo de Takeda, que agiu sozinho ao se encostar completamente contra o moreno.

O simples movimento de Ittetsu, despertou uma fome e necessidade nunca vistas antes. Sem perceber, sua camisa já tinha sumido, e Kenshin colou o peito nu contra o seu, que também estava despido.

Depois disso foi uma confusão. Takeda não conseguia ficar com as mãos paradas, uma hora estava nos cabelos louros, outra estava na bunda firme. Tirou a cordinha que sempre prendia os fios tingidos, ficando ainda mais faminto por ele quando as mexas caíram pelo rosto moreno, emoldurando-o.

Ukai semicerrou os olhos, o olhar desejoso seduzindo sua mente. Puxou-o contra seu corpo, sentando no sofá. A calça do sensei sumiu, mostrando a bundinha empinada e a ereção pulsante. Deitou-o no sofá de três lugares, e se debruçou na altura da virilha.

— Posso?

Takeda assentiu, — Não sou um garoto, Ukai-kun, se eu quero transar com você, eu quero de verdade.

Ukai ficou surpreso, mas sorriu em seguida. Um sorriso que prometia uma noite quente. Puxou a cueca vermelha, descartando a peça. Colocou ambas as coxas em seus ombros, segurando-as pelas laterais. Sem usar nenhuma das mãos, Keishin deu chupões pelo corpo do pênis, a língua molhada provocando sempre que sua boca se distanciava.

Takeda segurou com a mão esquerda na almofada apoiando suas costas, e com a direita segurou os fios, empurrando levemente a cabeça de Keishin contra o seu pau, já que a boca dele engolia com avidez o membro.

Gemeu, arqueando as costas, quando a cabeça do pênis alcançou o fundo da garganta. O controle de respiração de Ukai era invejável, que não se engasgou em momento nenhum. Aproveitou esse maravilhoso fato, pra mexer sua virilha contra a boca dele, fodendo a cavidade úmida, quente, que comprimia e sugava o seu pau com vontade.

— Usa a sua língua pra me fazer gozar, Keishin.

Com o choque de ter seu nome praticamente sussurrado, Ukai soltou o membro, olhando com assombro para o professor. Takeda forçou a cabeça dele para baixo, não ligando para nada. Seu corpo estava no comando agora.

Feliz, e muito excitado, Keishin chupou-o com mais avidez. Um dedo esperto, e lambuzado, se enfiou na entrada que piscava querendo muito ser fodida.

— Você esta me sugando, Ittetsu. — murmurou, soprando o pau dele, que se contraiu. — Que vontade de me dar em.

— Eu quero isso a um tempo, e agradeceria se você se apressasse.

Ele estava ficando abusado, muito diferente do doce e desastrado professor. Grato, Ukai se levantou e abaixou a calça junto da cueca. Pegou a camisinha – que retirou do carro, e colocou no seu pau muito duro.

Penetrou com calma, buscando não machucar o parceiro. Takeda sentiu um incomodo, mas nada realmente doido.

Rebolou contra a virilha do outro, mostrando que ele já podia se mexer. Ukai entendeu, metendo de vagar, tirando quase tudo e deixando só a cabecinha, apenas para estocar com força todo o membro de volta.

Seu controle, no entanto, sumiu quando ele apertou sem dó o seu pau, sugando ele cada vez mais fundo.

— Mas que cu guloso que não quer deixar nenhum centímetro do meu pau sai.

— Eu tô querendo ser fodido a muito tempo, então me come sem dó.

Quem era aquele e onde estava Takeda? Bom, não reclamaria. Com certeza o desejo havia tomado conta dele. Aproveitaria o momento devasso e realizaria o desejo dele.

Saiu e o virou, colocando-o de quatro. Estocou de uma vez, se debruçou contra as costas dele e colocou dois dedos para ele chupar. A boca brincando com seus dedos só aumentou sua fome, e descontou no rabo dele, socando seu pau com força.

Ele cutucou aquele lugar, e Takeda gemeu abafado pelos dedos que chupava. Ukai entendeu, mais uma vez seus corpos se conectando. Acertou então aquele mesmo ponto repetidas vezes.

Em algum ponto, suas mentes se desligaram e só os corpos conversavam. Não era preciso palavras, a dança cadente e erótica falando tudo o que queriam – e precisavam.

O gozo veio forte, retesando ambos os corpos, para então caírem moles no sofá. Takeda respirou forte, o toque de Keishin queimando sua pele. Sentiu beijos distribuídos em suas costas e virou a cabeça para olha-lo. Sorriu, recebendo um olhar carinhoso.

Sim, seus corpos conversavam, mas não como seus olhos. Pelo o olhar dele, Takeda soube que aquilo não terminaria ali, em um sofá. Não seria a ultima vez que se conectariam. Seus corpos conversariam muito mais, por muitas vezes.

Deu um beijo estralado nele. Era bom estar errado, no fim das contas.

15 de Junio de 2018 a las 23:31 8 Reporte Insertar 7
Fin

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Emily C Souza Não posso dizer que sou tudo aquilo que escrevo, mas tudo aquilo que escrevo tem um pedacinho de mim

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Karimy Karimy
Olá! Escrevo a você por causa do Sistema de Verificação do Inkspired. Caso ainda não conheça, o Sistema de Verificação existe para ajudar os leitores a encontrarem boas histórias no quesito ortografia e gramática; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores com relação a isso. A Verificação não é necessária caso não tenha interesse em obtê-la, então, se não quiser modificar sua história, pode ignorar esta mensagem. E se tiver interesse em verificar outra história sua, pode contratar o serviço através do Serviços de Autopublicação. Sua história foi colocada em revisão pelos seguintes apontamentos retirados dela. 1)Falta de acento em "Esta na hora" em vez de "Está na hora"; "treina-los" em vez de "treiná-los"; "esvaia" em vez de "esvaía". Falta de crase; em vez de "a aquele" deve-se optar por "àquele" 2)Vírgula desnecessária em "desejos proibidos, não censuram" em vez de "desejos proibidos não censuram"; "um dedo esperto, e lambuzado, se enfiou" em vez de "um dedo esperto e lambuzado se enfiou". Falta de vírgula em pronome relativo "do seu corpo que demonstra sua excitação" em vez de "do seu corpo, que demonstra sua excitação". 3)"sobe controle" em vez de "sob controle"; "como a uma folha contra o vento" em vez de "como uma folha contra o vento"; "durantes dos jogos" em vez de "durante os jogos". 4)Dois tempos verbais usados na narração (deve-se escolher apenas um e se manter nele por toda a história), presente: "o carinho que ele sente"; pretérito "sendo neto de quem era". 5)Observar frase "dormiam comendo". Obs.: os apontamentos acima são exemplos; há mais o que ser revisado na história além deles. Aconselho que procure um beta reader; é sempre bom ter alguém para ler nosso trabalho e apontar o que acertamos e o que podemos melhorar, assim como ajudar-nos com a gramática e ortografia. Caso se interesse, esse recurso também é disponibilizado pelo Inkspired através do Serviços de Autopublicação. Gostei muito da sua one; achei os acontecimentos e toda a tensão sexual que rolou entre eles muito natural. Bom... Basta responder esta mensagem quando tiver revisado a história, então farei uma nova verificação.
9 de Marzo de 2019 a las 15:18
Inkspired Brasil Inkspired Brasil
AHHHH meu Deus você quer me matar do kokoro com essa? Sabe o quanto estou morta e estirada depois desta? Não? Simples, MORTA E ESTIRADAAA! Ahhh, Emily, já virou a mulher arrasadora de kokoro, meu Deus!!! ❤️ Depois de um drama e um Angst, você vem com essa para acabar comigo de vez e me levar a loucura com esse lemon delicioso. A narrativa meu senhor é ótima, vai levando, levando até que morta estou! Não preciso dizer o quanto feliz fiquei, não mesmo? Só cuidado com o uso do a, à e Há. Parabéns pela história, esperamos que tenha gostado de participar do desafio!!!
28 de Junio de 2018 a las 20:58
LiNest LiNest
AI MEU DEUS VC NEM SABE COMO EU TO SEM CHÃO DEPOIS DE LER ESSA FIC!!! Primeiro que o Tekeda tava completamente adoravel aqui, amei como ele mudou de timído e desajeitado e inseguro para um monstro carente na cama, foi delicioso de se ler, Ukai tmb estava bem representado, adorei o quão direto ele foi e gostei do seu pulso firme e jeito meio mandão na cama, toda a atração foi muito bem representada e gostei muito de como vc descreveu o quão compativeis eles são. Tirando alguns errinhos, a fic está maravilhosa e bem escrita. Ai realmente adorei que vc tenha escrito com o meu otp, tem tão pouca coisa deles em pt-br. Parabéns pelo ótimo e sexy trabalho <3
20 de Junio de 2018 a las 16:23

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Olá novamente <3 Esse shipp tava martelando na minha cabeça, mas eu ainda não estou satisfeita, por tanto devo escrever muito mais. Eu fiquei debatendo comigo mesma como Takeda seria na cama. Tenho pra mim que, do mesmo jeito que ele é incistente e determinado na vida, ele seria na cama. Então é normal que no fim ele acabe comandando o ato. Eu gostei mesmo de escrever, e a frase caiu como uma luva kkkkkkkkkk quem mais indeciso do que Takeda? Num tem kkkkkkkkkk Eu estive apressada pra postar, e acabei nao revisando. Mas obrigada pelo toque, obrigada por ter lido, obrigada pelo carinho e te espero em mais historias minhas <3 Beijocas ^^ 20 de Junio de 2018 a las 18:31
Tali Uchiha Tali Uchiha
PUTA QUE PARIU, EU TO GRITANDO, PUTA MERDA, MINHA SANTA CHER *insira aqui meme da ppk cachoeira*
18 de Junio de 2018 a las 19:46

  • Emily C Souza Emily C Souza
    KKKKKKKKKKKKKKKKK EU AMEI O COMENTARIO, SCRR. Olha nenem, vai ter mais desse casal chavoso, pode esperar kkkkkkkkk Obrigado por ler e por comentar <3 Beijocas ^^ 18 de Junio de 2018 a las 20:03
Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA MEU SHIP NINGUÉM SAI. Eu achei linda a motivação do Takeda e ver esse lado desinibido dele. Adorei!
16 de Junio de 2018 a las 20:26

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Eu não tive tempo o suficiente para trabalhar esse shippe, então vou fazer mais fics deles. Mas fico feliz que você tenha gostado. Eu ainda acho que o Takeda não estava 100%, ficou ate um pouco ooc, mas prometo melhorar o desenvolvimento dele. Obrigado por ler e muito obrigado por comentar. 17 de Junio de 2018 a las 18:31
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