O Outro Lado Da Vida Seguir historia

junggukkfly duda ackerman

[Jikook!Flex][Máfia!Au] Jimin é um advogado novo de Seoul. Com sua mente brilhante e um sorriso belo dando direito a risquinhos nos olhos, Jimin escondia todo o seu ódio e sua sede por vingança. Um dia, descobre que seu namorado(E ex-presidiário) é o atual chefe da máfia que matou seus pais quando pequeno. O Park finge estar interessado e começa seu teatro, e acaba conseguindo entrar na máfia. Tudo estava dando certo no seu plano de vingança. Bom, pelo menos até Jeon Jeongguk, irmão mais novo de seu namorado, se intrometer nos seus planos e virar tudo de cabeça para baixo. "— Eu vou provar ao Hyung o quão sujo você é, Caninana! — Vociferou Jeongguk, com uma arma apontada na testa do Park."


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18. © Todos

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One

Se ajeitou na cama pela milésima vez naquela noite, tentando dormir de uma vez, mas infelizmente, a insônia estava grande naquela noite. A cabeça doendo e a febre só aumentava, choramingou, se levantando da cama e caminhando até o quarto do Pai.

Abriu a porta do quarto do mesmo, adentrando o cômodo um tanto cambaleante. Correu até a cama do mais velho, se deitando ali e se aninhando em seua braços fortes.

— O que faz aqui, filho? — Perguntou o Park de forma risonha e sonolenta, cessando a risada quando sentiu o quanto o filho estava quente. Suspirou preocupado, afagando seus fios e aninhando mais o garoto em seus braços. — Sua febre está piorando…

— Eu vou ficar melhor, appa. — A criança resmungou de forma manhosa, formando um bico nos lábios fartos.

O mais velho apenas assentiu, cobrindo ambos os corpos e fechando os olhos, pronto para adormecer com o filho nos braços.

[...]

Acordou sentindo um cheiro de fumaça forte, tossindo e abrindo os olhinhos, se deparando com o quarto pegando fogo.

— APPA?! — Gritou assustado, se levantando da cama e abrindo a porta do quarto. — APPA! — Berrou mais alto, chorando e acelerando seus passos em direção a cozinha, escutando gritos vindo de lá.

O desespero de Jimin aumentava a cada passo que dava em direção ao cômodo, o fogo apenas aumentando e a fumaça entrando por suas narinas.

Um rastro de sangue tinha no início da cozinha, e os gritos doloridos do pai só aumentavam. A criança já chorava de forma alta, com medo de atravessar o círculo de fogo que tinha em volta da entrada da cozinha. Por trás das chamas, o menor pôde ver um homem encapuzado, vestido de preto da cabeça aos pés, tendo uma faca em mãos. O mesmo apunhalá-va seu pai de forma bruta.

— NÃO! PAPAI! — Berrou mais uma vez, não sabendo o que fazer diante da situação horrenda pela qual passava.

Um baque alto fora ouvido, junto de um grito alto e fino da criança ao ser atingido por um pedaço de madeira bem no estômago. Jogado no chão e sem forças, com um pedaço enorme de madeira em cima de seu corpinho pequeno. Gritou de dor, sentindo o fogo chegar mais perto de si e queimar aos poucos seu braço machucado.

O assassino desconhecido aproximou-se da criança, largando a faca em mãos e retirando a madeira de cima do menor. Jimin apenas voltou a chorar mais, com medo do que o rapaz poderia fazer consigo. Talvez o homem pudesse lhe esfaquear que nem fez com o seu pai? Lhe jogar no fogo talvez? O menor não sabia, apenas queria que sua mãe chegasse logo do plantão e lhe salvasse.

Surpreendentemente, o homem apenas lhe pegou no colo e o tirou dali de dentro, o deitando no gramado verde e molhado do quintal. A última coisa que o pequeno Park pôde ver antes de apagar de vez, fora o homem ligando para uma ambulância e ao corpo de bombeiros.

[...]

A mulher suspirou, sentindo as lágrimas descerem cada vez mais a medida em que o caixão descia para seu buraco, onde enfim, seu esposo estaria enterrado. Desviou o olhar para o filho, este que encarava os próprios pés, confuso, desnorteado, triste. Mil pensamentos passavam pela cabeça da criança de apenas sete anos. E mil sentimentos, mil sensações diferentes, apertava seu coraçãozinho frágil e no momento, fraco.

Descanse em paz, papai. — Sussurrou se ajoelhando frente ao túmulo do falecido pai, colocando flores ali e pondo sua mãozinha pequena no quadro de cimento, onde estava escrito o nome e a data de nascimento e falecimento de seu pai.

Fungou choroso, enxugando as lágrimas e se levantando do chão. Não se importava se agora, seu terno estava molhado pela chuva forte que trazia relâmpagos e trovões. Ele apenas queria poder ver seu appa novamente, poder abraça-lo e dormir com ele enquanto sua mãe estava no hospital, fazendo mais um de seus plantões.

A mãe ao ver o garoto na chuva, correu até o mesmo, pondo um guarda-chuva em cima de si, evitando que as gotículas de água chegassem aos fios castanhos do menino.

— Já se despediu? — A mais velha murmurou de forma fraca, havia chorado muito, e com certeza, choraria ainda mais quando chegasse em casa.

— Sim… — Sussurrou quase não deixando a voz sair, ajeitando as florzinhas que tinha em cima do túmulo de seu pai e sem demoras, abraçou a mãe de forma apertada, segurando o choro que insistia em cair sempre que se lembrava da cena.

— Vai ficar tudo bem...eu prometo. — A senhora Park murmurou também chorosa, afagando os fios molhados do filho e o apertando no abraço.

Mas Jimin sabia que, nada iria ficar bem.

[...]

Uma semana depois do ocorrido, Junghwa — mãe do pequeno Jimin — resolveu levar o filho a um clube que tinha no centro da cidade. Queria fazer o filho esquecer os acontecimentos, se livrar um pouco daquela tristeza e, fazer o menino sorrir pela primeira vez depois do falecimento do pai do garoto que era seu ex marido.

O clube estava vazio visto que era um clube caro, onde a mensalidade daria para pagar um carro novo. No entanto, a senhora Park era médica com doutorado, então, aquilo nem chegava perto do valor de uma jóia sua em seu pescoço. Ou até mesmo um dos brinquedos caríssimos que Jimin tinha. E bom, a mulher não ligava para os preços, gostava de ostentar onde quer que fosse.

— Omma, Omma! Eu quero entrar na piscina! — Exclamou o menor de forma manhosa, dando pulinhos animados.

— Pode ir, bebê. — Riu da animação do filho, sabia que o menino amava água.

— Eu não sei nadar omma. — Resmungou cruzando os braços cheios de protetor solar. — Mas eu não quero ir na piscina das crianças! Quero ir na dos adultos! — Jimin pediu no mesmo tom dengoso, sabendo que a mãe não resistiria a seus encantos.

A mulher revirou os olhos, dando se por vencida e pegando o filho no colo. Entrou na água gelada pelas escadas chiques, sentindo, seus pés logo tocarem o chão e a água atingir até metade de seu pescoço. A piscina era realmente funda.

— Vou te deixar na beira está bem? — Avisou, caminhando até a beira da piscina e deixando o menino sentado no degrau da escada que tinha na piscina. A mesma era extensa e a cada degrau, formava uma mini piscina.

De longe, o mascarado apenas observava, pronto para acertar seu alvo.

— Waa! Que legal, a água está nos meus ombrinhos mamãe! — Sorriu largo, mostrando seus olhinhos se fechando. Não escutou resposta alguma vinda da mais velha, abriu os olhos franzindo. — Mamãe? — Murmurou, varrendo os olhos em volta da piscina.

Comprimiu os lábios e subiu no apoio da beira da piscina, onde os adultos apoiavam seus braços ou se sentavam por ali mesmo, para conversar com alguém sobre o cotidiano. Foi caminhando sorrateiramente, até encontrar uma mancha de sangue na água e uma mancha preta, como se alguém estivesse debaixo dela.

— Mamãe?! — Exclamou, com medo de que aquela pessoa ensanguentada fosse ela.

A figura negra logo voltou a superfície, o que fez Jimin arregalar os olhos ao ver o homem que matou seu pai, ali, com uma faca afiada em mãos e as roupas negras ainda em seu corpo. Gritou em desespero e choro, tentando subir para fora da piscina para gritar por socorro.

Chorou ainda mais ao ver o corpo de sua mãe flutuando bem a sua frente, completamente ensanguentado e sem pulsação.

— MAMÃE! — Gritou sacudindo a mulher, chorando mais e mais.

Uma mão puxou seu pé de forma brusca, fazendo com que seu corpinho entrasse para debaixo d’agua. Se debateu desesperado, querendo sair dali, sentindo o ar lhe faltar aos poucos.

Mas já era tarde demais

8 de Junio de 2018 a las 23:19 0 Reporte Insertar 1
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