Casamento feliz? Seguir historia

jane_121527791374 Ana Santos

Sakura é uma mulher esforçada, que segue sua vida tendo de lidar com as marcas da separação dos pais, mas ainda assim é uma mulher independente e muito inteligente, que trabalha nas empresas Uchiha. Tudo parecia bem, até que seu pai se envolve com agiotas e precisa pagar uma divida muito cara. E como uma saída para seus problemas, Sakura se casa com um dos herdeiros da empresa; Sasuke Uchiha. Tanto Sakura como Sasuke têm interesses nessa união: a rosada quer salvar a família e pagar a dívida do pai; já Sasuke quer se casar para se tornar dono de todas das empresas Uchiha, e para satisfazer um desejo do avô Madara, que era muito apaixonado pela avó de Sakura, Izayoi. Assim, um casamento de aparências se inicia, mas será que as aparências são suficientes para manter um matrimônio?


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#sasukesakura #sasusaku
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Noite chuvosa e problemas perigosos

‘’ Sasuke, as vezes olho para o céu pensando em você, as vezes quando vejo casais se divertindo no parque penso: éramos sortudos, quem diria que eu conseguiria amolecer um coração tão duro e frio como o seu. Você e o cara mais teimoso que conheço, irônico, impaciente, sarcástico e talvez o mais sínico que exista. Não media esforços e fazia o impossível pela sua ambição, e apesar de tudo ainda te admiro por ser cabeça dura, persistente, dedicado e inteligente além de ser o dono do sorriso mais encantador, capaz de derreter toda a minha raiva e tristeza. Tudo bem, até admito que somos um pouco parecidos, mas ainda sim, como pode despertar o pior em mim? Como pode me tirar do sério e me deixar louca de todas as formas possíveis? E o homem mais incrível que conheço e o mais irritante também, e em meio a tantas brigas e desentendimentos eu finalmente te compreendi mas acho que é tarde demais. Não escolhemos quem amamos isso simplesmente acontece e pelo mesmo motivo que começa e por esse mesmo motivo que termino. Fomos felizes? Sim, você foi e sempre será parte de mim, lembro de como éramos felizes e de tantas coisas que costumávamos fazer. Sinto falta desse tempo, de nossas brincadeiras, de nossas promessas, do amor que sentíamos e confesso que até de nossas brigas sinto falta. E hoje estou aqui e mais uma vez penso em você, o engraçado e que o tempo realmente passa rápido, o que era um sonho se tornou realidade, mas ele se perdeu, e por falar em perda e melhor parar de pensar e voltar a dormir. ’’

2 Anos atrás.

O vento estava forte e a chuva fazia questão de me molhar, era tão frio, eu estava sentada no ponto de ônibus, me sentia sem chão, e minhas lagrimas caiam sem dificuldade. Acho que minha vida tinha acabado ali, as pessoas passavam por mim e os carros estavam presos do transito, ouço barulho de sirenes e isso me tira a atenção dos meus devaneios. Estava no ponto de ônibus em frente ao hospital.

- “Acho que acabei de perder outro ônibus, preciso chegar em casa ou vou pegar uma gripe se continuar molhada assim’’- Disse tentado me esconder da chuva.

Minha família sempre foi grande e barulhenta, mas atualmente meus pais são separados e desde o dia que meu pai, Kizashi Haruno, resolveu construir outra família as coisas não são mais a mesmas, ganhei um irmão chamado Nawaki Haruno, uma madrasta digna de um filme de contos de fadas, e minha mãe, Mebuki foi embora com o meu padrasto. Ultimamente as coisas estão muito difíceis, meu pai perdeu a cabeça totalmente.

Ele se envolveu com agiotas devido a uma dívida que não acabava nunca, agora os agiotas querem o dinheiro de volta com juros, pois ele demorou demais para pagar, eles foram até muito pacientes em vista das desculpas do meu pai que sempre dizia que iria pagar. Porém o tempo se esgotou eles ameaçaram minha família de morte caso meu pai não pagasse a dívida.

O ônibus chegou e eu entrei toda molhada, aquela chuva estava deixando tudo mais melancólico e a situação era desesperadora, me sentei perto da janela e comecei a pensar em tudo que estava acontecendo. Meu irmão sofreu uma tentativa de assassinato. E quando eu cheguei no quarto do hospital meu pai falava ao telefone e parecia assustado. Pelo que entendi isso foi apenas um susto para que ele pagasse o dinheiro do agiota.

Meu irmão estava entubado e a situação não parecia nada boa, meus olhos estavam cheios de lagrimas, e eu queria explodir de raiva, olhava para o meu pai com todo o ódio e tristeza do meu coração. Era demais para mim, ele tinha escondido toda essa história de agiota até que isso ficasse insuportável e o problema viesse bater na nossa porta. Uma dívida de mais de meio milhão, isso mesmo, com os juros o valor era esse.

Descendo do ônibus fui direto para o meu apartamento, precisava de um banho de um remédio para dor de cabeça e da minha cama. Olhei as mensagens do celular e tinha muitas ligações da minha família, todos queriam saber o que havia acontecido, e pelo visto só eu sabia do verdadeiro motivo dessa confusão e meu pai me fez prometer não contar nada, ele mesmo queria contar a verdade. Acho melhor não retornar as ligações vou deixar meu pai resolver.

Depois do banho caminhei para a cozinha e tomei o remédio ouço um barulho o que pelo visto e meu celular tocando, era meu chefe.

-‘ Alo?!...... Senhor Hatake. Sim eu peço desculpas houve um problema com o meu irmão ele foi internado por isso não pude comparecer à reunião. Sim. Eu entendo …. Peço desculpas foi uma situação de grande urgência ...... entendo perfeitamente. Até amanhã.

Hoje no trabalho aconteceu uma troca na presidência da empresa, o antigo presidente se ausentou e deixou um dos herdeiros das empresas Uchiha no lugar. Houve uma cerimônia seguida de uma reunião para devidas apresentações e como eu trabalho no setor jurídico da empresa eu deveria estar lá.

-Acho melhor ligar para Ino estou com a consciência pesada de não ter comparecido. – Falo pegando o celular.

-Sakura? O que houve? Por que não foi na reunião da presidência? Você fez falta e o Senhor Hatake, não estava com a cara boa.

-Oi Ino, meu irmão foi internado e fui às pressas para o hospital, por isso não pude ficar para a reunião. O Senhor Hatake, já me ligou e ele estava muito desapontado por eu ter faltado hoje …. Ele quer me ver amanhã cedo. Espero que seja apenas um sermão.- Digo suspirando.

-Como assim?? Ele está bem? O que aconteceu?

-Amanhã eu te conto tudo, hoje estou com a cabeça cheia desse assunto.- falo sentindo uma preocupação crescer dentro de mim.

-Ta bom, já entendi .... Mas você não perdeu muita coisa da reunião, foi um tedio total, mas você perdeu o novo presidente ele e um homem maravilhoso todas as mulheres presentes estavam babando por ele. Eu poderia ficar horas olhando para ele.... Que homem.

- Ino você não perde uma, pensei que você tinha dado jeito, mas pelo visto não.- Digo rindo dela.

-Sakura, você que não estava aqui, você estaria babando também. E outra, olhar não arranca pedaço, você sabe que eu amo o Sai.

-Eu sei disso, mas não e pra tanto ne? ..... (Suspiro) Ino, acho melhor eu desligar preciso dormir e já esta tarde, prometo que amanhã te conto tudo. Okay?

-Okay testuda, acho melhor me contar tudo mesmo, quem sabe eu não te mostro no nosso novo presidente? Vai descansar amanhã conversamos.

-Conversamos amanhã ‘porquinha’.- Desliguei o telefone antes que ela falasse algo e fui para o quarto me deitando na cama, amanhã seria um dia cheio.

O dia amanheceu melhor, com um céu limpo e o sol estava saindo devagarinho, levantei, tomei um banho para despertar me arrumei rápido e sai de casa, acho melhor tomar café no escritório, o Senhor Hatake, quer me ver cedo e com certeza a Ino, iria me pressionar para contar o que houve com o meu irmão.

Pego um taxi e chego rápido na porta do prédio com o letreiro enorme, empresas Uchiha, observo em volta e não vejo quase ninguém, acho que cheguei cedo mais. O elevador não tem fila e hoje não vai chover, pelo visto as coisas estão indo bem, ‘‘até agora, ’’ mas só de lembrar do episódio de ontem meu coração aperta, será que todos já sabem? Meu pai disse que iria contar a verdade. Acho que vou ter que resolver esse problema, meu pai não tem condições de pagar esse valor, mas onde vou conseguir todo esse dinheiro?

O elevador para no decimo quinto andar, vou para a minha sala e mais uma vez observo que não tem quase ninguém.

-Não tem quase ninguém e o Senhor Hatake, ainda não chegou... acho que vou olhar meus e-mails.- me sento na minha mesa e ligo o computador na minha frente.

Um e-mail diferente me chama atenção, e uma propaganda de acompanhantes bem chamativa que oferecia um emprego com muitas vantagens. Bem, parece tentador até por que vou ter que vender a minha alma para pagar essa dívida, não quero que mais ninguém se machuque e meu pai não tem como resolver essa situação. Hoje depois do trabalho vou vê-lo para saber como vou resolver esse problema. Quanto mais penso nisso mais preocupada eu fico.

São mais de oito da manhã e vejo o Senhor Hatake, passando pelo corredor e indo na direção da minha sala, pronto agora parece que estou ferrada ele não estava com a cara boa.

-Bom dia Sakura. – Ele passou pela porta fechando-a e se sentando no sofá da minha sala.

-Bom dia Senhor Hatake, sobre ontem foi uma emergência, meu irmão sofreu um atentado e estava muito mal. Peço desculpas. – Digo sem rodeios e com o coração acelerado, nem conseguia respirar direito, mas olhei nos olhos dele e fui sincera.

-Eu entendo perfeitamente, mas poderia ter me avisado, fiquei preocupado com você, a Ino não soube me falar onde você tinha ido e você não atendia o telefone. – Ele falou saindo do estado da seriedade e me olhando com preocupação.

-Não sei o que dizer, eu sinto muito, deveria ter avisado. – Quando falei isso ele se levantou indo na minha direção.

-Entendo Sakura, está tudo bem.- Ele estava perto demais e pude sentir seus olhos sobre mim.

-Senhor Hatake .... Sua reunião começa em 5 minutos- Olho assustada para a porta e vejo a secretaria do meu chefe olhando para nos.

-Desejo melhoras para seu irmão Sakura, e já falei para me chamar pelo primeiro nome já que trabalhamos juntos não é necessária tanta formalidade, até mais tarde. -Ele sorriu saindo da sala e fechando a porta.

-Mas o que foi aquilo …. Eu podia jurar que ele estava me devorando com os olhos. Meu Kami, ele estava dando em cima de mim assim na cara dura. Isso e inacreditável. Acho melhor eu voltar a trabalhar.

Durante meu horário de almoço eu me encontrei com Ino que estava radiante, saímos para almoçar e ela com toda a certeza me fitou olhando para o nada e logo falou para eu desembuchar tudo que aconteceu ontem, fiquei uns 10 minutos falando e Ino parecia surpresa e permanecia imóvel enquanto falava toda a situação.

-Nossa Sakura isso e muito dinheiro, como você vai arrumar tudo isso? –Ela estava séria e sua voz saiu muito firme e com preocupação.

-Não sei, acho que vou vender a minha alma. - Digo suspirando.

-Te entendo, amiga. Estou aqui para o que você precisar. – Ela segurou a minha mão.

-Ino você ainda está morando sozinha? Sei que é muito te pedir isso mas posso voltar a morar com você? – Falo um pouco mais baixo e com muita vergonha.

-Sakura e claro que pode, seu quarto está intocável, já falei que você pode contar comigo para tudo. – Ino falou sorrindo para mim.

-Ino, estou pensando em vender o meu apartamento para começar a pagar a dívida, vou vender tudo. Vou arrumar um jeito de falar com o agiota e pagar essa dívida, não posso deixar que mais ninguém se machuque.- Suspirei e olhei para Ino que me ouvia com atenção e concordava com tudo que eu dizia.

-Vou organizar tudo lá em casa para te receber, vai ser como nos velhos tempos da faculdade, mas quando você vai se mudar?

-Ino, o mais rápido possível, vou falar com o meu pai hoje depois do trabalho.

Depois de pagar a conta, caminhamos até o prédio e fomos para nossas salas. O dia foi cheio e não vi mais o Senhor Hatake, depois da nossa conversa da manhã, ainda bem, não estava com cabeça para lidar com aquela situação. Queria passar no hospital para ver meu irmão, mas conversar com meu pai e resolver aquela situação era mais importante, não queria adiar aquele problema de jeito nenhum.

Era 7 horas da noite e meu expediente havia acabado, sai do prédio e peguei um taxi em direção a casa do meu pai, mas chegando na porta da casa tinha algumas pessoas ali, desci do taxi e fui em direção aquele bolinho de pessoas que estava na porta da casa do meu pai. Avistei 3 homens altos e fortes um deles sorriu para mim, o que foi assustador, senti um frio na espinha e uma sensação muito ruim. Tentei entrar na casa, mas fui impedia por um cara que me segurou pelo braço ele falou algo com outro homem que logo se aproximou de mim e falou meu nome, eu queria chorar e sair dali correndo, mas não conseguiria fazer nada.

-Sakura, você e filha daquele homem, Kizashi Haruno.- O homem sorriu

-Me solta. – Digo assustada. Um deles parecia estar armado.

-Sabia que seu pai está me devendo muito, não sabe? Acho que seria uma pena se ele encontrasse a filha em algum beco aos pedaços, não é florzinha? - Mais uma risada sacana.

-E você quem emprestou o dinheiro para o meu pai? Posso falar com você em particular, e sobre a dívida. -Digo com a voz meio tremula e com medo da ameaça. Ele já fez algo contra meu irmão imagina o que faria comigo.

-Você tem 5 minutos, caso contrário vou fazer com você o mesmo que eu fiz com o seu irmão ou coisa pior.- Ele saiu me puxando pela rua até um canto.

-FALA! - Ele me soltou com muita força me deixando com uma marca no braço.

-Meu pai não tem dinheiro para pagar a dívida, então deixa que eu pague eu vou fazer tudo o que você quiser só deixe a minha família em paz, eu te imploro- Falo chorando, estava com muito medo.

-E como você vai fazer isso lindinha? Só vendendo o seu corpo para tentar pagar uma dívida dessas.- Ele tocou meu rosto tentando me puxar para mais perto, mas seu recuei.

-Vou vender meu apartamento e vou te dar o dinheiro.

-Isso e pouco muito pouco- Ele falou sério, me deixando nervosa.

-E só para começar, depois vou depositando mais dinheiro para você, isso seria todo mês.

-Quero 10 mil na minha conta até amanhã, não confio em você, pode ser mentira já que você e filha do seu pai, aquele mentiroso. Do contrário eu volto mato seu pai e você também florzinha.

Ele me passou a conta do banco para depositar o dinheiro e trocamos contatos para poder me comunicar com ele. Os outros 2 homens que estavam com ele entraram no carro.

-Você poderia não contar para o meu pai sobre o nosso acordo? Isso tem que ficar entre nós, você irá resolver os problemas da dívida diretamente comigo, não quero que envolva minha família nisso.

-Se me pagar os 10 mil amanhã farei isso do contrário saiba que você e seu pai correm perigo. Até amanhã florzinha.- Ele entrou no carro e foi embora.

Não pensei duas vezes e entrei em casa e vi tudo revirado e meu pai deitado no chão, ele estava muito machucado e inconsciente minha madrasta estava aos prantos ao lado dele. Meu coração estava a mil e não sabia o que fazer, fiquei alguns segundos em choque ajoelhada do lado do meu pai. Mas logo recobrei a consciência e liguei para a ambulância, quando chegamos no hospital as enfermeiras atenderam meu pai que ficou 4 horas lá dentro, já estava cansada emocionalmente e fisicamente e nada dos médicos darem notícias. Minha madrasta me falou que eu poderia ir descansar, já que amanhã teria que trabalhar, mas eu fiquei até um dos médicos entrarem na sala de espera, ele estava serio o que me deixou muito preocupada, o médico veio na minha direção com um bloco de exames na mão.

-Vocês são a família do senhor Haruno, sou o Dr. Kimura, as notícias não são muito boas, ele passou por uma pequena cirurgia, devido as lesões houve hemorragia interna, afetando os órgãos, principalmente o pulmão, ele quebrou o braço, bateu a cabeça e levou alguns pontos além de lesionar a bacia. O senhor Haruno vai ficar um bom tempo descansando para não piorar mais as lesões. Por enquanto ele vai ficar internado para que não haja alteração do seu quadro clinico, sugiro que vocês vão para casa descansar, não há muito o que fazer.- O médico falou isso observando os papeis que estavam com ele.

Estava muito cansada e acabei indo embora, minha madrasta foi para casa buscar algumas roupas e documentos caso meu pai precisasse, peguei o taxi e fui para casa sentindo uma dor de cabeça terrível, meus olhos estavam inchados de tanto chorar e estava muito preocupada com o que faria sobre os 10 mil que teria que depositar. Tomei um banho deixando a agua fria me tirar daquele estado deprimente, já era 3 da manhã e não conseguia para de pensar que meu irmão está hospitalizado e agora meu pai também, a próxima seria eu caso não pagasse essa dívida.

Vesti uma blusa grande que iria até as coxas e uma calcinha me sentindo totalmente desanimada e desolada me afundei na cama tentando afastar esses pensamentos e descansar por que teria que pagar aquela dívida.

2 de Junio de 2018 a las 18:43 0 Reporte Insertar 1
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