O Tango de Nós Dois Seguir historia

guardiangel Reira Trapnest

Na bela Londres da década de 50, uma série de infortúnios e fortúnios se sucedem ao jovem Yuri Plisetsky. Em um deles o tango entra em sua vida a muda completamente. Encontraria ele na dança o amor? Ou a dor?


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 21 (adultos).

#drama #otayuri #dança #otabek #yurio #258 #yuri-on-ice #tango #1950
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Generosidade

Notas iniciais:

É gente, sou eu de novo. Fazendo Otayuri. Nada de novo sob o Sol. Mas o que seria de mim se parasse de escrever sobre meu OTP, não é mesmo? Então espero que gostem dessa nova história e curtam o que eu vou tentar contar através dela.

Esse primeiro capítulo vai ser meio devagar por questões de apresentação dos personagens e do lugar. Espero que tenham paciência comigo, como sempre…

Por favor, leiam as notas finais.

Chega de falatório e boa leitura!


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Londres, 1956.

A chuva já não me incomodava mais, a lama em meu calçado e na barra da minha calça seriam meus verdadeiros inimigos ao chegar em casa. Pés doloridos, o rosto quase paralisado na expressão séria e formal que repeti incontáveis vezes durante todo aquele mês. O resultado de minha busca incessante era nada mais do que simples e duros “não” disfarçados com desculpas.

“Muito jovem.”

“Não passa seriedade.”

“Rosto feminino demais para o trabalho.”

Embora as oportunidades de emprego florescessem na cidade quase 10 anos após a grande guerra, não era como se eu tivesse maior facilidade de encontrar emprego em meio ao mar de pessoas que também o buscavam.

Cheguei em casa na esperança de que meu avô já houvesse chegado do trabalho, muito embora sua saúde não lhe permitisse mais fazer aquelas tarefas pesadas, esse emprego era nossa única fonte de sustento. Ao abrir a porta estranhei não encontrá-lo tomando chá na saleta do nosso pequeno sobrado. Já era muito tarde para que ele ainda estivesse na fábrica…

Fui surpreendido pelo som de batidas na porta. Seria meu avô? Mas ele possui chaves da casa… De toda forma, fui atender. Ao abrir a porta, minha vizinha começou a despejar palavras que somente após alguns segundos ficaram claras.

- Um responsável da fábrica na qual seu avô trabalha veio até sua casa, mas você não estava aqui… Então… Eles vieram avisar… Seu avô está internado no Hospital Saint Mary. É tudo o que eu sei.

- O-Obrigado, eu… Já vou.

Disse já trancando a porta e descendo a escada do conjunto habitacional.

- Espera, Yuri! Você está pálido e todo molhado! Comeu alguma coisa hoje? Yuuuuri!!!

Não me importei em responder. Meu avô estava internado e eu somente sabia que precisava encontrá-lo. Para minha sorte, o Saint Mary era à quatro quadras de casa, portanto, poderia andar até lá sem gastar dinheiro com a condução. Corri por duas quadras e após, só me restavam o cansaço e a tontura. A roupa molhada fazia o frio me consumir até os ossos, mas eu precisava continuar. Estava quase chegando e meu avô precisava de mim.

Finalmente, depois da longa caminhada, cheguei ao hospital. Com certeza eu parecia um mendigo, todo molhado, sujo de lama, esfomeado e cansado. Mesmo nas piores condições, fui até o balcão de informações, torcendo para não ser atirado para fora do hospital.

- Com licença, senhora…

- Posso ajudar? A emergência fica logo à direita, se sente-se mal.

- N-Não é isso. Meu avô está internado aqui e eu preciso vê-lo.

- É seu acompanhante?

- Serei sim. O nome dele é Nikolai Plisetsky. Por favor, onde ele está?

A responsável procurou na ficha de internados do dia. Pela demora, deve ter sido um dos últimos a ser atendido.

- Unidade de internação 3. Quarto andar.

- Obrigado!

Saí correndo em desespero, mas logo fui repreendido por um dos enfermeiros que estava no local.

- Senhor! Pare imediatamente! Você não pode correr dentro do hospital.

- Mas... Meu avô! Eu preciso…

- Sejá lá o que for, não há nada em que você possa ajudar se andar mais ou menos depressa.

Ele tinha razão. Eu estava me deixando levar pelas emoções, e naquele momento, em nada iria ajudar.

- Eu posso te ajudar, se quiser. Para onde vais?

- Unidade de internação 3.

- Vamos, eu te levo até lá.

O jovem enfermeiro de cabelos pretos e óculos grossos fez um sinal para que eu o seguisse. Entramos no elevador e logo pude ver que aquele era um hospital frequentado por pessoas da alta sociedade. Era tudo extremamente luxuoso e limpo.

- Meu nome é Yuuri. Desculpe por não ter meu nome bordado no jaleco, é que ele é novo e ainda não tive tempo de bordar...

Por um momento sorri com aquela declaração. Ele parecia uma pessoa de bem.

- Prazer, meu nome é Yuri.

- Que feliz coincidência, não é mesmo?

- Por que seria?

- Se você é o neto do Nikolai, saiba que eu sou o enfermeiro responsável por ele.

- Mas como…

- Respire, rapaz. Seu avô está melhor. Ainda precisa ficar um tempo aqui, mas sua condição é estável e ele está consciente.

- Como você sabe sobre mim?

- Ele perguntou por você assim que acordou. Disse seu nome, fez uma descrição do seu biotipo e também disse que eras o melhor neto do mundo.

- É um comportamento bem Nikolai.

O toque do elevador sinalizava a nossa chegada ao quarto andar.

- Venha, é por aqui.

Eu o segui saindo do elevador, e iniciando a caminhada pelo corredor.

- Seu avô está na última sala, antes porém, vou informar-lhe sobre sua situação médica. Ele teve uma parada cardíaca devido à pressão alta que vem exibindo nos últimos meses, de acordo com o próprio. Nós oferecemos os primeiros socorros e tratamento subsequente. Sendo assim, ele necessita de repouso e tranquilidade se quiser manter sua saúde.

- Obrigado por cuidar dele.

- É meu trabalho, Yuri. E minha vocação.

Disse o enfermeiro sorrindo.

- Chegamos. Entre, fale com ele, porém nada de fazer alarde.

- Certo!

Entrei na unidade. Haviam pelo menos 6 camas na sala. Yuuri me indicou qual delas era a que eu procurava e eu fui até lá.

Era chocante ver meu avô deitado naquela cama de hospital. Ele ressonava tranquilamente como se nada houvesse acontecido. Segurei em suas mãos tentando transmitir minha força para ele. Se ao menos eu possuísse alguma… Meus olhos transbordaram em lágrimas. Lágrimas de tristeza. Lágrimas de frustração.

Enquanto eu me esvaía dos sentimentos daquele dia, senti minha consciência falhar em sono e no fim, tudo preto.

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- Yuri… Acorda.

A voz leve de Yuuri me chamou de volta ao mundo dos vivos. A dor de cabeça que eu sentia era praticamente insuportável.

- Eu lhe trouxe umas roupas secas que deixo guardadas no meu armário. Acho que devem caber em você. E também lhe trouxe comida. Você parece pálido e com fome.

Meu orgulho russo poderia até me dizer o contrário, mas certamente, Yuuri era algum tipo de enviado celeste, e a um enviado não se pode recusar.

- Obrigado novamente, Yuuri.

- Venha. Não deixe seu avô lhe ver assim. Ele pode ficar preocupado.

Fui até o banheiro que Yuuri me indicou e lá pude até tomar um banho quente. Depois de tudo, eu precisava de um descanso também. Terminei o banho, vesti as roupas quentes do enfermeiro e comi de forma voraz a comida oferecida. No vasilhame constava o nome de Yuuri.

- Ei! Cuidado para não engasgar!

- Essa comida era sua?

- Eu sempre tenho comida pronta em casa para trazer, caso eu não goste da comida do hospital no dia…

- Você comeu a comida que não gostava para me dar a sua?

- Não foi nada, eu garanto. Estava muito gostosa, apesar de ser pouco temperada.

- Desculpe… Desde que eu cheguei só lhe atrapalhei.

Ele se aproximou de mim olhando no fundo dos meus olhos e segurando em minhas mãos me transmitindo segurança, exatamente como gostaria de ter feito com meu avô.

- Não se preocupe, criança. Não precisa se desculpar. Agora vá até o seu avô e fique com ele até que acorde.

Eu assenti e fui novamente à Unidade de internação. Quando cheguei, havia uma pequena poltrona ao lado do meu avô e um cobertor em cima dela. Só podia ser obra de Yuuri. Eu realmente precisava fazer algo para lhe recompensar depois. Sentei na poltrona e me cobri, deixando apenas um de meus braços para fora segurando a mão do meu avô. Queria que a primeira coisa que ele percebesse ao acordar era que eu estava ali para ele.

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A luz da manhã me incomodava. Pela dor no corpo que eu sentia, mais parecia que eu fora atropelado. Esfreguei meus olhos e vi um senhor com uma expressão divertida deitado na cama ao meu lado.

- Finalmente acordou, Yuratchka.

- Vovô! Como está se sentindo?

- Estou bem meu filho. O pior já passou.

- Me explique o que aconteceu.

- Eu estava saindo da fábrica, já havia até passado do portão, quando comecei a sentir uma dor imensa no peito e acabei caindo desmaiado. Não sei exatamente o que houve no caminho até aqui.

- Entendo… Lindsey me contou que alguém da fábrica foi até lá avisar, mas eu ainda não estava em casa. Assim que soube, vim correndo para cá.

- Você está bem? Como foi ontem? Conseguiu alguma coisa?

- Nada concreto ainda, porém uma loja disse que teriam uma vaga dentro de 1 semana e que iriam me chamar para a entrevista.

Fingi meu melhor sorriso. Era mentira, mas meu avô precisava de alguma esperança.

- Que bom filho! Até porque não poderei mais trabalhar e a conta do hospital não deve sair por um preço que possamos pagar com facilidade.

- Deixemos para nos preocupar com isso depois, vovô. Disseram que o senhor vai passar mais uma noite aqui e que se sua condição for estável, já poderá voltar para casa. Eu vou trocar de roupas e me alimentar. Volto daqui há umas 2 horas. Pode aguentar sem mim?

- Vá sem preocupações, Yura. Qualquer coisa eu peço ajuda para aquele enfermeiro simpático.

- Eu te amo, vovô. Volto logo.

Saí da unidade e desci de escada até a recepção do hospital. Pela plena curiosidade, porém com certo receio, fui até o balcão e perguntei:

- Bom dia, senhora.

- Em que posso ajudar, senhor?

- Gostaria de saber o custo da internação de Nikolai Plisetsky até o momento.

A atendente olhou as planilhas e valores tabelados, tudo escrito com letras pequenas de forma que eu não enxergava coisa alguma. Um minuto após ela terminou de somar números e disse:

- 9.345,00 libras, senhor.

- Por uma internação?

- Não foi somente uma internação, senhor. Foi um procedimento de emergência na virada de turno, logo, todas as taxas aplicadas são mais caras. Mas o senhor não deveria estar preocupado com isso.

- Como assim não deveria estar preocupado?

- Foi deixado um documento assinado por James Thompson das Indústrias Thompson de Peças avisando que os custos do paciente seriam pagos diretamente por ele.

- M-Mas… O que?

- São as únicas informações que eu tenho senhor.

- Obrigado…

Saí do hospital assustado e aliviado ao mesmo tempo. Não tinha ideia de como aquele milagre havia se perpetrado em nossas vidas, mas aconteceu e agora eu tinha uma dívida a pagar com o patrão do meu avô.

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De volta ao hospital, ao chegar, Yuuri me recebeu na ala de internação avisando que meu avô havia sido transferido para o quarto pois não mostrara nenhum sinal de sequelas. Fiquei grato pela saúde do meu avô ter se recuperado de forma tão rápida. Mas antes de subir eu tinha que agradecer ao enfermeiro de alguma forma.

- Ei… Yuuri.

- Sim?

- Eu não tenho como agradecer o que fez pelo meu avô e por mim. Eu sei que não é nada demais, mas gostaria que aceitasse esses Piroshkis que fiz enquanto fui em casa. Foi o melhor que eu pude pensar… Eu sei que é muito pouc…

- Não é muito pouco! É claro que vou aceitar com toda felicidade. De tantas pessoas que passam por aqui e que ajudamos, pouquíssimas são as que voltam para agradecer.

Yuuri me abraçou e eu fiquei sem reação.

- Você tem um coração bom, Yuri.

Ele me soltou e saiu andando apressadamente com o saco de piroshkis que lhe dei.

Após ser deixado ali, fui atrás de meu avô para explicar a situação. Ele ficou muito surpreso com o fato de seu patrão ter assinado uma carta assumindo suas despesas.

- O senhor Thompson sempre costuma andar no chão da fábrica e conversar conosco, mas nunca achei que fosse tão generoso ao ponto de fazer isso por um funcionário.

- Não sei o que se passava em sua mente, mas certamente foi uma generosidade além dos limites.

- Filho… Não podemos aceitar isso. É a dívida de uma vida.

- Eu sei, vovô. Assim que eu conseguir um emprego vou procurá-lo e pagar a dívida em parcelas.

- Mas é uma quantidade de dinheiro exorbitante, Yura. Eu preciso fazer algo para ajudar também.

- Vovô, o senhor ouviu o médico. Nada mais de trabalho. Eu vou conseguir um emprego, e se necessário até dois para pagar nossas dívidas e nos sustentar.

- Yuratchka… Você acabou de fazer 18 anos e já tem velho doente para cuidar e dívidas a pagar. Não é justo!

- Não se preocupe. Eu vou conseguir.

Meu avô me abraçou e ficamos ali quietos por bastante tempo. Tínhamos muito a resolver, mas naquele momento, só precisávamos da companhia um do outro.

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Após todo aquele tormento do hospital, voltamos para casa. Tirei um dia apenas para continuar cuidando da saúde do velhinho, fiz mais piroshkis, chá, e outras comidas para que ele se alimentasse enquanto eu não estivesse lá. Além disso, pedi à Lindsey que ficasse de olho em sua condição.

No outro dia, já estava na rua novamente enfrentando os “não”. Teoricamente, não havia nada de errado comigo. Meus cabelos longos estavam presos em um coque baixo como sempre, minha roupa era masculina e impecavelmente arrumada e minha fala era polida. Seria o meu rosto delicado meu maior impedimento?

Andei incansavelmente pelas calçadas que explodiam em roupas coloridas e extravagantes de uma época de prosperidade que se recusava em me aceitar. Já sem rumo e cansado, parei na frente de uma porta de onde um homem com um terno roxo surgiu do nada me oferecendo um cartão e dizendo:

- Eu sei que as coisas estão complicadas para os jovens… Mas sempre há oportunidade de emprego aqui.

- Sério? Mas… Como assim?

- Você é um jovem bem afeiçoado, há muitos que pagam por boa companhia…

- Não estou certo se eu estou entendendo as qualificações necessárias para o trabalho.

- Fique com o cartão e se lhe interessar, volte aqui.

A porta foi fechada com a mesma velocidade com a qual foi aberta. Foi deveras estranha aquela abordagem e o homem não transmitia muita confiança. Enfim, guardei aquele cartão no bolso, pois não havia local para lixo próximo, e segui meu caminho. Já era tarde, mas antes de voltar para casa desempregado novamente, tentei um último lugar. Era um restaurante com a fachada luxuosa, certamente frequentado pela alta sociedade de Londres. “Rules” era o nome. Bom, eu já havia recebido um “não” de tantas e tantas pessoas. Mais um “não” seria apenas mais um.

Reuni toda a coragem que tinha e atravessei a rua. Assim que pisei na calçada já fui olhado com desprezo pelo recepcionista do restaurante que ficava do lado de fora.

- Boa tarde, senhor. Em que posso ajudá-lo?

Falou com certo desdém na voz.

- Er… Boa tarde. Eu gostaria de saber se há vagas para auxiliar de serviços gerais no restaurante.

- Ah! Você quer dizer limpador de chão, banheiros, lavador de louças e todas essas coisas que ninguém quer fazer? Sinto muito porém já há quem faça o serviço e acredite, pelo que ela recebe, eu preferiria ficar em casa.

O sangue quase subiu à minha cabeça naquele exato momento. Como aquele recepcionista ousava destratar o trabalho de outra pessoa?

- Preste atenção, senhor! Nada lhe dá o direito de destratar quem quer que seja pelo trabalho que realiza e saiba bem que você…

- Ora ora, meu jovem! Qual o motivo desse alarde?

Ouvi uma voz risonha atrás de mim.

Me virei e olhei para a pessoa que falava. Era certamente um dos clientes ricos do restaurante que não estava gostando do meu momento de indignação.

- S-Senhor… Mil perdões por ter que presenciar essa cena.

- Não peça desculpas a mim, Richard. Peça ao garoto. Você o ofendeu e estou muito surpreso que pense realmente o que disse sobre um colega de trabalho.

Disse o homem elegante.

- Não! Claro que não, senhor… Me perdoe, rapaz. Não deveria ter sido rude sobre o emprego de ninguém.

- Desculpas aceitas. Mas diga-me, há qualquer trabalho para ser feito?

- Já lhe disse que não há vagas.

- Desculpe me intrometer, jovem, ao que parece precisa de um emprego com urgência?

- Sim, senhor. Tenho um avô doente e preciso pagar minha dívida com seu patrão, além de cuidar do sustento da casa.

- Interessante… Serviços gerais? Eu estava mesmo à procura de alguém jovem que pudesse trabalhar em minha casa. O que você acha?

- É muita generosidade sua, senhor!

- Não me chame de senhor. Vou me sentir mais velho do que realmente sou… Qual o seu nome, jovem?

- Yuri. Yuri Plisetsky.

- Plisetsky? Neto de Nikolai Plisetsky?

- Sim, senhor… Mas como sabes o nome do meu avô?

- Já passei muitas horas conversando com ele na fábrica. Prazer, meu nome é James Thompson, mas pode me chamar de James.

O homem ofereceu a mão para mim. Era uma oferta de emprego e além disso, uma oportunidade de vida. Eu iria trabalhar para o homem que salvou a vida do meu avô.


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Notas finais:

Olá de novo, pessoal! Obrigada por lerem esse primeiro capítulo. Ele é meio lentinho mesmo, sorry. Mas espero que tenham gostado do contexto geral *autora inspira e expira de nervosismo*, e se gostaram, me deixem saber.

Sobre as atualizações, vai ser naquelas… Não posso prometer data fixa por causa dos compromissos da faculdade, mas espero não demorar muito para atualizar.

Agora eu só vou agradecer mesmo. Primeiro às minhas betas lindas Lovage e Elisa por sempre embarcarem nas minhas loucuras e corrigirem minhas falhas. Sério. Eu amo vocês. Segundo à Flora que me recomendou o melhor site de fazer capinhas lindas para fics (estou encantada). E em terceiro à minanyeow do blog Animes Design pela linda capa da fanfic. Eu fiquei babando por ela uma eternidade. Todo o mundo deveria conhecer esse blog lindo e cheiroso.

Obrigada pessoal e até a próxima! ;)

2 de Junio de 2018 a las 05:28 0 Reporte Insertar 3
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