Libertad Seguir historia

belith__ BELITH

— Você, assim como eu, é um homem vivido; conhece os prazeres do mundo, da carne —moveu seu quadril sobre a virilha do moreno de forma estimulante, encontrando algo surpreendente. * Uma liberdade expressa no desejo da carne. Jae-ha experimenta a sensação de liberdade no corpo de seu parceiro de batalhas, Son Hak, líder da tribo do Vento, general do castelo Hiryuu.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 21 (adultos).

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Cuento corto
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capítulo único

Libertad

yo solo quiero libertad—


O motivo pelo qual me apaixonei por esse poder que corre em minhas veias, é simples: liberdade. Como um pássaro que bate suas asas, monopolizando os céus, despertando inveja em animais terrestres, esbanjando da liberdade de um campo limpo completamente seu. Eu, como humano, originalmente, animal terrestre, obtive a graça de poder voar junto dessas preciosas e elegantes feras que dominam os céus. Então, por quê? Alguém que nunca, nem uma única vez, odiou tal dádiva disponibilizada pelos deuses, tenho de estar preso? Yona, querida; jamais me recusaria a protege-la, pois, é de minha natureza proteger jovens damas que me são próximas, mas... em nenhuma das vezes que estive com alguma, me rastejei como agora. Feito um cão treinado, arriscando minha vida para protege-la, levando meu corpo ao limite, rosnando como uma fera, o sangue de dragão ferve em meu corpo, meus músculos tremem pela adrenalina de iniciar um confronto cujo objetivo é matar para proteger e alegrar-se caso morra no processo, pois, seria uma morte honrosa.

Honrosa para quem? Para os deuses? Dane-se os deuses! O que é a morte, alguém já parou mesmo para pensar nisso? Provavelmente não. Morrer significa não poder acordar quando o Sol está nascendo, não sentir o calor manso do mesmo sobre seu rosto desejando-lhe um bom dia; é não poder contemplar a natureza, não cortejar mulheres, não ter mais qualquer obrigação; não encontrar mais com pessoas queridas e criar memórias; morrer é quebrar qualquer promessa que resulte em “amanhã vemos isso”, porque não vai haver amanhã, não vai haver nada. Então, queridos deuses, seria eu merecedor desse poder que flui em minhas veias? Alguém apaixonado por viver. Alguém que só quer liberdade? Por favor, ouçam minhas preces. Eu nunca desejei ser prisioneiro do meu sangue.

— Jae-Ha! —O timbre assustado da Besta Trovão lhe tirou do transe. O dragão verde encontrava-se frente à cama da princesa, fazia tempo, encarando-a com sede de sangue. Devido aos medicamentos que Yoon lhe dera, a mesma encontrava-se completamente apagada e não percebera o outro rapaz ao seu lado; assim como todos os outros dormiam, apenas Hak estava acordado.

— O que aconteceu? —Suas mãos estavam trêmulas, teria ele feito alguma coisa? Não. Impossível, mesmo que tentasse, seria prontamente atacado por Hak que estava de guarda. Então, que sensação era essa? Não sabia.

— Vamos conversar do lado de fora.

O silêncio era perturbador. Fora Hak quem lhe chamara para conversar, mas, ao que tudo indicava, seria Jae-ha quem deveria falar e, de fato, não era de estranhar, já que o mesmo estava agindo estranho. O dragão verde encarou a imensidão daquele céu e sentiu-se pequeno.

— Hak, você já voou?

— Hm.

— Sente saudade desse tempo?

— Às vezes.

— Entendo. —Fez uma pausa e respirou fundo como se tentasse acalmar a inquietude da resposta mínima de Hak que parecia não compreender da intensidade que o mais velho falava— Quando era pequeno, estive acorrentado. A tribo na qual vivia, abominava os poderes do dragão e por isso, me mantinham escondido, para evitar que trouxesse alguma desgraça. No começo, eu não entendia bem... mas foi só até que conseguisse ir embora. Lembro como se fosse hoje, saltar e voar sem ter onde ir, rumo a qualquer lugar e lugar nenhum, sentir a brisa fresca contra meu corpo, a liberdade que esse poder de dragão me dava era única. Mantive minha certeza de que, quando encontrasse o Rei Hiryuu, lhe diria não ter interesse em servi-lo e iria embora.

— Você, meio, que fez isso.

— E falhei miseravelmente. —Ambos riram, pois, foi hilário quando o mais velho caiu da árvore que Shin-ah cortou. — A voz, o cheiro... tudo que diz respeito àquela pessoa amansam meu ser. Mesmo que corra o mais distante que puder, meu pensamento estará aqui. Independente do quanto odeie essa situação, ainda que veja Yona como meu grilhão, basta que chame meu nome e todos esses sentimentos se vão. É assustador.

— Se está assustado, por que não foge?

— Isso é impossível!

— Porque é escravo desse sangue de dragão?

— É!

— Não seja ridículo.

— O qu—

— Me dá nojo. —Recuou por instinto— Desde que me entendo por gente, minha tribo serviu à do Céu; meu avô ensinou tudo o que sei hoje e antes dos dezesseis assumi a liderança do meu povo. Quando criança, aceitei o trabalho de ser guarda-costas da princesa; na época era só um fardo, ter de vigiar uma menina mimada que era apaixonada pelo meu melhor amigo, assistir o quão superficial ela estava se tornando. Uma mulher fútil, mas, que tinha poder e, ainda assim, me apaixonar por ela, esse, dos males o pior. Ser integrante da tribo do Vento, significava lealdade àquela pessoa, arriscar minha vida para salvá-la, logo ela, um nada.

— Hak...

— Mas isso mudou um pouco depois que vocês apareceram. A princesa que, até então, nunca pensou em nada além de perfumes e maquiagem, me pediu permissão para usar uma arma de caça. Aprendeu o manejo da espada. Passou fome, desafiou seus limites, matou um homem, liderou um pequeno exército de soldados de ponta, autoproclamou-se uma vigarista que só queria usar os poderes dos dragões para benefício próprio; salvou seu povo da miséria, povo esse que foi pioneiro em caçá-la até à morte. Então, pela primeira vez, pensei que não estaria mal ser escravo dessa. Se o destino quis assim, bem, que seja. Enquanto puder matar bandidos com minha lança, arrancar corações e quebrar ossos com essas mãos; usar esse corpo como escudo, eu não me importo com o resto. Ainda que preso a ela, sinto-me completamente livre para ser quem sou: a besta de Kouka . Por que não tenta o mesmo, Jae-ha, pirata do céu?

Poderia ser só um discurso sem sentido, uma vez que Hak é um solado, mas, como guerreiro livre, como homem, compreendia os sentimentos da besta ao seu lado. Ainda assim, é impossível que seja livre quando seu mestre é uma princesa de dezessete anos, verdade?

— Você só quer que eu pare de me sentir inseguro e não acabe causando problemas à sua senhora.

— Hm, é bom não ter que explicar. Bom trabalho, Jae-ha.

— Nee, Hak.

— Hm.

— Eu ainda quero dar dores de cabeça à Yona, pois, não consigo me sentir livre estando preso a ela. Diferente de você, eu vivi preso toda minha vida. Então, não acha que seria uma afronta aos meus próprios desejos, aceitar de boa vontade estar restrito a algo?

— Sim, acho. —Fitou-o— Mas, se ela chorar por sua causa, tenho motivos suficientes para detê-lo a qualquer custo e, não querendo lhe desanimar, você não tem chances. Então, pense bem a respeito. Se quiser ir embora, que vá. Diga o que sente e que isso é demais para você, volte para sua vó pirata e seja feliz. Quanto ao sangue de dragão, quando você morrer, ele desaparecerá junto com essa perna estranha.

— Você sempre foi convencido desse jeito, General Son Hak, líder da tribo do Vento? —Num movimento rápido, Jae-ha estava sentado sobre o corpo de Hak, esse que estava deitado, tendo seus braços imobilizados pelas pernas do mais velho. — Eu gostaria que você não fosse tão lerdo.

— O que s— mas o moreno fora impedido de prosseguir sua fala, pois, os lábios do outro capturaram os seus num movimento rápido e suave. Hak estava em choque. Sobre si, um homem cujo a força fora honrosamente reconhecida por si, estava lhe... beijando? Inacreditável. Inaceitável.

— Não adianta tentar resistir, Hak. —Sussurrou afastando-se minimamente do mesmo — Está tudo bem lutar ao seu lado, ver Shin-ah crescendo e ter todos como um lar; desde que eu possa lutar, tudo está bem, não é assim? Mas, você, assim como eu, é um homem vivido; conhece os prazeres do mundo, da carne —moveu seu quadril sobre a virilha do moreno de forma estimulante, encontrando algo surpreendente — Você me disse para ser eu mesmo, Jae-há o pirata do céu... responsabilize-se por trazer de volta alguém que sempre quis você, Son. —Sorriu friccionando sua ereção com a da besta trovão que estalou a língua, pois, também estava ereto. Jae-há, habilmente, abre as vestes azuis e deslumbra com a boca salivando aquele membro que tanto sonhou ver; Hak fazia totalmente o seu tipo. Unindo sua ereção a do outro iniciou uma dupla masturbação, suas mãos friccionavam os falos quentes que escorriam ficando pegajosos, Hak segurou em seu quadril, unindo-os ainda mais, erguendo-se. — Ah~

— Que voz graciosa. —Sussurrou o moreno — Esse é um caminho sem volta, Jae-há. Não me culpe pelo que está por vir. —Puxou as madeixas esverdeadas, expondo o colo do mesmo que grunhiu quando os dentes de Hak cravaram na carne de seu ombro direito, fora o ápice e acabou gozando. Hak sorri diante da sensibilidade do mais velho. O mais velho estava rubro, pois, o moreno era bruto e adorava isso, queria ser logo corrompido por ele. — Você gozou primeiro, —apontou para sua ereção que pulsava clamando por atenção. O dragão não tardou e retirou suas vestes, ficando nu, o moreno gostava daquele corpo, era forte e atraente à sua maneira; Jae-há usava sua boca para engolir Hak, com dificuldade já que era grosso, enquanto com a mão esquerda preparava sua entrada. — Você precisa colocar mais profundamente se quiser me fazer gozar —empurrou a cabeça do mesmo contra seu falo, levando-a à garganta, Jae-há urrou em desejo, tendo um pequeno espasmo com tal violação de sua cavidade; sua garganta rendeu ao moreno o direito de gemer baixo e ao esverdeado uma esporrada goela a dentro, excitante.

— Não sabia que era do tipo violento, Hak. —Comenta engolindo o esperma que não permitiu deixar escorrer uma única gota de sua boca.

— Vai preferir nunca ter descoberto. —Puxou-o pela perna, deixando completamente à mostra. Sua entrada já lambuzada era convidativa; embora tivesse acabado de gozar, sua ereção estava formada. Afastou as pernas do mais velho e pincelou seu falo umedecido pela entrada, aparentemente virgem, do mesmo. Segurou seu membro e deu batidinhas, vendo o orifício contrair-se todas as vezes em ansiedade.

— Hak, não brinque comigo, estou no meu lim— e sem qualquer aviso prévio, Jae-ha sentiu seu corpo rasgar-se ao meio, a onda de calor sem igual que aquele outro corpo lhe oferecia, a sensação indescritível de prazer, a excitação de ser envolto por aquelas mãos que firmavam-no na terra, impedindo de perder-se confundindo realidade com um sonho. — Essa é a liberdade que precisamos. —Sussurrou enlaçando a cintura do moreno com suas pernas, forçando-o a enterrar-se mais profundamente dentro de si, violando seu corpo, queimando qualquer medo, excitando-o com a liberdade carnal. Seus corpos atracavam-se abruptamente como feras selvagens no coito em período de procriação; os gemidos eram abafados por mordidas nos corpos um do outro, beijos avassaladores que drenavam suas forças, o cheiro de sexo impregnando suas narinas e aguçando os outros sentidos, tornando aquilo ainda mais incrível, libertos desse desejo insano por prazer. Não foi necessário mais que alguns minutos e ambos atingiram o orgasmo: estavam libertos.

Ambos caíram ofegantes, nada era dito. A lua iluminava os corpos suados pelo ato anterior, buscando oxigênio afim de acalmar seus batimentos cardíacos, diminuir o fluxo sanguíneo... pouco a pouco, voltando ao normal.

— Não acredito que fizemos isso.

— Não acredito que, enfim, fizemos isso! —Jae-há não disfarçou sua satisfação — Ah, Hak... fique tranquilo, não direi nada disso à Yona, contanto que possamos fazer outra vez.

— Não diga besteiras. —Ergueu-se— Rápido, volte para perto dos outros, logo estará amanhecendo.

— Tão frio, Trovão.

Não que o que tivessem feito não fosse importante, fora uma maneira de descarregarem frustrações; ambos compartilhavam de um destino imutável, presos à Princesa, a encarnação do dragão vermelho, Rei Riryuu, Yona. Independente de como, ambos mantinham um juramento de protege-la arriscando suas vidas para ajuda-la a realizar seja lá qual for o seu desejo. Mesmo que Hak fosse apaixonada pela mesma, isso não mudaria o fato de que enquanto não alcançasse seu objetivo, Yona não olharia para ele como um homem e sim como seu guarda-costas e melhor amigo. Para Jae-há, no entanto, antes mesmo que fosse visto como homem, caso demore muito, acabaria morrendo e sendo substituído por outro dragão verde. Ainda assim, aguentariam o peso de seus destinos, pois, era justamente por terem forças para aguentar tal fato que estavam aqui. Afogar-se-iam no prazer carnal quantas vezes fossem necessárias, pois, esse era o único momento em que estavam livres de suas responsabilidades.

FIM



#Notas da Autora: Já faz muito tempo desde a ultima vez que escrevi em Akatsuki no Yona; muitíssimo emocionada com a oportunidade de fazê-lo; Essa oneshot é um presente para meu kouhai, @Kyoutei-kun,que fez aniversário no dia 29/05/2018 (última teça-feira), mas devido às atividades universitárias, mais outros, não pude estar postando antes; o casal em questão foi escolhido pelo próprio aniversariante. meu amor, você, assim como as outras pessoas que leram, espero que não se decepcionem com esse trabalho que, particularmente, achei difícil. De qualquer forma, está aqui! Lemon simples, mas cheio de significados. #Se você leu e gostou, deixa um like (<3) ou segue a história; quem quiser deixar um comentário, será muito bem-vindo e eu agradeço! Beijokas o/
1 de Junio de 2018 a las 21:51 0 Reporte Insertar 0
Fin

Conoce al autor

BELITH Ariana|1996|Heterossexual|Fujoshi|Autora| Tradutora| Jojofag | "Escrever é arte"

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