Cross Destination Seguir historia

gabbysaky Gabriela Garcês

Felicity Smoak morou em Vegas desde que nasceu. Quando teve a oportunidade de fazer uma boa faculdade, ela foi para Starling e conheceu alguém que transformou sua vida. Ela se apaixonou. Coisas realmente dolorosas a fizeram voltar para Vegas. Lá ela fez uma descoberta assustadora, mas ao mesmo tempo incrível, algo que mudaria sua vida para sempre. Depois de 6 anos ela voltava para Starlling. Desesperada. Assustada. Fugindo para salvar a ela e aos seus filhos. Isso acarretará num reencontro, alguém que ela não pensava encontrar. Não depois de tantos anos. Oliver Queen.


Fanfiction Series/Doramas/Novelas Sólo para mayores de 18.

#universoalternativo #LauMy #SnowBarry #olicity
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Capítulo Um

Um carro "vinho" passava em alta velocidade por uma avenida. A pessoa que dirigia olhou pelo retrovisor e viu um carro se aproximar perigosamente do seu, por isso mudou de macha e pisou no acelerador. Ela conhecia aquelas ruas como ninguém, apesar dos 6 anos que esteve longe. Virou uma esquina e viu um prédio enorme, em cima, com letras grandes e em negrito, estava escrito: Queen Consolidated. Lembranças lhe vieram à mente, mas logo a levou para o fundo do seu consciente, impedindo-se de continuar com as lembranças. Tinha que se concentrar no que fazia. O carro chegou ao lado do seu, ela se assustou, não tinha percebido o quanto perto, ele tinha chegado. Empurrou seu carro na direção do dele e como era uma virada, conseguiu passar por ele, acelerando ainda mais. Suas mãos tremiam. Olhou novamente no retrovisor e viu que o carro tinha sumido, mas sabia que não podia confiar. Olhou para as crianças que estavam no banco de trás, apesar de assustadas, elas não choravam. Respirou fundo, se impedindo de chorar naquele momento. Seus filhos precisavam que ela fosse forte.

Mamãe... - Ouviu um sussurro, era sua filha.

Está tudo bem, querida. - Não podia demonstrar seu medo á eles. - Fiquem quietinhos e não tirem o cinto de jeito nenhum. - Eles assentiram.

Pra onde vamos? - Seu garotinho se pronunciou. Ela não pôde responder, viu o mesmo carro de antes se aproximar. Pisou mais uma vez no acelerador, enquanto novamente mudava a macha. Apertou as mãos no volante. Só o que ela pensava era em deixar seus filhos em segurança. Se preparou para fazer a rótula e ela o fez com mais de 120km por hora. - Eu já sei onde ir. - Sussurrou. - Espero que ela me ajude. - Quando estava passando por uma ponte, o outro carro bateu fortemente na traseira do seu carro, o que fez as duas crianças gritarem. Ela pisou mais um pouco, mas sentiu outra pancada vindo do outro carro, tentou segurar seu carro o máximo para não batê-lo, mas ao fazer uma curva, ela perdeu o controle do carro. Viu duas pessoas em sua frente e se assustou, se não fizesse alguma coisa, seu carro bateria em ambas, girou o volante, desviando seu carro delas, mas não conseguiu evitar batê-lo em uma árvore. Sentiu sua cabeça latejar. Sua preocupação estava nos filhos quando percebeu que pessoas se aproximavam do carro. Antes de desmaiar a última coisa que viu foi seu filho tirando o cinto para se aproximar da irmã e chama-la.

**--**

***DEZ HORAS ANTES***

**Oliver**

Deus! Como minha cabeça dói. Acho que não foi uma boa ideia sair para beber. Gemi de dor, quando senti outra pontada. Ouvi minha campainha tocar mais de duas vezes. Rosnei. Será que não entenderam que eu não quero atender? Se eu não me levantei e não abri a porta, é porque não quero ver ninguém. Saco. Rosnei novamente ao ouvir o barulho continuar. Joguei a coberta para os lados, irritado, me sentei e gritei.

Alissa!!! - O barulho parou de repente. Suspirei aliviado. Finalmente! Me joguei de volta na cama. Devem ter criado vergonha e ido embora. Doce ilusão. Minha porta foi aberta.

Senhor? - Olhei para o batente da porta, onde estava minha governanta. - Eu... posso...? - Suspirei.

Agora que abriu... - Me sentei. - O que foi?

O Sr. tem visita. - Arqueei as sobrancelhas. - Está esperando na sala.

Não foi embora?

Eu sei que disse que não queria ver ninguém, mas ela continuaria a tocar a campainha. - Bufei.

Quem é? - Coloquei as mãos na cabeça quando começou a latejar novamente.

A Srta. Lance. - Bufei novamente. Tinha que ser a senhorita inconveniente.

Deixa ela subir. - Antes de me jogar na minha cama novamente, ouvi minha governanta me chamar. - Sim?

Eu lhe trouxe água e um remédio para dor de cabeça. - E só agora tinha percebido um copo e uma cartela de remédio em cima da minha mesa de cabeceira. Ah, era por isso que gostava dela. Era competente, se importava, nunca deu em cima de mim e cuidava de mim o tempo todo. E ela só tinha 22 anos e era solteira, até onde eu sei.

Obrigado, Alli. - Ela sorriu.

Quer que eu traga algo para comer?

Só um café, por favor. - Ela assentiu e eu me joguei na cama. Alissa trabalhava comigo á muito tempo, desde... Desde antes do meu pai falecer.

Ah, não acredito. - Acho que tinha conseguido cochilar, porque não tinha ouvido seus passos e muito menos o barulho da porta se abrindo. - Você está de porre? - O tom de sua voz me dizia que ela não estava gostando disso.

Eu fui me divertir. - Abri meus olhos encontrando minha amiga, Sarah Lance. - Precisava espairecer.

Com quantas dessa vez? - Revirei os olhos.

Nenhuma. Não valem mais apena para mim e você sabe disso. - Antes de ela dizer alguma coisa, Alissa entra no quarto. Sarah tinha deixado a porta aberta.

Está aqui, Sr. Eu trouxe uma maçã para comer antes de tomar o remédio.

Obrigado. - Sarah sorriu.

Só você para cuidar desse aqui, Alli. - Ela sorriu de volta. - Obrigada por isso.

É um prazer, Srta. Lance. - Minha amiga bufou.

Aff. Sem o “senhorita” e muito menos o Lance. Só Sarah, já disse. - Minha amiga já deveria saber que falar aquilo era perda de tempo. Alissa não conseguia ser formal comigo, imagina com ela.

Alli, eu vou sair, por isso está dispensada por hoje.

Ah, eu ia mesmo lhe pedir isso, Sr. - A olhei, ela não era de me pedir por uma dispensa. Era raro ela faltar ao trabalho. - Eu... Tenho um compromisso.

AH. - Olhei para Sarah. - Namorado?

Sarah, pelo amor de Deus! - Reclamei. O que ela tinha haver com a vida da minha governanta? Balancei a cabeça para os lados.

Na verdade... Noivo. - A olhei surpreso. - Fiquei noiva a três dias na verdade.

Parabéns, Alli. - A mulher agradeceu.

Nem sabia que estava com alguém.

Não achei que deveria saber, Sr. Me desculpe?

Alli, não precisa pedir desculpas. - Suspirei. - Isso não é da minha conta, mas... - Sorri. - Fico feliz por você.

Obrigada, Sr. - E então saiu se despedindo.

Ela é sua governanta á quase dez anos... - Sim, ela tinha 12 anos quando começou a trabalhar para mim. Ela precisava de dinheiro para pagar a mensalidade da escola, já que sua mãe estava doente e seu pai não ganhava tão bem. A conheci na escola de Thea, quando fui busca-la uma vez. Além de contrata-la, pagava a mensalidade da sua escola e pedi para que meu pai contratasse o seu para trabalhar na empresa da minha família. Agora eu pagava a sua faculdade de Psicologia. - E você não sabia que ela tinha namorado?

Não gosto de me meter na vida da minha funcionária. - Terminei de comer minha maçã e tomei o remédio.

Sabe, eu pensei que você tinha parado de beber. - Reclamou. Eu já esperava por isso. Suspirei ao me lembrar do porquê de fazê-lo.

Não comece.

Brigou com ela de novo? - Se sentou na cama de frente para mim, enquanto eu tomava meu café. Outra coisa que eu gostava em Allisson... Ela cozinhava perfeitamente.

Infelizmente. - Suspirei novamente naquele dia. - Não entendo minha mãe.

Quem entende? - Revirou os olhos. - Ollie você precisa mudar...

Eu tô tentando. Você mesma está vendo que eu parei de ir naquele bar desde... - Me interrompo propositalmente.

Eu sei. - Suspirou. - Sua mãe também, hein?... Não ajuda!

Preciso me levantar e ir trabalhar.

Trabalhar? - Bufou. - Já são 15h da tarde. - Fiquei surpreso. - Esquece isso e vamos comer. Tommy e Laurel estão nos esperando.

Ok. Vou me levantar. - O fiz e caminhei até o banheiro. - Sarah. - Me virei para ela antes de entrar no cômodo. Ela me olhou. - Obrigado. - Ela sorriu.

Sempre que precisar.

**--** **--**

Mesmo depois de sair da casa da sua mãe, ela continua a te infernizar. - Laurel comentou, irritada. Não era para menos, minha mãe também tentou chantageá-la. Há seis anos, minha mãe queria que eu me casasse com Laurel e eu neguei. Quando ela disse que tiraria meu direito de substituir meu pai na empresa e que Laurel perderia a chance de ter uma carreira brilhante como advogada... Tanto eu quanto ela fingimos aceitar aquela loucura. E isso me tirou a pessoa mais importante. Me lembrei dela novamente.

Eu vou parar de visita-la.

Faz bem. Ela vai te destruir se continuar a deixa-la controlar sua vida. - Sarah disse. - Vai sugar até sua alma, se deixar...

Sabe o que precisamos? - Olhamos para Tommy Merlyn, meu melhor amigo. - Diversão. Por que não vamos ao cinema hoje?

Mas e Lyon? - Laurel perguntou ao marido. Sim, eles se casaram no mesmo ano em que eu e "ela" ficamos "noivos". Lyon tem seis anos e Laurel está grávida novamente, com pouco mais de 5 meses.

Deixamos ele com meu pai. - Os pais dela estavam viajando.

Então, combinado? - Sarah perguntou e assentimos.

Mas por favor, não vamos muito cedo. Quero dormir um pouco.

Acordar de ressaca é foda, né? - Meu amigo riu e as mulheres o acompanharam.

Vai se ferrar, Tommy. - Bufei.

19H na entrada do cinema.

**--** **--**

Acordei atrasado. Droga! Eles vão querer me matar. Tomei um rápido banho e me vesti. Coloquei uma camisa vinho com mangas até os cotovelos, uma calça jeans escura, tênis branco e preto da Nike. Peguei a chave do carro, minha carteira, meu celular e as chaves do apartamento. Saí enquanto mandava uma mensagem para Tommy dizendo que já estava chegando. Entrei no carro e assim que saí do estacionamento, pisei no acelerador.

Assim que cheguei na entrada do cinema vi meus amigos.

Está atrasado. - Laurel e Sarah exclamaram juntas. Bufei.

Foi mal, dormi demais. - Elas reviraram os olhos. - Já escolheram o filme?

Sim. Vamos assistir Anabelle. - Arqueei as sobrancelhas.

Está brincando? - Elas riram.

Claro, idiota.

Nem alguém me pagando eu assistiria aquele filme do demônio. - Laurel comentou e sua irmã concordou. Eu ri quando elas estremeceram.

Vamos assistir: Homem Aranha. - Tommy se pronunciou. - Já compramos seu ingresso. A sala lotou. - Assenti. - Podemos entrar daqui 15 minutos.

Por isso Sarah não parava de me mandar mensagem.

Quase perdemos o filme. - Resmungou séria.

Você disse bem... Quase. - Retruquei. - Vamos comprar alguma coisa para comer. Estou com fome. - Começamos a caminhar.

Pipoca não vai te encher.

Mas consegue segurar minha fome até sairmos do cinema, Laurel.

Bom, então vamos pegar dois combos. - Saiu na frente com o marido.

Por que não chamou Thea?

Nem me lembrei disso...

Eu sim. - Sorriu. - Ela disse que tinha prova na faculdade amanhã.

Humm. - Ela arqueou as sobrancelhas. - Que?

Estou preocupada com você. Ollie, você está tão... Diferente. - Não respondi. - Você não esqueceu "ela", né? - A imagem "dela" veio à minha mente e uma saudade sem igual bateu em meu peito.

Não. Mas o que eu posso fazer? - Suspirei. - Ela não me deixou explicar. Foi embora com um cheque gordo que minha mãe deu.

Eu não acho que ela tenha feito isso por dinheiro. Ela te amava... Só ficou magoada quando ouviu você aceitando se casar com minha irmã.

Não importa mais. - Olhei para Laurel que ria de algo de Tommy dizia. - Eu nunca mais vou vê-la. - Sarah me olhou penalizada e isso era o que eu menos queria no momento.

**--** **--**

***Meia Noite***

Tem certeza de que vai direto para casa? - Laurel perguntou.

Sim. Não se preocupem... - Sorri. - Quando chegar lá, eu mando uma mensagem.

Tudo bem. - O filme tinha acabado ás 22h50. Depois do filme, passamos no Big Belly Burger para comer e agora estávamos nos despedindo - Tome cuidado, Ollie.

Não se preocupem. Vou direto para meu apartamento, sem paradas e muito menos bebidas. - Tommy riu.

Principalmente depois da ressaca de hoje, né? - Quase mandei meu amigo se ferrar. Quase.

Bom, nos vemos amanhã. - Entrei no carro dando a partida.

Ollie. - O olhei. - Sério, não esqueça de nos avisar quando chegar.

Pode deixar. Façam o mesmo, por favor. - Eles assentiram. As garotas entraram no carro do Tommy, que também deu a partida. Pisei no acelerador e parti para meu apartamento.

**Oliver**

**--** **--**

Ele dirigia a caminho da casa da cunhada. Não ficava muito longe do apartamento onde ele e a esposa moravam, mas naquele dia eles não dormiriam lá e sim na mansão dos Merlyn, onde o filho deles se encontrava.

Vocês vão ficar?

Não. Vamos para o meu pai hoje.

Tem certeza? Já está muito tarde.

Não se preocupe, irmãzinha. - Elas sorriram. - Assim que eu chegar lá te aviso.

Ok. Fico preocupada, mas se é o que querem... - Ela abraçou a irmã e o cunhado. - Vocês vêm almoçar aqui amanhã?

Com certeza. Foi o que combinamos.

Você avisou o Ollie? - Tommy se pronunciou, Sarah assentiu. - Aquele lá anda com a cabeça nas nuvens.

Não acho que seja nas nuvens... - O casal entendeu o que a outra quis dizer. - Eu tentei falar com ele sobre... - Foi interrompida por um barulho de carro derrapando e eles olharam para onde o barulho veio.

O que foi isso? - Ainda não tinham visto o carro até Sarah perguntar.

O que esse louco está fazendo? - Laurel e Tommy estavam quase no meio da rua e Sarah dois passos antes da calçada.

Meu Deus! - Laurel gritou quando viu o carro ir em sua direção e do marido. Tommy foi mais rápido e a puxou para o lado. O carro foi desviado deles no mesmo momento.

Vai bater. - Sarah fechou os olhos quando ouviu o barulho, Laurel colocou o rosto no peito do marido enquanto tampava os ouvidos. Tommy foi o único que viu o carro quase ser destruído ao bater na árvore.

Temos que ajudar. - Laurel abriu os olhos se afastou quando ouviu o marido. Sarah foi a primeira a se mover para se aproximar. O casal se aproximou alguns segundos depois.

Vou ligar para a ambulância. - Laurel pega o celular dentro do carro e vê uma mensagem de Oliver dizendo "Cheguei bem". Ela não pensou muito e ligou para o socorro.

Meu Deus. Tem duas crianças dentro do carro. - Laurel sentiu seu peito arder. Se lembrou do filho no mesmo momento. Tommy abriu a porta traseira. - Está tudo bem. - O garotinho o olhou assustado, respirava ofegante. Sentia medo. - Só quero ajudar.

Minha... - Ele desviou o olhar para a mãe e a irmã.

Não se preocupe. A ajuda está a caminho. - Tommy ouviu a cunhada chama-lo. - O que foi?

Ela não está bem. - Sussurrou.

Laurel! - Gritou.

Eles disseram que chegam em 10 minutos. Disse meu nome e a urgência.

Vou tirar as crianças do carro. - Tommy conseguiu tirar o menino primeiro, já que ele estava sem cinto, enquanto Sarah abria a porta do motorista. Retirou os cabelos loiros do rosto da mulher sem olha-la.

É uma mulher. - Disse olhando para a irmã. Laurel bufou.

Será que essa inconsequente não pensou nos filhos?

OH. - Sussurrou surpresa. Laurel a olhou.

Que foi, Sarah? - Se aproximou.

É a Felicity. - Tanto Laurel quanto Tommy que ainda tirava a garotinha da cadeirinha, olharam-na, surpresos.

Tem certeza? - O casal perguntou, juntos.

Absoluta. - Sussurrou novamente. - Tommy leva eles para dentro de casa.

Não. - O garoto gritou, fazendo com que os adultos o olhassem. - Vou ficar com minha mãe. - Na luz, eles se assustaram com a semelhança daquele garotinho com o amigo, Oliver Queen. Laurel foi a primeira a acordar do susto, se aproximou do menino e se abaixou, ficando na sua altura.

Meu nome é Laurel. Eu sei que deve estar assustado agora... - Ele apertou as mãos na blusa que vestia. - Mas sua mãe precisa de atendimento médico. Você não vai poder ir com ela na ambulância. - Logo ouviram o carro da ambulância se aproximar.

Graças a Deus! - Tommy se pronunciou. - Chegaram.

Eu quero ir com minha mãe. - Laurel pegou nas mãos do menino.

Eu prometo que você vai vê-la... - Ele a olhou. - Mas antes você e sua irmã precisam que um médico os olhe, para saber se estão bem, entende? - Ele assentiu. Sarah desviou o olhar para os paramédicos que cuidavam de Felicity Smoak, uma amiga que eles não viam a 6 anos. Olhou para Tommy que carregava uma garotinha nos braços, idêntica ao irmão. – Vocês ficarão bem. - Ele olhava para a mãe que estava numa maca. - Ela vai ficar bem também. - Ele a olhou. - Prometo.


CONTINUE...


25 de Mayo de 2018 a las 17:14 0 Reporte Insertar 1
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