Artificial Seguir historia

cammis Cammis Silva

A humanidade é marcada pela sua forma de evolução. Cada vez mais futurística e mecanizada. Mas, até as mentes mais avançadas podem conter pensamentos limitados em relação ao amor entre seres diferentes.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#romance #drama #anime #naruto #sasunaru #desafio #inkdisney #Toy-Story
Cuento corto
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Sempre ao meu lado



- Fanfic feita para o desafio Inkdisney do Inkspired;

- Canção tema: Amigo estou aqui – Toy Story;

- Categoria: Anime – Naruto;

- Betada pela Milena Siqueira.


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“Amigo estou aqui

Se a fase, é ruim

E são tantos problemas que não tem fim

Não se esqueça que ouviu de mim

Amigo estou aqui

Os seus problemas são meus também

E isso eu faço por você e mais ninguém

O que eu quero é ver o seu bem

Amigo estou aqui

Os outros podem ser até bem melhores do que eu

Bons brinquedos são, porém

Amigo seu é coisa séria, pois é opção do coração, viu

O tempo vai passar, os anos vão confirmar

As três palavras que proferi

Amigo, estou aqui”

Amigo estou aqui – Toy Story


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“O futuro é tecnológico.”


Esse era o lema de Yagami, o país futurista. Não havia nada que as máquinas não pudessem fazer naquele lugar governado pela classe alta. O ano era 2085 e tudo girava em nome da evolução.

Humanos procurando facilitar cada vez mais suas vidas e possuir mais conforto e comodidade.

Desde um cortador de gramas automático a uma TV que mudava de canal por comando de voz.

O centro de toda essa modernização era a cidade de Diamond. Um grupo de cientistas que habitava o lugar, havia criado a maior obra prima que a humanidade poderia querer. Um ser capaz de fazer tudo que eles desejassem.

Esses eram os Android’s.

Seres artificiais com forma humana. Obedientes, fiéis, dotados de inteligência e não envelheciam. Quando o primeiro modelo foi lançado no mercado, o sucesso foi estrondoso. O governo havia aprovado e aderido à nova invenção, assim financiando as pesquisas dos criadores.

Com a verba exuberante, os robôs se tornaram cada vez mais atuais e realistas. Era quase impossível diferenciar um android de um humano, exceto que cada um deles detinha uma numeração em sua nuca, indicando o número de série e o ano em que foram construídos. Era como se fosse sua identidade.

Eles eram vendidos pela Butterfly Technology, empresa parceira do laboratório de pesquisas de Diamond. Um android não custava menos de trinta mil rubbs*. Por esse motivo a compra era dominada pelos ricos.

Quanto maior a fortuna, mais android’s eles possuíam.

Eram comercializados por funções trabalhistas de acordo com sua numeração.

Os que obtinham o final 001 eram domésticos. Os 002, comerciantes; 003 acompanhantes, e assim por diante.

A família Uchiha era conhecida e renomada pelo seu sucesso no ramo farmacêutico há muitas gerações. Atualmente, as empresas eram administradas por Fugaku e seriam herdadas por sua prole, como a tradição familiar demandava.

Como a rotina cheia e compromissos importantes, após o nascimento do primogênito, eles decidiram aderir à tecnologia. O primeiro android a chegar à casa foi nomeado como Naruto. Era responsável por cuidar de Itachi e suprir todas as necessidades da criança. Era um modelo 001 avançado, conseguia ler perfeitamente as pessoas e do que elas precisavam. Seu design de um rapaz jovial com uma personalidade carismática e animada, o tornava um combo perfeito para lidar com crianças.

Ao notarem como as coisas eram incrivelmente fáceis com Naruto ali, a família logo se apossou de outros. Mais dois modelos domésticos, nomeados como Minato e Kushina. Um para o jardim e outra para governar a casa. E um modelo 003 como motorista da família, que recebeu o nome de Kakashi.

A relação entre os android’s com o primogênito era muito harmoniosa, Itachi era um garoto incrível e tratava-os como verdadeiros seres humanos, o que deixava Fugaku com uma dose de irritação, afinal eram apenas máquinas e estavam ali para servir.

Após alguns anos, Mikoto deu a luz á Sasuke, e Naruto passou a ser responsável por ele, visto que Itachi já tinha quase nove anos. Enquanto Mikoto acompanhava o marido em seus acordos de negócios e bailes beneficentes, Naruto acalentava Sasuke em seus braços cantarolando uma cantiga infantil de origem japonesa, uma das mais de dez línguas que sabia falar.

Aquele cenário era comum no mundo vigente. As máquinas sucediam cada vez mais as funções humanas, incluindo o da paternidade e maternidade. Praticamente toda a elite se comportava dessa forma, homens e mulheres preocupados demais com suas carreiras e ambições, deixavam o antro familiar em segundo plano, ou melhor, nas mãos dos android’s.

Apesar de crescer em um lar com pais ausentes e sem a devida atenção, Sasuke era uma criança amável. Tinha suas inseguranças e ciúmes de seu irmão mais velho, por ser sempre o depósito de esperanças e maior orgulho de seu pai, enquanto Sasuke era constantemente desacreditado e cobrado. Mas, amava sua família e se esforçava ao máximo para que Fugaku o valorizasse.

Detestava quando ele o comparava com Itachi, sabia como o irmão era perfeito e estava sempre a sua frente, e isso o frustrava. Tinha dias que Sasuke sentia vontade de desistir e sumir no mundo, e sempre que seus pensamentos o sufocavam dessa forma, Naruto acariciava seus fios negros e lhe mostrava aquele sorriso que Sasuke jurava brilhar mais que o sol, lhe dizendo o quão forte ele era e que não devia desistir de seus objetivos, pois acreditava muito em si e sempre estaria lá para ele.

Sasuke amava Naruto. A forma como ele cuidava e preocupava-se consigo.

Nunca falara isso para ninguém, nem mesmo Itachi a quem confiava tudo.

Fugaku era rígido nesse quesito, para ele máquinas não deveriam ser tratadas com sentimentos e fraternidade. Contudo, sempre que ele lhe colocava na cama e lhe contava uma história até que dormisse, Sasuke só conseguia pensar no quanto amava tê-lo ali. Era como ter uma fada madrinha especial.

Lembrava como se fosse ontem seu aniversário de sete anos. Estavam na casa de praia e Sasuke passou o dia brincando na areia, construindo castelos e esculturas com Naruto e seu irmão. Seu pequeno corpo transbordava de ansiedade para a festinha que sua mãe faria mais tarde.

Quando a noite chegou, a ansiedade que sentia anteriormente foi substituída pela decepção quando seus pais voltaram apressadamente para a capital para comparecer ao jantar de caridade organizado pelo prefeito de Diamond, ele era um cliente e parceiro de longa data de Fugaku.

Encolhido em sua cama, enquanto remexia em um tabuleiro de xadrez de brinquedo, Sasuke foi surpreendido com Naruto adentrando o quarto carregando um bolo cheio de velhinhas e Itachi, que segurava uma quantidade de balões. A noite que achou ser a mais triste de sua curta vida, acabou como uma das melhores lembranças que tinha.


[...]



Estava perto da véspera de natal quando seu maior pesadelo aconteceu. Tinha apenas nove anos quando sua família estava em um jatinho viajando para a cidade de Kisaragi, para comemorar a festividade na casa de um dos sócios de Fugaku. O mal tempo em uma área que a aeronave sobrevoava, causou um terrível problema no sistema de pilotagem quando um raio atingiu o jato.

A queda foi inevitável.

Quando abriu seus olhos negros, a primeira coisa que viu foi Naruto sentado ao seu lado no leito de hospital acariciando seus cabelos com um sorriso terno e a promessa de que tudo iria ficar bem.

Sua família estava morta e Sasuke agora estava sozinho.

Era o que pensava enquanto chorava nos braços do robô que o criara desde que era um bebê.

Como não possuía outros parentes, a fortuna dos Uchiha foi congelada e Sasuke receberia uma mesada mensal para sobreviver até que atingisse a maior idade para assumir a herança. A empresa passou a ser dirigida pelo vice-presidente e Sasuke ficou sob a tutela de Naruto que seria supervisionado pela Star, órgão responsável por crianças órfãs e leis infantis da cidade de Diamond.

Os primeiros anos foram os mais difíceis. Sasuke acordava no meio da noite gritando o nome de seus pais e terminava chorando nos braços de Naruto até que o sono o consumisse novamente.

O sorriso fácil e dócil que tinha, havia sumido completamente e ele se fechara para o mundo. Focou em seus estudos e estava determinado a honrar sua família no futuro, elevaria o nome e o ramo dos Uchiha a um nível jamais visto.

O único resquício de quem era antes da tragédia, apenas Naruto conseguia enxergar com seus olhos azuis feitos de cristal e nanotecnologia. Apesar da casca que Sasuke construiu ao redor de si, Naruto via o quão frágil e solitário ele era por dentro.

E estava determinado a suprir a solidão do menino. Era o seu dever.

Mesmo que Sasuke tentasse se isolar, Naruto nunca o deixava. Seja para fazer companhia à mesa de jantar ou para assistir TV consigo, até secar seus cabelos após o banho recitando uma canção idiota de algum programa infantil que Sasuke detestava, mas ele cantava até o fim e depois ria de sua expressão irritada. Amava tanto ter Naruto ali.

Ainda que não tivesse mais seu pai para lhe censurar a respeito disso, Sasuke nunca verbalizara seus sentimentos para o android que agora era sua única família.

Naruto lhe ensinou a andar, a falar e agora lhe dava forças para seguir em frente e assim Sasuke fez.

Até na fase da adolescência Naruto ainda o cobria para dormir, Sasuke fechava a cara durante o processo, mas internamente agradecia o gesto. Naruto sempre sabia como fazer com que se sentisse melhor. Conseguia até sorrir com momentos bizarros que ele o fazia passar, como quando entrou na puberdade e Naruto tentara conversar consigo sobre sexo. Afinal, o que uma máquina saberia sobre essa atividade humana?

Relações entre android’s e humanos eram tabus. Havia uma classe deles construída para área sexual, mas não passava disso. Eram apenas máquinas criadas para servir a humanidade.

Um dos momentos mais difíceis de sua juventude, foi quando o ensino médio chegou ao fim. Com seu objetivo de tornar o nome da família uma lenda, precisava estudar na universidade mais renomada do mundo e ela ficava em outro país, Shiranui. Nunca pensou que doeria tanto ficar longe de Naruto, mas quando bateu seus olhos para fora do carro que o levaria para o aeroporto, sentiu seu peito apertar com a imagem dele na entrada da casa acenando em despedida com aquele sorriso que aquecia sua alma.

Era excêntrico e diferente o modo como sua pele se arrepiava todas as noites quando Naruto ligava para saber como estava. Sasuke não era de falar muito, então a voz de Naruto sempre prevalecia na maior parte do tempo, e Sasuke adorava o tom rouco que ela tinha. Era sempre noite quando a ligação acontecia, e quando ela estava quase no fim, Sasuke se cobria e colocava os fones quando Naruto começa a cantar a canção que o fazia dormir.

Amava-o demais.


[...]



Sasuke sentia o peso da responsabilidade em suas costas, como último membro da família Uchiha. Precisava dar continuidade ao nome. Os anos passavam e já estava quase com trinta. Mas não queria se casar. Era estranho. Porém, não conseguia ver ninguém ao seu lado. Sentia-se completo com Naruto ali.

Não entendia a natureza de seus sentimentos por ele. Só sentia que não precisava de mais ninguém. Naruto sempre estava ao seu lado, mesmo que agora não o coloca-se mais na cama, no fim das contas, Sasuke já era um adulto.

Era até engraçado como agora eles possuíam o mesmo tamanho, aparentavam ter até a mesma idade, mas Sasuke sabia que Naruto sempre teria aquela aparência de vinte e poucos anos, pois foi fabricado desse jeito. Porém, ele existia há quarenta anos.

Anos mais tarde com a pressão de sócios da empresa, se viu obrigado a tomar uma atitude perante seu impasse, e assim surgiu Sarada. O mundo era virtual e avançado demais para se prender somente a comportamentos antiquados de casamento para gerar herdeiros, então Sasuke optou por uma barriga de aluguel. E o resultado fora maravilhoso. Pensava que não amaria ninguém além de seus familiares o ser artificial que habitava seus pensamentos, mas ao olhar para aquela pequena criatura em seus braços, seu peito abriu mais um espaço para ela.

Não queria que Sarada tivesse uma infância negligente como a sua. Esforçava-se para ser o mais presente possível e sempre que pisava na bola, Naruto estava ali para puxar sua orelha e lhe ajudar a compreender as necessidades e sentimentos de uma criança.

Não ficou surpreso quando o viu cobrir Sarada enquanto colocava a menina para dormir como fazia consigo, sorriu ameno observando a cena. Ele acariciava os cabelos dela até que a menina pegasse no sono, ela estava com quase cinco anos e se parecia muito com Sasuke. Amava a forma como Naruto cuidava dela, lembrava-se muito de sua infância com ele quando os via brincando no jardim. Queria parar o tempo e ficar para sempre naquele momento, com as duas criaturas que mais amava.

Mas, infelizmente o tempo passava. E Sasuke não podia evitar o destino de todos os mortais.


[...]



O ano era 2189, noventa e cinco anos após seu nascimento e Sasuke sabia que lhe restava pouco tempo na Terra. Sua respiração estava fraca e a dor que sentia em seu peito lhe dizia que não passaria daquela noite. Conseguia ouvir o choro de Sarada do outro lado da porta, pedira para que ela saísse depois de deixar um beijo terno em sua testa e clamou perdão por não ter sido o pai que ela merecia. Esforçou-se, mas sabia que devia ter lhe dado mais.

Não queria que ela presencia-se sua partida. Preferia que a última lembrança que ela tivesse consigo, fosse do jantar na noite anterior e do filme que assistiram juntos. Mas uma dor atravessou seu peito, e Sasuke implorava para que aquilo terminasse logo. Seu corpo cobrava o descanso eterno.

A única pessoa que estava consigo no quarto era ele. Sempre. Nunca o deixava.

Naruto acariciava seus fios acinzentados e sussurrava a canção japonesa que sempre cantava para si quando o colocava na cama. Sasuke sentiu seus olhos marejarem quando ele beijou sua mão. Seria eternamente grato por tê-lo tido em toda a sua vida.

Usou o restante de sua força para proferir o sentimento que sempre guardou para si.

Amava Naruto.

O android arregalou os olhos quando as palavras de amor saíram da boca de Sasuke, que levou sua mão envelhecida e enrugada até a face jovial de Naruto, acariciando a pele artificial.

Era quase madrugada quando os olhos negros começaram a fechar contra sua vontade. A última imagem que capturou foi o sorriso que Naruto sempre lhe oferecia com a promessa de que tudo iria ficar bem.



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*Rubbs: moeda fictícia, criada para a Fanfic;

*Butterfly Technology: empresa fictícia de tecnologia, criada para o enredo da Fanfic;

*Diamond: cidade fictícia;

*Yagami: país fictício.

*Star: órgão fictício criado para representar o Conselho Tutelar.

*Shiranui: país fictício.

23 de Mayo de 2018 a las 21:41 2 Reporte Insertar 6
Fin

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Cammis Silva Escritora (amadora); Leitora, apaixonada por fantasia e terror; Musica move meu mundo.

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Inkspired Brasil Inkspired Brasil
Olá! Nossa, o mundo que você criou está muito bacana! Esse clima futurístico é sempre interessante de ser abordado, e você tratou as relações Android/Humano de uma forma bastante intensa. É importante lembrar que você precisa adicionar a tag "Universo Alternativo" à sua história. A sua escrita ficou muito objetiva, sem se prender a detalhes menos importantes. Isso é bom porque deixa tudo bastante dinâmico. Achei interessante que não há nenhum diálogo ao longo do texto. Essa é uma técnica bacana porque o objetivo dela é repassar memórias, informações e mesmo conversas sem que os personagens cheguem a realmente falar. Achei que você a usou bem, porque conseguimos sentir o Sasuke e suas emoções dentro do contexto. Para mim, a maior questão foi o Naruto. Talvez por ele não ter dito nada, talvez por ele ser um robô, eu não senti o carinho dele pelo Sasuke. Sim, o Naruto se manteve junto a vida inteira, mas a ideia que me passou foi de que ele fez isso porque sua programação o levava a ser assim. Ele deve "cuidar e suprir todas as necessidades", logo fazer ligações e ter certeza de que ele coma e durma bem se encaixam em suprir necessidades afetivas. Não sei se essa foi a intenção, mas não é dito em nenhum momento se Androids, no teu mundo, podem sentir e se relacionar como humanos (no sentido de terem afeto por outros). É por isso que a música fugiu um pouco do assunto para mim. "Amigo estou aqui" fala sobre carinho e apoio. Sim, o Naruto passa a vida inteira ao lado do Sasuke, entretanto não ficou claro se ele faz isso por vontade própria, por sentir carinho e afeição, ou se faz isso porque foi programado para tal. Por outro lado, eu acho que o Naruto não retribuir os sentimentos do Sasuke (justamente por ser apenas um robô) daria um clima totalmente novo à história. Eu não sei qual foi a sua intenção, mas de qualquer forma a história está muito boa. A sua escrita evoluiu muito dos outros desafios até este, e o próprio enredo está muito bem construído. A não realização do romance deles foi a melhor parte da história. Sasuke foi apaixonado quase a vida inteira, mas nunca falou nada e eu me pergunto se ele tinha medo de que o Naruto fosse corresponder só porque ele está programado para cuidar dele. Acredito que isso tenha deixado o sentimento ainda mais real na hora de ler: o Sasuke não precisou de um retorno ou "recompensa" para amar o Naruto, ele simplesmente amou a vida inteira. Eles viveram como amigos (ou talvez dono e servo, em alguns momentos) e isso nunca apagou o sentimento dele. Enfim, como foi dito, a história está muito boa! Muito obrigada por participar do desafio e parabéns mesmo por escrever algo tão bacana! <3
23 de Junio de 2018 a las 11:32
Lara Gilmore Lara Gilmore
Nossa que fanfic tocante. Sasuke nunca quis casar, pois sabia que naruto seria se eu eterno companheiro. Aquele que lhe prestaria apoio mesmo sem precisar falar nada. E foi isso que aconteceu, ele ficaram juntos até o fim *-----* Amei!! Eu super acompanharia essa fic, se um dia ela viesse a se tornar uma longfic.
19 de Junio de 2018 a las 19:43
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