Aquela noite... (2018) Seguir historia

crissuniverse Tali Uchiha

Quando Yurio resolveu afogar as mágoas, não contava em conhecer JJ.


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#Bebida #pliroy #lemon #sexo
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Capítulo único

Yurio conhecia aquele pub. Já havia ido ali uma vez com Mila, sua melhor amiga. Era extremamente aconchegante e descolado. Seu local favorito depois do teatro Kennedy.

As luzes coloridas não estavam muito fortes, o local estava confortável, entretanto, a música eletrônica estava alta.

O loiro caminhou até o balcão, tirando seu sobretudo e sentou-se.

– Uma dose, por favor.

O barman era alto de um jeito assustador. Quase 1,90 certeiros. Sorriu gentilmente para o garoto, colocando um copo transparente em frente ao mesmo e despejando uma quantidade considerável de conhaque. Para ele, Yuri era apenas um burguês deslocado.

Yurio levou a mão até seu copo, tomando pequenas doses da bebida.

Jean sabia que chegaria atrasado. Tinha certeza, mas, fazer o que se a loirinha era boa de cama? Ele podia ter pedido para Char o cobrir e passar a noite toda com Rebecca, entretanto, sabia que, se Yakov descobrisse, ele estaria fora com uma mão na frente e outra atrás.

Penteou os cabelos em frente ao espelho, colocou o avental preto e subiu para o bar, substituindo Petro.

– Não dê mais nada pra aquele ali. Está quase ficando bêbado. Qualquer coisa, coloca o Andy no seu lugar. – o moreno apontou para Plisetsky, sentado do outro lado do balcão, com o rosto vermelho, enquanto o indicador circulava a borda do copo.

Jean assentiu, negando interiormente.

Se aproximou lentamente, apoiando-se em frente ao rapaz. Demorou um pouco até que Yurio levantasse a cabeça e percebesse que mais alguém estava ali. Mordeu o lábio inferior, deitando a cabeça um pouco para o lado.

– Hey gracinha. – JJ lançou-lhe um sorriso sacana, vendo Yura corar.

– Oi...? – ele parou por um segundo, enrugando a testa. Parecia estar em uma luta interna consigo mesmo e, para Leroy, aquilo era adorável. – Quando te devo? – Yurio pareceu despertar, pegando a carteira envolta por uma estampa de leopardo e dedilhou algumas notas de dinheiro. Eram naqueles momentos de inércia, causados pelo álcool no sangue, que ele ficava mais sociável.

– Dinheiro? Do que está falando?

– A bebida... – um bico confuso se formou em seus lábios.

Jean balançou a cabeça, rindo baixo. – Já pagou sua bebida.

Yuri assentiu, fitando o mais velho. Tinha a impressão se já o conhecer, mas, nada lhe vinha em mente.

– Você é bonito demais pra estar sozinho aqui. Onde está seu namorado?

– Provavelmente transando com outra. – suspirou, virando o resto da bebida. – E você? Namora?

– Não, na verdade, eu estou na fase de sair e beijar. Curtir pra valer.

– Isso é ousado e sexy... – o loiro jogou um sorriso de lado, flertando descaradamente.

– Meu turno acaba às 3h00min AM.

– Estarei te esperando ali na pista enquanto não está livre. À propósito, sou Yuri.

– Jean, ou JJ. – Yuri sorriu, assentindo. Levantou do banco e foi para o meio da multidão, rebolar sem pudor, nunca deixando de encarar o rosto másculo e os olhos desejosos de JJ.

Radioactive reverberou pelas paredes decoradas do pub San Petersburgo. Yuri podia sentir seu corpo entorpecido, pela música, pela bebida, pelos beijos que recebia em pescoço, ao mesmo em que sentia-se vigiado pelo barman gostoso com quem teria uma noite quente em algumas horas . Sua franja já grudava em sua testa e suas pernas tremiam, mas, ele dançaria até o amanhã chegar, ou até que fosse carregado por JJ ao banheiro, onde sabia que foderiam gostoso.

Se aquela era uma péssima ideia? Pouco importava, os danos seriam avaliados quando estivesse "sóbrio" o bastante. Não queria mais saber de desculpas vindas de Otabek. Traição não tinha perdão e transar com Ayla enquanto o mesmo ralava duro para conseguir conciliar trabalho, faculdade e namorado já era um ultraje. Não havia sido a primeira vez. Sabia que não; por mais que o hemisfério sentimental de seu cérebro tentasse negar, o hemisfério racional já havia lhe tomado por inteiro.

Sentiu uma risada baixa em seu ouvido e um quadril se chocar rudemente com o seu. Babacas idiotas e pretensiosos, achando terem o mundo na palma de suas mãos. Se afastou até estar de volta ao bar.

Talvez, só talvez, a vontade de chorar lhe acertou em cheio, contudo, não iria. Foda-se Otabek, foda-se os oito anos que desperdiçou esperando um pedido de casamento, foda-se Ayla e todas as vezes que ela e seu namorado iam para o escritório "falar de negócios". Foda-se tudo e mais um pouco. Yuri estava cansado.

– Podemos ir agora?

Ele não precisava nem pedir novamente.

-/-

Yurio sentiu suas costas se chocarem com a parede fria da cabine vazia do banheiro, enquanto sua boca era beijada, chupada e mordiscada por JJ que, passeava suas mãos pelo quadril do mais novo.

Era uma sensação deliciosa aquela. Ter aquele homem o pegando, apertando, excitando. Com a cabeça jogada para trás, Yuri aproveitava as sensações gostosas, proporcionadas pelo rapaz de olhos azuis acinzentados tão sedento por sua boca.

Os beijos desceram, passando pelo maxilar e seguindo para o pescoço.

Jean trabalhava bem naquela área. Enquanto sugava a pele branca, uma de suas mãos entrou por baixo da camisa de Plisetsky, começando a torturar seus mamilos eriçados que tanto quis provar ao vê-los momentaneamente quando o mesmo ergueu a camiseta, enquanto dançava.

O ar saía rarefeito pela boca do loiro que, tomado pela coragem que a bebida havia lhe dado, escorregou sua mão direita para o grande pacote que se sobressaía em frente a calça jeans, agarrando-o e começando uma massagem excitante que fez JJ gemer baixo enquanto tentava soltar os botões e ter acesso ao corpo quente do garoto.

Sua boca alcançou os mamilos rosados, lambendo e chupando para que ficasse inchados e sensíveis. Seria uma transa lenta. Queria aproveitar ao máximo o corpo daquele garoto que estava deixando-o de pau duro.

Leroy levantou, parando com os toques e fitou o garoto, seus olhos escurecidos de puro prazer.

– Vira.

Foi obedecido quase que imediatamente. Satisfação o preenchia naquele momento. Pode ver as mãos trêmulas do garoto irem até o próprio zíper da calça apertada, abrindo-o e descendo ela até as canelas. Sua bunda estava coberta pela boxer branca; a frente totalmente transparente pelo pré gozo que pingava de seu membro ereto.

O abraçou por trás, deixando que Yurio sentisse sua excitação o roçando. Traçou beijos da nuca até o final da coluna, mordiscando as duas covinhas que os mais novo tinha ao fim dela. Agachado, separou as coxas grossas e lisas, livres de qualquer pêlo, e abaixou a última peça de roupa que o garoto usava, tirando-a junto com a calça deixada agora, no canto. Por ser uma cabine para deficientes, o espaço era grande e podiam se mexer sem que um vaso sanitário os atrapalhassem.

Sorriu satisfeito ao ouvir ronronos baixos vindos do outros.

Beijou as duas bandas, dando um tapa de lado em uma delas e, como resposta, recebeu um gemido de aprovação.

Cinco de um lado e cinco do outro. A sessão de tapas foi curta, todavia, o suficiente para deixar as nádegas avermelhadas.

Segurou-as entre mãos e apertou, separando uma para cada lado. A entrada de Yuri, rosadinha e, aparentemente apertada, fez o pênis de JJ dar sinal de vida como quem avisa "Hey, estou aqui e quero ser usado".

Deixou um beijo no períneo, antes de lamber a entrada piscante. Sentiu a mão de Plisetsky em seu ombro, apertando-o. Gostava daquela sensação de tê-lo rendido. JJ lambuzou o local com saliva, chupando e mordiscando. Queria preparar o loiro da melhor forma para que ele sentisse seu membro grande entrando e saindo sem que fosse rasgado de uma forma nada prazerosa.

Colocou o indicador na boca, deixando-o molhado. Fez o mesmo com o médio e os levou até o orifício do rapaz, massageando, apenas para adentra-lo alguns minutos depois.

Yura arqueou as costas, soltando um gemido fino. Seus olhos estavam fechado e sua mão esquerda acariciava a cabeça avermelhada e úmida de seu falo que pedia-lhe atenção.

JJ fazia um vai-e-vem tortuoso, sentindo as paredes de Yuri apertarem seus dedos. Se o abrisse apenas mais um pouco, poderia fodê-lo sem preocupações.

As investidas ficaram mais intensas assim que o moreno choramingou, pedindo por mais. Jean sabia que aquela era a hora certa.

Levantou e livrou-se de suas roupas, apanhando uma camisinha na carteira deixada no chão. Abriu o pacote e revestiu seu pênis com a capa de látex, levando-a até o buraco rosa de Yurio. Beijou seu ombro, tentando acalmá-lo, enquanto o invadia com seu membro.

A testa do garoto estava encostada na parede; com os olhos fechado e os lábios inchados, abertos, tomado pelo êxtase, Yuri deixou que Jean o penetrasse por interio, apenas se focando em sentir-se preenchido completamente.

Um tempo se passou. Quando viu que o mais novo havia se acostumado com seu falo dentro de si, se deu permissão para entrar e sair, segurando a cintura do moreno com uma das mãos, enquanto mantinha a coxa direita rapaz sopesa com a outra.

O ritmo mudou. Agora era mais frenético e necessitado. Um precisava urgentemente do corpo do outro.

JJ saiu completamente de dentro do rapaz, o virando e, instantaneamente o pegando no colo. Antes mesmo de Yuri enlaçar as pernas na cintura do mais novo, Leroy já o invadia novamente, entrando e saindo com força; os dois corpos, suados, se esfregavam em uma dança sensual. Plisetsky levou uma das mãos até seu mamilo esquerdo, girando-o entre o polegar e o indicador, sentindo eletricidade por estar sensível ao toque.

Os dois se olharam atentamente. Olhos azuis acinzentados encontrando olhos azuis esverdeados. Dentro deles refletia todo o desejo, luxúria, tesão, prazer e felicidade que estavam sentindo no momento. Yurio passou seus braços ao redor do pescoço de Jean e tomou a liderança, o beijando de uma forma excitante. Sentia seu interior ser rasgado, entretanto, a dor o fazia quer ainda mais do grande membro socando até o talo dentro dele.

– C-Com mais força...

Leroy estava mais do que disposto a saciar o desejo do garoto. Por ele, ficaria enterrado naquela bunda até morrer. Beijou seu pescoço e continuou com o entrar e sair; as unhas pequenas de Yuri deixava vergões em sua pele, à cada vez que acertava algum ponto de deleite dentro do moreno. Ele arqueava as costas e gemia de olhos fechados; seus lábios rubros davam um toque especial na expressão prazerosa de seu rosto.

Naquele momento, Yura se sentia sublime. Nunca havia sido tocado daquela maneira. Seu corpo todo formigava e, todos os lugares onde JJ tocará, estavam pegando fogo.

Envolveu seu próprio pênis duro, necessitado e, começou a movê-lo para cima e para baixo, em um ritmo frenético, enquanto sentia sua bunda ser fodida sem piedade.

Se aquilo era estar no céu, Yuri desejava ficar lá para sempre.

Um gemido alto de êxtase.

Leroy havia encontrado o ponto do loiro, todavia, a noite não acabaria tão rápido. À cada estocada naquele local, Jean-Jacques errava de propósito, apenas esfregando com sua glande, ouvindo os choramingos do mais velho que, em seu momento de prazer, deitara a cabeça entre o pescoço e a clavícula.

– M-Mais forte...

JJ sentiu seu corpo estremecer ao ouvi-lo suplicar, em um gemido erótico, atiçando-o ainda mais.

Virou a cabeça para o lado capturando os lábios do mais velho, introduzindo sua língua. Queria conhecer cada canto daquela boca quente. Yuri o puxou para mais perto, desejoso por mais. Ele precisava gozar. Precisava ter Jean dentro dele fazendo-o ver estrelas.

Leroy foi piedoso, apertando as coxas do garoto e surrando sua próstata; os gemidos misturando-se enquanto suas línguas se chocavam em uma dança lenta.

O moreno sabia que nenhum dos dois conseguiria aguentar por mais tempo. Interrompeu o beijo, um filete de saliva conectava as duas bocas. Queria ver o rosto do garoto quando atingisse o clímax.

Apenas duas estocadas foram o bastante para Yurio fechar o olhos e jogar a cabeça para trás, os lábios repartidos em deleite ao mesmo tempo que expelia seu líquido pegajoso pela fenda em seu pênis. JJ nunca havia presenciado tal expressão; era sexy, doce e ele sabia que, o rosto do moreno gozando invadiria seus pensamentos durante um longo tempo.

Aquilo foi o bastante para liberar dois jatos na camisinha, ofegante, encostando a testa no ombro de Yura.

Havia sido intenso.

O corpo do loiro estava sensível e as pernas bambas. JJ o colocou sentado em cima da tampa do vaso, retirando a camisinha, dando um nó e jogando dentro do cesto de lixo. O rolo de papel higiênico no suporte foi usado para limpar seus abdômens, sujos de gozo.

A respiração de Yuri estava ainda descompassada. Tocou no pulso de Leroy, recebendo um selar de lábios.

Suas roupas foram recolhidas do chão e, cada peça foi vestida nele. O orgasmo violento tirou todas as forças de seu corpo. JJ, já vestido, ajudou-o a se levantar, passando um braço por sua cintura.

– Vou te levar pra minha casa. – Yuri apenas pode assentir, se aconchegando ao corpo forte do mais novo.

A primeira coisa que Yura percebeu quando chegou foi que a casa do barman era completamente diferente de sua casa. Era um quarto pequeno, contudo, era organizado e aconchegante. Assim que sua cabeça encostou no travesseiro, sentiu todo o cansaço tomar-lhe; os olhos pesando, seu físico relaxando. JJ deitou ao seu lado, o puxando para seus braços fortes. Plisetsky poderia dormir facilmente ali, apenas sentindo o cheiro delicioso de sexo e pós barba que exalava do mais novo.

Com pequenas carícias na cintura, Yura adormeceu, sentindo-se infinito.

9 de Mayo de 2018 a las 21:00 0 Reporte Insertar 2
Fin

Conoce al autor

Tali Uchiha Leio de tudo, menos histórias com traição. No momento, minhas coisinhas favoritas são Snamione, Drarry, Snarry, Kacchako, IwaOi, SasuHina e animes em geral. Leio Larry também <3 Trailer de Um Conto de Inverno: https://www.youtube.com/watch?v=QRmqHAzvsFs&t=0s&index=3&list=PLA7dlmsWJdlcaovVQShHa06PKBcbfAVKq Em andamento: - Um conto de Inverno - Teoria das Flores

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