Banho de Banheira Seguir historia

ero-lua Amae

Com um sorriso apaixonado vindo de Haku, Zabuza começou a andar em direção a banheira, tirou a badana da cabeça a jogando para um lado, Tocou nas bordas e pulou para dentro, derramando água para todos os lados e trazendo um sorriso para o garoto dentro da banheira.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#naruto #yaoi #lemon #haku #Zabuza-Momochi #ZabuHaku
Cuento corto
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Banho de Banheira

Banho de Banheira

Escrita por Lua Paiva.

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Os pássaros do lado oeste cantavam enquanto voavam direto para suas casas, a noite estava chegando, o sol de pondo, e tudo que os restavam era apenas a família que os aguardava; a felicidade reinava quando a mãe chegava ao ninho, à comida era dada na boca como sinal de boas vindas, e então, ela os aconchegava debaixo de suas asas para que ficassem quentes e preparados para a noite fria.

Assim como os pássaros no ninho, Zabuza encarou o esconderijo que agora chamava de lar; não era longe do antigo em que morava, mas ficava mais escondido, acessível apenas para quem tivesse coragem e disposição de vasculhar um pântano cheio de monstros feito por ilusão e gelo. Seus passos eram pequenos, não pelo cansaço, mas por saber que a qualquer momento as armadilhas de Haku o pegariam; passou duas semanas longes treinando como um louco, e a segurança do esconderijo ficaram sob os cuidados destes.

Como se Haku soubesse que sua volta seria naquele dia, nada o aconteceu enquanto adentrava o lugar, não era descuido, era simplesmente por saber que Zabuza estava próximo. Talvez Haku sentisse seu chacra a quilômetros, ou ele apenas viu, não importava. Adentrou o lugar com paredes feitas de pedra, o escuro era o maior dominador do lugar. Caminhou por um corredor estreito, e ao final, encontrou um fecho de luz.

O quarto de Haku estava iluminado, e podia-se ouvir um jogar de água para alguns lados. Zabuza sorriu atrás da mascara puxando-a para baixo. Largou a espada de sua costa assim como a maioria de suas roupas, entrou no quarto passando pelo mesmo com passos pequenos, lentos, silenciosos. Quando a última peça fora tirada de seu corpo, ele adentrou o banheiro, Haku o encarou de repente, os olhos grandes, excitados, brilhosos.

Zabuza não sabia como, mas era enfeitiçado pelo pequeno em sua frente, sua áurea afeminada, o cuidado que este tinha consigo, os sorrisos que lhe dava, era como o lembrar de que naquele mundo, ainda existiam pessoas que o queria por perto, para lembrá-lo, que, mesmo que fosse considerado um demônio, havia alguém que o amava do jeito que era.

Com um sorriso apaixonado vindo de Haku, Zabuza começou a andar em direção a banheira, tirou a badana da cabeça a jogando para um lado, era a última coisa que faltava para que estivesse totalmente nu. Tocou nas beiradas e pulou para dentro, derramando água para todos os lados e trazendo um sorriso para o garoto dentro da banheira.

As mãos fortes com calos que se perderiam ao receber as massagens de Haku, ele chegou ao outro por baixo, subindo pela cintura e apoiou sua testa na dele. A pele macia era gostosa, a água cheirosa o deixava mais certo de que era bom estar ali ao lado daquele ser. Seu rosto inclinou para o lado e Haku o baixo de repente. O garoto era ansioso, apaixonado, louco por Zabuza de uma forma intensa e apaixonada.

- Seja bem-vindo de volta – ele murmurou em um sussurro fraco, se Zabuza não estivesse perto, não ouviria. Depois do beijo nos lábios ele subiu para a testa, depositando cálidos selinhos na pele suada e levou a mão com água para lavar. Como sempre, depois de treinos para voltar à forma, Zabuza se sentia cansado, sujo e coberto de sangue seco. Ele odiava vê-lo assim, mas era proibido de sair junto.

Enquanto o lavava, Zabuza se encostou à borda da banheira puxando o garoto para seu colo, o corpo dele tremeu, seus sexos se encontraram de repente, e um gemido foi solto por Haku. Não querendo se entregar ao formigamento que surgia em seu corpo, ele continuou a lavar devagar, descendo pelo peito, os braços, a barriga, e chegou ao pênis que endurecia a cada tocada. Zabuza estava ansioso para algo, sua respiração pesada, o peito subindo e descendo. Haku talvez soubesse, e adoraria o acompanhar naquilo.

Levando o corpo de seu amor, Haku foi deslizando até o ponto principal, tocando no pênis da cabeça e massageou ali dando um sorriso de canto. Momochi não fez nada, apenas mostrou um sorriso, e aquele lindo riso era considerado um sim para o caminho que estava levando. Haku começou a subir e descer suas mãos, o masturbando e ouvindo pequenos suspiros do outro. O ruim de tudo isso, era que o teria por apenas duas ou aquela noite, os inimigos de Zabuza estava aumentando, e com isso, o mesmo queria apenas crescer seu poder, e não pretendia parar seu treinamento solitário.

Haku sabia seus pontos fracos, tanto que aumentou seus movimentos no momento certo ao vê-lo suspirar mais pesadamente e trazer seu olhar para o dele. Haku montou em seu pênis, desceu devagar o sentindo entrar em seu ânus, fez uma careta pela dor sentida, e foi descendo até chegar ao fim, gemeu mais alto, e Zabuza olhou para baixo, a água cobria muita coisa, mas o pênis de Haku estava entre eles, duro, riu.

Seus braços não saíram da borda, mas seu quadril passou a subir e descer derramando a água na banheira, Haku segurava em seus ombros, se equilibrando enquanto se entregava novamente. Às vezes lentos, às vezes rápido; tudo em seu tempo para não o machucar completamente. Agarrou-se ao pescoço do seu amado, desferindo beijos pela face que começava a suar.

Ele era indiferente, sabia disso, mas Zabuza estava gostando, sabia disso, seus gemidos contidos, até mesmo a força que mantinha seus braços contra a borda. Sorriu segurando o rosto em sua direção e o beijou, logo após o beijo, ele sentira as mãos de Zabuza sob seu pênis, também o masturbando, o beijo foi terminando, e ambos com os rostos colados olharam para baixo, a cena era excitante, enquanto Haku fechava os olhos para gemer lento, em sussurros, Zabuza bebia sua imagem carregada de satisfação até que gozassem juntos terminando o sexo intenso e o primeiro daquela noite fria que logo esquentaria como o próximo amanhecer.

3 de Mayo de 2018 a las 11:42 0 Reporte Insertar 0
Fin

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