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gabbysaky Gabriela Garcês

Laurel tinha uma familia muito bonita. Um marido e um casal de filhos. Mesmo depois de cinco anos casada, ela não se sentia totalmente feliz. Ela havia se casado cedo, pelos gêmeos. Tommy era um amigo admirável, um companheiro maravilhoso, mas mesmo assim, ela não sentia por ele o mesmo que há seis anos atrás. Ela simplesmente não se sentia completa, não mais. Amava os filhos, eles eram a razão de continuar aquele casamento. Mas após rever alguém por quem já amou uma vez... Aquele sentimento voltou. Será que ela vai decidir seguir pelo coração ou pela razão?


Romance No para niños menores de 13.

#Laurel #Barry #BarLance #universoparalelo #vemprocrack
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Capítulo Único

Laurel olhava os filhos brincarem no enorme quintal da casa. Sorriu quando eles pularam na piscina de mãos dadas. Seus filhos eram unidos, faziam tudo juntos. Ela amava aqueles dois mais que tudo, mas de uns dias para cá tem se sentido... Mal. Pensar em querer o divórcio, a deixava mal. Não sabia como o marido iria reagir, mas isso era tudo o que ela queria. Será que pensar na própria felicidade uma vez na vida, era tão errado? Pensar em si mesma, uma vez, e não nos filhos, era errado? Quando ela pensava nisso... Seu subconsciente gritava: “sua egoísta”. Será que seria tão egoísta assim, pensar em sua própria felicidade?

Laurel mordeu o lábio. Ultimamente ela e Tommy dormiam em quartos diferentes, não se comportavam como casal. Como marido e mulher. E isso já fazia alguns anos. Suspirou. Desviou os olhos dos filhos para sua mão, especificamente, para a aliança em seu dedo. Nem sabia mais por que usava aquilo. Não se sentia mais como esposa. Tocou na correntinha de ouro que estava em seu pescoço e por alguns minutos ficou com uma indecisão... Não sabia se fazia aquilo ou não. Tommy ficaria magoado? Mordeu o lábio mais uma vez.

Laurel? – Ela se assusto. Olhou para trás e viu Tommy. – Você está bem?

Estou. – Sussurrou. – Você me assustou.

Foi mal. – Se aproximou. – Fiquei preocupado. Você estava olhando para a aliança...

Eu... Só estava pensando. – Decidiu apenas dizer. – Você chegou cedo.

Decidi ficar um pouco com os gêmeos. – Se colocou na frente da esposa. – Você tem certeza de que está bem, Laurel?

Tenho. – Passou uma das mãos nos cabelos. – Já que vai ficar com eles... Eu vou sair, preciso resolver uma coisa.

Tudo bem. – Ele queria que ela falasse com ele, mas sabia que pressioná-la não era uma boa ideia, por isso apenas observou ela pegar a chave do carro e sair pela porta.

Laurel entrou no carro. Colocou a cabeça no volante. Um nó se formou em sua garganta. O que estava prestes a fazer? Tommy era carinhoso, preocupado, ele sempre foi seu amigo, mas agora... Ela não sabia como dizer a ele, que queria o divórcio. Ele esteve tentando ajustar o casamento, mas ela? Ela não conseguia vê-lo como marido, não mais. E isso estava matando-a. Sufocando-a. Sua respiração começou a ficar descompassada, e apressada, saiu do carro. Decidida, caminhou para fora do condomínio. Precisava de ar. Precisava de um tempo sozinha. Laurel pensava em como sua vida havia mudado desde o casamento, quando chegou no parque em que seu pai a levava para brincar junto de sua irmã, Sarah. Ela sempre admirou a forma em que seus pais se amavam. Eles eram uma inspiração para ela. Sonhou que quando se casasse, ela teria um casamento como o dos pais. Doce ilusão. Não que fosse ruim. Tommy era um amor, mas... Não mais o amava, e isso fazia com que ela sentisse que sua vida estava incompleta. Tinha suportado aquilo pelos filhos, era tudo por seus doces filhos. As pessoinhas que ela mais amava no mundo, mas... Ficar naquele casamento, não estava fazendo bem a ela e provavelmente, nem para Tommy. Quando Laurel se virou para voltar para casa, ela se surpreende.

Laurel? – Ela o reconheceria em qualquer lugar.

Barry. – Ele sorriu. Ah, aquele sorriso. Ela se lembrava bem. Era impossível se esquecer daquele sorriso.

Não acredito, estou mesmo vendo Laurel Lance na minha frente? Ou seria Merlyn? – Ela achou melhor fingir não ouvir o outro sobrenome.

Você não estava morando em Central City? – Se aproximou com um sorriso.

Estava não, eu ainda estou. Estou aqui a trabalho. – Ela assentiu. – É bom te ver, Laurel. - A abraçou e ela correspondeu.

Digo o mesmo. Vai ficar quanto tempo?

Duas semanas. Cheguei hoje. – Novamente ela apenas assente. – Está ocupada?

Agora? – Ele assentiu. – Não. Eu ia para casa, mas... Por que?

Queria colocar a conversa em dia. – Ela sorriu. – Eu não tenho nada para fazer e gostaria de saber como anda sua vida.

Claro. Quer ir onde?

Pra falar a verdade, eu ia comer... – Olhou para o Belly Burger e ela acompanhou seu olhar. Laurel sorriu e voltou seu olhar para ele.

Adoro Belly Burger. – Ele sorriu.

**--** **--**

Como vai o casamento? – Ela olhou para a aliança. Ele sabia que ela tinha se casado, ela mesmo havia dito que se casaria com o pai dos filhos que ela esperava. Ele tinha ficado triste, na época, mas tinha compreendido. Quando ela não respondeu, ele decidiu mudar de assunto. – Teve gêmeos, certo?

Uma menina e um menino. Lyon e Nichole. – Ele assentiu. – Quer ver as fotos? – Ele se aproximou o corpo do dela, para poder ver as fotos. Ela passava uma por uma, vagarosamente.

Eles são muito parecidos com você.

Eles se parecem mais com o pai, pode ter certeza. – Fechou a tela do celular. – São as pessoas mais importantes na minha vida.

Entendo.

Mas e você? Está casado? Tem filhos? – Ela não tinha visto aliança, mas por algum motivo, sentia sua respiração pausar, esperando pela resposta.

Não. Nem um e nem outro. Eu estava namorando até seis meses atrás, mas... Eu e ela decidimos juntos, que o melhor mesmo era terminar. Eu não sentia o mesmo que ela sentia por mim e eu não queria magoar os sentimentos dela.

Fez certo. Ela seria infeliz... E você também. – Seus olhos se tornaram opacos. Barry percebeu e ficou preocupado, alguma coisa lhe dizia que ela não estava tão bem quanto dizia estar.

Laurel... – Ela o olhou. - Eu achei que estava estranha na praça, deixei passar, achei que tinha visto coisa, mas agora... – Ela abaixou o olhar. – Está acontecendo alguma coisa?

Não é nada, Barry.

Eu sei que não nos vemos á muito tempo. Uns seis anos, mas... Ainda vejo você como amiga. – Ela o olhou. – Não quer compartilhar o que guarda aí dentro? – Ela engoliu uma bola que vinha da garganta. Seus olhos lacrimejaram, mas ela não deixou uma lágrima descer.

Eu... – Apertou as mãos uma na outra em cima da mesa. – Eu não posso dizer isso pra ninguém, porque vão me chamar de egoísta.

Você nunca foi egoísta, Laurel. Nós terminamos ao descobrir que estava grávida do Thommas. Lembra-se? – Ah, como ela se lembrava. Ela sentiu-se culpada quando não conseguiu dizer ao “namorado” que estava se apaixonada por outro. Nunca tinha dito a Tommy que ela namorou Barry por dez meses durante o relacionamento deles. Um erro, ela sabia disso. Mas como ir contra os pais? Aquele casamento, dela e Tommy, foi obra dos pais. Ele era o “pretendente” perfeito para a filha deles. Os amava, mas sempre teve raiva por eles forçarem aquele casamento. Ela amou Tommy, mas depois que conheceu Barry... Ela não amou mais ninguém. Quando seus pais decidiram casá-la com Tommy, a cada saída, ela se apaixonava por ele. Ele era um cavalheiro. Um homem maravilhoso... Isso foi antes de ela conhecer Barry Allen. Ela estava disposta a terminar com Tommy quando descobriu estar grávida.

Eu me lembro também de trair meu noivo com você. – Barry assentiu. – Eu deveria ter dado um basta desde o começo, mas...

Você não queria decepcionar seus pais. Eu sei disso. – Pegou nas mãos dela. – Me diz o que está acontecendo.

Foi um erro.

O que?

Eu, me casar com Tommy, Barry. Eu estou passando por tudo isso... Porque eu não fui fiel a ele. Porque não fui verdadeira e disse tudo. Que amava outro. Que amava você. – Ela mordeu o lábio. Ele não tirava os olhos dela.

Eu deveria ter me afastado. Deveria ter... Feito alguma coisa.

Não. Eu que tinha. – Sussurrou. – Deixei minha vida virar de cabeça pra baixo. Não digo que me arrependo de ter tido os gêmeos... Eu os amo.

Eu sei. Seus olhos dizem isso. Você se arrepende de ter se casado com Tommy. – Ela assentiu, olhando para as mãos. – E eu de ter deixado você se casar com ele. - Surpresa, ela volta os olhos verdes para os olhos verdes dele. Tonalidades diferentes, mas diziam o mesmo. Ainda amo você.

Se arrepende? – Ele não precisou responder. – Eu seria egoísta em dizer que também me arrependo de ter me casado com Tommy? De querer o divórcio?

Não. Você merece ser feliz..., mas eu entendo porque pensa assim.

Eu viraria a vida dos meus filhos de cabeça para baixo. – Suspirou. – E é por isso que eu me sinto tão egoísta. Pensar no meu bem antes do bem dos meus filhos.

Laurel... Não é errado pensar assim. Você não é feliz nesse casamento. – Ouvir a afirmação não foi bom. Ela sentiu um aperto no peito.

Não. Eu não sou. Mas meus filhos são. – E ele compreendia o dilema dela. Um celular tocou e ambos olharam para o mesmo.

Tommy. – Disse olhando para Barry.

Pode atender. – Ela pegou o celular.

Alô.

Laurel, percebi que o carro continua na garagem.

É. Eu decidi andar um pouco.

Você tem certeza de que está bem?

Tenho. – Suspirou, fechando os olhos por breves minutos. – Já estou indo para casa.

Tudo bem. – Ela se despediu e desligou.

Eu tenho que ir. – O olhou.

Tudo bem. – Ela não se levantou. Apertou as mãos no tecido do vestido e então, criou forças para enfim, se levantar. Barry a viu caminhar para fora do Belly Burger, sem se despedirem. Bom, nenhum dos dois queriam se despedir. – Laurel. – Chamou quando estava na rua. Ela o olhou, seu coração batendo tão rápido, aquele mesmo sentimento voltando com tudo. Era como se ele sempre estivera ali, guardado. E quando ela percebeu, eles já estavam se beijando, ali, no meio da rua, onde qualquer um poderia reconhecer Laurel, mas nenhum dos dois se importavam naquele momento. Ele pegou em sua cintura, apertando, e foi como se isso a fizesse despertar.

Barry. – Se separou. – Não é certo. – Ele suspirou dessa vez. Ela tinha os olhos mais uma vez, lacrimejados. O olhou nos olhos.

Eu sei. – Ele fechou os olhos, respirou fundo e então beijou sua testa. Ela fechou os olhos, sentindo aquele toque precioso. Ele se afastou e ela se foi.

**--** **--**

Laurel estava deitada. Não conseguia tirar aquele beijo da cabeça. Deus, como tinha sido bom. Ela se lembrou... Se lembrou dos toques dele, se lembrou dos momentos deles. Eram poucos e bastante raros, mas mesmo assim, especiais. Ela sabia que não tinha sido fácil para ele deixa-la ir. Mais uma vez. Foi difícil para ambos. Uma vontade de chorar lhe apossou. Ela precisava dele. Sabia que isso magoaria pessoas, inclusive Tommy e seus filhos, mas ela não conseguia parar de pensar no beijo que deram naquela tarde. Fechou os olhos e tocou os lábios, se lembrando. Os abriu quando se lembrou dos filhos. Suspirou. Como era difícil. Seus filhos ou o homem que amava? Ela podia ter os dois? Olhou mais uma vez para a aliança, naquele dia. E então, depois de alguns minutos a olhando, pegou a corrente de ouro e colocou a aliança nela, deixando em cima da mesa de cabeceira. Fechou os olhos, lembrando-se da última lembrança boa que teve com Barry, antes de terminarem de vez.


Estavam deitados na cama de casal. Ela com a cabeça apoiada no peito dele. Eram um dos raros dias em que podiam ficar juntos. Laurel queria que esses momentos fossem para sempre. Ela fechou os olhos, aproveitando aquele momento, logo ela teria que voltar para seu “noivo”. Ela queria tanto ter coragem para desfazer aquele noivado. Barry a olhou, percebeu que ela estava pensativa, e já imaginava o que seria.

Pensando em como seria se não precisasse voltar para seu “noivo”? Ela suspirou, abriu os olhos e apoiando o queixo no peito dele, ela o olhou.

Eu queria poder... Desfazer tudo isso. Mas meus pais nunca vão me deixar fazer isso. Eles acham que isso... Isso é para o meu bem. Mordeu o lábio. E eu tenho medo de...

Se rebelar?Ele completou. Estamos juntos a quase dez meses, Laurel. E eles não fazem a menor ideia disso. Isso não é rebelar?

É. Eu sei que é, mas é diferente. Com as unhas, começou passa-las no peito dele. Eu não estou encarando isso. Estou traindo meu noivo, traindo a confiança dos meus pais... E estou traindo a mim mesma, porque eu nunca pensei que um dia, eu estaria traindo alguém. - Ele passou uma das mãos nos cabelos dela. E ele é uma boa pessoa, Barry. Não merece isso.

Quer terminar? Ele sentia o peito doer só de pensar nisso, mas entenderia, se fosse o que ela queria.

Não. Fechou os olhos. Eu não posso ficar longe de você. Ele sorriu. Eu só... Vou tomar coragem para dizer tudo aos meus pais.

Vai? Ela sorriu, beijando levemente os lábios dele.

Vou. Está na hora de eu... Respirou fundo. De eu fazer o certo. Não quero magoar o Tommy mais do que já estou magoando, trai-lo mais do que já fiz...

Eu sei. Eu também não me sinto bem fazendo isso, mas... Ela compreendia. Ah, como compreendia. Eles tentaram se afastar, tentaram até não irem á lugares em que sabiam que o outro estaria. Mas foi impossível.

Eu te amo demais. Ele beijou a testa dela, fazendo-a fechar os olhos. Não quero ficar com você e com o Tommy ao mesmo tempo. Eu quero ser só sua.

Eu quero que seja só minha. Ela o beijou, pedindo passagem com a língua e foi prontamente atendida. Eu te amo. Voltou a tomar os lábios, trocando as posições rapidamente, se colocando por cima dela. Laurel arfou ao sentir ele morder o colo, descendo vagarosamente, enquanto uma das mãos apertava um dos seios. Ele gemeu quando ela abriu mais as pernas. Segurou ambas as pernas dela, apertando as coxas grossas e ao mesmo tempo que tomava os lábios dela, ele a adentrava por inteiro.


Laurel abriu os olhos ofegante. Engoliu em seco. Percebeu que estava incomodada no meio das pernas. Respirou fundo, tinha que se acalmar. Colocou a mão no peito e o outro braço, posicionou em cima da testa, tentando se acalmar. Tentando fazer com que “aquilo” passasse. Laurel jogou as cobertas para o lado e praticamente correu para o banheiro, precisava tomar um banho frio. Vestiu outra camisola depois de se acalmar debaixo do chuveiro e voltou para a cama. Decidiu que deveria ir dormir. Mais leve, Laurel conseguiu dormir sem um peso no coração naquela noite.

**--**

Você vai buscar as crianças na escola hoje? – Tommy pergunta.

Vou. Eu só... Tenho uma reunião ás 10h, mas termino antes das 12h. – Ele assentiu.

Laurel. – Ela o olhou. – Eu sei que tem alguma coisa errada com você. - Ela se virou para a pia. – E sei que não quer falar sobre, mas... Mesmo que as coisas entre nós não esteja... Como antes... Você pode contar comigo.

Eu estou bem. – Ele se levantou e caminhou até ela.

Eu sei que não. – Ela não se virou, por isso ele a fez olha-lo. – Eu posso imaginar o quê. - Ela se assustou.

Do que está falando?

Cadê sua aliança? – Ela olhou para o dedo onde deveria estar o anel. Suspirando, ela retirou a correntinha de dentro da blusa e mostrou a dita cuja. – Entendi.

Eu só... Podemos falar sobre isso outra hora?

E vai ter? – Ela desviou os olhos. – Vai ter outra hora? Estou tentando fazer você falar. Estou tentando conversar com você á dias. Mas você sempre foge de mim.

Me desculpa. – O olhou nos olhos. – Eu tenho que ir. – Saiu do cômodo e Tommy suspirou.

**--** **--**

Laurel entrou em sua sala. Jogou o casaco em cima do sofá e foi para sua mesa. Sentou-se, ela não parava de pensar na conversa que teve com o marido a algumas horas. Ela não sabe como conseguiu suportar aquela reunião. Tudo que pensava era em: Eu deveria ter dito. Era isso que ela pensava. Ela deveria ter tido coragem e dito: Quero o divórcio. Mas ela era uma covarde. E ao mesmo tempo, egoísta. Suspirou. Olhou no relógio em formato de baú que estava em cima da mesa. Era hora de buscar os filhos.

Enquanto dirigia até lá. Ela novamente teve uma lembrança entrando em sua mente sem permissão. Essa... Essa ela odiava. Foi o pior dia para ela. Lembrava-se de como chorou.


Laurel chorava tanto que não conseguia falar. Barry estava esperando que ela se acalmasse. Quando ela chegou ao seu apartamento, ficou feliz, mas por outro lado, estava preocupado. Era raro ver sua namorada chorando. Ele apenas a levou para a sala, sentou-se ao lado dela e esperou. Ela estava com a cabeça deitada nas pernas dele. Soluçando. Ele tinha visto ela chorar á alguns dias. De como tinha sido burra ao ter aceitado o convite de Tommy para ir jantar. Ela bebeu mais vinho do que percebeu. Ambos estavam bêbados quando decidiram ir para a casa do Merlyn. E ela se arrependeu no dia seguinte. Se controlou para não enlouquecer quando acordou ao lado do “noivo”, nua. Ela contou ao Barry. Contou tudo que se lembrava. Tinha sido uma única vez.

Você está mais calma? Passou uma das mãos no rosto dela quando ela se sentou.

Não. As lágrimas continuavam a descer.

Laurel, o que aconteceu?

Eu sabia que tinha sido um erro. Mas agora... Agora eu não posso dar para trás.

Do que está falando, querida? Arqueou as sobrancelhas, confuso.

Barry, eu estou grávida.

O que? Ela colocou ambas as mãos no rosto, desesperada.

E é do Tommy. Ele se levantou. Desculpa.

Você tem certeza que é dele? - Ela assentiu.

De acordo com o que a médica disse... Sim, eu tenho. Ele bagunçou os cabelos. Era para eu falar com meus pais esse final de semana... Eu estraguei tudo. Ele a olhou.

Já contou a ele?

Não. Eu precisava falar com você antes. Limpou as lágrimas que desciam pelo seu rosto. Você sabe que isso... Isso muda tudo, não é?

Sei. Suspirou. Eu sei. Ela mordeu o lábio, impedindo-se de voltar a chorar. Agora você vai se casar com Tommy.

Essa criança não tem culpa de nada, eu não posso...

Eu entendo, Laurel. A interrompeu. É o certo a se fazer. Desviou os olhos.

É mesmo? Ele voltou os olhos para ela. Vamos sacrificar “nós”. Nosso namoro.

Mas você não vai escolher ficar comigo. Ela abaixou os olhos. É difícil para você. Você não quer..., mas você não vai conseguir dizer sobre “nós” para seus pais. Você vai se casar com Tommy. Repetiu.

Eu “preciso” me casar com Tommy. Ele assentiu. Pelo bebê.

E eu entendo. Ela deu dois passos para frente, chegando até ele.

Eu te amo, Barry. E acho que nunca vou deixar de amar.

Eu também amo você. Mas agora... Agora você vai precisar voltar a amar o Tommy. Aquilo doeu tanto nele quanto nela.

Isso não vai acontecer.

Talvez não. Os olhos dela voltaram a lacrimejar.

Queria que não tivesse que ser assim.

Eu também. Mas é o certo, Laurel.

Eu sei. Ele pegou no rosto dela com ambas as mãos. Eu não consigo dizer.

Tudo bem. Beijou a testa dela. Eu digo. Ela engoliu uma bola que vinha subindo pela garganta. Laurel... Está tudo terminado entre nós. Ela chorou e ele, bom, ele tinha os olhos lacrimejados e vermelhos, mas as lágrimas, ele não deixou que descesse. Ela beijou os lábios dele pela última vez, Barry não conseguiu não corresponder. Sentiria falta de tudo nela, principalmente os lábios. Ele se afastou devagar, dando passos para trás. Laurel pegou a bolsa e deixou o apartamento, em desespero. Sentiria muitas saudades dele e por isso e por ama-lo tanto... Ela sentia aquela dor dilacerante.


Laurel parou em frente ao colégio, balançou a cabeça, não era hora de se lembrar daquela despedida. Ela respirou fundo, tentando não chorar, ao se lembrar do rompimento, desceu do carro e o fechou. Ela caminhou até a porta e percebeu que ainda faltavam 10min para eles saírem. Do trabalho até ali, ela voltava a se lembrar de Barry. Ela queria vê-lo mais uma vez. Era errado? Provavelmente. Mas ela precisava. E como se o destino estivesse do lado deles, ela o vê com uma criança, saindo de dentro da escola. Ela não entendia, o que ele fazia ali? Ela reconheceu a pequena menininha ao seu lado. Como se ele tivesse sentido ela ali, assim que tirou os olhos da pequena, os olhos dele encontraram os dela.

Oi, tia Laurel. – A criança lhe sorriu.

Oi, Olivia. – Sorriu e voltou seus olhos para Barry. – Você está de babá hoje?

Felicity pediu para que eu pegasse a Liv e a deixasse com ela. Ela e Oliver estão ocupados. – Ela assentiu. – E como você está?

Bem. – Ele arqueou as sobrancelhas. – Eu não... - E ele compreendeu. Ela não podia falar ali, naquele momento.

Entendi. Bom, eu tenho que levar essa pequena para a mãe. – Ela assentiu.

Tudo bem. – Ele beijou seu rosto e se virou. Olivia lhe deu um tchauzinho. Laurel mordeu o lábio, ela precisava falar com ele. Precisava desabafar. – Barry. – Ele a olhou. – Pode me encontrar em uma hora?

Onde?

**--** **--**

Eles se beijavam. Laurel puxava os cabelos dele, enquanto ele a prensava na parede do quarto. Eles estavam na casa dele. Ela queria conversar e sabia que não teriam privacidade em outro lugar, um erro. A partir do momento em que entraram, os lábios deles se encontraram. Barry tirou a blusa dela com rapidez. Ela arfou ao sentir os beijos no pescoço, descendo pelo colo. Ele voltou a tomar os lábios dela. Ela o empurrou até o sofá, fazendo-o se sentar, sentando logo em seguida, por cima, sem parar o beijo. Barry apertou as coxas grossas que estavam tampadas pela calça, mas isso não o impedia de tocar, apertar e puxa-las para mais perto de seu corpo.

Não íamos... Conversar? – Ele consegue dizer. E ela voltou a realidade. Suspirando, Laurel se sentou ao lado dele. – Sobre o quer conversar? – Ela sabia que para ele deve estar sendo bem difícil se segurar.

Tommy disse que sabe que tem algo errado. – Soltou de uma vez. – Ele sabe. Mas eu fugi.

Talvez ele não saiba, realmente.

Não acho. – O olhou. – Eu não sei o que eu faço, Barry.

Queria poder lhe dizer o que fazer, mas... Eu diria para você pedir o divórcio. E eu sei que isso não seria justo.

Eu sou uma covarde. – Ele suspirou.

Laurel... Você tem o poder de decidir o que quer. – Se levantou. – Você quer continuar casada? Quer pedir o divórcio? Decida. Faça o que seu coração mandar. – Ela segurou no sofá com ambas as mãos.

E se eu não souber o que meu coração quer?

Isso eu sei que você sabe. Seu coração sabe o que quer. Você não estaria aqui comigo se não soubesse. Não teríamos nos beijado e quase passado dos beijos... Se você não soubesse. – Ela assentiu. – Você só não tem coragem de fazer o que seu coração manda.

É. Eu não consigo decidir. – Ela passou ambas as mãos nos cabelos. – Eu sempre penso em como será, quando eu fizer o que meu coração manda, entende? – Ele assentiu. Ele realmente entendia. – Como será a vida dos meus filhos?!

A vida é feita de escolhas.

Eu sei. – Sorriu fraco. – Eu sei exatamente do que preciso, mas... – Ficaram em silêncio por alguns minutos. Laurel respirou fundo e se levantou. – Eu sou uma covarde. – Repetiu. Barry se aproximou, com o dedo polegar e o dedo ao lado, ele pega no queixo dela, fazendo com que ela o olhasse.

Laurel. – Os olhos verdes, os de ambos, se encontraram. – Eu te amo. – Ela mordeu o lábio. Seu coração deu pulos rápidos, seu estômago parecia ter borboletas, parecia uma adolescente, que ouvia, pela primeira vez, o eu te amo. Ela sorriu e sem pensar mais nada, o beijou. Barry correspondeu na mesma hora, trazendo o corpo dela para mais perto. Apertando sua cintura. Laurel o amava. Sempre o amou.

Eu sei o que tenho que fazer. – Sussurrou. Ele sorriu.

**--** **--**

Podemos conversar?

Claro. – Ele a olhou. Ela suspirou e entrou no quarto que ele dormia desde o começo do ano.

Eu sei que estive fugindo..., mas eu preciso fazer isso. – Ele olhou nos olhos verdes. – Eu tenho me lembrado de coisas do passado, coisas que eu não deveria ter escondido. De você. – Ele arqueou as sobrancelhas. – Quando meus pais decidiram que eu me casaria, eu odiei. Eu pedi, chorei, implorei..., mesmo assim, não mudaram de ideia.

Eu me lembro disso.

Mas eu me apaixonei por você. Eu amei você, de verdade, Tommy. – Mordeu o lábio. – Bom, até dez meses antes de eu descobrir estar grávida.

O que está querendo dizer?

Eu estive com uma pessoa. – Ele se levantou da cama surpreso. – Fui errada, eu sei disso e você pode me odiar.

Dez meses? – Ela assentiu. – Você mentiu e me traiu por dez meses, Laurel?

Eu... Dormimos juntos uma vez. Uma. – O olhou. – E isso resultou nos gêmeos.

Eles são meus?

São. Claro que são. Eu não mentiria sobre isso para você. - Ele se virou, bagunçando os cabelos. – Eu sei que eu fui uma... Vadia. – Era difícil chamar a si mesma de vadia. Mas era isso que ela tinha sido. – Mas eu o amava. E fui uma covarde em não ir contra os meus pais. Eu ia terminar tudo, juro, mas então... Eu descobri estar grávida. E decidi terminar tudo com o Barry. – Sem perceber, ela tinha dito o nome.

Barry. Barry Allen? – Deu uma risada anasalada. – Claro. O melhor amigo. Deveria ter sabido.

Sei que vai me odiar e não te culpo por isso.

Por que está me dizendo isso agora, Laurel?

Porque, Tommy, eu quero o divórcio. – Ele não estava surpreso. Não. Por meses, ele estava esperando que a “esposa” dissesse aquela frase. Sabia que ela não estava feliz, bom, nem ele mesmo estava.

Bom, se era só isso... – Ela o olhou. – Vou te dar o divórcio. – Caminhou para a porta, decepcionado. Ele também já amou alguém, mas trair? Ele nunca o fez. Não era certo nem com quem amava, muito menos com Laurel. Bom, ela não pensou igual.

Tommy? – Ele a olhou de soslaio. – E os gêmeos?

Apesar de eu estar muito magoado com o que fez, Laurel, eu nunca seria capaz de tirar eles de você. Por isso... Vamos revezar os dias. Conversamos sobre isso depois. Vou ligar para o meu advogado. – Saiu do quarto e Laurel ficou ali, acreditando ter perdido a amizade de Thommas Merlyn.

**--**

Você é maluco. – Ela riu. – Sabe, eu ainda não me divorciei. Não deveria me beijar aqui. No Belly Burger.

Está para sair. – Ele sorriu. – Mas eu vou parar. – Ela sorriu. Desde que disse tudo ao “marido”, que contou tudo a ele, ela estava mais leve. Sentia-se feliz, como não se sentia a algum tempo. Além de tudo... Sentia-se quase livre.

Podemos esperar até que eu o assine. – Eles tinham concordado. Não se beijariam ou fariam qualquer outra coisa antes do divórcio sair. Eles já tinham feito isso antes? Sim. Mas não é por isso que deveriam repetir a história. Repetir o erro.

Então, você quer ir onde, agora?

Hum... Preciso voltar para casa antes das 19h, então, podemos passar na sorveteria antes de eu ir? – Ele sorriu.

Onde quiser. – Se levantou. – Eu vou pagar e já volto.

Barry voltou, Laurel o esperava do lado de fora. Eles caminhavam lado a lado, conversavam sobre ela e Tommy ter contado aos filhos sobre a separação. Foi difícil, eles eram pequenos e tiveram que explicar várias vezes, para que compreendessem o que aquilo queria dizer. Seu garotinho, Lyon, foi o que mais se chateou. O que mais a surpreendeu, foi que naquela mesma noite, depois de contar ao filho, algumas horas depois, ele foi ao seu quarto e perguntou: Mamãe, isso vai mesmo te deixar feliz? Ela ficou olhando-o por algum tempo, e respondeu que ela e Tommy não mais se amavam. Eram apenas amigos. E ele respondeu: Então tudo bem, mamãe. Quero você e o papai felizes.

Ele é bastante esperto.

Não é? Eu me surpreendi ao ouvir aquilo do meu bebê. Ele tem seis anos. – Sorriu. – Mas, eu fiquei mais aliviada. Ele não me odiou, entende?

Claro que não. Ninguém conseguiria odiar Laurel Lance.

Tommy consegue. – Suspirou. - Ele está me evitando. E eu mereço isso.

É só por um tempo, Laurel. Eu sei que ele apenas está... Decepcionado. – Ela assentiu, pedindo que fosse assim. – Pensei que ele viria atrás de mim para me socar. – Ela riu. – Mas estou a salvo, pelo menos por enquanto.

Não seja bobo. – Pegou em sua mão, por minutos, que pareceram, para eles, eterno. – Tommy não faria isso. E nem fará. Ele não é desse feitio, não mais, pelo menos.

Estou feliz por isso. – Ela riu mais uma vez. – Eu gosto da sua risada.

É. Algo que eu não fazia mais, apenas com meus filhos.

Não sabe o quanto estou com vontade de te beijar agora. – Sussurrou.

Não mais que eu. – Respondeu no mesmo tom.

**--**

Quando Laurel recebeu a ligação de que estavam esperando por ela em uma hora, no fórum, ela não acreditou. Ela realmente não pensou que fosse ser tão rápido. Tommy não contou sobre sua traição a ninguém, por isso o divórcio demoraria a sair. Não era algo urgente. Já fazia quase duas semanas que tinham decidido se separar e ela achou que demoraria pelo menos mais uma semana para ter sua liberdade. Para seguir em frente. Seguir em frente, pensar nessa frase, a fez sorrir. Ela não precisaria mais esperar para sair com Barry de mãos dadas, não precisaria se conter para não o beijar. Ou para fazer mais do que só beijá-lo.

Vocês têm certeza disso? – Eles se olharam. Foram muitos anos juntos.

Tenho. – Dizem ao mesmo tempo.

Então, assinem aqui... E rubriquem aqui. – Mostrou no papel e ambos fizeram como instruído. Laurel largou a caneta em cima do papel. – Então, a partir de agora, vocês estão divorciados. – Olham de um para o outro. – Com licença.

Você está mais leve. – Tommy vinha percebendo isso desde que ela pediu o divórcio.

Estou. – Cruzou as pernas. – Eu te amei de verdade, Tommy. Mas...

Mas não como você amou o outro. - Ela assentiu.

Eu sinto muito. Mesmo.

Eu sei. – Suspirou. Tinha percebido. Os olhos dela sempre foram... Cristalinos. Ele sempre sabia quando ela mentia. – Eu sei. Mas eu ainda preciso...

Eu sei. – O interrompeu. – Você tem o tempo que precisar... Para descobrir se um dia vai me perdoar. – Ela se levantou. – Os gêmeos ficam com você essa semana.

Eu não te odeio, Laurel. – Ela o olhou, surpresa por ouvi-lo dizer. – Eu só estou decepcionado.

Eu compreendo. – Ela saiu, deixando-o sozinho.

**--** **--**

Laurel o beijou assim que ele abriu a porta. Barry não entendia, tinham feito um acordo. Mas era impossível resistir aqueles lábios. Puxou sua cintura, empurrando com força, com uma das mãos, a porta. A prensou nela, passado as mãos por debaixo do cropped. Laurel se afastou apenas para retirar a camisa dele e voltou a tomar aqueles lábios que ela tanto ansiou por uma semana. Quase duas. Barry passou os braços por debaixo das pernas grossas, fazendo com que elas abraçassem sua cintura. Laurel puxou os cabelos dele com força quando ele mordeu seus lábios. Barry caminhou com ela para o sofá, ainda a beijando. Deitou-se com ela por baixo, conseguindo com a ajuda dela, tirar a saia curta. As mãos dela foram parar no cós da calça dele.

Não tínhamos... – Respirando ofegante, ele se interrompeu. – Que esperar?

Não precisamos. Não mais. – Sorriu, ainda ofegante. – Eu assinei os papeis hoje. Estou livre. – Ele sorriu, voltando a beija-la logo em seguida. Era hora de seguir em frente. Tudo o que passou e fez nos últimos anos, os erros, principalmente, serão esquecidos. Era hora de seguir em frente. E ela tinha certeza de uma coisa. Sorriu.

Barry. – Ele a olhou nos olhos. – Eu te amo.

Eu também te amo, Laurel. 

28 de Abril de 2018 a las 22:24 8 Reporte Insertar 4
Fin

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MiRz Rz MiRz Rz
Olá, eu sou a MRz do Sistema de Verificação do Inkspired. O sistema de verificação atua não só para ver a qualidade da história, como também para observar se a história está de acordo com as normas do site. Sua história está “em revisão”, porque o texto tem alguns erros de acentuação e sinalização, por exemplo, sempre que formos colocar um diálogo na história, a frase deve começar com um travessão, caso contrário se confunde um pouco com a narração. São errinhos bem pequenos que acredito que uma revisão já ajuda. Depois de corrigidos, é só responder esse comentário para que eu faça uma nova verificação. No mais, adorei a história e como você a escreveu. Foi extremamente original, parabéns! :)
11 de Marzo de 2019 a las 17:15
Lady Salieri Lady Salieri
Nossa, acho que o prêmio de maior crackship deveria ser realmente seu, porque, dentro do mesmo universo, você conseguiu realmente unir um casal muito diferente. Como a Camy disse no comentário dela, você se dedicou bastante, e foi um bom recurso utilizar o universo alternativo para deixar as personagens mais maleáveis. E o engraçado da sua história é que realmente fiquei com saudades do Tommy hahaha. Parabéns pela escolha do casal, jamais na minha vida eu teria pensado nisso haha <3
9 de Mayo de 2018 a las 22:18

  • Gabriela Garcês Gabriela Garcês
    Fico feliz por ter gostado. Infelizmente eu não entrei nos dez mais, do Crackship, mas valeu a pena participar. Eu pensei neles no momento em que soube do "concurso". BarLance é um casal totalmente inusitado kkk Obrigada por comentar <3 11 de Mayo de 2018 a las 15:07
Inkspired Brasil Inkspired Brasil
Olá! Como amante de The Flash, eu fiquei muito feliz ao ver o casal que você escolheu. Admito que nunca pensei no Barry e na Laurel tendo um relacionamento, então foi uma escolha maravilhosa para o desafio do crack. O bacana de fazer UA neste universo é que ele trabalha com universos paralelos, então é muito possível que, em alguma das Terras, o Barry e a Laurel tenham um relacionamento (por que não?). Eu só achei as personalidades deles um pouco diferentes do canon. Eu não vejo a Laurel se submetendo aos desejos dos pais dela, por exemplo (até porque ninguém queria que ela fosse a Canário Negro e olha no que deu). Mesmo assim, a ideia da fanfic é muito legal! Eu gostei que você se dedicou um monte, porque a fanfic está enorme! Isso é muito bom, porque você conseguiu explicar a transição da Laurel como mulher casada até ela chegar ao fundo do poço e depois se reerguer com o Barry. De novo, eu não a veria segurando a vontade de abraçar e beijar até o divórcio; ela já não sentia amor pelo Tommy há muito tempo. Ah, sim, isso é outra coisa que eu adorei: você não fez do Tommy um personagem escroto. Ele ainda é o bolinho lindo que a gente ama, só que o relacionamento dele com Laurel não funcionou. Dica de escrita: não escreva "flashback" antes de colocar o flashback. Insira-o de maneira sutil ao texto, nem que seja utilizando o itálico, porém o "flashback" corta a cena e não é um artifício muito bacana. Também seria interessante dar uma relida no texto, porque há diversos erros de gramática na história. De forma geral é coisa pequena que você mesma pode responder, como problemas no plural ou erros de digitação. Mas obrigada mesmo por participar do desafio! Nós queríamos incentivar as pessoas a saírem de suas zonas de conforto nos ships e acreditamos que conseguimos isso. Teve cada fanfic com casal surpreendente neste desafio! Eu realmente não esperava pelo Barry e pela Laurel. Mas parabéns pelo texto, ele ficou enorme! Espero que semrpe melhore <3 Um beijo no seu core <3
8 de Mayo de 2018 a las 21:54

  • Camy <3 Camy <3
    Desculpa! Este comentário é meu, eu estava logada no Inkspired da embaixada e acabei comentando. Perdão por estar tao distraída. 8 de Mayo de 2018 a las 22:05
  • Gabriela Garcês Gabriela Garcês
    Obrigada. Eu realmente pensei nos dois no momento em que soube do "concurso". Eu pensei em colocar a Laurel diferente da "Laurel" de Arrow. Lá ela faz o que quer, não importa o que os outros pensem, aqui, ela submete ás escolhas dos pais. Eu nem tinha percebido os erros gramaticais, mas obrigada por ter me avisa e pelas dicas também. Obrigada pela oportunidade. Espero participar de mais "concursos" como este. <3 11 de Mayo de 2018 a las 15:12
Dara Luny Dara Luny
Que casal mais inusitado, gostei da história, nunca imaginaria o Barry e a Laurel juntos, mas sua fanfic ficou muito legal, mostrando o drama e o amor desses dois. Que voltaram a se reencontrar depois de um tempo separados. Bjs!
29 de Abril de 2018 a las 11:57

  • Gabriela Garcês Gabriela Garcês
    Muito inusitado. Mas quando vi que teria o "concurso", esse foi o primeiro casal que eu imaginei. Já tinha visto um vídeo deles no Youtube, mas infelizmente excluíram. Depois disso eu passei a gostar. kkkkk É um casal diferente. Eu fico muito feliz por saber que gostou da minha história. BJO 29 de Abril de 2018 a las 12:33
~