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takkano Takkano

Algumas pessoas fazem-me sentir tão bem, que, eu acho que deveria existir mais delas... mais delas e mais de mim; e porque não um pouco dos dois?


Fanfiction Juegos Sólo para mayores de 21 (adultos).

#sobrenatural #drama #incesto #violência #família #mpreg #demônios #Devil-May-Cry
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Longe demais.

Dante não soube dizer quando começou, porque começou ou mesmo como começou. Mas agora já era tarde. Já não tinha mais o controle sobre os seus sentimentos que o corroíam e o dilacerava a cada dia. O desejo e a necessidade de estar junto era insano, doentio e errado. Mas não importa, pois ele o queria. O desejava mais a cada dia. E temia não poder suportar.

São mais ou menos seis horas da manhã. Agora, Dante já não conseguia mais dormir, pois a cama ao lado se encontrava vazia. Ouviu o barulho do chuveiro, e o cheiro de xampu invadiu o quarto sem cerimônia. Suas mãos começavam a suar frio, seu coração perdeu o controle de seus batimentos e seus pés, se movem sozinhos até a porta entreaberta do banheiro.

Um homem alto, pele clara, cabelos lisos e platinados e de fisionomia descontraída enxaguava os cabelos sob a água quente. Por um momento, Dante passa a observar seu corpo, que, por sinal é idêntico ao dele; com a musculatura um pouco menos definida, e a pele ligeiramente mais pálida. Dante se perdeu, admirando-o, pois apesar de serem idênticos sempre ficou desejando ter um pedaço a mais dele; só para ele. É como se necessitasse de mais dele meso. Sempre mais.

Só percebe que ainda o observa, quando de repente se depara com um par de belos olhos azuis gelo o olhando intensamente.

— O que quer, irmãozinho? – o homem sob o chuveiro pergunta, com uma voz divertida e com um sorriso brincando em seus lábios finos e rosados.

Ele o observa por algum tempo. Tempo demais. Dante se sente nu diante dele apesar de não ser ele a estar despido naquele momento.. Seu coração passa a bater mais forte ainda. Seu corpo todo se arrepia e se aquece. Uma sensação estranha começa a tomar conta de si. Seus olhos totalmente constrangidos encontram os dele.

— Ah, entendi! – ele sorri meio de canto extremamente corado – Não se preocupe. Vá em frente, pode se aliviar.

“Vai em frente, pode se aliviar”? A frase o deixa estático. Dante baixa seus olhos, encontrando um imenso volume em sua boxer. Deslisa seus longos dedos sobre a visível ereção sentindo um tremor agradável em resposta. Encosta o corpo na parede fria do banheiro enquanto coloca sua intimidade para fora da única peça que usa. Deslisa o indicador pela glande sentindo o líquido viscoso e transparente escorrer dela. Começa a esfregá-la continuamente. Um som meio reprimido escapa de seus lábios.

— Também fiquei com vontade – a voz ao lado sai extremamente pastosa de desejo.

Ao abrir os olhos, se depara com o homem a sua frente; muito excitado.

Logo, ambos começam a se masturbar. Dante envolve todo o seu órgão com uma das mãos, fazendo movimentos de vai e vem. Mas, seu querido irmãozão é mais ousado. Ele acaricia seu pênis por um tempo, depois senta-se na bancada de mármore próxima ao box. Ele abre as pernas e começa a procurar por algo. Finalmente um de seus dedos encontra o local específico introduzindo-se ali. Um som gutural sai de sua garganta enquanto o dedo começa a se movimentar. Não demora muito até outro dígito juntar-se à brincadeira alargando-o deliciosamente.

Depois de algum tempo ele retira os dedos revelando o quanto está preparado. Ele busca os olhos de Dante enquanto acaricia o orifício totalmente alargado. Aquele olhar parece um convite.

Dante se aproximo timidamente. Segura em suas coxas afastando-as. Seus dedos vão em direção a sua entrada penetrando-o. Ele olha assustado como se não esperasse por algo tão invasivo assim. Porém ele permite que o irmão mais novo continue com as investidas.

Agora, no entanto, ele já não me olha mais nos olhos. Parece muito incomodado com a situação. Situação à qual ele mesmo provocou.

Seu pescoço encontra-se totalmente exposto ao alcance dos lábios de Dante. O mais novo se arrisca e deposito um beijo suave naquela região tão sensível. Ele se encolhe e solta um gemido lânguido de prazer. Dante já não suporta a fuga de seus olhos e o chama:

— Vergil! Vergil! Olhe para mim my brother.

Ele apenas gira um pouco o corpo incomodado sobre a bancada. Então ele passa a mover os quadris em direção aos seus dedos, fazendo assim com que Dante o penetre de forma mais violenta.

— Assim eu não te alcanço my prince. – essas palavras parecem despertá-lo de seus devaneios, pois ele olha por um momento; para a posição em que se encontram.

Dante retira seus dedos de sua entrada, a acariciando por alguns minutos. Seu olhar mira um ponto qualquer do banheiro. Ele está vermelho e muito constrangido. Aquele olhar parece particularmente Lindo, para Dante. Devagar ele se retira de cima de Dante, e o olha confuso. Dante caminho em direção oposta à bancada e se senta no sanitário.

Vergil o olha intrigado.

— Venha my brother – Dante o chama carinhosamente.

O mais novo recebe um olhar tímido e receoso, até mesmo um pouco irritado. Vergil caminha cautelosamente em sua direção parando bem em frente a Dante. Dante abocanha seu membro com muita vontade, sugando-o intensamente. Vergil espalma uma das mãos na parede para se apoiar. Dante sinte seu membro se contrair cada vez mais e seu pré-gozo salga sua língua. Aquilo só o deixa mais louco desejo.

— Deixe-me violá-lo my brother, nem que seja por um breve momento.

Nesse instante Vergil parece travar uma difícil batalha interna consigo. Ele olhava para baixo como se procurasse uma resposta para o que fazer.

Dante segura em suas coxas e desliza as mãos sobre elas de baixo para cima. Sem que Vergil esperasse, o mais novo o puxa para baixo, fazendo ele se sentar em seu colo. Dante ri da sua expressão de pânico; “como pode um homem tão frio e cruel ficar vermelho e assustado assim só por causa de sexo?” Dante pensa, enquanto acaricia as costas de Vergil. Ele ameaça se levantar mas Dante o detem, segurando-o pelos quadris.

— Não se preocupe Verg, eu serei muito gentil com você – e logo passa a beijá-lo em todos os lugares em que seus lábios podem alcançar.

Quase nenhuma palavra é trocada durante esse momento tão íntimo. Na verdade não há a necessidade de palavra alguma. Dante falo pouco, Vergil apenas responde com o olhar, e, quando seus olhos desviam do irmão mais novo, apenas seus corpos se comunicam.

Aos poucos, Dante percebe que Vergil começa a se render a ele. Vergil o abraça, envolvendo seu pescoço com seus braços, depositando todo o seu peso sobre o corpo do irmão. Um peso bem-vindo. Suas ereções se tocam e ele começa a respirar sensualmente contra a orelha de Dante. “Ah, mas agora ele pediu”… Dante agarra seus quadris e começa a penetrá-lo. Devagar. Torturante. Vergil serra os olhos impedindo assim que Dante decifre o que ele está sentindo com a invasão.

— Tão apetado! – Dante sussurra, mais para ele mesmo do que para Vergil, porém, o mais velho, se movimenta de uma maneira muito sensual em seu colo. Dante passa a se mover com mais intensidade, enterrando-se em sua carne. Tudo fica mais quente, mais quente e Dante começa a perder a razão.
O mais novo o segura pelos cabelos desalinhados, que agora cobrem parte do seu rosto, e o puxo para si.

— Eu te amo tanto Verg, de verdade – então Dante o beija. O melhor beijo da sua vida.

Finalmente uma onda de prazer invade todo o seu corpo, fazendo com que a mente de Dante se distancie dele. Correntes elétricas fazem seu corpo se contrair, atirando fortes jatos de sêmen dentro do seu doce irmão. Dante ouve com muita satisfação, o irmão gemer longamente de prazer. Logo seu abdômen é coberto por uma grossa camada de um líquido branco e viscoso. O mais novo fecha os olhos, esperando a respiração voltar ao normal. Só os abre novamente, ao sentir Vergil deixar seu corpo.

Sente frio, e tudo fica gelado. Dante se pergunta de onde vem tanto frio assim até agora, ele fervia de calor. Olha para o homem a sua frente e descobriu de onde vem todo aquele frio.

É o olhar gelado de Vergil dizendo que agora, eles foram longe demais.

21 de Abril de 2018 a las 13:15 0 Reporte Insertar 0
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