I Will Always Watching You Seguir historia

abakath 【cσмρℓiкατнy 你×♥】

Eu olhava os perfeitos vitrais da grande igreja, sentia o suor escorrer por minha testa por conta do calor que o terno me proporcionava, mas valia a pena. Eu estava á ver meu melhor amigo casar, o amigo que justo eu, fui beijar os lábios. Minha mente doía, meu crânio parecia ter pequenas explosões nucleares. Eu estava cansado, meu coração estava machucado. Mas não sangrava, eu já estava seco.


Fanfiction Sólo para mayores de 18.

#yoonseok #SAD-STORY #hanahaki #jikook #lgbt #bts
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I- Prólogo. Meu amor pela cor lilás.

Eu. 

Capítulo I

 Fire meet gasoline.

Queime meu corpo e minha alma como gasolina, taque seu fogo em mim, queime minha alma com as chamas da mentira, estou virando pó, apenas por essa noite. -Autora.

 Eu sou apenas um menino, apenas um homem, apenas um homem magoado.

Eu sou apenas um homem magoado com a sociedade e suas regras imbecis, sou apenas um homem magoado, um homem magoado em uma igreja, um homem em uma igreja que não liga para Deus.

Um homem que não liga para Deus, mas sente o peso de seus olhos a o observar.

Apenas um homem que se sente observado pelo divino, que trabalha na semana mas no dia santo gasta seu dinheiros com putas.

Já se passaram os meus dias doces, agora reservados com vazios. Sou apenas um homem vazio, que não liga, não sente, não quer.

Olho para meu passado, ignorando tudo que as pessoas já me contaram. Eu não ligo. Não ligo porquê sou um homem vazio de preto, vendo todos me olharem em um altar. Sou apenas um homem em um altar que não irá casar, porque meu amor está sendo roubado de mim. Não estou casando, estou sendo o padrinho de um, infelizmente (não se depender de mim), abençoado casamento. Eu olhava os perfeitos vitrais da grande igreja, sentia o suor escorrer por minta testa por conta do calor que o terno me proporcionava, mas valia a pena. Eu estava á ver meu melhor amigo casar, o amigo que justo eu, fui beijar os lábios. Minha mente doía, meu crânio parecia ter pequenas explosões nucleares. Eu estava cansado, meu coração estava machucado. Mas não sangrava, eu já estava seco. Hoje era apenas mais um dia ensolarado e florido em uma perfeita catedral da maravilhosa frança, dona da maravilhosa e endeusada Paris, a linda catedral de Chartres na maravilhosa frança.

Se você não sabe, meu nome é Park Jimin. Simplesmente desinteressante, apenas faz parte do meu nome por eu ter família coreana  algo bem estranho, considerando as diferenças raciais,já que fui criado na frança, por minha mãe quando mais novo, lugar que estou até hoje, mas não é como se eu me importasse muito.

-Jimin! Obrigada por vir, Mon ami. -Ce fut un plaisir á venir*. -Respondo a Jeon, seco. A mentira fazia minha mente doer mais. Em um ano, eu amei um homem. Fora os melhores dias de minha tão pequena existência, Ma petite douce*, sendo ele, Jeon Jeongguk. Seus olhos tão maravilhosos, com seu lindo defeito, Sendo ele, Jeon era portador de uma doença ocular derivada de um câncer, o fazendo ter a cor de seu olho em um lilás chocante, com isso, perdendo 100% de sua visão em um dos olhos, sendo esse olho, o olho lilás. Sempre repeti para ma petite douce que àquilo nunca seria um defeito, pelo mesmo o dar-lhe um charme gostoso.

Sinto o pesar em meu âmago, que eu desejo ter sido o único á notar o seu perfeito charme. Queria ainda estar o observando rodar com seus patins no gelo, repetindo mentalmente o quanto eu o amo. Mas assim como a terra é redonda, e como o sol irá explodir um dia, eu sempre tive a certeza que infelizmente o preconceito sempre existirá. E com ele virá a dor, e o sangue sempre será derramado no chão, o lavando como água. Eu lutei contra ele com toda minha minúscula força, cerrei o mais forte que podia os meus punhos, e soquei o máximo de tragédias que pude para evitá-las. Mas mesmo meu sangue sendo derramado por minha família e pela á de Jeon, eu não consegui protegê-lo. Fomos obrigados a pararmos de nos vermos, de sentir nosso amor, de provar ambos os nossos lábios juntos. Agoniante, sufocador, extremo. Eu sabia que nosso amor nunca duraria, porquê mesmo juntos, eu sempre me perguntava o porquê de gritarmos. O porquê de chorarmos á noite em nossas ligações. Eu não queria que ele fosse. Me perguntava qual o problema consigo, o porquê de tantos berros, de tantas dores e sofrimentos. Eu nunca consegui acreditar na realidade. Você também nunca teve coragem ou vontade de me contar ela. Nosso amor no fim, sempre será para ser recordado, nunca sentido. Eu estava morrendo por ele. Sempre pronto para mais comprimidos. Ma douce, sentir votre absence.* E como se não fosse doloroso o suficiente, como se eu morrer, fumar, beber por você não fosse o suficiente, mesmo com todo esse tornado, fui trocado por uma mulher, como um tapa bem dado na minha maldita face, tão ardente, que chegou a queimar meu rosto, o derretendo com lágrimas. Eu matei minha alma ao amar. E eu me sinto tão mal. Porquê sei que você nunca sofreria muito por mim, apenas seguiria em frente, como tu fizeste. É uma linda mentira esse teu amor. Eu preciso tanto dele. Você está tão longe de mim em sentido de amor. Agora, ouço o barulho dos sinos, estou no centro da catedral, vejo a grande porta de madeira entalhada da mesma se abrir, revelando uma noiva, uma linda francesa loira, com um maravilhoso vestido branco com vinho, e retalhos de renda bege. Eu vejo você, meu coração arde, você está tão lindo com seu terno preto e sua blusa vinho, eu juro estar tentando me controlar. Eu juro, juro, mas merda, eu estou pensando em seu corpo em uma igreja, e sinto meu corpo em chamas. Me iludindo com essa linda mentira. Você está andando até ela, sinto uma lágrima escorrer por ver teu sorriso e teu olho brilhar ao ir busca-la. Devia ser eu ali. Meu amor estava a buscando no altar, o vestido dela era esvoaçado, lindo, e limitado. Poderia ser melhor, um terno, talvez. Ou melhor, o terno em mim. O padre estava fazendo sua preces, rezando para que aquele casamento fosse abençoado, e eu desejava que algo pegasse fogo. Olho para o teto, curioso por ouvir um grande barulho, retiro de meu bolso uma garrafa com whisky pequena, e a bebo. Tentando engolir, como estava fazendo com aquela miserável situação.

Olho outra vez para o teto, onde se continha um gigantesco lustre com rubis verdes, brilhoso, ilustre, deslumbrante, me deixando quase zonzo com tanta luz e divindade. E assim como a reza se dissipou, o lustre desabou. Fora surpreendente, era como se tudo estivesse em lentidão, os rubis se despejavam no chão como uma chuva, caindo em cima de Margot  com sucesso, seu sangue escorria sujando seu lindo vestido. Mas como eu pisquei, percebo que fora tudo uma ilusão, porém muito desejável. 

 Jeon olhava sua esposa com seu olho bom, a admirando como uma maldita e linda pintura. Dizia o sim, seguido de várias palavras desgraçadas. Engraçado e que sua boquinha gostosa que agora pronunciava o sim, já havia feito coisas muito melhores no meu corpo. Meu, agora citado, corpo incendiava em ódio desgastante e necessário, esfregando em minha face toda a merda do mundo. Eu tinha vontade de queimar tudo naquele local, sem qualquer escapatória, de ver todos os malditos e desgraçados vitrais explodirem em chamas, deixando a fumaça com cheiro de corpos fedorentos e cobertos de sacarmos em suas vidas inúteis sair. Eu odiava tanto, eu os odiava tanto, odiava a forma como me olhavam, como me trataram, a forma como estragaram minha vida, a merda da forma como cegaram Jeon com seus preconceitos hostis. A forma como olhavam para mim com seu sarcasmo, me fazendo chorar enquanto ouvia os malditos sim. Ah, mas ele já é um filho da puta cego. Eu os odiava, odiava suas mentes fudidas e suas vidas fudidas, mas infelizmente desejos não se realizam.

Meus olhos doíam como se estivessem perfurados com agulhas grossas, e chorando lava. Sentia as lágrimas quentes e ardentes, escorrendo, escorrendo, tão lentamente. Queimando minha pele, a descascando, as mentiras, revoltas, dores e gritos saíam revoltados em forma líquida besta. Eu queria soca-los, morde-los, desmembra-los de forma lenta para que sentissem a dor de meu corpo ao ser trocado. Eu poderia colocar peitos, poderia tirar metade da minha bunda, retirar costelas para ter uma cintura invejável, apenas para ficar igualmente a vagabunda angelical da margot.


Quanto tempo o coração leva pra saber

Que o sinônimo de amar é sofrer?

No aroma de amores pode haver espinhos

É como ter mulheres e milhões e ser sozinho

Na solidão de casa descansar

O sentido da vida encontrar


Como é triste a tristeza

Mendigando um sorriso

Um cego procurando a luz

Na imensidão do paraíso

Quem tem amor na vida

Tem sorte

Quem na fraqueza sabe

Ser bem mais forte

Ninguém sabe dizer onde a

Felicidade está.

Zé Ramalho, Sinônimos.

29 de Marzo de 2018 a las 18:07 0 Reporte Insertar 1
Continuará… Nuevo capítulo Cada 30 días.

Conoce al autor

【cσмρℓiкατнy 你×♥】 A sensualidade vem de tudo, a condução, tudo, sou tantas coisas que me perco em mim mesma de forma descontrolada sem necessidade, sou tão perdida, mas eu gosto de ter toda essa dor. Esse sentimento sado me faz passar um tempo de autoconhecimento sofrido Mas eu sou uma tempestade monstruosa, porque não tem como ser calmaria sem guerra. A vezes sou tão triste que me afundo em mim mesma.''

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