A Princesa as Trevas Seguir historia

aelita Allyne g

Havia um Continente que foi dividido em reinos e povoado por monstros e demônios e até mesmo por bestas ferozes! Nesse mundo devastado existem vários Clãs que procuram a a existência ao poder... Marry é uma garota que pertence ao Clã dos Anões, conhecido pela a pior raça inferior aos humanos. Seu avó estava muito doente e isso o leva a morte...um dia que os Elfos Negros invade o vilarejo e a garota Marry é capitulada é levada villarejos elfos negros Daniel é o príncipe dos Elfos Negros e Marry é trada pelo o mesmo como uma escrava sua. Depois que a garota teve coragem para enfrenta o Daniel, o príncipe acaba sentindo atração por Marry .


Fantasía Medieval Sólo para mayores de 18. © Não é plagia e plagia e crime essas fanfic você encontra lar outros sites por mi nome "Aelita"

#Dark-Elf #Orcs #fadas #humanos #anões #elfo #luta #sexo #fantasia #violencia #drama #comedia #romance #guerra #aventura
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Capítulo 1



Essa Obra contem conteúdosadultos, como mortes sangrentas e grotescas; palavreados de baixo calão; violênciada varias formas explicitas, cenas de nudez e sexo; e cenas perturbadoras. Não é recomendado para menores de 18 anos.


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*60 anos atrás*

Em uma época em que diversas raças estavam em confronto, por discordância, o rei dos elfos ordenou que seu filho mais velho, deixasse a capital, mesmo ele tendo direito ao trono. Não satisfeito com a briga de raças e o preconceito, decidiu se afastar levando consigo boa parte de seu povo.

As pessoas o seguiram e o ajudaram a erguer um novo e próspero reino, onde havia diversidade em suas escolhas, onde se poderia amar quem desejasse. Humanos, elfos, orcs e anões. Porém seu irmão mais novo não aceitava o fato dele ter largado tudo, por uma mera humana. Elaborou um plano para que subisse ao trono, por seu direito. Tentou reconciliar seu irmão, pedindo que ele voltasse e tomasse seu lugar por direito. Seu irmão negou, dizendo que aquilo não lhe pertencia mais, já tinha feito sua escolha.

O irmão furioso lançou uma maldição terrível, não apenas nele, mas em todo seu reino, transformando todos os elfos em negros, os impedindo de absorver energia do Sol, impedindo a magia. Mesmo com a maldição o rei não deixou se abalar perante a fúria do seu irmão. Voltou ao rei de cabeça erguida antes que partisse e disse:

- Tu és tolo, só não vê aquilo que não existe, por que não acredita, está na sua frente. Lembre-se, um dia suas atitudes o levarão a ruína, ou à uma vida repleta de sofrimento.

Furioso com seu irmão, ainda não satisfeito, jogou seu reino contra o dele, causando uma guerra interminável, em ambas as partes.

Dias atuais

Um pequeno vilarejo rodeado por uma névoa espessa, onde cristais raros absorviam a luz solar durante o amanhecer, e eram utilizados para iluminar as ruas ao anoitecer.

Uma anã de cabelos longos e loira, sua altura chegava a 1,50. Cuidava de seu avô, que era doente. Aos 700 anos de idade, Narciso se esforçava ao máximo para ver sua unica neta, feliz e a fazendo rir com suas piadas.

- Vá dormir - ele retirou o prato de suas mãos para tentar comer sozinho

- Mas eu ainda não te ajudei a se servir - ela olha desconfiada

- Mary, eu sou velho, não sou criança. Vá dormir, eu mesmo posso me alimentar sozinho. - ela se levantou da cadeira e sentou-se na frente da cama do seu avô. Ela beijou sua e testa e lhe desejou boa noite, se retirando.

- Rina, se estivesse viva, veria como sua filha se tornou uma bela jovem… - Ele segurou o colar forte com suas mãos e deitou na cama, fechando seus olhos vagarosamente, imaginando estar do lado de sua falecida filha.

Na manhã seguinte Mary caminhava entre as ruas do vilarejo, para buscar mantimentos. Avistou um senhor e uma senhora correndo em sua direção, dizendo que seu avô estava mal. Ele foi levado ao curandeiro, com poucas chances de sobreviver, o curandeiro alertou seu avô, havia passado muito tempo deixando que a doença o matasse aos poucos. Perdendo uma das pernas em um confronto com os elfos negros, quando invadiram seu vilarejo, Narciso se manteve forte tentando proteger todos da aldeia. Mary, ao ar gélido, sentiu como se sua corrente sanguínea estivesse começando a fervilhar e as bolhas penicassem por baixo de cada centímetro de seu corpo. Pôde presenciar um cheiro forte de carne podre no ar, a fazendo perder seus sentidos.

O curandeiro saiu por uma porta, se manteve em silêncio, negando com a cabeça. Seu avô havia falecido.

(...)

Os dias haviam se passado e Mary percebeu que aquele lugar não fazia mais sentido depois da morte de seu avô.

Com o pouco prata que havia guardado, decidiu conhecer a capital. O“reino Sword de Luz”

Animada pois pela primeira vez na vida conheceria outros lugares e outras pessoas.

- Querida, estamos próximos da chegada da primavera, por que não ficar até lá e tenta arrumar um companheiro na próxima festividade?

- Oh, senhor Gildarts..! - Mary ajuda a colocar a última caixa dentro do navio, estava prestes a partir.

- Não custa tentar! vocêtem apenas 17 anos, tem muito o que viver! Aquele reino não é como estamos acostumados a viver em nossa pequena aldeia.

- Não se preocupe, se eu não conseguir me adaptar por lá, prometo que vou voltar. - Mary sorri e cruza os dedos em forma de promessa. O anão afaga a cabeça de Mary, afim de conforta-la.

- Não se esqueça, aqui sempre será seu lar, pequena. E se por acaso arrumar um companheiro o traga para que nós o conhecemos. Mesmo que ele não seja um de nós.

Anões mesmo sendo uma raça considerada inferior ao olhar de outras raças, são conhecidos por seus meros trabalhos, como arte e confecções extraordinárias, ajudam no meio de trasporte, mantimentos e matéria prima, para serem consumidos por outros reinos.

Mary olhava o horizonte, escutou um forte apito tocar, avisando que o navio estava prestes a partir. Cada vez o navio se afastava mais, deixando o vilarejo para trás, deixando uma sensação de solidão.

(...)

Depois da longa viagem, o navio desembarcou no reinoSword de Luz.Mary se despede de Gildarts, ele desejou boa sorte pelo novo caminho.

Mary caminhou pelas ruas onde pôde admirar sua beleza, lindas casas e lojas. Crianças elfos brincavam ao redor, sentindo-se um pouco perdida parou na praça onde havia uma enormeárvore, seu cumprimento chegava a 8 metros de altura. Alguns pássaros pousavam nela, e algumas pequenas fadas recolhiam algumas folhas.

- Isso é tããão... fantástico! - exclamou alegremente - onde eu devo começar a procurar emprego? - pergunta a si mesma

Para sua sorte, o castelo estava recrutando jovens moças para trabalhar como diarista. Não tendo quase dinheiro, pensou que seria uma boa oportunidade para ter um lugar pra ficar e arrumar dinheiro.

Dias se passaram e Mary pôde se acostumar com sua rotina de trabalhar cuidando do jardim nos arredores do castelo. Estava prestes a terminar de regar algumas flores, quando ouviu um sinal de sino ecoando por toda a cidade, guardas se posicionando e pessoas correndo por todo lado.

Ouve uma grande explosão vindo da entrada principal do reino. Uma humana que vinha em sua direção, a puxou para que entrasse no castelo, sugerindo ser mais seguro.

Guardas gritavam:

- INVASÃO DOS ELFOS NEGROS! INVASÃO DOS ELFOS NEGROS!

Eles estavam sendo atacados. Sem reação, Mary e algumas empregadas se esconderam no porão do castelo. Sentindo-se tonta e com náuseas, por estar naquele lugar fechado e escuro, tomou coragem para sair dali.

- onde você vai?! É perigoso sair daqui!! - sem dar ouvidos ela sai de lá

- pensei que ia morrer sufocada... - pensou consigo mesma tomando seu fôlego novamente, e aliviada por sair daquele buraco.

Sente algo se chocar contra seu corpo, a derrubando no chão.

- desculpe!! Eu não a vi! - disse ajudando a mesma a se levantar. Sentiu um cheiro adocicado vindo de Mary.

- eu que devo me desculpar por estar parada no corredor...

- Oq faz aqui? Deveria estar em um lugar seguro!

- eu estava mas... estava sentindo sufocada então... - Mary tentou se explicar, mas guardas gritaram por ajuda, um deles segura um elfo ferido. Um elfo alto, loiro, que estava ao seu lado, correu para ajudar os guardas. Logo um guarda apareceu trazendo mais três feridos para dentro. Mary se aproxima deles.

- deixe me ajudá-los. - ela disse rasgando a parte de baixo de seu vestido para estancar o sangue da ferida no braço de um guarda.

-Aaahg! - ele grita de dor

- eu posso ajudar, sei fazer primeiros socorros! - os homens se mantiveram em silêncio

- consegue dar conta?

- sim, só preciso de ervas medicinais e toalhas limpas.

- mandarei alguém para ajudá-la.

‘Nossos olhares se prenderam por muito tempo, minha respiração acelerou e de repente eu queria desesperadamente que ela me conhecesse. Que me conhecesse de verdade. Aquela jovem de alguma forma me encanta, com sua coragem.

- qual seu nome senhorita? - ela me olha pensativa em relação a situação, por educação respondeu’

- Mary Lee.

- Henrique Lucio, prazer em conhecê-la

Rapidamente ele se curvou, em educação, se apresentando. Mary se sentiu um pouco constrangida, mas sua atenção foi atraída para outro guarda ferido que estava sendo trazido. Henrique partiu para enviar alguém para ajudá-la a cuidar dos guardas feridos.

14 de Marzo de 2018 a las 04:38 3 Reporte Insertar 0
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Anne Liberton Anne Liberton
Olá! Venho pelo Sistema de Verificação do Inkspired. Sua história está Em Revisão pelos seguintes apontamentos: 1) Vírgulas usadas para unir frases com assuntos diferentes, que deveriam ser separadas com ponto final. Há várias ocorrências, como em “Certo dia Marry volta para a casa onde ela mora com seu avô em uma pequena casa na Vila, seu avô estava...” O correto seria, “Certo dia, Marry volta para a casa onde ela mora com seu avô. Ele estava...” Também eliminei as repetições. 2) Repetições. Em muitos casos, uma informação que já foi dita é repetida na mesma frase, o que torna o texto enfadonho e difícil de ler. Há diversas ocorrências, como na frase mostrada acima. Há muita coisa que poderia ser cortada e/ou substituída por pronomes ou equivalentes. 3) Vírgulas faltando. Quando houver inversão no texto, locuções adverbias muito longas, “mas”, etc., o correto é usar vírgulas, até para o texto não ficar confuso ou com frases grandes demais. Ex: [...] dia comum mas ela não sabia que... >> o correto seria: [...] dia comum, mas ela não sabia que... 4) Acentos faltando. Há diversos faltando, e em palavras comuns, como “está” (verbo “estar”). 5) Sinais de pontuação devem estar colados à palavra à esquerda. Ex: O quê? << O ponto de interrogação está colado ao “quê”. Sugiro fortemente que você procure um beta reader para te ajudar, porque a história precisa bastante de uma revisão. No mais, a história está ótima. Parabéns! Assim que corrigir esses detalhes e, se ainda quiser que a história seja verificada, basta responder esse comentário que avaliaremos de novo. Até mais!
10 de Febrero de 2019 a las 18:23

  • Allyne g Allyne g
    obrigado pelas dicas, sou nova no site gostaria muito saber como eu poderia arruma um beta reader? para que possa me auxiliar desenvolver historia. Sobre a verificar gostaria muito que pudessem avaliar essa possibilidade, seria muito de grande importância para minha pessoa. Obrigado por tudo. 12 de Febrero de 2019 a las 12:40
  • Anne Liberton Anne Liberton
    Olá! Você pode ir em: Escritores -> serviços de autopublicação -> aí clicar na opção de comprar o serviço por 100 c. Você consegue a moeda interagindo no site mesmo, postando, comentando, etc. A gente pode ver a verificação de novo depois que você conseguir o beta e dar uma olhada na história com ele. Avise aqui neste comentário quando isso acontecer e você tiver editado a história. Até mais! 19 de Febrero de 2019 a las 15:28
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