Lights On Seguir historia

bdamas Bárbara Maria

"Os primeiros meses de casados foram uma maravilha. Para a ex-Hyuuga, fazer do Uzumaki homem e ser feita mulher por ele era mais certo até que o nascer do sol em cada manhã. Mesmo que inexperiente e um pouco nervoso de início, o loiro era carinhoso e esforçado de uma forma que não foi vista por ninguém, além de sua bela esposa, claro. Por isso, Hinata se sentia um pouco culpada pelo rumo que seus pensamentos vinham tomando nos últimos tempos." [Naruhina][UN]


Fanfiction Sólo para mayores de 18. © Personagens pertencentes a Masashi Kishimoto

#fns #Hinata Hyuuga #Naruto Uzumaki #Naruto
Cuento corto
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Can we try something new?

Fanfic inspirada na música Lights On - H.E.R.

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      Desde muito pequena, Hyuuga Hinata tinha duas certezas em sua vida. A primeira é que odiava qualquer forma de violência e não queria ser uma kunoichi, muito menos a líder do poderoso Clã, como seu pai costumava exigir. Foram muitas as noites em que chorou pelos treinamentos pesados aos quais era submetida ainda criancinha, seu corpo pequeno sempre exausto pela responsabilidade que não queria, mas que era sua, por ser a filha mais velha.

       Hanabi, 5 anos mais jovem, se mostrou apta e disposta a assumir o Clã Hyuuga. Agora a primogênita não tinha mais essa preocupação, mas em contrapartida, recebeu a frieza e desgosto de seu pai. Hiashi, que dizia com todas as letras que Hinata era fraca e incapaz, não tinha a capacidade de perceber que a maior força da menina era sua gentileza e jeito amoroso de ser. Mandou-a para a Academia, para que se tornasse uma ninja juntamente com as outras crianças de sua geração, já que para o Clã não tinha mais utilidade, em seu ponto de vista.

       Todo esse trauma de rejeição dentro da própria casa e falta de carinho do pai fez com que a azulada se tornasse extremamente retraída, não conseguindo conversar direito quando se sentia acuada, nem se impor diante das outras criancinhas que a assediavam e maltratavam na Academia Ninja.

       Foi em um desses momentos que estava sendo atacada que adquiriu sua segunda certeza. Quem era aquele menininho loiro mesmo? Se lembrava dele, das poucas vezes em que se viram quando ainda eram menores do que eram naquele momento. O sorriso continuava o mesmo, a mesma coragem e perseverança, e os olhinhos azuis ainda faziam com que um rubor inexplicável tingisse sua face pálida. A menininha observou encantada o loirinho lhe defendendo mais uma vez dos outros pequenos que zombavam de seus olhos incomuns, de seu jeito tímido e calado. Ela não soube bem como reagir à ação dele, mas soube que foi a partir daquele dia que começou a gostar do menino. Teve certeza que era amor a cada sorriso que ele dava, a cada gracinha que ele fazia, e sentia sua dor quando a carinha dourada adquiria um semblante triste.

       Os anos se passaram, e Uzumaki Naruto sempre era seu combustível para crescer, tanto como pessoa, quanto como ninja. Queria ser mais forte para protege-lo e ser reconhecida, ainda que ele parecesse não perceber que seu esforço e acanhamento ao lado dele eram mais que “apenas seu jeito” e ações de amiga. A garota sentia o carinho do rapaz por si, mas ela tinha a sensação de que nunca seria notada da forma que tanto queria. Tinha até dito “eu te amo”, com todas as letras, e quase dado sua vida pela dele, mas ainda assim ele não foi capaz de perceber.

       Fazendo jus ao título de Ninja Imprevisível nº1, foi em um dos momentos mais inesperados que o Uzumaki se deu conta que toda a preocupação, carinho e atenção que tinha com Hinata, não tinha com mais ninguém. Mas como ela poderia culpá-lo? Logo ele, que foi hostilizado em grande parte de sua vida, e nunca soube diferenciar todas as formas de amor. Apenas agarrava e aproveitava qualquer pitada daquele sentimento aquecedor quando destinado a si. Mas aquele não era o melhor momento para se declarar. Sua irmãzinha sempre foi a única que a acolheu dentro de casa, quando não mais recebia a atenção do pai. Não podia deixá-la em perigo nas mãos de Toneri por causa de Naruto, ainda que tivesse passado toda a sua vida desejando que aquelas três palavrinhas saltassem dos lábios bonitos de Naruto.

       Sofreu muito naqueles dias que passou na Lua com o Otsutsuki, crente de que nunca mais poderia ver o loiro, e não poder vê-lo seria muito pior do que não ser correspondida. Apenas a visão daquele rosto tão sorridente já valia a pena todo o sofrimento que já tinha passado.

      Mas ela foi salva.

      Quando já não tinha mais esperanças de mudar a rota que sua vida estava tomando, Naruto chegou e lhe tirou daqueles trilhos amaldiçoados. Quando voltou a si, depois de ter sido presa em um dos jutsus de Toneri, estava amparada nos braços do Uzumaki, recebendo dele a promessa de que nunca mais a deixaria escapar.

      Ao retornarem para a vila, os sonhos de Hinata foram começando a se concretizar, um a um. A começar por seu pai, que agora lhe olhava diferente. Via nela a força que não enxergara no passado; sua primogênita não era mais a menininha tímida que chorava pelos cantos na infância, tinha se tornado uma mulher que era capaz de se desdobrar na ninja mais determinada para proteger aqueles que ama. A aceitação de seu pai foi a segunda melhor coisa que lhe aconteceu depois de todo aquele sufoco.

       A primeira, sem sombra de dúvidas, foi Naruto. Amá-lo sempre foi muito bom, sentia que era certo ter aquele sentimento por ele, impossível de se evitar. Mas ser retribuída... essa sim, era a sensação melhor do mundo. O rapaz, agora já quase um homem feito, era carinhoso e cuidadoso com ela, sempre a respeitando. Os momentos que passava trocando beijos inocentes com ele eram seus favoritos.

       Não muito depois que começaram a namorar, já estavam de casamento marcado. Tanto os preparativos quanto a cerimônia em si foram motivo de grande comoção na Folha. Seu herói estava se casando. Depois de tanto cuidar da vila, era hora dele ser cuidado e amado, e Hinata estava disposta a se emprenhar ao máximo para que ele fosse um homem feliz.

       Os primeiros meses de casados foram uma maravilha. Para a ex-Hyuuga, fazer do Uzumaki homem e ser feita mulher por ele era mais certo até que o nascer do sol em cada manhã. Mesmo que inexperiente e um pouco nervoso de início, o loiro era carinhoso e esforçado de uma forma que não foi vista por ninguém, além de sua bela esposa, claro.

       Por isso, Hinata se sentia um pouco culpada pelo rumo que seus pensamentos vinham tomando nos últimos meses. Dali a uma semana, ela e Naruto completariam um ano de casados, e tudo corria muito bem. O agora homem feito era um marido dedicado, a tratava bem e ajudava em todos os afazeres, bem como a mantinha protegida de qualquer infortúnio. O problema era... Na cama.

       Não! Não estava reclamando das habilidades de seu esposo em satisfazê-la, não a entenda mal! Ele sempre se preocupava com o prazer de sua mulher, a questão não era essa. Mas o que ouvia das amigas quando as acompanhava em alguma casa de banho a deixava... curiosa. Observando seus relatos, ela passava a acreditar que suas relações sexuais com seu marido eram básicas (veja bem, não ruins: básicas). Ela sentia que ele a tratava com demasiado zelo, como se pudesse desfazer a qualquer instante, tal como um cristal de açúcar.

       Sempre utilizavam uma mesma posição, com ele por cima, no meio de suas pernas, e o único ato que antecedia o sexo propriamente dito, eram alguns beijos mais acalorados. A azulada queria muito saber como era aquele sexo oral que Sakura tanto falava, como era “ser colocada de quatro”, ou então “cavalgar”, posições que Ino e Temari, respectivamente, diziam ser suas favoritas. Nesses momentos de conversas tão íntimas entre as amigas, Hinata buscava se abster, e as outras kunoichis não a pressionavam, temendo que ela ficasse tão vermelha que desmaiasse dentro da água quente do onsen.

       Esse era o motivo de estar ali, na casa de Nara Temari. A loira tinha se casado há pouco tempo com Shikaramu, mas esperava que, por ser mais velha, a mulher pudesse lhe aconselhar. Geralmente escolheria Sakura, mas esta estava uma pilha de nervos por causa do hospital. Já a Nara, que tinha acabado de voltar de Suna, onde resolvia assuntos confidenciais com seu irmão Kazekage, agora descansava em casa, enquanto lhe servia uma xícara de chá de jasmim.

Hinata já tinha as bochechas coradas naquele momento, e a embaixadora de Suna se esforçava ao máximo para não rir.

       — Por que você não diz a ele que quer tentar algo novo, Hina-chan? – perguntou a loira.

       — Temari-san, eu fico com vergonha!

       — Ele é seu marido, creio que ele não achará ruim uma sugestão desse tipo. – A Uzumaki soltou um gemido sofrido. Já era difícil para ela conversar com outra mulher sobre esse assunto, imagina abordar Naruto sobre isso? Morreria, com certeza! – Eu sei que você sente vergonha, Hina-chan, mas lerdo do jeito que Naruto é, não vai adivinhar que você quer ch...

      — Eu entendi, Temari-san! Como você... – a azulada pigarreou, juntando coragem para fazer essa pergunta tão indiscreta à amiga. – Como você fez para que Shikamaru-san soubesse como você queria?

       Temari arregalou os olhos e suas bochechas coraram um pouco pelas lembranças de seus momentos com o marido, mas logo riu abanando a mão e fingindo não sentir calor apenas de evocar aquelas memórias.

       — Shikamaru é um homem muito inteligente, e sabe me ler como ninguém.

       — Ah, entendo. – a Uzumaki sorriu. – O que eu faço, Temari-san?

      — Ele chega de missão na próxima semana, não é? E como você me disse, o aniversário de casamento de vocês está chegando. Faça uma surpresa para ele. Naruto te ama, vai gostar de tudo que você fizer!

       Hinata saiu de lá se sentindo muito mais leve. Agora, só precisava ensaiar todas as falas e ações que Temari lhe ensinou, e esperar que Naruto finalmente chegasse.

❃❃❃

       Já era noite do dia do aniversário de casamento quando Naruto finalmente chegou em casa. Estava cansado; a missão tinha atrasado um dia, e na correria de voltar logo para casa e encontrar a esposa, acabou não comprando um presente digno para ela. Só tinha arrancado um girassol de uma plantação no caminho de volta à vila, e este mesmo já não estava tão vivo. Decidiu que entregaria mesmo assim, era melhor que nada, afinal.

       Procurou por Hinata nos cômodos da casa, e a encontrou na cozinha cortando legumes para o jantar. Se aproximou sorrateiramente por trás, envolvendo a cintura feminina em um abraço apertado e saudoso. A azulada virou o rosto e selou os lábios levemente nos do loiro, sorrindo logo depois.

       — Tadaima, Hina-chan.

       — Okaeri, Naruto-kun.

       Levantou o girassol até a altura dos olhos da amada, e ela o segurou com os dedos delicados, levando a flor até o rosto e inspirando seu perfume.

       — Me desculpe por não ter chegado antes, Hina-chan, eu e minha equipe tivemos alguns imprevistos que atrasaram nossa viagem de retorno. – a azulada se virou de frente para o marido, fitando os olhos azuis que lhe olhavam de volta com carinho.

      — Tudo bem, querido. O importante é que você não se machucou e está de volta. Vamos jantar?

       O loiro assentiu e se sentou à mesa, aguardando que Hinata dispusesse os alimentos sobre ela. Depois de comerem e conversarem um pouco sobre como foram os dias dos dois separados um do outro, Naruto decidiu tomar um banho, subindo as escadas que o levaria até seus aposentos.

       Depois de vinte minutos, saiu do banheiro já limpo e com uma toalha ao redor da cintura, encontrando uma Hinata encabulada e ruborizada encostada na soleira da porta do quarto. Sorriu para ela, achando-a adorável, e seguiu até a penteadeira, pegando um pente e começando a desembaraçar os fios loiros. Sentia o olhar da esposa perfurando suas costas, tamanha a intensidade com que era encarado. Se virou para ela novamente, curioso com o motivo de tanta atenção.

       — Hinata, está tudo bem?

       — Hai – respondeu, e se aproximou em passos rápidos até estar de frente para o marido. – Eu só... – apoiou uma mão de cada lado do quadril do Uzumaki e perscrutou seu corpo com as pérolas que brilhavam com um desejo evidente. Foi a vez de Naruto começar a se sentir quente. – Eu quero você, Naruto-kun.

       — Hina...

       A azulada se colocou nas pontas dos pés e enlaçou os braços ao redor do pescoço do loiro, unindo seus corpos em um abraço apertado e saudoso. Logo ele agarrou sua cintura, e os lábios se encontraram numa troca quente de carinho que sempre parecia tão certa. Não demorou até que o vestido que a ex-Hyuuga usava estivesse em um amontoado ao redor de seus pés, expondo para um Naruto positivamente surpreso o sutiã e calcinha de renda preta que ela usava. O homem tomou distância, observando maravilhado o contraste bonito que o tecido escuro fazia com a pele leitosa. Queria tanto dar vazão a todos os desejos que tinha sobre o corpo de sua esposa, mas tinha medo de ofendê-la de alguma forma.

    A mulher o encarava de volta, ainda mais ruborizada, mas com um ar completamente diferente em sua postura. Estava decidida, e embora seu coração retumbasse no peito, sabia o que queria e teria isso; e que Kami a ajudasse, não só naquela noite, mas em todas as outras de seu casamento!

       — Você é linda demais, hime. – sussurrou o Uzumaki, segurando uma mecha do cabelo azulado entre os dedos e levando até o nariz, absorvendo aquele cheiro que tanto amava.

      Voltou a beijá-la, desta vez com mais profundidade, enquanto a guiava em direção à cama, caminho este que ele já conhecia de cor. Ficou surpreso quando Hinata o impediu de deitá-la, trocando as posições e o desequilibrando, fazendo com que ele se sentasse na cama.

      — Naruto-kun, eu gostaria de tentar algo diferente, se você não se importar. – o loiro engoliu em seco e assentiu, milhões de possibilidades para o significado daquela frase disparando em sua mente, mas nenhuma o preparando para o choque do contato dos lábios de sua esposa com a pele sensível abaixo de sua orelha.

      A quentura da língua molhada dela o fez estremecer, e a medida que os beijos e carícias desciam para o sul de seu corpo, mais a confirmação de seus pensamentos vinha com força total: por Kami, ela faria aquilo!

       Quando a azulada se pôs de joelhos, olhou nos olhos de Naruto e encontrou ali o reflexo do desejo que ela mesma sentia. Amava tanto aquele homem que pensava não ser capaz de dar tudo o que ele merecia, embora na cabeça do Uzumaki só passassem pensamentos sobre o quanto sua mulher era incrível e surpreendente. Antes de Hinata, nunca imaginou que amaria e teria alguém assim, da forma que ele a tinha.

      Com mãos levemente trêmulas, mas ainda assim decididas, a ex-Hyuuga segurou uma ponta da toalha que o loiro usava ao redor da cintura e puxou para o lado, expondo completamente a nudez do marido para si. A visão dele completamente nu, a olhando de cima e com as bochechas coradas e lábios entreabertos era com certeza o melhor presente de casamento que ela poderia receber. O pênis semiereto e úmido na ponta fazia com que sua boca salivasse, e ao finalmente tocá-lo e massagear com a mão para cima e para baixo, sentiu que ele ficava cada vez mais duro sob seu toque. Com o polegar, espalhou o pré-gozo que se acumulava, e devagar, abaixou-se, até tocá-lo com a boca; mas sem nunca desviar o olhar do dele.

      Os lábios da ex-Hyuuga percorreram as formas da glande rosada, a princípio titubeantes, mas depois de ouvir os suspiros de prazer soltados pelo marido, dotados de uma certa segurança. Não sabia ao certo o que fazer, mas focou no pensamento do quanto queria que ele soubesse que era desejado por ela, transferindo esse desejo para sua boca e para o que fazia naquele momento. Sem conseguir se controlar, Naruto levou uma mão até a cabeça da esposa, segurando os cabelos longos e ditando para ela um ritmo que quase o fez perder as forças.

       Com um dos braços estendidos atrás de si, Naruto se apoiava enquanto assistia Hinata. Era tão deliciosa aquela sensação... A boca quente e molhada, os olhos brilhantes em sua direção, o corpo bonito dela ajoelhado diante de si, os lábios rosados se fechando ao redor de seu membro... Tudo aquilo era demais para que pudesse se controlar por muito tempo. Antes que pudesse afastá-la, gozou.

       Se desmanchou na boca dela, e a mulher ergueu o rosto e limpou o canto dos lábios, engolindo o gozo. Em sua feição, tinha uma leve expressão de desagrado ocasionado pelo gosto estranho, e o loiro se sentiu culpado por não ter conseguido se segurar.

       — Gomen, Hinata... Eu não- Naruto se calou e corou ainda mais quando a esposa riu.

       — Tudo bem, Naruto-kun. Não foi ruim. Só... diferente.

       E de forma graciosa, a azulada se ergueu e se sentou no colo marido, uma perna de cada lado de seus quadris. Voltaram a se beijar, e desta vez o homem pôde aproveitar a sensação da tez aveludada e alva sob seus dedos, cada centímetro acariciado servindo de combustível para acender ainda mais o fogo dentro de Hinata.       O pênis sendo friccionado à cada rebolada que a mulher dava logo voltou à vida, carente de atenção e de estar dentro da esposa. Ainda que com um pouco de dificuldade, conseguiu desatar o fecho do sutiã, jogando-o em algum canto do quarto e logo afundando o rosto entre os seios fartos e macios. Os beijou, mordeu e acariciou, como sempre desejou fazer. Já que sua mulher tinha tomado coragem de expor seus desejos, ele acreditava que nada mais justo que trazer os seus próprios à tona também.

      Com agilidade, fez com que ela parasse embaixo de si. A beijou novamente antes de se erguer e caminhar em direção ao abajur que iluminava o quarto, tencionando desliga-lo, como sempre fazia, para que sua amada não se sentisse constrangida.

      — Naruto, não. – sussurrou, fazendo com que o loiro se voltasse para ela, nu e surpreso. – Deixe a luz acesa. Quero que você me veja esta noite.

      De onde estava, deitada de lado na cama e com um dos cotovelos servindo de apoio, ela o olhava, exalando segurança em sua afirmação. Ela queria mais que agradar Naruto, queria que qualquer barreira existente no relacionamento dos dois fosse deixada no passado; desde palavras não ditas, até uma simples luz apagada que os impedia de se admirarem em momentos tão sublimes.

      O loiro sorriu e voltou para junto dela, cobrindo o corpo feminino com o próprio, sentindo a delícia que era ter suas peles se encontrando de forma tão íntima. Foi a vez dele beijá-la por inteiro, saboreando a pele, a intimidade molhada e ouvindo os gemidos na voz suave, manhosa, e incrivelmente sexy de sua esposa.

      Nas horas que se seguiram, amaram um ao outro da forma mais carnal que já tinham feito antes. O Uzumaki nunca se esqueceria da expressão de Hinata o cavalgando, os cabelos lisos jogados em um dos ombros, enquanto a pele exposta de seu pescoço era atacada pelos dentes e língua desejosos do shinobi. Ou da forma como ela empinou os quadris para si, se apoiando nos cotovelos e demandando que ele a tomasse com força.

      Depois de tudo, um pouco bêbados de sono e de tanto prazer, estavam deitados enroscados um no outro. Hinata, de olhos fechados, acariciava os cabelos dourados do marido, que repousava preguiçosamente a cabeça em seus seios.

      — Estou surpreso, Hina-chan. Essas foram as melhores boas-vindas que já recebi, e com certeza, o melhor presente de casamento. – brincou, arrancando uma risadinha baixa e um pouco envergonhada da azulada.

      — Eu tenho pensado bastante sobre isso, querido... Em fazer essas coisas com você. – respondeu baixinho e mordeu o lábio inferior quando Naruto ergueu o rosto em sua direção, surpreso.

      — É sério? – a mulher assentiu, tentando segurar o sorriso que teimava em despontar com o esposo a olhando daquele jeito. – Por que não me disse antes, hime? Também estava louco de vontade de... saborear você. – finalizou a revelação mordendo de leve o queixo dela. Hinata tentou conter o riso nervoso, mas falhou.

      — E por que você não disse nada então, já que sempre quis? – retornou a pergunta.

      — Eu ficava com medo de que você fosse se ofendesse.

      — Saber que meu marido me deseja não me ofenderia de jeito nenhum, Naruto-kun.

      — Bom saber disso, Hina. Ainda tenho vontade de experimentar muita coisa com você. – e mordeu seu pescoço.

      A azulada arquejou, se sentindo imediatamente mais quente depois da afirmação tão descarada de seu marido. Poderia lidar perfeitamente com aquela nuance safada até então escondida.


Betado por minha cyberamiga ~equinocio

6 de Marzo de 2018 a las 01:44 2 Reporte Insertar 6
Fin

Conoce al autor

Bárbara Maria Estudante de odontologia, beta reader, escritora amadora, cantora de chuveiro e violonista dentro do meu quarto. Kvetha fricai! RoyAi, Kiribaku, ShikaTema e SaiIno. bdamas no ff.net e Spirit; Barbie no Nyah!

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Danielle Botelho Danielle Botelho
Uauuuuuu, adorei, Bárbara!!! Foi fofo e quente ao mesmo tempo. Naruto é um sortudo, viu? kkkkkkkk. Amei mesmo. Bjosssss Dani
5 de Marzo de 2018 a las 20:21

  • Bárbara Maria Bárbara Maria
    Fico muito feliz que tenha gostado, Dani! Naruto é um sortudo mesmo kkkkkkk Obrigada pelo comentário! <3 8 de Marzo de 2018 a las 16:23
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