Entre a Cruz e a Espada Seguir historia

nonna.ayanny Nonna Costa

Por mais que seja um pedido clérigo, nem todos os problemas se resolvem de forma em que algum herói precise se sacrificar pela vida de um povo. Naruto nunca acreditou em tal conto. Era muito mais fácil tirar proveito enquanto salvava a humanidade. Avisos: Homossexualidade, Nudez, Violência. Naruto pertence ao Tio Masashi Kishimoto, mas o enredo me pertence. O que isso quer dizer, Nonna? Quer dizer que você pode usar os personagens, mas não a minha história. Se o fizer, saiba que além de um grandiosíssimo babaca, você estará cometendo um crime federal. E aí, meu caro ou minha cara, a coisa deixa de ser brincadeira. Se não gosta, não leia.


Fanfiction Sólo para mayores de 18. © Naruto pertence a Masashi Kishimoto, mas o enredo me pertence

#pwp #fantasia #conto #darkfic #naruto #sasunaru
Cuento corto
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Capítulo Único

-Senhor… - seus olhos se voltaram lentamente para trás, observando o jovem rapaz de cabelos escuros lhe olhar. Era jovem e estava ansioso para fazer parte de algo grande, mas de nada adiantaria com aquela ansiedade. Morreria dessa forma. - É a hora, senhor.

-Sele os cavalos. Partiremos imediatamente. - disse enquanto terminava de abotoar suas mangas. O rapaz assentiu e se afastou, fechando a porta.

Olhou para as chamas na lareira e suspirou ao vê-las dançarem ao redor das toras de madeira acomodadas ali. Esperara aquele momento por toda a sua vida e agora que ele chegou, estava tremendo. Só sentira medo quando era jovem, quando o seu trabalho nas sombras da Igreja começou há muitos e muitos anos, mas agora, era difícil não sentir medo.

Seu mestre lhe preparara para todas as coisas iria enfrentar durante sua curta jornada sobre a terra criada por Deus, exceto para duas: para viver mais de 30 anos e para aquele momento em específico. O peso da idade sempre fez seus ombros doerem, mas não estava velho, era simplesmente experiência de anos de batalha, no entanto, naquela noite, naquela única noite, sentia-se tão leve que poderia se quebrar em milhares de pedaços.

Não era bom. Sentir-se frágil na noite mais perigosa da sua vida não era bom. Tinha que estar com todos os seus sentidos bem e com sua mente sã para realizar sua importante tarefa. O tremor em sua mão não podia atrapalhá-lo sob nenhuma hipótese.

Seguiu para o baú em frente a sua cama e o abriu para retirar dali tudo o que fosse preciso para o momento. Sua fiel, sempre afiada e abençoada espada de prata, sua arma com balas benzidas pelo papa e suas únicas proteções: um escudo de couro negro feito de pele de rinoceronte, porém maleável, para o próprio pescoço e um crucifixo antigo de madeira. Vestiu-se com seu casaco e saiu do quarto lentamente, fazendo suas preces costumeiras em baixo tom para que não perdesse suas forças.

No caminho, buscou seu chapéu no cabide, ajustou-o sobre sua cabeça e fitou o rapaz diante de si segurando as rédeas dos cavalos. O sorriso no rosto dele lhe fez suspirar por diversas vezes ao longo da viagem, mas não poderia culpá-lo de querer morrer de forma supostamente honrosa. Em poucas horas, já haviam atravessado uma floresta inteira, três rios e quatro cidades até os mais longínquos recôncavos daquele país.

Todos conhecem a lenda macabra, mas poucos sabem da real história profana que a fez nascer dos sussurros mais baixos e afastados da sociedade. Vampiros. Criaturas vis que se alimentavam da essência mais pura humana, o sangue, para continuarem vivos, fortes e poderosos, caçadores vorazes e sem piedade ou alma, os verdadeiros demônios que vagavam pela terra. Tudo começou quando um príncipe foi condenado à morte pela fogueira, um príncipe que era amigo do papa, mas odiado pelo povo por ser diferente.

Ele era um jovem príncipe que desejava a liberdade para todos e que cada pessoa em seu reino não sofresse com a fome e o frio no inverno. Seus planos eram simples: dar uma terra os menos afortunados e estocar comida no verão para dar a eles no inverno. Mas os nobres e os burgueses ricos odiaram suas ideias e reclamaram de seus feitos ao papa, o tão bom amigo do príncipe.

O papa reconheceu bondade naqueles planos, viu que eram humildes e que seguiam os preceitos de Cristo e de São Francisco - que fora um homem rico que abandonou tudo para cuidar dos pobres -, mas todo o clero era a favor da nobreza e da burguesia. O pobre pontífice não teve outra escolha senão acusar o jovem príncipe de heresia e condená-lo ao fogo. Os dois eram bons amigos, conversaram por horas antes da execução, e o papa explicou-lhe detalhadamente porque seria morto. Tão jovem, tão bom… Tão compreensivo.

Mesmo com a corda no pescoço, ouvindo os brados de pessoas que o odiavam, vendo o sorriso debochado daqueles que queriam a sua morte, o príncipe nada fez senão sorrir para o papa e sussurrar “Até breve”. As chamas foram acesas e em poucos minutos, elas lamberam o corpo macio e bem cuidado do rapaz, mas… Não gritou. O semblante jovem, puro e doce deu lugar a uma face dura, inexpressiva e queimada.

Todos se assustaram com aquilo, pois até o último segundo em que conseguia respirar, o príncipe manteve-se sério e de olhos bem abertos, gravando para sempre a face de seus executores. No silêncio de seu interior, sua alma deixou de ser sua para receber a maldição mais antiga e mais violenta de todas. Ao jurar matar deliberadamente os seus semelhantes e ansiar banhar-se no sangue deles por vingança, foi transformado.

A condenação pelo fogo de um foi a ascensão do outro através do silêncio. Anos depois, o papa soube que toda aquela cidade fora dizimada por um monstro que roubava cada gota do líquido rubro da vida, e ninguém mais restara. Mais alguns anos, quando o padre já estava chegando ao fim de sua jornada, toda uma nação foi reduzida a histórias de fantasmas, monstros e assombrações.

Em seu leito de morte, diante da face da própria morte, o papa pediu perdão pelo seu crime ao ver quem era o autor de todas aquelas atrocidades sombrias. Por toda a eternidade, a imagem daqueles olhos vermelhos adornados por um sorriso doce lhe acompanhou. O perdão lhe foi dado, por isso realizou o único pedido daquela criatura.

-Tudo aquilo que possuir um pedaço dessa cruz terá autoridade sobre os descendentes dos teus descendentes, até que um dia… Encontres a paz. - e deixou esta vida sentindo sua alma finalmente se reconciliar com Deus.

Desde aquele fatídico dia, mais de doze séculos haviam se passado e eis que era a tão falada hora. Os dois chegaram às terras malditas, sem vida e sem luz, cobertas eternamente de sombras e de tempestades, e no meio de uma fenda de uma montanha, o castelo assistia todo um país perecer pela peste sedenta. A Igreja não podia mais suportar o próprio pecado, então enviou o único em todo o planeta que poderia por um fim a tudo.

Naruto era um padre diferente de todos aqueles que existiam no mundo. Perdera sua batina duas vezes por uma conduta indecente - bebia demais e não conseguia afastar-se das boas companhias femininas -, mas pela mesma razão que se ordenara, fora chamado de volta para o “altar”. Naruto sabia lutar, não tinha medo e nem restrições, e tinha coragem o suficiente para matar coisas que pareciam humanas.

Era por isso que estava nos portões do castelo, segurando firmemente sua arma e observando o rapaz de pouco menos de 20 anos se armar como se fosse brincar de soldado, e era por isso que estava com tanto medo.

-Tome. - Naruto deu sua pistola e as balas ao jovem. - Vai precisar.

-Mas senhor…? - pegou-a com cuidado e o fitou. - Não vai ficar desprotegido?

Naruto sorriu com calma e desembainhou sua espada, girando-a com tanta facilidade e maestria, que parecia ser parte de seu corpo - e não o era, por acaso? - que impressionou.

-Vou ficar bem, meu caro. Apenas mantenha os olhos bem abertos. - avisou e o outro assentiu com convicção. Era hora de por um fim à tão macabra lenda.

Não iria simplesmente matar um vampiro. A praga do mundo era muito mais que uma doença. Vampiros. Estava na porta do mais velho, o mais mortal e o mais temido de todos os vampiros. Sua sede era tão violenta e voraz que bebia de seus próprios semelhantes para se satisfazer. Seus poderes tornavam-no intocável. Quem não temeria um monstro deste tipo?

Os dois entraram no castelo vazio e seguiram pelo longo corredor que findava numa bifurcação. Mestre e discípulo se fitaram e o mais velho indicou qual caminho o mais jovem devia ir. Pouparia-o de uma morte tenebrosa, que era o que lhe aguardava no outro corredor, mas não significava que os dois voltariam vivos daquela incursão.

-Se vai morrer… Que seja numa batalha justa. - sussurrou quando o viu desaparecer na escuridão do corredor. As tochas do outro caminho se acenderam. Ele lhe esperava, como imaginava. - É melhor que fique fora disso, Deus. - apertou a aba de seu chapéu, abaixando-a, e seguiu seu rumo nefasto sem medo.

Pareceu caminhar por horas, deparou-se com inúmeros corpos secos, alguns ainda vivos e famintos, mas não conseguiam se mexer para atacá-lo. Era uma presa com “dono”, por assim dizer, logo estavam impedidos. O castigo dos desobedientes, pensou Naruto, é nunca ter acesso ao que o “criador” fez de melhor.

Ao chegar ao fim e se deparar com um local vazio, bem diferente do outro salão - o pobre rapaz iria encontrar um ambiente cheio de belas e mortais vampiras -, com um trono de ferro e ouro antigo bem ao centro. Todas as tochas daquele lugar se acenderam em poucos segundos, numa bela cadência, e revelaram o ocupante do trono. Um belo e milenar príncipe mergulhado nas trevas, no ódio e na morte. Os dois se fitaram.

-Boa noite, alteza. - retirou o chapéu ao fazer uma reverência honrosa e o outro correspondeu apenas com um aceno breve de cabeça.

-Boa noite, Naruto. - magicamente, um sofá com uma pequena mesa de centro surgiu bem diante de seus olhos azuis, mas não se surpreendeu por isso. - Queira sentar-se, por favor. Entre nós, como sabe, não há essas… Trivialidades formais.

O outro assentiu e sentou-se. Sua espada foi acomodada sobre a mesa. Uma bela refeição havia ali, com frango assado, frutas, pão e vinho. Era sempre bem recepcionado, tinha que admitir. Serviu-se do frango e de algumas uvas enquanto via o príncipe amaldiçoado se aproximar e colocar-se ao seu lado.

Trazia em sua mão uma taça feita do mesmo material do trono e ela foi posta perto da taça de vinho. O vampiro assistiu o seu convidado se alimentar enquanto ouvia os berros do discípulo, mais um, morrer perante à fome das noivas de seus servos mortos. Teria que matá-las também antes do fim do século para evitar algum tipo de retaliação ou perturbação ao seu momento mensal e extremamente particular.

Sorriu quando Naruto lhe fitou, mas nada disse. De todas as pessoas a quem já havia consumido o sangue e matado, ou transformado, aquele homem fora o único que lhe fizera sentir prazer de novo. Depois de anos bebendo, matando, se alimentando, existindo naquele mundo maldito, nada mais lhe saciava, exceto…

-Quer agora? - perguntou Naruto e o vampiro negou gentil. Não tinha pressa. Queria aproveitar cada segundo que lhe restasse daquela noite com ele. - Avise-me.

-Pode deixar. - sussurrou e fitou a espada. Não há temia. Não quando era simplesmente inútil contra si. A arma contemplava, por assim dizer, somente os descendentes e os seus descendentes, não o criador deles. Se algo poderia lhe matar, ainda não sabia o que era e não tinha pressa em descobrir.

Poucos minutos depois, o homem terminou de comer e estava seguindo o vampiro para outro lugar. Na verdade, logo atrás do enorme salão que guardava o real único e último tesouro do antigo reino do príncipe - o velho e sombrio trono - ficava o quarto de sua alteza e era na enorme cama onde os dois estavam acomodados agora. Beijavam-se com necessidade, pois a vontade de saciar aquele desejo estava transbordando.

-Agora? - Naruto arfou quando se viu livre de suas roupas e o vampiro negou novamente, sorrindo enquanto deslizava sua língua pelos dentes afiados e abria os botões de sua camisa negra. - Eu devia ficar aqui para sempre.

-Te mandaram aqui para me matar… E daí se nunca mais voltasse e eu… Desaparecesse? Eles poderiam achar que nos matamos. - deu de ombros e se curvou sobre o corpo nu, beijando a virilha excitada.

Naruto gemeu alto quando se sentiu ser chupado com força, mas demora. Assentiu enquanto sentia sua intimidade receber carinhos demorados, mas famintos. Foi posto de quatro e arregalou os olhos quando sentiu a língua gelada adentrar seu canal.

-Suas… - tentou falar, mas os gemidos estavam interromoendo sua voz. - Ah… Tão bom… - gemeu. - Suas criaturas estão causando problemas… - arfou, apertando os lençóis da cama colonial, e fitou o vampiro.

-Para a gente desaparecer, eu tenho que matá-las? - empurrou um dedo devagar para o interior do canal e passou a beijar as costas e os ombros suados. Naruto assentiu. - Mato todos por você. - lambeu o pescoço suado.

-Até parece que me ama… - riu baixo, afastando mais as pernas para sentir o segundo dedo entrar e manter a penetração suave. - Você faz qualquer coisa pelo sangue.

-Exatamente. - riu baixo e acelerou seus dedos ali quando sentiu que os músculos estavam mais relaxados. - Seu sangue é a minha droga mais deliciosa.

Os dedos gelados deixavam todo o seu interior pulsando de ansiedade pelo momento seguinte. Beijava-o com avidez, deixando claro o quanto queria-o. O vampiro arfou alto ao soltar os lábios humanos, pois sentira o canal tragando-o. Seus olhos brilharam rubros quando viu o sangue correndo pelas veias e as artérias como rios velozes.

-Tudo bem… - Naruto beijou o pescoço com vontade. - Vem… - chamou, rebolando com liberdade nos dedos dele. - Eu te quero agora, Sasuke. - pediu.

O vampiro afastou devagar os dedos, observando os músculos reagindo, e lambeu os lábios. Saiu da cama rapidamente, indo até duas portas que surgiram quando duas tochas se acenderam quando ele se aproximou. Naruto deitou-se de barriga para cima e viu Sasuke voltar arrastando o corpo de uma mulher, que estava amarrada e de boca selada com uma costura, até perto da cama.

Numa única mordida, ele cravou seus dentes na garganta dela e sorveu todo o sangue em poucos segundos, ainda que ela se debatesse como louca, do corpo. Sasuke a largou no chão, lambendo os lábios rubros, seca como um múmia de 1000 anos e sorriu para Naruto. Este último posicionou-se melhor sobre a cama assim que viu o membro ser exposto e vir para si.

Logo estavam conectados. Os dois gemeram juntos ao se beijarem com desejo. Sasuke segurou firmemente os quadris humanos e o penetrou com vigor, indo exatamente como ele queria: rápido e firme. Naruto apertou os braços com suas mãos para poder sentar-se sobre o colo e rebolar com vigor contra as investidas certeiras.

Aquilo começou há quase dez anos. Como todas as vezes que a Igreja mandava, Naruto ia até aquela região esquecida por Deus para matar os vampiros que estavam atacando as pessoas. O caçador foi capturado por draculinas, as vampiras servas diretas de Sasuke, cujo único poder era a sedução, e quase perdeu sua vida para elas se ele não tivesse aparecido no meio da batalha.

Naruto achou que o rei de todos os vampiros estava ali para defender suas concubinas, mas se surpreendeu quando foi posto contra a parede e ardentemente beijado. Não sabia se era seu destino ou não, mas quando sentiu os lábios e a língua fria se apossarem da sua boca, não resistiu: entregou-se ao beijo. As draculinas, sedentas por seu sangue, foram destroçadas e queimadas pelo próprio Sasuke durante o ato sexual de ambos.

Naquela noite, pela primeira vez em sua vida, Naruto foi mordido e teve seu sangue bebido, porém não foi transformado. Finalmente entendeu porque muitas vítimas morriam durante o ato sexual com os vampiros. A mordida prolongava o orgasmo de tal maneira que todo o sangue poderia ser tomado.

Desde então, Sasuke visitava Naruto pelo menos a 15 dias. Queria sexo, queria sangue, queria o cheiro, o calor e ser beijado pelo caçador. Mesmo sabendo que viveria uma experiência inexplicável, Naruto só cedia se o vampiro jurasse não tomar nenhuma outra gota de sangue. E por mais que fosse difícil de acreditar, Sasuke cedeu aos desejos.

Os criados do vampiro não estavam dentro do acordo, mas logo eram eliminados se acaso ficassem no caminho dos desejos de seu senhor. Nada enfurecia mais Sasuke do que procurar por Naruto e não o encontrar porque ele fora caçar algum dos seus. Matava dezenas para se acalmar.

Era profano e proibido, mas Naruto não se importava porque não tinha qualquer relação que não fosse financeira com a Igreja. Fora esperto: era um jeito muito sensual e intenso de controlar o mais violento dos monstros sanguessugas. Além de ter prazer e a proteção incondicional da criatura, mesmo que pelo preço de um pouco de seu sangue, conseguia evitar que as antigas chacinas acontecessem pelo mundo.

Ninguém sabia que o mais poderoso caçador de que se tinha notícia mantinha uma relação íntima com a caça mais procurada. Ninguém poderia saber. Pessoas que se envolviam daquela forma com vampiros eram assassinadas na fogueira ou por uma estaca cravada no peito. Naruto amava a forma sombria como Sasuke lhe desejava e por isso não se importava que a cada dois meses um discípulo seu, enviado pela Igreja, era morto pelos vampiros. Faria qualquer coisa para manter seu segredo nas sombras.

Os dois beijaram-se quando o ato ficou mais quente, mais apaixonado, e se fitaram. Sasuke lambia e chupava devagar os mamilos endurecidos do seu amante e arranhou a bunda de Naruto. O canal pulsava mais, como se lhe tragasse a cada investida, e isso deixava o vampiro louco. Este deitou-se sobre a cama e permitiu que o humano rebolasse com força sobre seu colo enquanto se masturbava.

-Eu vou gozar… - Naruto avisou ao sentir seus mamilos serem beliscados e as investidas ficarem mais profundas. - Goza dentro de mim... - Sasuke assentiu sem mal piscar, admirando o homem sobre si.

Os dois rolaram pela cama, abraçados, e continuaram até que não suportaram mais. No momento mais louco do ápice do prazer, Sasuke mordeu cuidadosamente o ombro esquerdo do caçador, bebendo um pouco do sangue banhado em prazer e luxúria. Naruto sentiu seu canal ser preenchido pela essência do outro e, pasmem, não era sêmen. Era o líquido negro que corria pelo corpo e mantinha aquele morto vagando pela terra.

Quando Sasuke afastou a boca, sentindo-se em pleno nirvana por sentir a sua droga aquecer sua garganta e chegar ao seu estômago, viu a ferida se fechar devagar graças ao sangue negro que despejara dentro de Naruto durante o orgasmo.

Beijou a região anteriormente ferida com carinho e depois selou os lábios quentes com paixão. Sorriram de lado, um pouco ofegantes, e deram apenas alguns minutos de descanso antes de retomarem todo o ato de novo. Somente quando o sol nasceu, os dois estavam saciados e prontos para retomarem a farsa. Naruto terminava de abotoar sua camisa quando sentiu a unha vampiresca arranhar a pele de seu pescoço num corte sutil.

-Eu devia te trancar aqui. - sussurrou antes de lamber o filete rubro antes que manchasse a camisa branca. Naruto suspirou e afagou os cabelos negros com a mão, inclinando sua cabeça para que Sasuke pudesse beber um pouco mais.

-Não pode… Se me trancasse aqui, eu deixaria de ser seu amante para ser seu escravo… Você só gosta do meu sangue porque ele tem sabor de liberdade. - sorriu, pois as succionadas se transformaram em beijos e logo os dois estavam abraçados, vivendo aquele ósculo único.

Seguiram juntos pelo corredor para o salão do trono. Ali, o vampiro se sentou enquanto Naruto pegava sua espada de volta e sorria em adeus. Queria poder continuar com ele, mas… Se soubessem, seu amante humano poderia ser morto e se ele morresse… Sasuke não gostava nem de pensar nas proporções que a sua ira tomaria.

-Não demora a vir de novo… - Sasuke pediu. Naruto o fitou e assentiu. - Promete?

-Prometo. - sorriu e o alívio estava claro na face fria. - Pode dar um jeito nos problemas? - perguntou.

-Claro. Deixe comigo. - as tochas foram se apagando uma a uma. - Te vejo na próxima lua.

-Sim, majestade.

Tudo ficou escuro e Naruto voltou para casa. Do lado de fora, viu uma nuvem anormal de morcegos se formar e partir dali por entre as nuvens da tempestade. Raios e relâmpagos eram visto ao longe. O caçador sorriu.

-Obrigado, majestade. - sussurrou ao acomodar o chapéu sobre a cabeça e seguir a pé, pois os cavalos foram mortos.

4 de Marzo de 2018 a las 19:41 1 Reporte Insertar 5
Fin

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Sensacional Adorei Foi incrível
4 de Marzo de 2018 a las 17:46
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