Culpa Seguir historia

retrive retrive geibi

— Naruto... E-eu amo você. Todos os seus sentimentos estavam expostos e ela nunca se sentiu tão sem defesas daquela forma. Por fim, o loiro a abraçou, mais forte do que nunca. Afundava o rosto da moça em seu peito e oferecia o calor de seu corpo. Mas não respondeu se sentia o mesmo. E nunca foi capaz de responder durante todo o relacionamento.


Fanfiction Todo público.

#Songfic #Hinata Hyuuga #Naruto Uzumaki #NaruHina #Naruto #Romance
Cuento corto
10
6.9mil VISITAS
Completado
tiempo de lectura
AA Compartir

Único

Ela disse que me amava e ela não o amava

E aquilo foi realmente amável porque foi inocente

O cheiro dela era doce. Naruto não sabia dizer exatamente o que aquela fragrância o lembrava, mas ele tinha a pura e total certeza de que era algo bom. Algo tão doce quanto ela e tão delicado quanto pétalas de rosa.

Ela não estava ali. O travesseiro ainda amassado e a cama bagunçada eram provas de que ela havia acabado de se levantar. Ele coçou os olhos, ainda sonolento, afundou o rosto na fronha e tentou sugar com as narinas todo o cheiro que ele queria ter na memória.

Em um só pulo, levantou da cama. As roupas jogadas de qualquer jeito no chão eram a prova de que a noite entre eles fora regada à insanidades.

Hinata era uma flor, mas também era uma tigresa. Se conheciam há quanto tempo? Dois anos? Talvez mais – o loiro nunca saberia responder, não era um bom observador.

Era tão desligado que notar a presença da moça foi a missão do ano. Desde quando uma morena com olhos perolados estudava no mesmo curso que ele e trabalhava no mesmo bar? Ficou bem chocado ao descobrir que também moravam no mesmo prédio e até já dividiram um táxi.

E pensar que a garota terminou um namoro apenas por possuir uma paixão platônica pelo loiro... Ele achou uma graça ouvir essa história dela.

Naruto não sabia se fora o álcool ou a luz da lua que despertaram algo em seu subconsciente, mas sabia que foi de aquecer o coração a sensação de vê-la sorrindo no momento em que ele se aproximou.

E depois de uma noite inteira de conversa, ignorando os amigos na festa e focando a atenção apenas nela, o Uzumaki percebeu que queria beijá-la. E assim fez. A felicidade de ser retribuído foi imensa e só aumentou quando o assunto fluiu e terminou no apartamento dela.

Tinham tanto em comum. Era quase como se já se conhecessem e não foi uma surpresa quando ele resolveu repetir a dose com a morena sorridente e educada. A Hyuuga era leve e divertida, olhava o mundo de uma forma diferente e o rapaz achava isso lindo.

Nunca se esqueceria do passeio no parque em que não fizeram nada além de observar as pessoas e lugares. Ela queria fazer a diferença, ajudar o mundo e colocar sorrisos no rosto das pessoas. Já ele estava feliz por oferecer trocados à moradores de rua.

Os mundos eram diferentes, mas de uma forma gozada, se encaixavam melhor que peças de quebra cabeça.

Hinata era a alegria, que ficava vermelha de raiva, mas não descia do salto para brigas inúteis. Ela era a responsabilidade, foco e sensatez. Naruto era o que xingava todos no trânsito e não via problemas em exibir seu olho roxo. Ele era a insanidade e o fogo que só apagava com o carinho dela.

— Já está de pé?

A moça entrou no quarto usando uma camisola lilás, segurando uma xícara de chá. Ele podia apostar que era de canela.

— Acho que já vou indo. Que horas são?

— Já? – com toda certeza ela não parecia satisfeita com a idéia. – Nem tomamos café.

Era um namoro? Naruto havia acabado de completar 21 e Hinata logo teria a mesma idade. Mas era um namoro? Em 6 meses nunca tinham comentado sobre o assunto, mas naquele momento pareceu necessário.

Parecia errado sair do apartamento dela com um beijo na testa como despedida. Parecia errado agir feito casal e estranhos ao mesmo tempo.

A morena se aproximou quando ele se sentou na cama. O chá esfriava em sua mão e o Uzumaki conseguia sentir seu nervosismo mesmo sem olhá-la.

— Eu queria muito falar com você sobre algo. – se sentou mordendo os lábios.

O que ela tinha? Estava doente ou queria acabar com toda a relação que tinham? Pensar nisso deixava ele nervoso.

— Está tudo bem? – a segurou pelo queixo e ela soltou o ar pela boca ao olhar no fundo daqueles olhos tão azuis.

Naruto franziu o cenho enquanto ela mordia os lábios e percorria o quarto com os olhos. Evitava tanto o contato visual que parecia estar prestes a fazer algo horrível.

— Naruto... E-eu amo você.

Todos os seus sentimentos estavam expostos e ela nunca se sentiu tão sem defesas daquela forma. Por fim, o loiro a abraçou, mais forte do que nunca. Afundava o rosto da moça em seu peito e oferecia o calor de seu corpo.

Mas não respondeu se sentia o mesmo. E nunca foi capaz de responder durante todo o relacionamento.


Está ficando meio borrado às 10:15

E ele estava com pressa para tocar a pele dela

Ela se sente meio suja quando está dançando com ele

Esquecendo o que ela me disse perto da fonte de água


Quatro anos desde que ela disse tudo que sentia. Dois anos que a imaturidade e falta de retribuição por parte dele arruinaram a relação.

Dois anos sem ela e até mesmo a música do lugar parecia querer deixar claro a burrice. Hinata estava ali, mas não estava com ele.

Era a festa de noivado de Temari e Shikamaru e foi a primeira vez que Naruto a viu tão de perto desde que tudo terminou. Ainda moravam no mesmo prédio, mas parecia que Hinata havia mudado os próprios horários para evitar encontros constrangedores.

Ela estava linda, como sempre. O vestido preto combinava muito bem com a pele alva.

Como a deixou escapar? A festa acontecia e todos pareciam animados pelo casal, mas Naruto não era capaz de compartilhar daquela alegria, só queria estar com ela.

Nunca foi capaz de esquecê-la e sabia que isso continuaria por muito tempo. Se condenava sempre pelo fim do relacionamento, mas era jovem e imaturo demais para simplesmente correr atrás.

A deixou ir e ela foi com o peso no peito. Naruto podia ver que ela não estava feliz com aquela relação que mantinha, seu sorriso não era verdadeiro e seu olhar recaía sobre o ex sempre que era possível.

Mas ela superava. Aos poucos e com dificuldade, mas superava. O coração pesava, mas continuava a dança com o homem em sua frente e se esquecia cada vez mais de todas as suas juras de amor. Precisava esquecer para se sentir menos burra.

O Uzumaki soubera por Sakura que aquele namoro estranho de Hinata já durava um ano. A rosada dizia que a moça estava feliz como nunca, mas ela não conhecia a Hyuuga como ele.

Hinata não estava feliz. Fingia bem, mas não estava. Naruto até podia senti-la recuando quando ele a tocava além do que era permitido.

O problema era que Naruto não sabia o que era amor e Hinata sempre soube. Ele nunca foi capaz de retribuir por conta de sua falta de maturidade, mas isso não queria dizer que não sentia o peito bater por ela.

Apenas não sabia que aquele frio no estômago era amor, ele era jovem demais.

Como as coisas acabaram daquela forma? Naruto já sentia o mundo girando com o álcool, mas estava bem o suficiente para ver o que se passava diante de seus olhos: ela estava cada vez mais distante e não tinha nada que ele pudesse fazer.


Agora ele está segurando seus quadris e te puxando para perto

Beijando seus lábios e sussurrando em seu ouvido

E ela sabe que não deveria ouvir

E que ela deveria estar comigo perto fonte de água


Hinata era uma bela noiva, mas não a noiva dele.

Vestida de branco, quase como uma princesa. Os olhos marejados e o sorriso incrivelmente belo. Parecia muito feliz e Naruto começava a suspeitar que talvez estivesse mesmo.

Tinha 26 anos. O Uzumaki sempre ria quando ela dizia que ia se casar com essa idade. No fim, seu desejo se realizou, mas não parecia correto aos olhos azuis ela estar entrando na igreja em direção à outro homem.

Estava tudo fora do lugar e o loiro queria apenas se levantar e levar a moça para o lugar feliz deles. Levá-la para o apartamento onde ela se declarou e, finalmente, fazer o mesmo com a mesma intensidade.

Aceito. – sua voz marejada seguida por um sorriso tímido foi o suficiente para formar um nó em sua garganta.

O que ele estava fazendo ali? Sasuke e Sakura o chamaram para ir e ele podia dizer um belo não, mas queria vê-la mais uma vez antes e ter certeza de que ela nunca mais seria dele.

E lá estava Hinata, a dois passos de adquirir um sobrenome novo que não era Uzumaki. Estava distante e já parecia ter se esquecido de tudo que dissera para Naruto.

A lágrima escapando foi o ápice para fazer Naruto sair roubando a atenção de todos, principalmente de Hinata, que sentiu o peito apertar com a forma que ele saía, quase como se fosse desmoronar no pátio da igreja.

Mas ele não poderia ir embora. Prometeu à Sakura que ficaria ali até o fim e a Uchiha foi esperta ao dizer que ele não poderia desapontar uma gestante de três meses.

Sasuke mantinha sua carranca crítica na mesa em que os três estavam e toda vez que a esposa abria a boca ou se ajeitava na cadeira, era o primeiro a arregalar os olhos. Quebrava sua pose de machão sem humor quando o assunto era sua amada.

— Ela parece tão feliz, né? – Sakura olhou adiante, para a noiva que dançava uma música animada com a irmã caçula.

E ela estava feliz, esse era o problema para Naruto. Como estava feliz com outro homem que não fosse ele? Estava com um pensamento muito egoísta, mas ele nunca a magoou em todos os anos de namoro, apenas nunca dissera o bendito “eu te amo”.

Se soubesse que tais palavras eram tão importantes, se conseguisse entender seus próprios sentimentos para com ela... Tudo poderia ter sido diferente e Hinata estaria dançando com ele na festa de casamento dos dois.

— Ela está feliz sim. – o ar faltou quando o marido de Hinata a puxou para dançar.

Enquanto ele a segurava pelos quadris e a puxava para perto, Naruto cerrou os punhos sendo conduzido pelo sentimento de culpa.

Era ele quem deveria estar dançando com ela, sussurrando coisas em seu ouvido e a beijando em meio aos sorrisos.

Mas era o outro quem a tinha. Era ele que fazia Hinata esquecer cada vez mais tudo o que disse para Naruto.

A morena não deveria ouvir uma só palavra que saía da boca daquele inútil, mas ela sorria como se ele cantasse ao pé de seu ouvido.

Hinata estava esquecendo de tudo aquilo que disse para Naruto e o loiro era incapaz de esquecer, apenas se sentia mais e mais culpado por deixar ela escapar dentre seus dedos.


Ela não poderia ficar em casa à noite, porque

Isso a fazia se sentir sozinha, mas naquela época ela era

Muito jovem

Eu era muito jovem


— Dois meses de casada! Como se sente? O primeiro ano é mágico, mas o resto fica horrível. – Sai encarou a esposa, incrédulo com o comentário e ela riu, deixando clara a brincadeira.

— Kiba é muito atencioso. – ela sorriu de forma fraca para as amigas.

Então o nome do rapaz era Kiba? Naruto acenou com a cabeça enquanto a cerveja descia pela garganta. Sentado ao lado de Sakura, ele tentava não manter contato com a morena.

Seria constrangedor demais encará-la sendo que ainda sentia algo. E Hinata, sentia alguma coisa por Naruto?

— E onde ele está? – a pergunta coçava na garganta e saiu sem que planejasse.

— Ele viaja muito. – seu tom não era o mesmo que Naruto usava.

O Uzumaki usava um tom indiferente, mas carregado de muitos sentimentos. Já ela usava um tom calmo, como se ele não fosse nada de importante.

— Você deve ficar muito sozinha. – Temari observou e a morena apenas assentiu.

— Mas aproveitamos quando estamos juntos.

— Pensei que não gostasse de ficar sozinha.

E sua última cartada foi certeira. Ela finalmente o encarou com um olhar incrédulo. O loiro apenas se levantou da mesa e foi em direção à saída.

O gosto da pizza estava amargo demais para ele continuar comendo.

— Naruto? – a voz o acertou em cheio. Se virou e segurou a respiração quando a viu colocando o casaco e seguindo caminho até ele. – Você tem algo contra mim?

Hinata cruzou os braços por conta do frio enquanto os cabelos, que estava cortados na altura dos ombros, voavam com o vento.

— Não tenho nada contra você, mas tenho tudo contra eu mesmo.


Eu deveria ter construído uma casa com uma fonte de água para nós

No momento em que ela me disse que estava apaixonada

Muito jovem

Eu era muito jovem


A pior parte era que Hinata ainda morava no mesmo prédio junto com o marido. Quando apenas namoravam, as coisas eram menos intensas. Naruto achava que o rapaz que encontrava no elevador vez ou outra saindo do andar dela era apenas um namorico.

Ainda tinha esperanças de uma possível reconciliação na época.

Encontrar Hinata brava com o esposo no elevador era algo cada vez mais comum depois que completaram um ano de casamento.

Ino realmente tinha razão no fim das contas? Depois desse período as coisas iam por água abaixo?

Naquela tarde a morena estava sozinha no elevador, por um milagre. Os olhos claramente marejados. Parecia carregar o peso do mundo nas costas. Naruto pensou em subir de escada, mas precisava saber o motivo do pranto e, se possível, acalmá-la em nome dos velhos tempos.

— Aconteceu alguma coisa? – perguntou assim que as portas de metal se fecharam.

— Não é nada. – sorriu fraco enquanto secava uma lágrima teimosa.

— Hinata... – se virou para ela. – Não tente me esconder algo, sabe que não é possível.

Naruto não era mais tão jovem. Sua maturidade apareceu e pensar tantas vezes em seu namoro com a garota o fez entendê-la. Era uma pena que ele só entendera tarde demais, sem chance de salvar as coisas.

— Sinto que estou sendo traída. – sua risada saiu pelo nariz, como se ela mesma fosse uma grande piada. – Me sinto tosca por chorar por algo que sempre suspeitei, mas isso aperta o meu peito de um jeito que eu não consigo controlar. Como pude ser tão cega?

E ele a abraçou; forte, quase sufocando a moça em seu corpo, tentando afastar dela todos os males do mundo. Hinata não merecia sofrer e o loiro só conseguia pensar no ódio que sentia pelo Inuzuka.

— O que está fazendo? – ela disse sorrindo.

— Te protegendo, eu acho.

— Você não mudou quase nada. – suspirou puxando o cheiro que vinha dele. – Nem seu cheiro mudou, Naruto. E eu acho que eu sempre amei você e nunca consegui sentir nada por ele.


E se alguma vez ela voltar para a fonte de água

A maçaneta estará quebrada e haverá ferrugem

Mas minha mão estará aberta e vou tentar consertá-la


Meu coração estará aberto e eu vou tentar entregá-lo

— Sua ligação me assustou. – disparou assim que ela abriu a porta.

— Você não ter mudado esse número é o que me assustou. – sorriu enquanto dava passagem para o rapaz entrar.

— Por que me chamou aqui? – indagou olhando para todo o apartamento da moça.

Nada havia mudado e ele agradeceu por não ter nada que lembrasse Kiba ali. Faziam quatro ou cinco meses que Hinata estava solteira? O Uzumaki ficou feliz por saber que a Hyuuga nunca teve Inuzuka no nome.

Era uma chance de trazê-la para a família Uzumaki que ele teria que saber aproveitar.

— Eu tenho tanta coisa pra falar, nem sei por onde começar.

— Então não comece, Hina. – ele deu dois passos para frente e ela três para trás. – Apenas deixa a correnteza seguir o fluxo. Você lembra de tudo que já me disse? Não temos que começar, só precisamos continuar.

— Lembro de tudo o que eu disse, mas não lembro de você dizer algo.

— Então eu digo agora. – mais dois passos; não permitiu que ela se afastasse, a segurando pela cintura.

Hinata desviou o olhar e percorreu toda a sala com os olhos, da mesma forma que fazia há seis anos atrás. Nada havia mudado e ele torcia para que a situação fosse a mesma com os sentimentos dela.

— Eu amo você, Hinata, e sempre amei. E não teve um só dia em que eu não pensei em todos os meus erros. Não teve um só momento em que a culpa não me acertou em cheio. Eu demorei para perceber coisas óbvias, mas agora estou aqui, estou disposto a te mostrar que eu não sou mais tão jovem e posso retribuir seu amor com a mesma intensidade.

Naruto nunca beijou alguém com tanta vontade como fez naquele momento. E o beijo começou calmo, mas não demorou muito para que ele percorresse as mãos pelo corpo dela matando a saudade daquelas curvas.

E eles estavam no lugar feliz onde ela abriu seu coração anos antes. Selando o amor que nunca morreu e conseguiu ficar ainda mais intenso.

Mas, daquela vez, o loiro respondia a cada declaração que recebia dela. Mostrava seus sentimentos e entregava seu coração, provando que amadureceu de todas as formas possíveis.


Agora estou segurando seus quadris, e a puxando pra perto

Beijando seus lábios e sussurrando em seu ouvido

E eu sei que é apenas um desejo

E que não estamos perto daquela fonte de água


Sentia o peito transbordar de uma forma estranha enquanto a conduzia pelo salão. O aniversário de dois anos de Sarada estava bem animado e infantil, mas era o casal que dominava a pista de dança.

Tocava Xuxa, mas eles dançavam como se estivessem ao som de um soneto incrível. Hinata ria e escondia o rosto toda vez que, por conta da forma desajeitada que se moviam, esbarrava em alguma criança que brincava ao lado deles.

Era difícil entender que o casal recuperava todo o tempo perdido? Difícil entender que estavam namorando feito adolescentes pelo simples fatos de se amarem como se fossem?

— Eu amo você. – ele anunciou antes de puxá-la para mais perto – Por Deus, eu amo muito você.

— Quantas vezes você já disse isso hoje? – ela riu quando ele franziu as sobrancelhas meio confuso.

— Você quer que eu pare?

— Nunca. – o loiro roubou um rápido beijo enquanto giravam. – E eu também amo você. Eu amo muito você, Naruto.


Eu deveria ter construído uma casa com uma fonte de água para nós

No momento em que ela me disse que estava apaixonada

Muito jovem

Eu era muito jovem


E Naruto construiu uma casa perto de uma fonte de água no momento em que viu que ambos estavam apaixonados com total intensidade. Com a promessa de que faria Hinata a mulher mais feliz do mundo, viveriam sem arrependimentos.

Ele já não era tão jovem.

Songfic da música: Alec Benjamin - The Water Fountain

4 de Marzo de 2018 a las 05:38 2 Reporte Insertar 2
Fin

Conoce al autor

retrive geibi Ficwritter e designer nas horas vagas. 18 anos, criatividade demais para pouco tempo e muita preguiça. Mama da maravilhosa Igreja Arte do SaiIno Entrano

Comenta algo

Publica!
Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
Como assim esse hino tá flop aqui? Não, não, não, tem que comentar, tem que enaltecer.
4 de Marzo de 2018 a las 03:21

  • retrive geibi retrive geibi
    MANA, nesse site eu sou a mai flop das flops. Mas sigo plena e forte 4 de Marzo de 2018 a las 13:29
~