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belith__ BELITH

Yuri estava em um dilema: correr com Otabek ou correr dali? Nem mesmo compreendia os acontecimentos que antecedem esse momento crucial, mas sabia que não tinha volta. Correu com Otabek para um beco qualquer, então chegara a hora da verdade. ― Você gosta de mim? A seriedade de Otabek lhe fizera perceber o quão intenso eram seus sentimentos pelo moreno. Decida-se, Yuri. Você é um homem ou um rato?


Fanfiction Sólo para mayores de 21 (adultos).

#homossexual #belithredfox #yaoidabelith #lemon #yaoi #yuri on ice #YOI #davaiotayuri #davai #yuri #otabek #otayuri
Cuento corto
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Beco sem saída

Você já se perguntou como nosso coração pode ser egoísta? Aliás, como o ser humano pode ser egoísta? Pois é, até então, Yuri Plisetsky nunca havia se feito tais perguntas, até se dar conta da grande merda que estava fazendo.

― Otabek! ―Segurou o braço do moreno, assim, o impedindo de sair do seu lado junto da mulher de madeixas avermelhadas longas.

― Yuri, por favor, me solte. ―Nem mesmo se dera o trabalho de voltar e encarar o pequeno, manteve-se de costas para ele, não queria o encarar, não queria. Os olhos verdes de Yuri estavam assustados, toda a adrenalina fora liberada em seu sangue; pupilas dilatadas e respiração acelerada denunciavam seu desespero. Pouco a pouco o aperto de sua mão fora afrouxando, por fim, liberando o braço de Altin que em prontidão o ofereceu à mulher que o esperava ali perto. ― Boa noite.

O amargo do desprezo ficou evidente na expressão em seu rosto. Seu coração que batia acelerado foi-se acalmando, acalmando, acalmando, era como se estivesse morrendo, sentia a temperatura baixar, as mãos suarem frio pela sensação horrenda de ver Otabek partindo. No fim das contas, amigos são só amigos, não são?

**

You Like Me?

Rússia ―23h23min

― Yurio? ―A voz surpresa de Katsuki deixou evidente que o loiro estava no lugar errado, na hora errada.

― H-Hey, Yurio!~

― Estou atrapalhando, desculpe. ―Começou sua caminhada para sair do quarto de hotel, mas fora impedido pela mão de Katsuki em seu ombro. Internamente agradecendo a deus pelo porco ter coração, pois o seu havia sido dilacerado.

― Está tudo bem, entre. ―Puxou o menor consigo e manteve a porta aberta. O russo de madeixas platinadas estranhou e levantou. ― Oh, Victor... ―Yuri se aproximou do maior ―poderia nos deixar a sós? ―Victor que sempre é infantil, compreendeu o pedido do amante e saiu deixando os dois a sós. Sabia do quão irritado Yuri ficaria com qualquer piada vinda do mesmo e não seria para menos.

― Desculpe atrapalhar vocês.

― Não atrapalhou, estávamos jogando conversa fora. ―Corou.

― Que cruel, Yuuri! ―O resmungo do outro lado da porta fez algumas veias de Katsuki saltarem. O mesmo fechou os olhos e levantou, caminhou silenciosamente e abriu a porta do quarto com tudo, dando de cara com um Victor à espreita. ― Y-Yuuri... eu, ―riu em nervosismo― eu... bem, eu j―foi interrompido pelo chute que o moreno deu em seu estômago, o fazendo cair de pernas abertas.

― Você tem 10 segundos para sair daqui. ―Os olhos castanhos estavam afiados. Victor sentiu um calar frio percorrer sua espinha― 10, 9, 8, 7, 6... ―Antes que terminasse, Victor correu para o elevador, enfim, indo para algum lugar. Provavelmente para o quarto de seu amigo, Chris, ponderou consigo mesmo. Voltou para perto de Yuri que continuava calado, o mais velho ficou preocupado. Sentou-se ao seu lado. ― Yurio, o que houve? ―A voz serena fez o loiro sentir-se confortável, era como se fosse sua mãe.

Por segundos ―que pareceram horas em sua cabeça― tudo que Plisetsky conseguia ouvir eram as batidas de seu coração que aumentavam gradativamente, sua audição ficara abafada e em sua garganta se formara um imenso nó que dificultava, até mesmo, a respiração. Seus olhos abriram-se em desespero e logo, encheram-se de água. O que é isso? Perguntava-se. Por que essa pergunta simples provocara em si tantas sensações únicas e desconhecidas? Estava em pânico!

— Até onde posso tê-lo sendo, apenas, amigo? —Questionou num último fio de voz antes de por pra fora todo o choro que havia contido consigo desde o momento que sentiu sua mão esfriar por não estar mais colada à pele quente de Otabek. Quando foi que pôde ter um amigo? Aliás, não. Quando imaginou que teria um amigo? Logo ele que sempre esteve sozinho cuspindo ódio e desprezo nas pessoas, compreendendo, em algum lugar de seu coração, que você recebe aquilo que oferece. Mesmo assim, mesmo desprezando todos, xingando, odiando, até agredindo, Otabek quebrara a caixa de vidro na qual se escondia de todos que o cercavam, sua casca de proteção. Sua fina e delicada armadura de gelo. Otabek o ganhara com um simples pedido. Então, agora, justamente agora, por que não estava consigo? Por quê? Não era bom o suficiente? O queria ali, queria passar a noite com seu amigo, comendo, jogando videogame, qualquer coisa que fosse, desde que Otabek estivesse consigo, seria perfeito.

― Sabe, Yuuri... ―O mais velho alisou as madeixas loiras com um toque tão gentil que fez Plisetsky corar, que toque maternal e acolhedor, ponderou consigo fechando os olhos. ― Otabek já é um adulto, compreendo que deve sentir-se feliz por tê-lo como amigo, mas... já se perguntou se ‘só’ amigo é o suficiente para você? ―Sentiu seu coração doer ― Se a resposta for sim, você pode ficar aqui essa noite, pediremos pizza e podemos até jogar videogame. ―Era um convite tentador, ficar ali no calor do colo aconchegante de Katsuki, jogar, comer e dormir perto das únicas pessoas que, além de seu avô, só querem o seu bem, parece o cenário ideal. Mas então por quê? Por que isso não parece ser o bastante? Por que parece faltar algo? Por que parece que ele está, na verdade, naquela boate onde deixou Otabek e a ruiva? Por quê? ― No entanto, se ‘só’ amigos for pouco ―levantou-se por reflexo, Yuri sorriu com a reação do pequeno de cabelos loiros ― você deveria sair desse quarto, correr, mas correr MUITO, encontrar-se com Otabek-kun e lhe dizer como se sente. ―O pequeno expressou com os olhos o quão perdido estava― Mesmo que nem você saiba, não precisa ser uma frase tão complicada ou um texto ensaiado, apenas diga como se sente, isso será mais que suficiente. ―Sorriu.― Então, o que vai fazer? ―Encarou-o sério.

No silêncio que se fez no quarto, Yuri Plisetsky conseguia ouvir com perfeição, as batidas de seu coração. Iniciaram-se lentas, mas logo alguns flashes de seus momentos com Otabek lhe encheram a mente, passeios de moto, lanches na rua, treinos, até festas, fotos, sim, suas tão preciosas fotos com o moreno, tais memórias moveram o corpo do loiro que correu apressado. Encarou o rapaz de óculos e sua expressão era serena, Yuri uniu as sobrancelhas formando uma cara um tanto quanto emburrada, odiava precisar de outras pessoas, odiava mais ainda envolver Katsuki em seus problemas, sabia do quão difícil foi assumir a relação com Victor e que agora que o russo decidiu retornar à patinação, quase não têm tempo juntos, mesmo assim, mesmo sabendo disso, foi esse o primeiro lugar que pensou em pedir socorro. Talvez esse lugar seja também um lar. Mas no fundo sabia, sabia intensamente que lar mesmo seria um lugar em que ele fosse estar. O queria consigo, sabia disso.

— Obrigado. —Disse saindo do quarto e correndo dali, rumo às escadas. Sorriu, sorriu porque no fundo sentiu-se um completo idiota. O que falaria ao amigo? —— Otabek, vamos embora. — disse em voz alta, um ensaio, mas logo percebeu o óbvio do óbvio: isso não daria certo. Então, como? Como faria Otabek ser só seu? Ser seu? Quando imaginou que diria algo assim, não é mesmo?

Não tenho muita certeza de como me sentir quanto a isso

Algo no seu jeito de se mexer

Faz com que eu acredite não ser possível viver sem você

Isso me leva do começo ao fim

Quero que você fique

A cidade estava movimentada como de costume, mesmo sendo tão tarde, tudo parecia iluminado, mas estranhamente, não tão cheio de vida. Como descrever? Era como se o único colorido da cidade movimentada fosse o moletom de onça da Nike que Yuri usava. Estranho, porém, interessante, pois assim seria fácil encontrar seu alvo. Seu alvo? Um moreno alto, 20anos de idade. Voltou à boate, subiu até a área vip, mas Otabek não estava lá. Correu então até o banheiro masculino, chutou todas as cabines, mas nem Otabek ―tão pouco a mulher ruiva― estava lá.

― Porra! ―Esbravejou socando a parede. Saiu rápido, logo um pensamento lhe ocorreu “Otabek é um adulto”, as palavras de Yuuri lhe salvaram. ― Ao menos um conselho útil, porco. ―Sorriu de canto. A relação desse raciocínio, até então, desconexo? Adultos > sexo > motel. Simples assim. Correu, correu como diabo corre da cruz, era incrível, ainda tinha tempo. Como sabia? Simplesmente sentia isso. Uma quadra, duas, três, quatro, cinco. Enfim, a quadra do motel. E lá estava. Colorindo a noite preto&branco, o boné azul com verde chamava atenção. Assim como, as madeixas vermelhas que o acompanhavam. Irritante. Praguejou baixo um afaste-se dele, vadia. Mas reprimiu sua raiva, não era o momento para tal. Respirou rápido, como se quisesse que seu cérebro oxigenasse melhor, puxou ar com agressividade, estufando e peito e logo não segurou mais. ― OTABEK! ―Berrou com todas as forças que tinha. Todos que transitavam no local pararam para encarar o rapaz de cabelo loiro, inclusive, Otabek e sua acompanhante. O mesmo logo abaixou sua máscara.

― Y-Yuri? ―Questionou. Óbvio, o loiro não pôde ouvir, estavam a, pelo menos, dez metros de distância, talvez mais, talvez menos, quem sabe? Por fim, sentindo algo estranho em seu corpo, uma energia que o aqueceu da cabeça aos pés, rendeu-se com um sorriso. ― O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO?

― VIM TE PEDIR ALGO.

― O QUÊ? ―Estava putamente curioso. O que seria?

― ME ESCOLHA ESSA NOITE! ―A ruiva que estava junto do moreno o encarou perdida.

― Ele não está falando sério, né? ―Questionou com desprezo segurando o braço de Otabek e colocando entre seus fartos seios que eram de encher a cabeça, os olhos, de fazer qualquer homem se render e pedir a famosa espanhola, inclusive, era o que o moreno faria. ―Vamos logo, Altin. ―Disse baixo mordendo a orelha do moreno. Do outro lado, Yuri queria atirar uma pedra na mesma, mas não poderia. Essa era uma decisão que estava nas mãos do moreno. Aceitaria sua escolha, qualquer que fosse, estava preparado, era agora ou nunca. Então, ―Decida-se, Otabek. ―Disse a mesma em voz alta o que Yuri havia pensado.

Otabek tinha que reconhecer: o calor daqueles seios fazia sua mente ir além dos limites. Desejava fazer tantas loucuras com aquela mulher que atirou-se em cima de si. Desejava lhe jogar numa cama de motel e foder a ponto de fazê-la pedir socorro. Sim, odiava mulheres oferecidas, mas odiava-se mais ainda por amá-las, muito maior ficava esse seu ódio quando sabia que esse ‘amor’ pelas mesmas, na verdade, era uma fuga de seus sentimentos, até então, não-correspondidos pelo patinador russo, sim, o mesmo que há pouco gritou que queria ser escolhido essa noite. Droga, sentia-se tão feliz que ficara ereto. Yuri não tinha o direito de fazer isso consigo. Não mesmo.

― Essa noite não. ―Limitou-se à essas frias palavras, soltando-se da amarra daquele corpo quente e convidativo, dono de curvas que o levariam, na cama, ao céu e, em consciência, ao inferno, pois mulheres são perigosas de tão instigantes, tão sexy, prazerosas, fogosas. Mas, hoje, agora... seu coração batia pela figura esbelta e irritada que o encarava com olhos ardentes do outro lado. Ambos correram. Correram como dois idiotas apaixonados e quanto Otabek estava perto de lhe alcançar, Yuri saltou e se jogou em seu colo. ― Yuri!

― Otabek! ―Sorriu o abraçando como se fosse fundir seus corpos. ― Eu não vou mais fugir.

Mesmo que estivesse feliz, ainda estava irritado. Otabek odiava chamar atenção e Yuri tinha feito isso.

― Vem comigo. ―O moreno o jogou em seu ombro e correu dali. Pouco ligando para os xingamentos de Yuri que sentia seu estômago incômodo pelo ombro de Otabek, mas de certa forma excitado pela mão em sua bunda. Otabek era quente. Não demorou muito e Yuri deu-se conta da situação que havia se metido.

― Um beco sem saída? ―E assim que tais palavras foram proferidas pelo russo, Otabek o colocara no chão e encurralara contra a parede úmida daquele beco escuro e sem saída. Yuri engoliu seco quando o joelho do moreno ficou entre suas pernas, o erguendo, fazendo lhe encarar olho no olho. As mãos na parede que o cercavam fazia entender que não tinha escapatória, era a presa do homem à sua frente e, sinceramente? Que homem...

― Yuri. ―A voz rouca e a expressão séria fez com que uma ereção tomasse forma dentro do jeans escuro do loiro.

― S-Sim? ―Sentiu um frio na barriga, certamente, esse era o momento da verdade e Otabek não era do tipo que dava rodeios. Otabek aproximou seu rosto e colou ao lado do seu, permitiu-se morder o lóbulo da orelha fria de Yuri antes de sussurrar o golpe final.

― You like me? ―Sua língua lavou a curva do pescoço delgado do pequeno que estremeceu entre um gemido de agonia e prazer. O loiro corou com tais reações e Otabek não perdera tais tesouros. Encarou os olhos verdes do loiro que ordenavam por uma resposta imediata.

― Yes, I like. ―Sorriu perigoso, enfim, dando vida ao verdadeiro Plisetsky, puxando a nuca de Otabek com força e devorando seus lábios num beijo selvagem. O moreno assustou-se, mas logo estava correspondendo com a mesma intensidade, se não mais, que o loiro que rebolava em sua perna, deixando evidente sua excitação. Tomado pelo momento, afastou-se e encarou o rosto másculo de Otabek, céus, ele parecia uma fera faminta. ― Você fez algo com aquela mulher? ―Queria saber. É, estava com raiva da situação, odiava ser trocado.

― Está com ciúmes? ―Questionou sério, logo, descendo suas mãos até a bunda gordinha de Yuri que gemeu manhoso com o toque. Otabek sorriu de canto, não pensou que o russo pudesse gemer de maneira tão afeminada.

― Não ferra comigo. ―Tocou a braguilha do moreno e livrou sua ereção daquele sufoco. ― Você é meu, Beka. ―Mordeu o lábio do moreno com um pouco de força, sentindo o gosto metálico de sangue em sua língua. Delicioso. Yuri, com uma habilidade que Otabek não pensou que tinha, iniciou uma deliciosa masturbação. ― Você é grande, Beka. ―Disse baixinho, mais assustado que qualquer coisa, aliás, excitado, sim, sentia vontade de colocar na boca, era tão bonito, veias saltadas, quente, grosso, grande, num tom leve de marrom, era maravilhoso. Maldito!

― Acha que vai aguentar? ―Questionou abrindo a bunda do mesmo com as duas mãos e mordendo o pescoço delgado do parceiro.

― Como vou saber? É minha primeira vez. ―Corou enterrando o rosto na curva do pescoço de Otabek na tentativa fofa de se esconder do outro. Otabek parou no mesmo instante.

― Hey, Yuri...

― Hm?

― V-Você... é virgem? ―Sua voz saiu tão rouca que Yuri foi obrigado a tocá-lo com as duas mãos, queria conhecer o gemido de êxtase do moreno ao gozar. ― Y-Yuri... oh... ―ofegou entrecortado colocando a mão por dentro do moletom de onça e tocando o mamilo direito do pequeno que gemeu baixinho e rouco, bem afeminado.

― B-Beka...

― Hey, Yuri. ―Segurou as mãos do pequeno o descendo de sua perna e encarando-o de frente. ― Eu não quero que sua primeira vez seja num beco, na rua, tão... imundo. Por favor, me desculpe, eu não sabia. Desculpe. ―Lamentou, pois internamente sentia como se com tal gesto estivesse comparando a pessoa que amava à um prostituto. Seria a primeira vez. Teria a primeira vez da pessoa que ama. O quão insensível podia ser?

― Otabek, ―colou sua testa na do mesmo ― você acha que cama king com pétalas de rosas vermelhas e velas, num quarto branco com poesias ditas no calor do momento combinam comigo? ―Sorriu, a expressão de Otabek suavizou― Esse beco é escuro, você é quente, é tão... perigoso. Independentemente do local, desde que seja com você, só isso já faz ser especial. Então, por favor, se apresse e me tome para si, Beka. Eu te amo. ―Sorriu corado e logo, Otabek compreendeu que o que importava, de fato, eram os sentimentos que nutriam um pelo outro.

― Eu também, Yuri. ―Sorriu ― Amo você. ―Beijou-o calma, porém, calorosamente, deixando sua língua explorar a pequena boca adocicada de Plisetsky que estava entregue ao beijo. No entanto, fez-se tão intenso que tiveram de se separar para recuperar o fôlego. ― Yuri... encosta na parede e me mostra sua bunda. ―Yuri corou intensamente com o pedido, mas ver Otabek pedir enquanto se tocava e ofegava, céus, sentiu que definitivamente queria ser dele. Assim, obedeceu e colou-se como lhe fora pedido. O moreno arfou, estava ficando difícil se controlar. Agachou e desceu o jeans escuro de Yuri, deixando a cueca vermelha, não era muito grande e dava ao bumbum roliço um aspecto sexy. Sua boca salivou, não se conteve e abocanhou o traseiro à sua frente, deixando seus dentes marcarem aquela carne macia e alva.

― Ahn... ―Yuri gemeu empinando o quadril. Otabek apalpou o volume com as duas mãos, era bem gostosa. ― B-Beka, p-para com isso... ―pediu choroso enquanto o outro beijava molhado todo seu volume traseiro, deixando a pele avermelhada. Estava deliciando-se com aquilo.

― Desculpe, te farei sentir bem, apenas relaxe. ―Assim que sentiu o músculo relaxado, puxou o tecido vermelho para o lado, permitindo-se agora deslumbrar com a entrada sem pêlos e rosada do pequeno. Céus, Yuri só podia estar brincando consigo. Com a outra mão abriu ali, expondo a entrada que se contraiu, fofo, pensou consigo antes de lubrificar com sua língua sedenta.

― Bekaan... ―Um gemido entregue de Yuri escorreu-lhe os lábios como uma melodia erótica que excitou o moreno ao extremo. Circulando o local, Otabek conseguiu ver Yuri rebolar com a carícia enquanto gemia como um gatinho. Logo, o penetrou com sua língua e pouco a pouco sentia o interior de Yuri lhe espremer, era tão quente, seu pênis derreteria ali dentro. ― Ah... ah... Beka... ―Yuri estava entregue, então aproveitou a deixa para inserir um dedo e lhe tocar o ponto de prazer. ― KYAH! ―O pequeno gozou, assim que Otabek tocou o ponto de prazer. Sorriu, Yuri era tão sensível. Queria lhe devorar. Não poderia mais esperar. Levantou.

― Yuri, eu não posso mais esperar. ―A voz estava sôfrega, seu pênis pulsava insanamente, gozaria logo. Abraçou Yuri, por trás, deixando seu membro entre sua bunda, subindo e descendo como se estivesse se masturbando. ― Oh... Yuri... ―Queria gozar para lubrificar melhor, mas também queria colocar dentro, no entanto, conhecia seu tamanho, não seria fácil, Yuri sentiria dor e não queria lhe machucar mais que o necessário. Tomado por uma luz chamada razão, Otabek chupou o pescoço de Yuri e deslizando seu falo por entre as bandas de sua bunda, tocou a ereção do pequeno que derreteu-se.

― B-Beka... yeah... ah... ah... ―Gemia em deleite, sentindo a mão hábil do moreno que lhe masturbava de uma forma nunca experimentada antes, conforme Yuri gemia entregue, Otabek sentia-se mais próximo do orgasmo e, de fato, não demorou. Bastou Yuri serpentear sua mão até a nuca do moreno e puxar os fios negros com força que Otabek jorrara lambuzando o traseiro avermelhado de Yuri.

― Ohrnn. ―Urrou sentindo seu corpo estremecer. Assustou-se um pouco com a quantidade, mas ficou feliz, tinha o que precisava: muita porra e a ereção posta para a segunda rodada.

― Beka? ―Questionou perdido quando o moreno parou de lhe tocar.

― Isso pode doer um pouco, você precisa aguentar, okay? ―O loiro consentiu e Otabek pincelou seu falo antes de forçar, de leve, a entrada. Yuri rebolou, achou gostosa aquela leve pressão, pouco a pouco, com as mãos de Otabek que abriam com força aquele estreito canal, seu membro fora posto até a metade. ― AH. ―Ofegou, era quente! Apertado, queria gozar. Estava contraindo deliciosamente. ― Y-Yuri, dói? ―Questionou preocupado.

― Não, ―Respondeu choroso ― é gostoso Beka, sinto-me cheio, é... tão... bom... ―Corou quando o membro do moreno pulsou em seu interior. Era seu limite, com violência, trouxe uma das pernas de Yuri para seu ombro, deixando-o de lado e meteu-se com força tocando o ponto macio, mais uma vez. ―KYAH! ―Yuri gozou novamente, mas dessa vez Otabek não fora paciente. Segurou o membro do pequeno e o estocando com força, gemia afogando-se naquele calor de Yuri, entrando e saindo sem deixar de tocar a superfície macia e volumosa que era o ponto de prazer de Yuri, arrancando gritos de prazer da boca rosada de Yuri. ―Yeah, Beka, feels, so good... ―Era sua primeira vez, mas seu corpo era muito sensível, assim como seus quadris flexíveis, estava adorando ser comido de lado, sentia seu membro escorrer. ―B-Beka, eu... eu não posso segurar...

― Então goza comigo, Yura. ―Disse sério, mordendo o lábio inferior do mesmo e socando sua próstata. Fora o fim. Yuri gozou intensamente, assim, sufocando Otabek que urrou alto estremecendo ao ter um orgasmo tão intenso.

Ficaram ali parados, perdidos, tentando recuperar o fôlego depois de tantos orgasmos, por fim, encararam-se com sorrisos bobos e cheios de paixão.

― Me leva pro seu apartamento?

― Não consegue andar? ―Questionou preocupado.

― Também. ―Sorriu maroto.

― Também?

― Quero sentir você gozando dentro outra vez. ―Sorriu. ―Eu amo você, Beka.

A noite fria ganhou cores, temperaturas que variavam entre morno, quente, quentíssimo e insuportavelmente quente. Pois paixão é assim, um sentimento irracional e quente que te faz cometer as loucuras mais excitantes possíveis.

*The.End*

28 de Febrero de 2018 a las 23:13 5 Reporte Insertar 6
Fin

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BELITH Ariana|1996|Heterossexual|Fujoshi|Autora| Tradutora| Jojofag | "Escrever é arte"

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Takkano Takkano
Meus deus, ver o Yurio falar isso sempre me deixa bamba, não importa quantas vezes eu leia! Eu fico aqui gritando isso sem parar! A cinta de couro ainda é a segunda melhor parte; um fetiche desses bicho!! *w*
28 de Febrero de 2018 a las 18:59

  • BELITH BELITH
    EU FICO É ABESTADA COM VOCÊ SEMPRE LENDO. VOU POSTAR AQUI A MINHA NOVA ONE DELES, NÃO SEI SE TU LEU NO OUTRO SITE (não lembro) MAS VOU COLOCAR AQUI E VAI ROLAR UMA LONG OTAYURI *--* eu amo essa fanfic mais que qualquer coisa! ashuahsuahshuhashahsuahsuhuahushasahs 1 de Marzo de 2018 a las 13:54
Takkano Takkano
Me escolha essa noite... Thia Belith!! *0*
28 de Febrero de 2018 a las 18:56

  • Takkano Takkano
    28 de Febrero de 2018 a las 18:58
  • BELITH BELITH
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK OLHA QUE EU TE ESCOLHO EM, SEM VERGONHA! 1 de Marzo de 2018 a las 13:54
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