Arashi 2: Eu te Amo Seguir historia

taimatsu_kinjou Taimatsu Kinjou

Muitas coisas podem acontecer em noites de tempestades... Mas essa noite vai ser especial para eles. (escrita em 2012)


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18. © Kazuki Takahashi

#yu gi oh! #Yami Bakura #Marik Ishtar #romance #sexo #lemon #yaoi #thiefshipping
Cuento corto
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Oneshot

Marik estremece ao ouvir o estrondoso som das trovoadas, seus olhos se arregalaram vendo um feixe de luz cortar o céu negro. Ele realmente detestava tempestades e mesmo que tentasse não conseguia evitar esse tipo de reação. Ele olhou para a porta mordendo o canto do lábio se perguntando se Bakura estaria acordado a essa hora. Suspirou fundo caminhando ate a entrada, pedindo internamente que o albino ainda não tivesse dormido.

Colocou a mão sobre a maçaneta - Mas ele disse que tinha prova amanhã... Ele pode ficar bravo comigo... - disse para si mesmo encolhendo os ombros. Olhou para a janela estremecendo um pouco, ele queria estar com Bakura, mas não queria ser um problema para o albino.

A abriu com cautela para não acordar ninguém, mesmo que o som fosse abafado pela chuva que caía do lado de fora. Olhou para os lados se certificando que não havia ninguém, suspirou fundo olhando para a porta a sua frente. Quando estava prestes a bater na porta ela se abriu, antes que ele pudesse gritar Bakura tapou a boca dele com a mão. Os olhos do loiro estava arregalados e a respiração acelerada.

– Shh... Você não quer acordar sua irmã, quer? - ele pergunta retirando a mão lentamente. Marik acena olhando nos olhos avermelhados, abraçou o albino pela cintura enterrando o rosto no peito pálido sem se importar se poderiam ser vistos, queria apenas sentir que o maior estava perto dele.

– Por favor, me deixa ficar aqui... Prometo que não vou atrapalhar... - o loiro pede se prendendo mais contra o corpo do outro. Bakura o afasta um pouco olhando nos grandes olhos lavandas do menor, era impossível recusar algo àquele rosto angelical e aqueles olhos chorosos do egípcio.

– Adiantaria recusar? - ele pergunta num tom divertido. Ergueu o rosto bronzeado pelo queixo e se inclinou para beija-lo. Apertou mais o menor contra o seu corpo o fazendo gemer surpreso e aproveitou a oportunidade para deixar sua língua entrar na boca dele. Suas línguas se tocavam lentamente aproveitando o contato, sentindo o sabor e a textura.

O albino sentiu as mãos do menor percorrerem seu tórax fazendo com que os dedos deixassem um rastro quente por onde passasse e um arrepio gostoso subiu pela sua espinha o fazendo gemer. Levou uma das mãos a nuca dele deixando os dedos se enroscarem nos fios dourados e aprofundando o beijo, o tornando intenso e cheio de desejo.

Sem quebrar o beijo levou Marik a cama o empurrando para trás e para sua surpresa ele o agarrou pelos ombros o levando junto. Marik riu tentando se colocar em uma posição melhor, mas foi impedido por duas mãos o segurando pelos quadris, o prendendo na cama. Gemeu um pouco sentindo as unhas do maior deixarem marcas na sua pele e se remexeu tentando se soltar.

Bakura se sentou sobre ele e Marik pode ver o corpo dele, o albino estava sem camiseta deixando a pele exposta. As mãos bronzeadas percorreram o corpo pálido sentindo a pele quente, arranhou de eleve o abdômen deixando marcas rosas.

O albino não gostava de ficar muito tempo parado, se inclinou tomando os lábios cheios do menor para si. Mordeu de leve dando um pequeno puxão apenas para ouvi-lo gemer, sorriu internamente sugando o lábio inferior com calma aproveitando o momento. Uma de suas mãos percorreu o corpo moreno entrando por baixo da blusa que Marik usava encontrando o mamilo esquerdo dele o apertando de leve.

Marik gemeu arqueando as costas, jogou os quadris para cima fazendo suas ereções se tocarem por cima das roupas deixando um gemido estrangulado escapar junto com o outro - B-bakura... Bakura... - ele diz manhosamente entre os beijos.

O maior se afastou o ajudando a retirar a blusa, a jogando no chão, sorriu beijando o outro ternamente. Seus lábios desceram ate a pescoço bronzeado beijando e lambendo aquela pele quente. Sentiu as mãos tremulas do menor segurarem seus ombros com força enquanto chupava o pescoço e peito dele, deixando marcas bem visíveis.

Desceu mais chegando a um dos mamilos o mordendo de leve, mas o suficiente para fazer Marik gemer e se arrepiar. Contornou o mamilo com a língua com movimentos lentos e torturantes adorando ouvir os gemidos do menor. Sua mão percorria o abdômen dele o fazendo estremecer.

Se afastou olhando o rosto bronzeado e sentiu ficar mais excitado com aquela visão. Marik estava arfando, lábios inchados e entre abertos, olhos serrados, levemente corado e agarrando com força o travesseiro. O albino tomou novamente aqueles lábios para ele num beijo profundo, intenso e cheio de luxuria. Suas mãos desceram mais pelo corpo esguio encontrando o volume entre as pernas do menor e o acariciando por cima da roupa.

Marik quebrou o beijo abruptamente deixando um pouco de saliva escorrer pelo canto da boca, ele gemeu alto jogando a cabeça para trás sentindo seu membro ser levemente apertado. Sua respiração estava mais pesada do que antes e era difícil recuperar o fôlego com Bakura o acariciando, esfregando o polegar na ponta de seu pênis.

O loiro se contorcia na cama - Bak-Bakura... Por favor, Bakura... - ele geme fechando os olhos com força. O maior sorriu o beijando no pescoço, descendo ate o peito, barriga ate chegar na calça. Ele arrastou o pano para baixo revelando a boxer preta do loiro que deixava bem marcado a excitação do menor.

Bakura sorriu beijando a ponta do membro dele por cima do pano e sentiu um estremecer de prazer do menor. Se inclinou beijando o abdômen dele e dando mordidas, agarrou o último pano que Marik vestia com os dentes e lentamente começou a arrasta-lo para baixo. O loiro jogou as pernas para ajudar a terminar de retirar suas roupas e as viu sendo jogadas no chão.

– Marik... Quer me ajudar a tirar minha roupa? - o albino pergunta sorrindo de canto se deitando na cama e se apoiando nos cotovelos. Ele sabia que Marik gostava de fazer isso, para tortura-lo ate que ambos estivessem em seus limites. Observou o loiro encolher os ombros enquanto se arrastava mais próximo ficando de quatro em cima dele.

O loiro sorriu timidamente se inclinando mais perto, seus lábios estava se tocando, e sentiam a respiração quente um do outro. Bakura sorriu o puxando pela nuca pressionando seus lábios juntos, sentiu o menor se sentar sobre o seu membro já bem duro e gemeu na boca dele. Marik se inclinava mais perto dele e rebolava aumentando o contato. Desajeitadamente ele desfez o botão da calça do albino, abriu o zíper com lentidão o torturando com o contato dos seus dedos no membro pulsante do outro.

Se levantou do colo do maior para retirar a calça e revelar a boxer branca dele. O loiro deixou sua mão entrar por dentro da cueca tocando o membro quente e pulsante com os dedos de modo delicado. Sentiu Bakura estremecer e gemer jogando a cabeça para trás e se deixando cair deitado arfando.

Nesse momento um relâmpago iluminou o quarto seguido por um trovão alto. Instintivamente Marik acabou apertando a mão em volta do membro do maior e fechou os olhos com força fazendo seu corpo todo ficar tenso. Bakura gemeu alto com o aperto repentino.

– Desculpa Bakura... - o loiro encolheu os ombros retirando a mão de dentro da cueca do maior o olhando hesitante. O albino se sentou ao lado dele envolvendo os braços na cintura fina do egípcio o puxando contra seu peito.

– Tudo bem... - murmurou acariciando os cabelos loiros - Estou aqui... - sussurrou contra o ouvido dele e beijou o pescoço. Continuou acariciando os fios dourados ate sentir que Marik já havia se acalmado mais - Você quer continuar? - ele pergunta o olhando nos olhos. Marik hesitou por um momento antes de assentir respirando profundamente.

Bakura voltou a se deitar observando os movimentos que o outro fazia. O menor arrastou o último pano das pernas pálidas e a jogou em um canto qualquer, sorriu voltando a se sentar sobre o outro sentindo o membro exposto dele roçar suas navegas e o ouviu gemer. As mãos pálidas descansaram em seus quadris esfregando os polegares nos ossos salientes daquele local. Ele se inclinou deixando seus peitos se tocarem e beijou o rosto pálido ate chegar aos lábios.

Pediu passagem passando a língua no lábio inferior do maior, que entre abriu os lábios deixando a língua do menor explorar sua boca num beijo viciante. Logo Marik perdeu o controle do beijo deixando Bakura domina-lo e torna-lo mais intenso, necessitado e cheio de luxuria. Bakura passou um dos braços em volta do corpo menor e sua mão livre apertava as navegas do loiro com força o sentindo gemer.

Quebram o beijo em busca de ar para os seus pulmões, suas testas descansando uma contra a outra. Bakura levou uma das mãos ao rosto bronzeado o segurando ali, olharam-se fixamente se perdendo nos olhos um do outro. Bakura queria tanto dizer o quanto amava aqueles olhos lilases do seu amigo, mas sabia que isso poderia estragar momentos como esse, que eram tão preciosos para ele.

Acariciou a bochecha com carinho e o viu inclinar a cabeça e fechando os apreciando o toque. Bakura amava a sensação de tocar a pele morena, de beijar aqueles lábios cheios, de poder tocar Marik de uma maneira que ninguém mais havia tocado ou iria tocar. Se orgulhava de fazer o loiro sentir prazer, de ouvi-lo gemer e gritar seu nome ate perder o fôlego.

Marik sentiu seu coração disparar com aquele ato de carinho, era uma das coisas que ele mais amava no albino. Bakura sabia ser gentil e carinhoso quando queria - Bakura eu... - ele parou ao ver os olhos avermelhados se arregalarem um pouco, mordeu o canto do lábio com força. Não podia dizer o que sentia e se arriscar perder um amigo, seu único amigo.

– Você o que, Marik? - o albino pergunta na expectativa olhando nos grandes olhos do loiro. Ele desejava ouvir Marik dizer que o amava, mas isso era impossível, não é mesmo? Eles eram apenas amigos com benefícios e eles faziam isso apenas pra distrair a mente do loiro da tempestade que caía lá fora.

O loiro mordeu o lábio com mais força ainda - Eu preciso de você... - ele diz com voz chorosa. Bakura se sentiu decepcionado por um momento, mas logo se recuperou e fez Marik se sentar e voltou a se apoiar nos cotovelos, mas antes dele poder fazer algo o menor começou a beijar e chupar seu pescoço.

O maior deixava suspiros escaparem sentindo a boca do outro sobre a sua pele, beijando, chupando, mordendo e lambendo aquela área sensível. Definitivamente Marik sabia como usar sua boca. E pensando nisso sentiu a língua dele fazer um caminho por seu peito e brincar com um dos seus mamilos enquanto o outro era beliscado e massageado com uma das mãos.

Marik sorriu ouvindo o maior gemer, ele se satisfazia com isso, era sinal que estava fazendo um bom trabalho, que estava dando prazer ao maior. Sentiu suas costas serem arranhadas de leve e seu corpo estremeceu com essa sensação, choques de prazer eram enviados diretamente para o seu membro a cada gemido e suspiro que ouvia.

Ele desceu mais ate chegar ao membro rijo do maior, podia ver claramente algumas gotas de pré-gozo escorrerem da ponta. O loiro sorriu de modo infantil antes lamber o liquido que escorria, fazendo Bakura gemer alto e agarrar os lençóis com força. Marik o olhou e seus olhos acabaram se encontrando. Sem desviar o olhar ele lambeu toda a extensão do membro do maior languidamente e provocante.

Beijou a ponta do membro com cuidado e começou a chupar a glande. Bakura jogou a cabeça para trás gemendo com vontade, seu corpo todo tremia de prazer ao sentir aquela boca quente e molhada na ponta de seu membro. Seu corpo ansiava para que Marik levasse o membro todo a sua boca. Ergueu a cabeça e gemeu de forma dolosa por causa daquela visão. Aquele rosto angelical, com aqueles olhos grandes e expressivos o encarando enquanto lambia toda a ponta do seu membro.

– M-marik... - ele gemeu agarrando os cabelos dourados com força. O menor entendeu o recado, lentamente lambeu o membro do maior e o levou a boca fazendo movimentos pra cima e para baixo, sua língua fazia movimentos circulares dando mais pressão enquanto chupava o membro do albino com vontade.

Bakura jogava fracamente os quadris para cima gemendo cada vez que sentia a garganta do loiro tocar a ponta de seu pênis. Ele sabia que não aguentaria por muito mais tempo desse jeito, sabia que logo gozaria. Forçou mais seu membro contra a boca do menor o ouvindo gemer de surpresa, mas logo sentiu que ele voltou ao ritmo acelerado, diminuindo aos poucos.

Uma das mãos bronzeadas arranhavam o abdômen definido do maior deixando marcas vermelhas. Sentia o membro pulsando em sua boca e o gosto do pré-gozo, sentiu uma pressão em sua cabeça e Bakura jogar os quadris para cima antes de gozar em sua boca, gemendo alto e languidamente.

Marik engoliu o que lhe foi dado, deu mais alguns chupões no membro do albino antes de deixar a carne mole cair de sua boca. Olhou para o maior, ele estava arfando, rosto corado e o suor escoria pelo rosto e peito. O loiro lambeu os lábios procurando qualquer vestígio de do que deixou escapar e engatinhou parando de quatro sobre o albino exausto.

Ele se sentou novamente sobre o outro e apoiou a cabeça contra o peito pálido ouvindo o coração acelerado dele, fechou os olhos apreciando o som que começava a se acalmar aos poucos.

Bakura se sentou direito segurando o rosto do menor com as duas mãos e pressionou seus lábios contra os dele. Marik abriu a boca de imediato sentindo a língua do maior tocar cada canto da sua boca e roçar sua língua. O albino podia sentir seu gosto se misturando com o sabor do loiro, mas isso não importava. Nada importava naquele momento.

O albino se afastou - De quatro, Marik... - ele sussurrou contra o ouvido do menor e beijou o pescoço bronzeado. O loiro assentiu se colocando de costas para Bakura e se apoiando nos joelhos e cotovelos, apoiando o rosto no travesseiro para olhar para trás. Observou Bakura limpando o suor e afastar os fios brancos do rosto, o sentiu pressionar o peito contra suas costas.

Marik gemeu baixo adorando a sensação do corpo maior pressionado contra ele, aproveitando o calor que emanava dele, a respiração quente em sua nuca, o peito subindo e descendo de acordo com o ritmo da respiração. Começou a se sentir dolorido, precisava se liberar rápido.

Bakura beijou o ombro do menor e levou dois dedos a boca dele. Marik os chupou tentando ao máximo deixa-los lubrificados para prepara-lo, ele sentia a outra mão do albino acariciar seu peito e abdômen dando leves beliscões em seus mamilos, o membro dele já estava pulsante novamente roçando contra suas navegas e pernas, os lábios faziam caminhos aleatórios de seu ombro ate sua nuca o arrepiando.

O maior retirou os dedos da boca do egípcio descendo pela espinha dele o fazendo estremecer. Com cuidado ele forçou um dedo contra a entrada do menor o fazendo gemer abafado por causa do travesseiro. Ele movia o dedo tentando fazer Marik se acostumar com a invasão e estica-lo o máximo que podia. Forçou o segundo dedo dentro do corpo menor os movendo enquanto ouvia Marik gemer involuntariamente.

– B-bakura... Bakura... É o suficiente... Por favor... Entra em mim... - ele diz entre gemidos de forma manhosa apertando o travesseiro com força e olhando para trás assistindo o que o albino fazia.

Bakura assentiu retirando os dedos, ele voltou a pressionar seu peito contra as costas do menor, com uma das mãos ele seguro os quadris dele e a outra afastou as pernas bronzeadas para facilitar a penetração. Com cuidado ele forçou seu membro contra a entrada do menor ouvindo os gemidos baixos que Marik deixava escapar a cada centímetro que ele avançava naquele corpo quente e apertado.

O egípcio ofegava o sentindo quase que completo dentro de si. Estremecia ouvindo os gemidos roucos em sua orelha, a respiração quente em sua nuca e os lábios tocarem sua pele suavemente, aquela sensação familiar de tê-lo dentro dele, o preenchendo. Bakura esperou alguns segundos para que ele se acostumasse e começou a se mover, puxou quase todo o membro para fora do corpo do menor e se empurrou novamente para dentro gemendo juntos.

Ele precisava sentir aquele calor em volta do seu membro e aperto delicioso. Continuou com as estocadas lentas para Marik se acostumar com a sensação de tê-lo se movendo dentro dele. Podia sentir o corpo bronzeado estremecer a cada impulso que dava e se deliciava ouvindo os gemidos roucos.

– Mais Bakura... Mais forte... Mais rápido... - o menor geme fazendo seu corpo se chocar contra o maior - Mais... - Bakura segura os quadris dele com ambas as mãos para ajuda-lo a acompanhar o ritmo e aumenta a força das estocadas - Bakura...!

O albino aumentou a velocidade que entrava e saia fazendo a cama ranger com os movimentos enchendo a sala de sons. Suas respirações, gemidos, corpos se chocando contra o outro e o suor escorria pelos corpos se misturando.

Bakura tirou seu membro fazendo Marik gemer, com um movimento rápido virou Marik para que ele estivesse de frente para si. Bakura o beijou forçando sua língua na boca do menor o penetrando novamente, mas dessa vez não foi cuidadoso ou esperou Marik se acostumar, logo adquiriu um ritmo rápido e forte sendo acompanhando pelo menor, que se forçava cada vez mais contra o corpo albino.

Marik passou os braços em volta do pescoço do maior e prendeu uma de suas pernas em volta do corpo dele. Enterrou o rosto no pescoço dele, respirando profundamente e sentindo o cheiro do albino. Seu membro estava entre seus corpos, o atrito o fazia chegar cada vez mais perto do seu clímax e gemer cada vez mais alto.

– Bakura... - ele gemeu segurando os cabelos brancos com força. Em resposta o albino apertou sua coxa erguendo ligeiramente a perna dele e aumentou a força das estocadas. Beijou o pescoço do menor deixando sua língua fazer caminhos aleatórios na pele quente, lambeu do pescoço ate o queixo antes de beija-lo novamente de maneira intensa - Bakura... Eu te amo... - o loiro murmurou baixinho para que o outro não pudesse ouvir.

O maior gemeu alto levando a mão ao membro do loiro. Sentiu Marik estremecer ao passar o polegar na glande e começar a fazer movimentos com a mão dando leves apertos no membro o persuadindo. Bakura não tinha entendido muito bem o que Marik havia dito, mas preferiu se preocupar com isso mais tarde.

O menor gemeu alto e languidamente lambuzando a mão do albino com seu sêmen. Ele arfou deixando seus braços caírem estirados sobre a cama, mas manteve a perna em volta do corpo pálido sentindo Bakura entrar e sair de seu corpo mais rápido. O corpo do albino ficou tenso ao gozar no corpo menor e gemeram juntos.

Bakura desabou sobre o peito bronzeado, ambos ofegavam, estavam suados e exaustos. O albino se retirou do egípcio e rolou para o lado tentando recuperar o ar, Marik se aninhou nos braços fortes do maior apoiando a cabeça no peito pálido, ainda sentia o gozo escorrendo entre suas pernas. Mantinha um pequeno sorriso cansado e satisfeito, nem tinha reparado que a chuva havia diminuído já fazia tempo. Deixou um ruído de satisfação ao sentir os dedos longos do outro acariciarem seus cabelos.

– Marik... - o albino sussurra quase inaudível, ele olhava para o teto fixamente em nenhum ponto em particular. Sentiu o menor se mover um pouco puxando um fino lençol sobre eles cobrindo metade do corpo.

– Hm...? - o menor murmurou sonolento.

– O que você disse àquela hora, é o que estou pensando? - ele pergunta sem desviar o olhar do teto. Sua testa estava franzida esperando uma resposta, sentiu o corpo menor ficar tenso e olhou para Marik. Ele estava com os olhos arregalados o olhando, era como se ele estivesse com medo ou algo assim - É o que estou pensando? - Bakura pergunta novamente levando a mão ao rosto bronzeado.

Marik desviou o olhar mordendo o canto do lábio com força. Se Bakura tinha escutado, não havia motivo para negar. Teria que assumir de uma vez o que sentia pelo amigo, mesmo que isso significasse ficar sem Bakura ao seu lado.

– S-sim... - ele murmura enterrando o rosto no peito pálido. Podia sentir seu rosto corando e seu corpo tremendo. Não queria perder a amizade dele - Eu... Vou entender se você... Não quiser... - murmurou engolindo o provável choro.

Seu coração estava acelerado esperando pela rejeição. Afinal, Bakura nunca tinha demonstrado que correspondia a esse sentimento, eles eram apenas amigos com benefícios, nada mais.

– Também te amo, Marik. - o maior diz o beijando no alto da cabeça. Marik ergue o rosto confuso e surpreso, os grandes olhos lavandas o encarando esperando que ele confirmasse o que havia dito - Eu te amo.

– V-você... Me ama...? - ele pergunta hesitante, mas com um largo sorriso no rosto. O albino assentiu e isso fez os olhos do menor brilharem mais intensamente. Ele praticamente se jogou em cima do albino pressionado seus lábios contra os dele.

Bakura passou os braços em volta da cintura do menor o prendendo contra o seu corpo. Mordeu o lábio inferior do loiro o fazendo gemer antes de deixar sua língua invadir a boca dele. Marik aprofundou o beijo segurando os cabelos brancos, curtindo a sensação de suas línguas se tocando.

Ambos estavam felizes, finalmente haviam confessado o que sentiam e ficaram aliviados em saber que o sentimento era recíproco. Não precisavam mais ter medo de dizer isso para o outro, não precisavam ter medo de perder o outro. Eles teriam momentos especiais como estes não somente em dias de tempestades, mas sempre que sentissem vontade e o melhor de tudo, poderiam dizer sem medo que se amavam.

Marik quebrou o beijo olhando fixamente nos olhos vermelhos e sorriu beijando o rosto pálido, mas para ao ouvir um trovão. Seus olhos se arregalam e ele se encolheu enterrando o rosto no peito pálido fazendo Bakura rir e beijar sua cabeça.

– Estou aqui, Marik... E sempre vou estar... - ele murmura com um sorriso - Agora posso dormir? - ele pergunta e recebe um aceno confirmando como resposta - Te amo, Marik.

– Te amo, Bakura. - o loiro responde abafado por ainda estar escondendo o rosto. Bakura fecha os olhos para tentar dormir, ate sentir lábios macios o beijando no rosto.

– Marik! - ele reclama ouvindo o menor dar uma risadinha.

OWARI


28 de Febrero de 2018 a las 01:52 0 Reporte Insertar 0
Fin

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Taimatsu Kinjou ƒαηƒι¢ѕ тαмвéм ησ ηуαн!, ѕριяιт, ƒαηƒι¢тιση.ηєт, ασ3 e ωαттρα∂

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