Carnal Seguir historia

tiatatu Tatu Albuquerque

Sem histórias, sem esperanças, sem ligações, sem dependências ou cobranças. Sem romance, sem ligações no dia seguinte, apenas mensagens quando chegasse a próxima vez. Nada de amor, apenas prazer carnal.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#Sakura/Sakura #SasuSaku #FNS
Cuento corto
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Carnalmente

“Às 20:00?

Às 20:00!”


Ajeitou o batom vermelho, passou a última camada de rímel em seus cílios para realçar mais a beleza de seus olhos verdes. Não era sempre que acontecia, não era sempre que ele tinha tempo. Estar com ele era quase um evento.

E pra eventos nos arrumamos com calma, ficamos deslumbrantes.

Vestiu o melhor vestido para quem queria chamar atenção, mas, ainda assim, sabia que mais importava era a lingerie que usava.

Isso é, não importava. A única coisa que ele queria era vê-la nua.

Mesmo assim, ela se arrumou, vestiu os saltos e, pontualmente às 20:00, estava na portaria. Ele não precisou buzinar, ela não precisou esperar.

Ela nem sabia quanto tempo demorou para chegar até o motel, não trocaram muitas palavras além de um “como você está bonita” e um “obrigada, você também está muito bem”.

Não dava para trocar palavras enquanto ela fazia sexo oral nele.

Não dava pra trocar palavras enquanto apenas pensava nela. Não dava pra trocar palavras quando só o que saia de sua boca eram gemidos.

Ela era atrevida e, atrevida como era, assim que chegaram ao lugar, ela parou o que fazia e o beijou.

— Te vejo lá em cima! - sussurrou provocante, mordendo seu lábio, segurando em seu queixo, arranhando seu pescoço.

Quando voltou a si, ela já havia pego o elevador, após elevar ainda mais seu pequeno corpo. Sorriu de canto, aquilo era uma promessa de mais e ele sabia que ela sempre cumpria suas promessas.

Eram amigos? Não, eram distantes demais pra se chamarem assim. Eram namorados? Não, no máximo eram amantes. É, amantes… Talvez essa seja a palavra certa!

Não sentiam nada além de desejo… Bem, se sentiam não revelavam um ao outro. Se ele sentia, não demonstrava. Se ela sentia, às vezes parecia que sim, mas ela sabia o quanto era mais seguro guardar pra si.

A verdade é que ela sentia, ela sentia muito. Sentia necessidade dele, mas ele no máximo era obcecado não por si, mas por seu sexo.

Ela era a melhor, era o que ele dizia. Ele não conseguia esquecê-la, era o que ele dizia. Ele era louco por ela, era o que ele dizia. Mas, se era como ele dizia, porque ele não a queria além daquela cama.

Se ela não estava satisfeita, porque continuava com isso? Era masoquismo demais, porém ela preferia mais aquele pouco que o nada.

Ou será que nem ela mais suportava aquela situação?

Ela dançava, retirava aos poucos o vestido. Ele a comia com os olhos, ele queria devorá-la de outro jeito.

Ela queria ser a presa, ele queria ser seu predador. Quando ela virou de costas, balançando sensualmente seus curtos cabelos róseos que contrastavam com a lingerie branca, ele avançou.

Ela se perguntou se era realmente saudável e viável estar com aquele homem que nitidamente a enxergava como a amante casual com quem dançava, de quem segurava a bunda enquanto guiava seu rebolado, a quem fazia molhar a calcinha fina ao toque de sua respiração quente em seu pescoço. Não eram necessários toques, apenas aquela voz. Ah, aquela voz sussurrando seu nome e lhe dizendo aquelas palavras tão sujas e excitantes… Pensou por uma última vez no que sentia. Perdeu toda a sanidade quando ele abaixou sua calcinha e lhe masturbou.

Bem, foda-se era o que ela pensava, foda-me foi o que ela disse.

Ela se entregou, mas também exigiu. Abriu as pernas assim que foi jogada na cama, se masturbou enquanto ele retirava o resto da roupa. Era uma intimação e ele gostava. Se fosse uma sentença de prisão, a melhor prisão era entre suas pernas e, por hora, ali prendeu seu rosto.

Ele sempre ria e pensava em morangos quando a via, mesmo que o gosto fosse totalmente diferente. Ela era mais gostosa.

Retirou seu próprio sutiã, acariciou seus próprios mamilos, gemendo enquanto era tocada, chupada, masturbada, explorada.

Ele era bom, não podia negar, mas, bem, ele precisava ser bom ou que graça teria se relacionar com alguém tão frio?

Frio, puta que pariu, o frio. Quando ele havia chupado do gelo do balde de bebidas? Ela não tinha a mínima ideia e, quando ele voltou a soprar frio sobre sua inchada e úmida excitação, ela não tinha mais ideia de nada, nem mesmo do que gemia.

— Geme bem alto agora, que eu quero que você perca a voz até o final! - ele disse enquanto passava o cubo de gelo em sua pele, lambendo o rastro de água.

Virilha, coxas, barriga, seios, pescoço. A pele arrepiada lhe era ainda mais atrativa, parecia apetitosa, saborosa, por isso a provou, mordendo-lhe aos poucos, saboreando-lhe aos poucos, enlouquecendo-lhe aos poucos.

Sua carne ardia na cólera do prazer. O pau dele doía em um desejo insano.

Se já era louco por ela sem lhe ter, lhe tendo à sua mercê tudo o que queria era “possuir” aquele corpo. Lhe ter, meter, era só nisso que pensava.

E era o que ela desejava.

O que ela tinha de especial? Ele não sabia. Ele não entendia porque nenhuma conseguia dominar seu desejo como Sakura.

Ela não entendia porque nenhum lhe fazia esquecer o toque de Sasuke.

Ela arfou, arqueou o tronco ao sugar de seu mamilo. Ele riu. Ela se insanou, o dominou. Virou por cima, mordeu seu pescoço. A música ainda tocava, ela voltou a dançar.

Caralho, ela tinha que dançar tão bem?

Porra, ele tinha que saber guiar seu quadril tão bem?

Os olhos negros acompanhavam o gingado atraente, o pau latejava enquanto era sutilmente masturbado por seu requebrado.

Ela estava tão molhada que chegava a deslizar fácil por sua pele. Ah, como esquecê-la? Merda, ainda bem que ela havia lembrado do preservativo. Ah… Até mesmo o jeito que ela tinha de lhe vestir a proteção era diferente. Era impossível não desejá-la. Ela era como uma cereja e ele amava comer cerejas.

Com as duas mãos, estapeou seus glúteos, os apertou e ergueu. Estava completamente doido e ansioso por mais.

Ela riu, rebolou enquanto posicionava-o em si. Os olhos negros reviraram. Os lábios com o batom borrado beijaram seu peito e pescoço. As bocas secas se umedeceram em um novo beijo.

Ela requebrava, ele assistia. Ele podia dominar em qualquer situação, menos na cama. Ali preferia ser dominado.

E ela preferia pensar que tinha o controle da situação. E, naquele momento e só nele, ela realmente o tinha. Sabendo disso, sorriu.

Ela jogou a cabeça pra trás, cavalgou, sentou, quicou… Chame seus movimentos da forma que você quiser, ela tá pouco se fodendo pra isso.

Ele já a está fodendo muito!

Carnalmente, o melhor lugar para se estar aos olhos dele era dentro dela. Carnalmente, o melhor lugar para se estar, aos olhos dela, era no céu que por pouco não tocava.

Uma descida, uma rebolada, uma sentada bem dada. Ela gozou, ah, e como era gostoso pra ele vê-la e senti-la gozar.

Nenhuma massagista, nem tântrica, o massagearia tão bem quanto aquelas contrações massageavam.

Ele cansou de ser dominado, ele queria provar mais daquele oral e ela também queria provar dele de novo.

Ele segurou os cabelos de uma já fragilizada Sakura que ainda assim o abocanhou com todo o gosto.

Enquanto sua língua passeava por ali, ela sentiu sua boca ser fodida. Se pudesse, riria, mas tudo o que queria era engolir tudo aquilo que ele lhe deu.

Era bom, apesar de nojento, mas bem, foda-se ela pensou. Fodeu-me gostoso ela pensou logo em seguida. Eles tombaram sobre a cama. Nada de abraços, estava fora do trato. Talvez um banho juntos não fizesse mal. Ela havia se entregado totalmente, de corpo, alma e coração, exausta preferiu ficar dormindo enquanto ele se vestia.

Dormindo não sentiu o beijo carinhoso que ele deu em sua testa antes de lhe cobrir melhor.

— Durma bem, meu amor! - disse o que nunca teria coragem de dizer caso ela estivesse acordada.

Suspirou, por mais que sentisse, trato era trato e o combinado não saía caro.

Talvez fosse esse o segredo de manter essa relação de mais de 6 anos: não ter relação alguma.

Pagou o motel e tudo o que havia usado, assim como um táxi para levá-la pela manhã.

Em ambos os casos, ambos estavam satisfeitos Carnalmente, já o sentimental apenas poderia esperar pela próxima mensagem. 

26 de Febrero de 2018 a las 23:31 5 Reporte Insertar 6
Fin

Conoce al autor

Tatu Albuquerque Mãe de Konohamaru, madrinha de Hanabi, adepta da Fé do Sagrado KonoHana. Você tem 5 minutos pra ouvir a palavra da minha igreja? Kaiten no cu e gritaria, kore!

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Fox Bella Fox Bella
OLHA QUE COISA MAIS LINDA MAIS CHEIA DE GRAÇA É A TATU SEM ME FODER COM ALGUMA FANFIC!!!! Por mais fanfics assim eu voto, SIM!
26 de Junio de 2018 a las 07:43

  • Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
    Aaaaaaaaaaaaaaaaaa meu Deus do céu. 26 de Junio de 2018 a las 18:47
  • Fox Bella Fox Bella
    Seu Deus, meu Deus, nosso Deus eu que estais no céu!!! Quero ver me responder em Freedom Tatu Albuquerque! 26 de Junio de 2018 a las 19:09
Stephanie Santos Stephanie Santos
MARAVILHOSO ,merecia uma continuação , queria que eles ficassem juntos
2 de Mayo de 2018 a las 14:17

  • Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
    Quem sabe um dia, né? Hauahah obrigada por comentar! 2 de Mayo de 2018 a las 18:27
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