Love in the Dark Seguir historia

uchihaspears Uchiha Spears

“Uma submissa é um indivíduo. Ela é completamente livre. O que um Dominante mais valoriza é que com toda aquela liberdade entre todas as coisas que poderia fazer ela escolhe se ajoelhar diante dele.” A dor e o prazer sempre vem juntos e não tem uma razão. Para Sasuke e Sakura esse é o lema do conturbado relacionamento dos dois, pertencentes á classe nobre britânica. Eles possuem um segredo que envolve dor e prazer, mistérios e revelações.


Fanfiction Sólo para mayores de 18.

##SasuSaku ##Naruto
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Prólogo

Será que uma mulher pode ser má sem perder a sua essência?

Antes eu achava que eu não era normal, até mexer com as fantasias obscuras do universo masculino.

— Onze horas, lingerie vermelha. Não se atrase. — Sasuke me informou.

— Sim, senhor. — respondo.

Estou pronta para a próxima sessão de dor e prazer.

[...]

Por Sakura;

Provavelmente mais uma semana de aulas iria ocorrer normalmente.

Afinal o início do semestre era assim, todos pareciam ansiosos principalmente os calouros, que não era o meu caso. Já tinha passado por esse drama de incerteza no começo, dois anos atrás. Os corredores do prédio de medicina de Oxford provavelmente não são os mais animadores que eu vi na vida.

Quadros e mais quadros antigos de professores e excepcionais alunos que passaram por aqui, decoração de quase quatrocentos anos atrás, mas afinal ninguém liga, pois é a renomada Universidade de Oxford. A elite Britânica encontra-se aqui, de filho de magnatas até alguns membros da realeza Britânica, por falar em realeza... Faço parte desse grupo, não sou da monarquia, mas nasci em uma família de nobres. Meu pai é o presidente da câmara dos lordes, é o Primeiro-Ministro, lorde Haruno sabe muito bem ser íntegro e um homem de caráter diante do parlamento, tudo pose.

Minha mãe faleceu há quatro anos. Para ser um pouco mais precisa ela se suicidou na minha frente um dia antes do meu aniversário de dezoito anos. O culpado meu querido pai fazia da vida dela um inferno, desde a sua morte fiquei praticamente sozinha, eu mal vejo o meu pai, e assim que a minha mãe morreu que ele fez questão de abafar o caso, a mídia inglesa teve uma versão totalmente diferente “um acidente doméstico“. Chegou a ser irônico.

Enfim, desde que ela morreu no primeiro ano eu mal o vi, nesse ano o vi umas três vezes e olha que moramos sob o mesmo teto, no entanto ele sabe aparecer nos momentos importunos. Mandei uma carta para o seu gabinete informando que iria fazer Medicina e imediatamente ele veio até mim falando barbaridades e afirmando que eu não faria esse curso, pois provavelmente meu doce destino era casar com algum lorde e viver uma família feliz apenas em porta retratos, como a minha mãe.

Nunca!

Resolvi fazer medicina, não por dedicação aos próximos e sim por ter experiência em ter a vida de uma pessoa em minhas mãos. É a adrenalina que procuro para minha vida monótona e sem direção.

Faço questão de entrar e sair despercebida nos lugares, como uma Lady provavelmente teria que me vestir como tal, porém deixo essas formalidades para quando sou obrigada, geralmente estou de calças Jeans e um casaco com meu fone de ouvido, provavelmente agora tocando alguma música depressiva da Lana del Rey.

Kiss me harder before you go...

— Festas para os calouros, a fim de ir? — essa é a Lady Ino Yamanaka conheço ela desde criança. Finge de santa para a sociedade e por trás tem um caso com um cara do subúrbio com uma fama que deixaria qualquer um do nosso mundo com cabelos em pé, e logo ligariam para a polícia.

— Tenho algo a fazer à noite. — mentira, mas eu realmente não queria ir para uma festa de mauricinhos mimados.

Fui caminhando em direção à sala de aula.

Nove horas, Doenças Tropicais.

Sentei-me afastada da frente, Ino estava ao meu lado.

A aula tinha começado exatamente uns quinze minutos atrás o professor falava sobre algum vírus de áreas tropicais, anotava em meu caderno detalhe por detalhe, alguns minutos depois a porta de madeira escura abriu e um cara entrou.

Camisa preta de mangas compridas, calça jeans e um tênis. Seus cabelos negros um pouco compridos sobre os olhos pretos como uma turmalina negra, nunca o tinha visto antes, me virei para a Ino e perguntei quem era.

— Uchiha Sasuke, oitavo período. Ele reprovou essa matéria ano passado, bem ele perdeu algumas aulas. Há boatos de que ele teve problemas judiciais, parece que espancou a namorada ou algo do tipo. Juro que já ouvi que ele assassinou a namorada.

Nada disse a ela e voltei a prestar atenção na aula, que se tornou um pouco complicada.

Fiquei intrigada com a história da Ino sobre ele. Bem, a loira era quase como a fofoqueira oficial do reino das mil maravilhas. Peguei-me olhando para ele constantemente, parece que a palavras “espancou e assassinou” ecoaram na minha cabeça e me fizeram quase o encará-lo, quer dizer quase não, eu definitivamente o encarei, até que ele notou.

Ele estava ao meu lado esquerdo, duas carteiras ao lado da janela com os cotovelos sobre a mesa e a mão apoiando sua cabeça. Ao invés de desviar o olhar dele, eu continuei o fitando, ele me olhava indiferente ficamos nesse joguinho por uns bons minutos, até que a Ino falou algo sobre a Peste Negra e eu fiquei sem entender realmente o que ela estaria associando com a Peste Negra.

A aula estava no final, o professor passou a bibliografia dos autores que iria usar na próxima aula e fomos liberados. Andei pelo corredor, olhei meu celular e vi uma mensagem do meu pai, ele resolveu aparecer e sabia que não iria ser interessante aquele conteúdo.

“Baile em Kensington hoje, apareça ou conversaremos seriamente.”

Tentei ignorar aquele fato, geralmente as ameaças dele era cortar meu dinheiro, infelizmente eu ainda era sustentada por mesadas, a herança da minha mãe iria receber apenas quando casasse.

Senti um cheiro forte, um aroma amadeirada passando ao meu lado. Era ele e me olhou sério, quando me dei conta estava parada no corredor o encarando, fiz questão de sair dali imediatamente a passos rápidos em direção ao estacionamento. Meu Bentley prateado estava logo ali, tratei de abrir a porta jogar meu caderno e bolsa no banco de trás.

Me perguntava o que estava acontecendo comigo.

Nunca fui de encarar ninguém na vida e agora estava encarando um cara com uma índole suspeita. Excelente Sakura!

Dei a marcha inicial no carro e senti um barulho, como se eu tivesse batido em algo, suei frio. Tudo que precisava para aquele dia era bater em outro carro, e pior, iriam mandar a conta para o gabinete do Lorde Haruno.

Excelente! Ironizei comigo mesma.

Já estava com a cabeça encostada no volante, quando ouvi batidas na minha janela, abri a janela e bravo! Eu tinha feito algo com o Sasuke Uchiha.

Ele era realmente do tipo calado e ele me olhava nada animador, provavelmente esperando eu falar alguma coisa.

— Em minha defesa, eu não vi e pode mandar a conta para esse endereço. — tinha retirado do porta-luvas o cartão do meu pai. Lembrei-me da Ino ter falado que ele talvez tenha assassinado a namorada, pensei que seria morta ali no estacionamento.

— Sai do carro! — ele falou autoritário.

Falei para mim mesma que se eu morresse, não tinha nada a perder muito nessa vida, mas sinceramente não estava disposta a perder a minha vida ali.

Sai do carro e fiquei em frente a ele, estava encostada no carro e usei minha pose de forte, de que nada iria me abalar, o olhando de perto ele não dava medo e nem assustava, o que realmente assustava era a sua beleza.

— Qual o seu problema? Eu nem te conheço e você passou a aula toda me encarando e agora destrói a lateral do meu carro, qual o seu problema? — ele não falou gritando ou nada disso, falou calmamente até foi paciente.

Boa pergunta. Qual era o meu problema?

Eu nem sabia responder, tinha tantos, esses que ao ver de todos eram problemas de meninas mimadas demais.

— Olha eu nem te conheço e não estou afim de ouvir sermões de um projeto de mauricinho que irá me julgar. Aceita logo o cartão e encerramos esse assunto.

— Não preciso te julgar para deduzir quem você é. — respondeu sério, agora me observava dos pés a cabeça. — Provavelmente seu nome tem alguma coisa haver com esse seu cabelo rosa, a maquiagem exagerada nos olhos e a roupas são simplesmente para mostrar que é rebelde ou finge não ligar para tudo a sua volta. Sim, pelas unhas bem feitas e sem nenhuma lasca e o brinco de pérola com detalhes em diamantes pertence à elite e nunca precisou fazer nada na vida que não fosse de mera expressão. Vive uma vida monótona, por isso escolheu medicina na tentativa de que isso lhe mantivesse viva, mas parece que não funciona. Tenta sair e entrar na esperança de passar despercebida pois ser um fantasma na verdade é o que você procura ser, pois se sente assim.

Eu ouvi tudo aquilo como se fosse a minha consciência falando comigo em voz alta, como assim ele poderia saber tanto da minha vida? Eu nunca o vi e creio que não falei isso com ninguém.

— Deduções, deduções. Olha sinceramente isso já deu por hoje, se não quer pegar o cartão dane-se, eu não pagarei! — falei isso já indo em direção ao carro.

— Eu não ligo, eu mesmo pagarei o conserto. — ele retornou ao carro dele e eu já estava de partida, saí dali furiosa batendo no volante, como assim ele sabia da minha vida, quem aquele ser pensava que era? Ódio.

Pelo retrovisor vi que o carro dele estava atrás do meu, meu desejo era frear e ele receber um grande impacto, provavelmente eu iria receber um também, mas tudo pela adrenalina e o momento.

Peguei outra rodovia e o vi desaparecer do meu radar, a música no rádio ajuda a começar aquela tarde e definiria o meu dia.

I’ve got that summertime, summertime sadness.

Tristeza, eu definitivamente tinha naquele momento.

Cheguei a minha casa, não era uma simples era uma casa datada de 1789. Um enorme jardim, cinco salas, quinze exagerados quartos para apenas dois moradores oficiais e alguns empregados, aquilo parecia um mausoléu abandonado, sem vida. Deixei o carro no jardim e entrei. O mordomo já me esperava.

O senhor Sarutobi trabalhava ali desde que eu nasci administrava tudo com sua própria vida, eu sempre brincava com ele falando que ele era como o mordomo do Batman, o Alfred, e ele sempre dizia:

“Então você seria o mestre Bruce, mas você é apenas uma menina.”

Apenas uma menina, isso é a palavra certa para entender um pouco do desprezo do meu pai, ele queria um herdeiro e não a herdeira, ele pressionou minha mãe e ela descobriu que não teria mais filhos, estava com um câncer no ovário, foi o começo do seu inferno.

“Uma menina, o nome Haruno se perderá, ela se casará e adotará o nome do marido, uma menina.”

Eu não tinha culpa se a vida não tinha lhe dado um menino.

— Qual o programa de escrava para a tarde, Sarutobi? — subia as escadas de mármore pretas com branco.

— Tem a festa em Kensginston, Milady. Sua roupa já está em cima da cama, seu pai espera vê-la lá.

—Okay, estarei lá. Que horas será? — questionando entrando no meu quarto.

— Cinco horas, Milady.

Droga era uma festa com a temática de chá, terei que usar chapéu.

Entrei no meu quarto tirando minha roupa e meus braceletes.

Sim eu usava braceletes nos braços, desde criança eu amava a Mulher-Maravilha e a minha mãe resolveu me dar braceletes quase iguais ao dela, os meus eram banhados em ouros. Eu saia pela sala e pulava na cama fingindo ser ela, fingia poder voar, fingia ser forte e destruir os homens maus.

Depois que minha mãe morreu — claro eu já tinha dezesseis, não poderia mais usar tanta imaginação fértil, porém eles serviam para outras coisas, esconder as marcas de cortes no meu pulso. Eu não cortava meu pulso porque queria me matar... longe disso, eu cortava apenas pela adrenalina de sentir o gostinho da morte. Bem, eu faço medicina e sei muito bem onde cortar precisamente.

[...]

Entediante, frustrante e fútil resumia essas festas.

Gente sem conteúdo para mostrar, vazias por dentro e afortunadas por fora. Usavam joias e ternos caríssimos para tentar disfarçar a pobreza de suas almas. Estava ali no meio daquela escória sem alma. Vestia branco preso na cintura com detalhes vermelhos na barra, um sapato vermelho Jimmy Choo salto quinze, aprendi a andar de salto com cinco anos, enquanto outras meninas corriam nos jardins, eu estava enfurnada em uma sala aprendendo etiqueta e a andar de salto e por fim um chapéu de festas ao ar livre típico de ladies britânicas. E por falar em chapéus, o meu tinha um detalhe em uma flor. Como nessas festas havia sempre algum fotógrafo encarregado de tirar as mais perfeitas imagens, acabei saindo como modelo em uma ao lado da fonte.

Qualquer uma simples plebeia que visse aquela foto em uma revista amaldiçoaria a si mesma querendo minha vida, eu estava no verdadeiro estilo “Barbie vida perfeita”, só faltava o meu Ken vida perfeita ao lado para a falsidade ir mais além.

O lado bom dessas festas era a champagne do melhor tipo, eles não economizam pobres dos garçons mal podiam respirar, primeira taça, segunda taça...

Vou andando ali aparentando ser a mais perfeita, sorrisos aos que cumprimentam e aí o vejo, aquele ser branco de cabelos pretos, estava em um terno informal percebi que estava de All Star solitário ao lado da fonte. Eu simplesmente poderia passar aquilo, sim eu poderia, mas não, eu realmente faço do modo errado.

Cheguei perto dele e ele me olhou de cima a baixo e soltou um sorriso de lado cínico.

— Parece que acertou que sou de classe alta, que nunca fiz nada na vida e que tenho uma vida bem monótona, parabéns! Olha você aqui numa festa de pessoas da minha classe e vejo que você é da mesma. Modéstia parte, pensei que era um rebelde no mundo que passasse longe dessas coisas, mas vejo que é da mesma laia que eles. Patético você também, não é?

Ele bebeu um gole do espumante na sua taça.

— Se diz. — nem precisou me olhar.

— Não banque essa pose de rebelde, você parece ser pior do que eu. — eu estava de saída, mas não eu precisava ceder aos meus impulsos.

Subi no batente da fonte e fui caminhando ali me equilibrando, ele me olhou.

Por que fiz isso?

Ele era alto e eu um pouco baixa eu precisaria estar da altura dele. Fiquei de frente para ele, me joguei nos braços dele, ao menos nem reagiu e foi aí que eu o beijei, ele continuou parado. O beijei mesmo não recebendo o mesmo em troca, foi aí que sim, eu o mordi fervorosamente o lábio dele, e logo senti o gosto do seu sangue, eu tinha o cortado e ele nada fez, quer dizer eu o vi fechando os olhos e escutei um gemido tão inaudível. Ele gostou e eu comprovei.

Logo saí de cima e dei um pequeno pulo, ele lambeu os lábios sentindo o seu próprio sangue, qualquer um naquela situação tinha me xingado e me jogado longe, caminhei e parei um pouco perto dele.

— Sente prazer na dor, é o que você esconde das pessoas é um dos seus segredos, quer dizer não tanto, depois do caso da sua ex-namorada muitas sabem agora do seu gosto sadomasoquista. É autoritário, gosta de manter o controle de tudo e de todos ao redor, odeia ser contrariado. Deixa me ver um pouco, é a ovelha da família e tem um irmão mais velho que provavelmente deve ser o orgulho dos seus pais então, logo eles não esperam muito de você, não é tão difícil te entender, Uchiha Sasuke.

Sai dali como uma vitoriosa, caminhei rumo aquela festa patética e sem vida, ele estava atrás de mim me puxou pelo o braço.

— Qual o joguinho? — ele falou calmamente, me irritava aquilo tudo dele de sr calmo.

— Nenhum, agora com licença tenho que dar o ar da minha graça em alguma roda de conversa sobre qual vestido está mais defasado e qual joia é a falsa. — nesse momento um garçom vinha com uma bandeja e quase esbarrei, ele me ajudou a não derrubar aquele rico líquido. Pude sentir o corpo dele musculoso.

Nossa aquele cara era um pedaço de mau caminho, um bom e belo perigoso pedaço de mau caminho. Eu saí de perto dele e sem ele notar, eu coloquei a mão no bolso do terno e peguei algo dele; um relógio. Um Rolex antigo prateado e tinha um nome nele atrás S. Uchiha... Sim, ele ficaria louco atrás daquilo.

Quando saí de perto dele vi uma mulher chegar perto, sua expressão não era das melhores parecia brigar com ele, era a mãe dele, logo supus, e um cara, parecia ser mais velho e tinha as mesmas feições que ele, quase as mesmas não era tão velho, entao logo seria o irmão prodígio. Eu não liguei e logo retirei a visão dele.

Sabe o pior dessas festas são quando perguntam quando eu vou me casar e se já tenho alguém, logo mães me mostram ou indicam seus filhos playboys mimados para perto de mim, jurando que seriamos um casal perfeito, me poupem.

Quando não poderia piorar meu pai vem e me mostra como um troféu tão falso, aquilo me deu náuseas e parece que duraria à tarde toda. Dei um jeito de sair dali, aquilo estava um saco até o grande e inesperado evento acontecer ali, não, não foi a anfitriã segunda herdeira ao trono real soltar uma piada sem graça ou meu pai ganhar um discurso da oposição, que feriu altamente o seu ego de Primeiro-Ministro Inglês. O grande momento foi um cara cair do andar de cima há poucos centímetros de mim.

Ele estava morto nos meus pés parece que eu tinha certo imã que atraía suicídio. Parece que ver a desgraça alheia para mim era algo que eu estava destinada a presenciar, tenho certeza que aquele cara morto ali, iria mudar os tons supérfluos das conversas por ali.

Eu o observei sem demonstrar grandes emoções e notei que o Uchiha me olhava. Eu saí de perto dele e fui tranquilamente ao bar, precisaria de algo mais forte.

26 de Febrero de 2018 a las 18:14 2 Reporte Insertar 2
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Rhaiza Dos Reis Rhaiza Dos Reis
Não to achando ela mais completa. Coloca de volta por favor?
17 de Septiembre de 2019 a las 06:41
Rhaiza Dos Reis Rhaiza Dos Reis
Essa fanfic é uma obra de arte, é minha favorita, já li umas 89 vezes e nunca enjoo. Parabéns pelo ótimo trabalho
17 de Septiembre de 2019 a las 06:39
~

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