Ritmo Quente Seguir historia

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Depois de dois anos em um intercâmbio, Hyuga Neji acaba de retornar. Com a sua volta, Lee, um de seus melhores amigos, vê a oportunidade de fazer uma festa de boas vindas. Mas, aparentemente, o seu retorno era só um pretexto para que todos seus amigos se entregassem a embriagez e a luxúria. E Neji não estava preparado para o que aconteceria naquela noite. "Ele não conseguia parar de observar, apesar de se recriminar o tempo inteiro por ser um maldito masoquista, a visão daqueles dois dançando era de tirar o fôlego."


Fanfiction Sólo para mayores de 21 (adultos).

#Naruto #Songfic #NaruHinaNeji #Poliamor
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Ritmo Quente

Não sabia se estava preparado para aquele evento. Hyuga Neji acabara de retornar de um intercâmbio que o deixou dois anos longe da família e dos amigos. Não voltara pra casa do tio, ia direto para o apartamento que herdara de seu pai. Havia avisado à família a data de seu regresso, já informando que não iria para lá. Porém, cometeu o engano de passar essa informação para o melhor amigo, Rock Lee.

Lee era muito rico, filho de Maito Gai, dono de uma famosa empresa de suprimentos esportivos, e logo colocou na cabeça que precisava dar uma festa de boas-vindas ao antigo parceiro de time. Eram amigos desde que se lembravam, e tendo Lee cismado que faria uma festa em sua homenagem, Neji sabia que não conseguiria demovê-lo dessa ideia. Ninguém freava a força da juventude daquele menino. Sendo assim, acabou aceitando a ideia e gostando da oportunidade que teria de rever seus amigos todos de uma vez. Com esse pensamento, partiu para a casa do amigo, pois já estava bastante atrasado.

Neji se sentia a Jennifer Grey em Dirty Dancing, a partir do momento em que pisou na casa do Lee. Aparentemente, o seu retorno era só um pretexto para que todos seus amigos se entregassem ao álcool e drogas. A atmosfera do ambiente era luxuriosa, nunca poderia imaginar que o Gai permitiria que o Lee fizesse mais uma festa daquele tipo em sua enorme casa. Lembrava-se muito bem das confusões que aprontaram na última festa que o amigo tinha organizado em sua casa. E aquela iluminação precária, típica de boates, deixava a ambientação tão lasciva, já dando a entender que o objetivo da festa era para pegação. Adentrou na enorme sala, agora totalmente livre de móveis, organizada para o evento. Observou o espaço reservado para as danças, onde seus amigos, que não via há cerca de dois anos, se encontravam roçando seus corpos incessantemente. Provavelmente, exibia em sua face a mesma cara de choque que Baby, a protagonista do filme produzido no final dos anos 80, evidenciou quando foi levada ao salão dos funcionários do Kellermann’s Resort*. Tantos rostos conhecidos, todos perdidos em seus movimentos e nas expressões de seus pares. Ele estava tão supreso, não esperava visualizar as cenas que se desenrolavam em sua frente. A dança era libertina, obscena e Neji encontrava-se congelado, observando cada passo daqueles que seguiam o ritmo quente ditado pela música.

Todos estavam tão absortos em suas bolhas que nem repararam em sua chegada. Logo ele que era o motivo da festa. Neji direcionou-se a um canto da sala onde passou a observar cada par com muito cuidado. Primeiro Ino e Sai, um casal que era completamente adverso. Uma mulher incrivelmente exuberante com um cara tímido e aparentemente sem graça. Porém, os dois em conjunto evidenciavam uma mistura explosiva. Quente. Excitante. Enquanto os observava, Neji ficava ofegante pela dança, principalmente quando Ino abria os lábios e sensualmente sussurrava coisas que ele imaginava possuírem teor sexual para o parceiro. Neste momento, achou melhor prestar atenção em outra coisa. Direcionando seus olhares novamente para o ambiente.

Não conseguiu acreditar na cena que se desenvolvia diante de seus olhos. Shikamaru, surpreendentemente, estava entre duas mulheres. Uma delas era Temari, sua paixão de toda a vida, mas que desde sempre foi apaixonada por Tenten, que era sua namorada (até onde ele sabia). Mas pelo jeito que dançavam e se tocavam, aparentemente o relacionamento deles era mais interessante do que Neji poderia sequer imaginar. Um beijo entre os três terminou de chocá-lo e deixá-lo ainda mais interessado. Ele tentou reprimir a vontade de estar no lugar do amigo, mas era difícil não ansiar a atenção daquelas duas mulheres tão maravilhosas. Ele era um homem, afinal.

Lee e Gaara estavam num canto mais afastado, onde o ruivo observava com muita intensidade o seu namorado dançando consigo. Ele não dançava. Era típico de sua personalidade fechada e enigmática ignorar que todos à sua volta dançavam e permanecer impassível. Entretanto, a outra ponta deste par atípico era um poço de energia e animação, não perderia a oportunidade de dançar com o Gaara, este que sempre fora o objeto de sua paixão. Era uma cena esquisita, contudo retratava bem aquele casal de personalidades tão extremas, mas que se complementavam de uma maneira que fazia Neji os invejar e sorrir abertamente.

Próximos a Lee e Gaara estavam Sakura e Sasuke, que nem sequer se importavam com a dança, aparentemente deixaram seus instintos fluírem,beijando-se com vigor e sem nenhum pudor. Uma das mãos de Sasuke encontrava-se nos cabelos róseos de Sakura e a outra em sua cintura, com a qual puxava a garota contra seu corpo. Neji procurou logo outro lugar para olhar, estava ficando excitado demais com aquele ambiente, observar o casal não iria ajudar nesse sentido.

Passou, então, a procurar a pessoa que mais lhe interessava naquele momento, sua prima Hinata. Aquela por quem ele ainda nutria uma paixão e um desejo que ele nem mesmo conseguia controlar. Esperava que ela não estivesse mais com o Naruto, que foi o pivô de sua “separação”, motivo pelo qual saiu em intercâmbio. Arrependia-se amargamente de sua fuga. Porém, ele voltou decidido a recuperar o tempo perdido caso ela também o desejasse.

Durante sua procura, pôde ver diversos rostos conhecidos e outros nem tão conhecidos assim: Itachi e Shisui que dançavam com uma garota morena que ele não conhecia, Kankuro e Matsuri, Chouji e Karui, Kiba e Shino e até Konohamaru e Hanabi. Ele já estava ficando impaciente por não encontrar Hinata, até que pôde visualizar o local onde ela estava. No outro lado da área reservada para as danças, ela se encontrava perdida nos braços de Naruto. Ele a tocava de forma tão intensa, esfregava seu corpo no dela de um jeito lascivo, enquanto a olhava nos olhos. Hinata puxava Naruto em direção ao seu corpo como se eles pudessem se fundir, ainda fazendo movimentos que simulavam realmente a fusão dos corpos, e no contexto mais sexual possível. Neji não conseguia evitar os xingamentos mentais direcionados ao loiro.

Ele não conseguia parar de observar, apesar de se recriminar o tempo inteiro por ser um maldito masoquista, a visão daqueles dois dançando era de tirar o fôlego. Se ele tinha ficado “animado” olhando seus amigos, o que dizer de seu estado agora que estava assistindo o corpo de Hinata, exposto em um pequeno vestido colado ao seu corpo, movimentando-se de forma tão sensual? Estava literalmente de pau duro. Achava-se um doente por estar completamente excitado ao ver a mulher por quem era apaixonado sarrar o corpo em outro homem. Porém, não conseguia se controlar. Todos os sentimentos que ele possuía estavam em conflito. Era saudade, mágoa, desejo... Tudo isso somado à visão do corpo perfeito da garota e às expressões de prazer que ela fazia durante a dança.

Sem pensar, Neji não conteve seu corpo, que sozinho decidiu se aproximar do casal. Seu cérebro não deu nenhum comando para isso, entretanto, lá estava ele movendo-se. Já pronto para interromper a dança, ouviu a introdução de uma música conhecida, que lhe deu uma ideia melhor. O casal ainda dançava, quando ele postou-se atrás da garota e colocou os braços ao seu redor, enquanto cantava em seus ouvidos o trecho inicial da música que rolava no ambiente.

Eu te amei, me entreguei...

Do jeito que ninguém jamais se entregou.

Hinata estremeceu ao sentir a presença atrás dela e reconheceu imediatamente a voz de Neji, que apesar da música alta, soou grave e forte aos seus ouvidos. Neji não deu tempo de Naruto protestar. Puxou Hinata para um abraço desajeitado enquanto dançavam. Ela deixou-se levar. Estava atordoada, mas com uma saudade tão grande que seu coração quase não suportava. Ele continuava a cantar em seu ouvido sem deixar espaço para conversa.

Amor igual ao meu jamais vai encontrar
Amar como eu te amo ninguém vai te amar
Porque você...

O Hyuga não se fez de rogado, girou-a para olhar de perto aquele rosto que amava enquanto puxava a prima para cada vez mais próxima de si. Queria mostrar para ela a saudade que possuía de seu corpo, o que estava completamente evidente pela ereção poderosa que ele evidenciava entre suas pernas. Não havia estranhesa nessa atitude dele, os dois conheciam completamente os corpos um do outro. Perderam suas virgindades juntos, mantiveram um relacionamento em segredo e até fizeram juras de amor. Entretanto, quando a Hyuga confessou a Neji que também amava Naruto, este não conseguiu aceitar e partiu para um intercâmbio em outro país. Neji não conseguiria dividir a atenção de Hinata com ninguém naquela época, por este motivo resolveu partir e deixar o caminho livre para ela se acertar com o Naruto.



Ficava sussurrando junto ao meu ouvido
Mentiras misturadas com o seu gemido
E eu acreditava na sua palavra
Leviana!


Neji continuava a cantar para a morena, enquanto roçava seu corpo despudoradamente no corpo dela. Hinata ofegava e o Hyuga se perguntava a todo o momento se era por causa da dança ou por causa da letra. Apesar de todas as situações que passaram juntos, ele nunca pensaria que ela era leviana. A prima sempre agiu coerentemente e sua sinceridade sempre foi uma de suas principais qualidades. Depois conversaria com ela e colocaria tudo em pratos limpos. Agora, tudo o que queria era se aproveitar daqueles instantes com ela.

O rapaz nesse momento apertou a Hyuga com bastante intensidade, puxando uma das pernas dela para sua cintura, ele curvou-se e aproveitou para cantar o último trecho da música.


Fazendo mil loucuras comigo na cama

Queria acreditar que você ainda me ama




Naquele instante, a garota pequena em seus braços deixava escapar um gemido, que o fez perder completamente a noção do tempo e espaço. Por ele, a teria ali mesmo. Mas Hinata livrou-se de seus braços e saiu correndo. Neji não teve tempo de ter reação alguma, apenas a seguiu com o olhar e teve uma desagradável surpresa ao reparar que ela corria para os braços do loiro. Amaldiçoou-se fortemente até reparar que a garota havia falado algo ao ouvido do rapaz, virando-se em seguida e andando na direção oposta a de Naruto, fazendo um sinal para que o moreno a seguisse. Aquela atitude o deixou confuso, mas ele não perdeu tempo em seguí-la.

Ela parou no bar, pegou uma garrafa de espumante e seguiu rumo aos quartos de hóspedes, localizados no andar térreo. Uma das vantagens da festa ser na casa do Lee é que ninguém precisaria voltar chapado pra casa. O Gai quase nunca permitia que o filho fizesse festas, mas as que ele deu, entraram para a história e todos sempre acabavam jogados nos quartos disponíveis.

Sabendo para onde Hinata estava indo, o Hyuga não sabia o que esperar. Sua mente estava completamente confusa. Ela queria apenas conversar? Qual o motivo do espumante? E o Naruto? Infinitas questões brotavam em sua mente. A garota abriu a porta de um dos quartos, dando espaço para Neji entrar e, em seguida, fechando a porta atrás de si.

Hinata não deu tempo para ele pensar no que iria dizer, rapidamente começou a conversa.

- Senti saudades, Neji. – Falou com a voz doce. – Você também sentiu minha falta? Se arrependeu de ter me deixado, mesmo achando que na primeira oportunidade eu sairia correndo para o Naruto? Ou você cantou aquela música para mim de verdade? Me acha leviana por ter confessado que amo dois rapazes?

O Hyuga se sentia bombardeado. Quase não teve reação. Foram tantas perguntas de uma vez e ele aparentemente não havia reunido coragem para responder nenhuma delas. Estava atordoado demais com a objetividade de Hinata. A tontura causada pelos questionamentos não o permitiu reparar que a garota falava que “amava” dois rapazes no presente.

- Não vai me responder? – Hinata perguntava calmamente.

- Claro que senti saudades, Hinata! Tudo o que senti foram saudades suas. Nunca deixei de amar você. Se me arrependi? Claro que sim. Mas não poderia abandonar pela metade o curso que lutei para conseguir. – Pausou a fala por um instante e olhou intensamente para ela. – Eu não cantei para você com sentimentos reais, só aproveitei para me reaproximar de você. Queria que você ficasse tão excitada com aquela dança quanto eu. Espera, você falou “AMO DOIS RAPAZES”? Você ainda me ama?

- Claro que amo, seu imbecil! Você passou dois anos fora, sem responder minhas mensagens, que eu logo cansei de mandar. Mas que diziam isso a você. Diziam que te amo. Você pensa que eu corri para o Naruto assim que você partiu? Vou deixar claro que isso não aconteceu. Sim, em determinado momento nós passamos a nos relacionar. Entretanto, o meu amor por você não deixava que eu me entregasse por completo. Eu não funcionava com ele. Não somente com ele. Passados alguns meses, eu decidi contar para ele que, ou eu teria os dois, ou não teria nenhum. – Ela parou de falar, abriu a garrafa de espumante e deu um grande gole diretamente do gargalo, para em seguida completar - Eu posso ser até a estrela em que vocês orbitam, mas ao contrário do que ocorre no sistema solar, não são os planetas que dependem da estrela para possuírem vida, mas eu que dependo dos meus planetas. Eu não saberia estar numa vida sem um de vocês. Só de me imaginar sem vocês, eu vejo duas possibilidades, ficar robotizada ou em estado vegetativo. Eu não existo sem vocês. Minha esperança era que você voltasse e eu pudesse te falar isso. Deixar a escolha em suas mãos.

- O quê? Hinata, eu não estou compreendendo. Como você pode dizer tudo isso sem nem me preparar psicologicamente? Você sabe como eu sou! Sou certinho, metódico, possessivo. Eu fui embora porque não conseguiria pensar na hipótese de você estar com outro... Eu estou confuso! O que o Naruto falou desse absurdo?

- Ele sabe que só me terá quando eu finalmente estiver com vocês dois. Talvez você tenha interpretado mal a minha dança com ele. Nós não estamos juntos. Eu fui bem clara quando falei para ele que precisava dos dois. Caso eu não os tenha, já está decidido, eu partirei. Mudarei de cidade. Não vou suportar estar com um, sem estar com o outro.

- Isso é loucura Hinata! Não vai dar certo. Você não imagina o quanto eu sofri estando longe de você. Tentei te achar em outras mulheres, procurei motivos pra não falar com você, mas não havia nenhum além da minha vergonha. Da minha covardia em ter apagado todas as suas mensagens sem ler, porque não queria me machucar. Eu te amo, caralho! Não vou conseguir.

Hinata caminhou lentamente na direção do primo e lhe entregou a garrafa da bebida. Ele não perdeu tempo, ingeriu uma grande quantidade, ignorando a efervercência do gás contida naquele líquido.

- Não vou pedir para você decidir hoje, Neji. Agora quero apenas matar as saudades. – Falou a garota antes de beijar o primo. O beijo era intenso, quente e cheio de saudades. As línguas afoitas tocavam cada parte da boca um do outro. Massageando-se, oras com delicadeza e oras de forma áspera. Eles eram quentes juntos. Mas era a garota que dominava o ato. Ela juntou seu corpo ao do rapaz e puxou os cabelos cumpridos, típicos dos Hyuga, enquanto passava a morder-lhe os lábios.

- Uma delícia esse gosto de espumante na sua boca, mas sabe que gosto ficaria melhor nos seus lábios? O meu gosto. Você não sabe a saudade que eu estou da sua língua.

Naquele momento o rapaz perdia totalmente a sanidade. Apenas com a fala da garota, ele sentia que poderia explodir. Como ela conseguia mudar tanto a atmosfera do ambiente? De uma discussão acalorada foram diretamente para um momento onde a luxúria era o que os governava.

Neji deu-se por vencido e foi encaminhando a garota para um divã localizado perto de onde se encontravam. Ele distribuía beijos molhados pelo pescoço da prima, aproveitando o gosto do sal da pele dela. Era incrível. Seu cheiro era uma mistura de lavanda, jasmim e sândalo, que parecia ter se intensificado durante a dança. Ela tinha um cheiro maravilhoso, exalava sensualidade dos poros. E aquilo o enlouquecia. Hinata interrompeu o primo, oferecendo-lhe uma bala. Ele sabia que ela gostava de usar alguns entorpecentes naqueles momentos. Sabia que aquela festa teria coisas do tipo além de álcool, conhecia seus amigos. Tentava controlar a imaginação naquele instante, idealizando que ela já planejava lhe seduzir. Sorriu com a possibilidade e aceitou. Ingeriram ao mesmo tempo e continuaram a tocar-se.

A garota o dominava todo o tempo. Ela adorava como as mãos fortes dele apertavam sua pele, seus seios. Estava tão excitada, tão ansiosa, e logo ela ordenou que ele fosse para a sua região mais necessitada. Seguindo o ritmo imposto, beijou-lhe as coxas grossas enquanto apertava com força suas nádegas. O Hyuga pôs o rosto entre as pernas de Hinata e inalou o cheiro que ela emitia naquela região. Poderia afirmar que a prima estava molhada apenas naquele ato. Sentia que ela o desejava tanto quanto ele a queria. Abocanhou a intimidade dela mesmo por cima da lingerie. Só para provocar. Mas não conseguiu se conter e acabou afastando a peça de roupa, para logo sentir em sua língua a textura macia da pele dela.

Hinata gemia descontroladamente, era evidente o prazer que ele estava lhe dando com os movimentos de seus lábios e língua em seu sexo. Ele a beijava lá da mesma forma que a beijava na boca, alternando entre o beijo delicado e o beijo mais rude. Ela estava adorando e se contorcia a cada estímulo daquela língua em sua parte sensível. O moreno estava a levando à loucura.

Os dois estavam tão absortos que não repararam quando uma terceira pessoa adentrava no quarto e os observava atentamente.

- Começaram a brincadeira sem mim?

Neji assustou-se com a fala repentina de alguém que nem mesmo sabia que estava presente. Limitou-se a olhar para Hinata que o encarava de volta em súplica. Não precisava pensar muito para entender qual era o pedido implícito naqueles olhos.

Com a agitação conhecida da bala, a excitação presente no momento e toda a saudade que tinha daquela mulher, o Hyuga resolveu deixar rolar, amanhã se preocuparia com o que haveria de acontecer ali naquele quarto e com a conversa que havia tido com Hinata. Agora ele só queria aproveitar daquele corpo que o incendiava e dar muito prazer para a garota que estava sob si. Voltou sua atenção ao sexo enxarcado da Hyuga, o que fez o Naruto tomar isso como permissão para participar do momento.

O loiro foi logo em direção a Hinata, beijando-lhe os lábios com força. Ele gostava de ver os lábios da morena avermelhados de seus beijos. Sentia também uma enorme saudade daquela boca e de seu corpo. Logo começou a tocar os seios fartos, vendo que ela gemia alto com todos os estímulos que recebia. Naruto reparou que a menina gozava na boca do primo que parou com os estímulos para observar as reações da prima, parecendo bem satisfeito com o acontecido. Aproveitando a pausa do Hyuga, ele carregou Hinata para a cama deixando-a de quatro para eles. Antes que Neji os alcançasse, ele lambeu o sexo gozado da garota, deliciando-se com o sabor. Tirou-lhe completamente as roupas, apertando sua pele macia no processo.

- Pode continuar seu trabalho agora, Neji. – Naruto falava enquanto se posicionava em frente à garota, que permanecia apoiada sobre seus joelhos e braços. Ele retirava sua roupa lentamente e logo estava massageando o próprio membro que oferecia a Hinata sem nenhuma reserva.

Neji apesar de incomodado com a sugestão do loiro, não se fez de rogado e lambeu a intimidade da prima de cima a baixo antes de penetrar-lhe dois dedos. Ela estava tão lubrificada que não houve dificuldades no ato e ele estava alucinado vendo que seus líquidos escorriam pelas coxas. O Hyuga não perdia tempo, fazia os movimentos que sabia que a agradariam, aumentando a velocidade de sua mão, quando sentia as pulsações nos músculos da garota.

Hinata que agora já chupava Naruto com toda a vontade, interrompeu o ato para falar para o primo:

- Porra, Neji. Porque você não me fode logo?

Neji sorria com a fala da garota, sempre gostou do modo como ela ficava desbocada durante o sexo. Era incrivelmente excitante como a doce Hinata Hyuga se deixava levar nessas horas. Aproveitou, então, para retirar a roupa que o estava incomodando, sentiu-se satisfeito ao liberar seu pênis do aperto que suas calças causavam. Nesse momento, Naruto jogava para ele um preservativo que ele rapidamente colocou em si mesmo, penetrando imediatamente a prima.

Deu um pequeno intervalo de tempo para ela se acostumar e começou a mover-se lentamente. Sabia que possuía um falo de respeito, bastante acima da média. Sempre teve muito cuidado com ela e não seria agora que iria machucar aquele corpo pequeno, que tanto adorava. Hinata já gemia alucinada com os seus movimentos, os sons saíam abafados pelo membro de Naruto, mas era evidente que ela estava em êxtase. As contrações em sua intimidade já indicavam o segundo orgasmo. E Neji ficava cada vez mais satisfeito. Sexo com Hinata era um turbilhão de sensações maravilhosas, que ele nunca havia sentido com outras pessoas. Ele se sentia a ponto de explodir. Mas apesar de toda a saudade e desejo reprimido, queria durar mais, queria enlouquecer de prazer àquela mulher. Logo foi diminuindo o ritmo para impedir o próprio orgasmo.

Hinata soltava gemidos e ruídos ininteligíveis, estava visivelmente estremecida pelas sensações. Após respirar fundo e desritmadamente conseguiu dizer.

- Me come por trás, Neji. Quero sentir vocês dois ao mesmo tempo. – a morena estava ofegante e tinha acabado de deixar os dois parceiros sem fala após proferir essas palavras.

Surpreso e excitado, Neji deitou a prima de ladinho, e começou a preparar a outra entrada da garota. Aproveitou-se da enorme quantidade de lubrificação que ela possuía e enfiou um dedo naquele lugarzinho apertado. Até naquele ato ele sentia prazer. Aos poucos foi coletanto mais do mel da Hyuga para manter a lubrificação e foi adicionando mais dígitos. Quando sentiu que a prima estava mais confortável e relaxada, retirou os dedos e pôs-se a invadir vagarosamente a pequena cavidade. Após seu pênis estar completamente acomodado, começou a estocar lentamente no espaço apertado. Ele estava alucinado, atordoado, entorpecido, tonto pelas sensações que o acometiam. Ali era o paraíso. Ela era seu paraíso.

Naruto, que se afastou dos dois por alguns instantes, estava se tocando lentamente e observando as expessões de prazer que Hinata exibia. Ela era tão linda que ele mal conseguia se controlar. Chupou os seios dela com vigor antes de se posicionar na sua frente, prestes a começar a penetração. Neji parou seus movimentos e esperou até que ele estivesse também todo dentro da garota. A Hyuga se sentia completa naquele momento. Estava completamente preenchida, não havia espaço para mais nada. Nem em seu corpo e nem em seu coração. Aqueles dois ocupavam tudo dentro de si. Ambos começaram a se mover lentamente, buscando a sincronia necessária para que ela sentisse apenas o prazer e não fosse machucada pelos membros grandes que estavam dentro dela. Eles sentiam um ao outro e sentiam as contrações de prazer que o corpo dela fazia.

Assim que encontraram a sincronia, os rapazes passaram a estocar insandecidamente. Ela já não se controlava, seus gritos eram altos e satisfeitos. Ela estava realizando os seus sonhos de estar com os dois homens que amava. Tanto seu coração quanto seu corpo chegaram num nível de deleite que ela sequer havia imaginado.

Os três chocavam-se da maneira mais erótica possível, todos estavam satisfeitos com o ato. Os barulhos que emitiam eram extasiantes e fariam qualquer pessoa que os ouvisse também entrar em êxtase. Hinata logo atingia o melhor orgasmo que já havia sentido, apresentando espasmos violentos, que ambos os rapazes também experimentavam. O prazer era tanto, repleto de contrações e pulsações que eles não se controlavam em descrever.

- Porra Hinata! Tu vai esmagar meu pau desse jeito. – Falava Neji ofegante.

- Tua boceta tá apertando tanto o meu caralho, Hinata. Quero viver aqui pra sempre. Vou meter até você não conseguir mais andar.

Com as palavras sujas proferidas pelos seus parceiros, o orgasmo da garota se prolongou, aumentando a violência dos espasmos que se espalharam por todo o seu corpo. Diante da imagem de Hinata se contorcendo em satisfação, Neji permitiu-se gozar e após poucas estocadas, ele se liberou, parando os seus movimentos e saindo do corpo da morena. Naruto aproveitando a situação, passou a estocar violentamente, atingindo um novo ângulo, que antes não conseguia por conta da dupla penetração. O ritmo alucinado imposto por ele logo o fez atingir o clímax. Com os seus últimos movimentos, permitiu-se beijar os lábios dela e deitou-se ao seu lado.

Os três encontravam-se tão cansados que nada falavam, mal se mexiam. Ficaram deitados na cama e entregues a paz momentânea causada pelos orgasmos. Entretanto, logo Hinata atacou os lábios do primo, beijando-o lascivamente e dominando o ósculo. Naruto, sentindo-se abandonado por Hinata, tratou logo de segurar-lhe firmemente os cabelos e logo tomou sua boca. Nesta dança de línguas, o loiro era claramente o dominante. E, assim, iniciou-se novamente o jogo de dominação entre os três. Hinata comandava Neji e era domada por Naruto. Eles acharam a sincronia perfeita. E continuaram durante horas até a exaustão dos corpos.

***

Na manhã seguinte, Neji acordava lentamente, lembrando-se dos acontecimentos da noite anterior. Logo estava procurando por Hinata na cama, mas encontrou apenas Naruto espalhado pelo colchão deitado de bruços na outra extremidade. Que ironia do destino! Estava agora dividindo a cama com o cara que praticamente o fez fugir sob o pretexto de um intercâmbio. Olhou atentamente cada canto do quarto e visualizou apenas um bilhete de Hinata direcionado a ele em cima da calcinha usada por ela, que estava posta na mesa de cabeceira.

Neji,

Obrigada por fazer a minha noite perfeita.

Certamente foi a melhor que já tive na vida.

Espero que possamos conversar novamente.

Não decida nada agora.

Ainda tenho a esperança de que teremos muitos momentos como este.

Amo você.

Hinata

O Hyuga estava completamente saciado, apaixonado e perdido em seus sentimentos. Neji só conseguia pensar nas lembranças de sua noite com Hinata e na música que os levou àquele quarto.

Apesar de tudo sinto a sua falta...

LEVIANA... 

26 de Febrero de 2018 a las 00:38 0 Reporte Insertar 3
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