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larivalk Larivalk .

Os planos de Bakugou de acabar com um dos maiores chefões da máfia, estavam prontos para serem finalmente concluídos. Ele só não esperava ser levado de encontro a sua ruína.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 21 (adultos).

#My Hero academia #Boku no Hero Academia #BakuDeku #Bakugo Katsuki #Midoriya Izuku #Bnha #Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Cuento corto
21
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1

Bakugou foi arrastado por dois capangas sentindo todo seu corpo doer pelos chutes e socos que havia ganhado, suas mãos estavam algemadas e em sua cabeça, um saco que lhe tampava sua visão. Escutou uma porta sendo aberta e o mesmo ser colocado em uma cadeira, onde suas pernas foram amaradas com força nas pernas da cadeira.

— Podem sair. — Falou uma voz conhecida, fazendo com que o loiro bufasse. — Olha só o que temos aqui…

O saco foi tirado fazendo com que o de cabelos loiros, um tanto bagunçados pela luta e o rosto machucado fosse possível de ser visto, sem contar o olho vermelho que mais se assemelhava ao corte que possuía no seu lábio. Usava uma calça básica preta e uma regata que um dia já fora branca.

A sua frente um rapaz de roupa social lhe encarava animado, cabelos esverdeados bagunçados, sardas que lhe davam um aspecto fofo junto com as esmeraldas que possuía, dava até certo ar frágil no mesmo. Só que Izuku Midoriya era tudo, menos um garoto frágil, podia ter um corpo magro sem muitos músculos, só que o mesmo era um dos maiores chefões da máfia.

Enquanto Katsuki Bakugou era apenas um assassino de uma gangue rival que tinha ódio da gangue do esverdeado, queriam pegar o poder, para isso precisavam esmagar aquele esverdeado antes. Bakugou havia sido capturado enquanto realizava um trabalho de seu chefe.

As duas gangues viviam brigando entre si, claro que a grande maioria preferia se submeter as ordens daquele esverdeado, só que muitos se recusavam à obedecer aquele ser tão pequeno. Dava ódio seguir as regras daquele ser tão pequeno, então preferiam lutar para conseguir seu local.

— Olha só pra você, te machucaram tanto… — O esverdeado então sentou no colo do loiro, analisando seus ferimentos. — Kacchan, não gosto de vê-lo assim…

— Está tudo bem. — Disse sorrindo amoroso para o esverdeado que então lhe beijou com amor e carinho.

O que ninguém sabia era que Bakugou trabalhava para Midoriya, ele era amante do mesmo, no caso marido. Tinha dado aquela ideia mirabolante para poder destruir a gangue por dentro, já que a mesma estava conseguindo muitos aliados e forças, então precisavam tomar alguma providência.

O loiro nunca fora de fazer nada nos assuntos da máfia, ele era apenas um garoto qualquer que caiu nos encantos daquele esverdeado. Quando viu, estava transando com o maior chefão da máfia e por incrível que pareça, aquilo tinha lhe excitado e muito.

Eram todos os homens de Midoriya que sabiam da existência do loiro, até mesmo do casamento escondido deles. Ninguém fora de lá sabia, tinham feito tudo escondido para que ninguém pudesse de alguma forma machucar a família do loiro ou até mesmo ele, Bakugou nunca se importou, pois amava Izuku e faria qualquer coisa para ajuda-lo.

Quando viu o mesmo ser ameaçado e até mesmo ferido, aquilo lhe tomou por completo, por conta da maldita gangue rival que estava à todo custo querendo derrubar o esverdeado, o machucaram quando o mesmo comprava um presente para o loiro, fazendo com que o ódio de Bakugou ficasse ainda pior.

Então ele deu o plano dele se infiltrar, já possuía um aspecto um tanto suspeito, não seria difícil. Era um bom atirador e lutador, pois havia aprendido tudo com os anos que ficou ao lado de seu pequeno, então já estava à 3 anos como infiltrado e tudo estava como planejado, se tudo acabasse bem hoje à noite não haveria mais nenhum inimigo no caminho do esverdeado.

Não havia mais motivos para se preocupar com sua segurança, sua família já estava à um bom tempo instalada nos territórios de Midoriya, muito bem protegida e tendo uma vida ótima, mesmo sendo um chefão da máfia o menor não era de todo mal, ele só matava quem ousava ir contra suas leis.

Ele cobrava um pequeno imposto dos moradores, só que nenhum deles reclamava afinal possuíam proteção 24 horas, coisa que nem a polícia local fazia, como então achariam ruim tamanha proteção? E caso algo acontecesse e destruísse alguma loja ou casa, a mesma era arrumada, não tendo nenhum prejuízo.

Era quase uma utopia, só que muitos não gostavam do jeito passivo e carinhoso do esverdeado, querendo então seus territórios. Só que muitos civis trabalhavam como escuta, deduravam tudo o que escutavam para os homens de Midoriya, afinal, não queriam o líder fora daquelas bandas pois possuíam proteção.

— Eu não vou mais voltar lá. — Falou, vendo o esverdeado lhe sorrir próximo. — Agora me solte, vamos comemorar.

— Lhe soltar? Por qual motivo faria isso ? Voce fica tão gostoso assim, todo amarrado. — O esverdeado rebolou em cima do colo do loiro que rosnou. — Ainda todo machucado assim… Hmmm… Parece um prisioneiro pronto pra receber algumas horas de tortura.

— Você não ousaria! — O loiro rosnou para o esverdeado que lhe sorriu animado, aquele maldito ninfomaníaco sadomasoquista. — Eu vou te fuder até que todo território escute seus gemidos!

— Assim só me deixa mais animado em faze-lo. — O esverdeado falou manhosamente, praticamente gemendo próximo ao ouvido do loiro. — Mas primeiro, vamos cuidar dessas feridas, não quero que nada infeccione.

O esverdeado saiu do colo do maior, indo até a mesa onde havia vários objetos usados para tortura, achou que seria outra pessoa que chegaria naquela sala para que o menor brincasse um pouco, só que ficou um tanto surpreso por ver que era Bakugou, talvez o mesmo estivesse com saudades e acabou fazendo algo do gênero.

Mesmo sabendo da existência do loiro, eles tinham que fingir que o loiro era um inimigo para não deixar que ninguém suspeitasse de nada, já tinha até mesmo levado um tiro, mesmo que na perna. O deixando incapacitado por alguns dias, pelo menos no serviço, já que em todos os dias que esteve em repouso ele transou com o menor igual um animal no cio, fazendo com que a ferida abrisse várias vezes, ele não conseguia ficar longe daquele corpo que lhe atraia tanto.

Midoriya pegou um pouco de álcool e um pano, na qual ele as vezes utilizava para limpar seu equipamento após o fim da tortura, passou com cuidado nos cortes que o loiro possuía, perguntou se o mesmo possuía mais algum machucado exposto, só que o mesmo lhe negou.

— Neh, Kacchan… Você fica tão submisso assim… — O esverdeado mordeu o lábio excitado, céus poderia gozar com aquela visão do loiro à sua frente.

O esverdeado se aproximou se agachando, ficando próximo à intimidade do loiro que respirava já ofegante, ele estava ficando excitado com aquilo, sentiu o mesmo puxar com certa força sua calça pra baixo deixando sua boxer preta com o membro já um tanto desperto visível.

— Você diz que não quer, só que olhe como esta duro! — Falou mordendo de leve o membro coberto pela boxer fazendo o loiro gemer contido. — Kacchan foi tão cruel comigo… Ficou uma semana inteira sem dar noticias, eu fiquei tão preocupado, ignorou todos os meus vídeos que mandei me tocando enquanto gemia seu nome.

— Eu não podia… Eu… Ahhh!… — Falou sentindo a mão do menor sobre o membro, o masturbando ainda dentro daquela maldita boxer enquanto o mesmo lhe encarava com luxúria. — Porra, tira a boxer!

— Você é tão cruel comigo, Kacchan… — Falou retirando devagar a boxer, escutando o amante gemer aliviado.

— Eu te amo, seu… Ahhh… Porra! — O loiro sentiu o esverdeado envolver seu membro com a boca, ele encarou vendo o sorriso sacana do mesmo enquanto ele o lambia e chupava de forma lenta e devagar, como se gostasse de ver o namorado sofrendo com aquilo — Chupa direito… Seu… Ahhh!… Filho… Da… Hmm!…

Midoriya começou à chupar com mais vontade, fazendo sucções fortes, sentindo o corpo tremer à baixo de si, era ótimo dar aquelas sensações para Bakugou que tentava inutilmente se soltar daquela cadeira para segurar os cabelos do amante. Começou à chupar do jeito que sabia que o amante gostava enquanto fazia uma massagem nas bolas do loiro.

Não demorou muito até que ele gozasse forte, fazendo o esverdeado abrir um sorriso um tanto psicótico, aquela quantidade generosa em sua boca significava que o loiro não tinha se tocado, em outras palavras, ele realmente não havia visto seus vídeos. Ele era tão cruel consigo .

— Quanto, Kacchan…— O esverdeado falou lambendo os últimos requisitos de sêmen do membro do loiro que arfava e lhe encarava. — Tantos vídeos e fotos minhas e você não os usou em uma semana inteira?

— Eu disse que não podia, eu estava ocupado. — Disse vendo o esverdeado voltar à se sentar, precisamente sobre seu membro.

— Pobrezinho, seu corpo deve estar tão tenso devido à falta de carinho! — Falou puxando a cabeça do maior e a abraçando, sentindo o loiro lhe chupar o pescoço fazendo ele gemer baixinho. — Você sentiu saudades? por isso venho correndo desse jeito antes do planejado?

— Eu precisava comemorar fudendo você enquanto eu via aqueles filho da puta morrerem. — Falou beijando e sentindo o cheiro que tanto gostava vindo do menor, tinha conseguido todos os dados e informações úteis, dando assim para Kirishima que era seu melhor amigo e braço direito de Midoriya,que executaria o trabalho com maestria. — E por qual motivo do caralho eu vim com um saco na cabeça e com os braços presos? Se esses filhos das putas sabiam quem eu era?

— Eu queria castiga-lo por me ignorar por uma semana. — O esverdeado fez um beicinho triste, aquele jeito inocente e fofo não enganava e nada o loiro, pra falar a verdade, ele ficava excitado.

— Seu… Ahhh!… — Antes que pudesse falar algo, sentiu o menor segurar seu membro com certa força, ainda sobre seu colo. — Seu puto, anão do caralho!…

— Mas eu sou seu puto e voce é o Sr.Puto, já que é casado comigo — Falou com um sorriso radiante, mostrando o dedo onde estava sua aliança já que nunca a tirava, pegou uma outra aliança que estava em seu pescoço em um colar que pertencia ao loiro que não poderia usa-la, pois caso alguém a pegasse veria que seu nome estava gravado na mesma. Ele a tirou do cordão e se inclinou para colocar no loiro, que ainda tinha suas maos algemadas. — Prontinho! Bem melhor, agora ninguém mais mexe no que é meu.

— Como se alguém mexesse antes! Sendo que voce é o único assediado nessa porra. Acha que eu não sei?! Já mandei matar tanto filho da puta que acha que pode tomar meu lugar!! — Falou raivoso, vendo o menor rir e começar a rasgar sua camisa, afinal ele não poderia retirar a mesma devido as suas mãos algemadas.

— Kacchan é tão ciumento! — Falou divertido, vendo o loiro abrir um sorriso de lado.

— Eu? Esqueceu das coisas que já fez, seu doente de merda? — Perguntou sentindo o esverdeado rebolar sob seu membro, o deixando excitado.

— Não fiz nada do que você também já não tenha feito, maridinho. — Falou puxando os cabelos loiros para um beijo selvagem, tomando um certo cuidado para que a ferida na boca não fosse mais machucada.

Midoriya começou à beijar o pescoço do loiro e descer, parando nos mamilos onde eles os chupou e mordeu de leve, Bakugou tentava retirar suas mãos daquelas malditas algemas que haviam sido colocadas em seus pulsos, queria poder tocar aquela pele macia que não via à um tempo.

Então o esverdeado se afastou, fazendo o loiro rosnar irritado, viu o mesmo ficar de costas para si e retirar lentamente todas suas roupas como se fosse uma dança sensual onde o loiro não desviou o olhar, ficou hipnotizado ao ver aquele corpo nu sem nenhuma marca sua à sua frente, como se implorasse para que fosse marcado e amado por si.

— Já que não viu os vídeos, que tal eu lhe der uma amostra do que mandei? — O esverdeado perguntou de forma travessa, vendo o loiro rosnar irritado e excitado já que o membro do mesmo já se encontrava duro.

Midoriya então sentou em sua mesa, empurrando os objetos para o lado para que não se machucasse, os derrubando no chão sem cuidado nenhum, ele ficou inclinado ficando de frente pro loiro que tinha uma ótima visão do seu amante, céus ele precisava urgentemente se soltar daquela cadeira.

Viu então Midoriya começar a se tocar enquanto gemia o nome do loiro, o mesmo rosnou com aquilo, poderia ser ele tocando e beijando a pele, então por qual motivo ainda estava preso vendo tudo aquilo à sua frente? Viu então ele chupar os dedos encarando o loiro que praticamente babava e rosnana diante da cena cheia de luxúria.

Levando os dedos até sua entrada e a penetrando, fazendo ele gemer sem retirar sua mão de seu membro que já expelia o pré gozo. Bakugou começou a se movimentar violentamente, mesmo que aquilo lhe machucasse ele não se importava, precisava se soltar antes que o outro gozasse e não se perdoaria se não fosse por sua causa o orgasmo do menor, se fosse as mãos do mesmo ficaria extremamente puto.

Ele então jogou com toda sua força a cadeira, que era um tanto velha de madeira, para trás a quebrando e lhe machucando, já que ele estava em uma posição ruim, seus braços doíam só que ele não ligava. Retirou aquelas algemas na marra fazendo seus pulsos arderem e praticamente sangrarem, então retirou aquelas cordas malditas de seus calcanhares.

Via o esverdeado gemer mais alto enquanto estava deitado na mesa, aquela visão tentadora do mesmo lhe tocando enquanto gemia seu nome, retirou sua calça e boxer as pressas, seu membro pulsava de tão duro. Então com certa violência retirou os dedos do esverdeado de sua entrada e o penetrou fundo.

— Ahhhhhh!!! Kacchan!! — O esverdeado arqueou as costas devido à investida violenta em seu corpo fazendo todo seu corpo vibrar com isso.

— Seu merdinha, se quer tanto assim ser fudido por mim, não enfie esses dedos no lugar do original! — Falou de forma sacana encarando o esverdeado que lhe sorriu.

As estocadas eram rápidas e fundas, a mesa se mexia à cada nova investida do loiro, o mesmo se inclinara para beijar o menor que rapidamente o agarrou fazendo suas pernas ficarem em volta de sua cintura, os deixando mais pertos enquanto ele arranhava com força as costas do loiro que gemia rouco próximo ao ouvido do menor.

— Hmmm… ficou com saudades de ser fudido? Olha como está apertado, não colocou nenhum brinquedinho aqui na minha ausência? — Falou puxando os cabelos e deixando o pescoço do mesmo livre para receber suas mordidas e marcas. — Hein, Izuku? Me responda.

— Ahhhh!!… Hmmm!… Kacchan, mais… Mais forte!… — O esverdeado falava com um filete de saliva escorrendo por sua boca, já tinha gozado só com aquela enterrada mais cedo já que estava próximo de seu ápice, então queria desmaiar de cansaço com aquele loiro gostoso em cima de si.

— Seu gostoso filho da puta! — Falou indo mais rápido, fazendo com que suas bolas batessem com força no corpo do menor formando um barulho obsceno.

Ficaram transando por horas, em cada canto daquele quarto, até mesmo no sofá que estava no canto do cômodo, Bakugou espalharia o gozo de seu amante pela comodo toda enquanto o mesmo pedia manhosamente para mais, aquele maldito anão era de fato um grande ninfomaníaco, só que ele era pior ainda.

Depois de algumas horas, os dois estavam jogados no sofá, completamente melados e suados, o corpo de Midoriya estava cheio de roxos e mordidas, já que Bakugou adorava marcar a pele do menor com seus chupões. Ele não estava tão diferente, sem contar as costas que chegavam à arder por terem cortes tão fundos das unhas do esverdeado.

— Promete não fazer mais isso? — O menor disse deitado no corpo do maior. — Fica comigo aqui pra sempre, Kacchan?

— Sempre, eu vou sempre estar ao seu lado para lhe cuidar, meu pequeno. — Falou de forma carinhosa.

recebendo o olhar amoroso e gentil de seu marido, então o deu um selinho rápido fazendo um carinho de leve em seu rosto. — Eu te amo…

— Eu também te amo, Kacchan… — Falou com um sorriso fazendo com que eles sorrissem, afinal poderiam ficar finalmente juntos, já que não havia mais perigo para os preocupar.

25 de Febrero de 2018 a las 22:58 0 Reporte Insertar 6
Fin

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