Flores para uma Flor Seguir historia

vanychan734 Vany-chan 734

Era um dia exatamente igual aos outros... isso era o que Sasuke pensava, porém uma rosada estava ficando mais velha e ele não poderia decepcioná-la...


Fanfiction No para niños menores de 13.

#Naruto #Sasuke #Sakura #SasuSaku #Time7 #UN #Clássico #TimeKakashi
7
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Capítulo Único - Flores para uma Flor

Era mais um dos tantos dias ensolarados de Konoha. O campo de treino do time 7 estava com três dos quatro integrantes, à espera do último. Ou melhor, da última.
Até mesmo Kakashi havia chego no horário marcado naquele dia, o que deixou Sasuke levemente curioso. Naruto estava ainda mais ansioso que o comum e segurava um buquê de flores.
“Idiota” pensou, julgando o loiro.
- Kakashi-sensei, cadê a Sakura-chan? – perguntou pela sétima vez naquela tarde.
- Eu já disse, Naruto. Ela deve estar com os pais – o prateado nem se dignou a olhar para o pirralho barulhento.
“Como ele quer ser um Hokage desse jeito?” refletiu folheando seu amado Icha Icha.
O Uzumaki resmungou algo incompreensível para os outros e continuou a observar seu buquê bem feito na floricultura Yamanaka, ele havia gasto todas as suas economias naquele arranjo e apesar de desejar muito um lámen – que poderia comprar com o dinheiro –, sabia que sua decisão fora a melhor, com certeza. Já o Uchiha emburrado ao lado estava curioso, porque o Dobe estava com aquilo e o mais importante: por que Sakura não aparecera até agora, já que ela era sempre a primeira a chegar aos treinos?
“Ora, onde aquela irritante está?” franziu o cenho olhando para o início do campo de treinamento.
Mais alguns minutos decorreram até a cabeleira rosa tão característica aparecer no horizonte. Naruto escondeu seu buquê atrás do corpo ao avistar a companheira, Kakashi permaneceu imóvel e Sasuke continuou a fitando. A menina corria empenhada em chegar até o grupo e quando conseguiu, apoiou-se nos próprios joelhos tentando recuperar o ar perdido pela corrida.
- Des-descul-pem... p-pelo... atraso! – falou entrecortado soltando lufadas de ar.
- Não têm problema, dattebayo! – o loiro falou coçando a nuca com a mão livre.
Ela ergueu o tronco e os fitou com um dos seus melhores sorrisos. Naruto tombou a cabeça, olhando-a com uma devoção evidente, irritando o Uchiha ao lado que mantinha-se quieto, enquanto Kakashi fechava seu livrinho pervertido e a respondeu com um de seus sorrisos ternos.
- PARABÉNS, SAKURA-CHAN! – o Uzumaki gritou, assustando-a levemente, e dando-lhe o tão almejado buquê.
A reação de Sakura foi primeiramente de choque, mas depois a expressão suavizou e os olhos marejaram ao aceitar as flores. Narcisos... suas preferidas.
“Será que ele sabia disso ou foi por acaso?” questionou-se limpando as lágrimas.
- Obrigada, Naruto! – ela agradeceu verdadeiramente e emocionada o abraçou.
Sasuke olhava a cena atônito. Era aniversário dela? Então era esse o motivo do buquê... mas como ele não tinha se lembrado disso? A própria Sakura o enchera a paciência na semana anterior para fazerem algo especial no dia e – claramente – ele negou suas investidas... começara a se sentir culpado pelo esquecimento... não que ligasse de verdade para o fato, mas Sakura ficou tão encantada com as flores que ele mesmo gostaria de desejar-lhe felicidades... e quem sabe ser abraçado com tanto ardor por ela também... Ora, o que estava pensando afinal?! Pelo menos não fora o único a esquecer o “grande dia”.
No entanto, Kakashi pareceu adivinhar seus pensamentos e ao ver os garotos se separarem retirou uma coroa de flores do colete ninja, esticou os braços para colocá-la na cabeça da menor e completou amoroso:
- Flores para uma flor. Feliz aniversário, Sakura.
Por mais clichê que a frase fosse, o brilho de vivacidade nos olhos dela aumentou consideravelmente, junto do sorriso que só se alargava.
“Ela não fica com dor no maxilar de tanto sorrir?” Sasuke se perguntava, afinal nunca vira a menina com o semblante triste por mais de cinco minutos, principalmente quando ela estava perto dele.
E então, ele se arrependeu de ter pensado aquilo. Quando as orbes verdes recaíram sobre si, a atmosfera entre todos pesou. Sasuke não tinha nenhum presente, não por falta de dinheiro como Naruto – que teve de economizar por semanas – mas sim por ter esquecido da data... em sua cabeça, não era um dia especial... era exatamente igual aos outros. Entretanto, para a rosada, aquele era um dia especial e o “seu” Sasuke-kun permanecer com uma carranca a magoava intensamente.
- Sasuke-kun? – perguntou já que ele não falara nada.
- Hunf! Está atrasada – virou o rosto, evitando olhar para sua expressão decepcionada.
O sensei até poderia ser ignorante aos assuntos pessoais de seus pupilos, mas era óbvio o amor que ela nutria pelo companheiro, e mesmo que Sasuke não a correspondesse, subjugar seus sentimentos e o “seu” dia era algo reprovável. Ele o olhou feio, porém logo se concentrou na menina que agora tinha os olhos úmidos por outro motivo. Um motivo bem menos agradável.
“Ótimo!” revirou os olhos, pensando em uma forma de apartar a situação.
Entretanto, ele nem precisou se esforçar já que Naruto praticamente se jogou na frente de Sasuke e começou a falar com ela.
- Sakura-chan, você gostou das flores? A mãe da Ino disse que você iria gostar delas, eu até escolheria outras, mas ela...
- São lindas, Naruto! – interrompeu – Eu fico realmente feliz por ter lembrado!
Não era uma alfinetada, mas o Uchiha sentiu que fosse e por isso emburrou ainda mais o cenho. Já o Hatake percebeu a pureza da garota e também que deveria trabalhar emoções com seu aluno, e não apenas jutsus... claro, o próprio jounin não era o mais recomendado para guiá-lo naquele quesito, mas após conviver anos com Guy, ele sabia o quão importante eram as relações de amizade baseadas em reciprocidade.
- Yare, Yare... vamos começar logo – mandou para os dois amigos que conversavam sobre o significado das flores.
- Hai! – afirmaram animados.
- Hum – o moreno resmungou.
                                                                     (...)
O treino foi consideravelmente bom, apesar de Sakura estar mais distraída que o normal, e por mais que o motivo fosse o Uchiha, naquele dia a profundidade da sua magoa era maior. E o Hatake não sabia o que fazer, porque se repreendesse o menino apenas conseguiria uma reação raivosa dele e ela se machucaria ainda mais.
“Pense, Kakashi, pense!” se obrigou analisando a situação em que se encontravam.
Todavia, novamente foi salvo pelo loiro esbaforido que tentava chamar a atenção de Sakura para si.
- Sakura-chan, o que acha de comermos lámen no Ichiraku? Tenho certeza que o Tio do lámen te daria uma tigela de presente! – falou animado a puxando pelo braço.
- Ah... na verdade – ela olhou receosa para os outros dois no campo – minha mãe convidou vocês para comerem em casa... – falou baixinho.
Antes que Kakashi pudesse falar qualquer coisa para negar o convite, Naruto o interceptou.
- Vai ter lámen? – questionou, esperando do fundo da sua alma que esse fosse o jantar.
O prateado negou com a cabeça reprovando a atitude do garoto. Enquanto Sasuke bufou revirando os olhos.
“Como pode ser tão idiota?” refletiu esperando o desenrolar da conversa.
- Na verdade... eu não sei... mamãe não quis me dizer, falou que era surpresa... – respondeu acanhada.
“Por que ela está corando tanto?” Kakashi analisou. E então percebeu: ela estava com medo de ser rejeitada novamente, até mesmo por Naruto, caso não fosse sua comida preferida. E observando bem a situação, ele próprio queria declinar o convite, mesmo que ficasse apenas lendo em seu apartamento; o Uzumaki queria comer lámen e não duvidava que ele trocasse o jantar em família dos Haruno por uma tigela fumegante do Ichiraku; e ainda tinha Sasuke, que permanecia em silêncio com sua expressão comumente apática... talvez um pouco irritadiça.
“Obito, me ajude!” orou enquanto deu um tapa leve na cabeça do loiro tapado.
- Estaremos lá, Sakura – o sensei garantiu – que horas devemos chegar?
Dessa vez, ele faria um esforço para chegar no horário, assim como de manhã. Porém Sasuke não compartilhava os planos do Hatake e ficou extremamente irritado por ele responder por si. Naruto ria coçando a nuca.
Os olhos esmeraldinos se arregalaram e um sorriso satisfeito surgiu no rosto corado.
- Às sete em ponto! – respondeu animada.
- Tsc – Sasuke resmungou – falem por vocês, eu tenho coisas para fazer – e após concluir sua fala, deu às costas ao time e caminhou para fora do campo.
Kakashi olhou de esguelha para a menina, que estava com os olhos embargados novamente.
- Aquele Teme arrogante! Quem precisa dele quando se tem a mim? Sakura-chan, Eu vou comer toda a comida da sua mãe, dattebayo!
Ela sorriu fraco e assentiu. O jounin bagunçou-lhe o cabelo e logo seguiram para a saída do campo, afinal o Sol já se punha e caso ele quisesse chegar no horário, deveria se aprontar.
                                                                  (...)
Quando chegou a residência Haruno foi recebido pela Senhora Mebuki e percebeu como alguns traços de Sakura eram iguais aos dela, principalmente as íris verdes intensas.
- Hatake-san! É um prazer que tenha vindo! – sorriu amavelmente.
Ele acenou sem-graça e adentrou a casa, cumprimentou o senhor Haruno com um maneio de cabeça e logo viu Sakura discutindo com Naruto na cozinha do lar. Soltou uma risada nasalada e foi cumprimentá-los também.
- Pra quê esse alvoroço? – perguntou sem realmente querer saber.
- Kakashi-sensei, ela me bateu! – Naruto contou indignado, enquanto apalpava o galo visível no couro cabeludo.
- Ora! Eu vi você querendo roubar uma cereja do bolo! – ela rebateu, justificando seu ato.
- Certo... – ele fechou os olhos, se recordando que sua presença era importante ali, ainda mais porque Sasuke estava ausente.
Logo o senhor Haruno começou a contar piadas infames para Naruto e ambos caíram na gargalhada, já a mãe de Sakura havia os expulsado da cozinha com o intuito de arrumar tudo impecavelmente e então o prateado observou o semblante triste da pequena Haruno.
- Sakura? – ele se aproximou cauteloso, porque qualquer palavra mal colocada seria o ponto de ignição para uma explosão.
- Ele não vem, não é, Kakashi-sensei? – ela não ergueu os olhos para ele, mas o homem percebeu o cerrar de punhos dela.
- Sasuke tem seus motivos... – apartou.
O que ele menos precisava era de um time desunido, simplesmente por amores não correspondidos. Principalmente porque via um futuro promissor para cada um de seus alunos. Sakura com ótimo controle de chakra, Naruto com a Kyuubi e Sasuke com o Sharingan. Melhor time não havia, disso ele tinha certeza.
- Eu sou muito boba, não é? – ela riu amargurada.
Ele fechou os olhos e respirou fundo, em seguida abaixou-se para ficar da mesma altura que a garota.
- Se apaixonar não te tornas boba, só não o cobre por algo que tu sentes.
Por mais que fosse um pouco duro dizer-lhe aquilo, era melhor alertá-la o quanto antes de que às vezes os sentimentos não eram correspondidos. Sorriu por baixo da máscara e afagou os fios rosados. Ela corou com a fala e com o gesto, mas assentiu. Levaria aquele conselho para toda a vida! Sorriu e o abraçou rápido, correndo para a cozinha logo em seguida.
                                                                        (...)
No distrito Uchiha, um garoto se sentia frustrado por tentar meditar e não conseguir, simplesmente porque um par de olhos verdes lacrimejantes vinha lhe atormentar.
- Tsc – resmungou, enquanto se remexia no futon.
Tentou se concentrar mais três vezes, mas aquela irritante era realmente irritante, então ele resolveu que deveria se redimir de uma vez, antes que a culpa o deixasse insano.
Ele até podia não gostar dela e evitar garotas em geral, mas também não gostava de fazê-la sofrer, principalmente por ter tido oportunidades de se desculpar durante dia... Se levantou, retirou o pijama escuro e colocou uma blusa com o típico símbolo do clã, depois marchou até a casa de Sakura.
No meio do caminho, ele estudava as possíveis formas de se desculpar, buscando incansavelmente a menos humilhante entre elas, mas essa tarefa era árdua para um orgulhoso de nascença como ele... e foi ao cruzar a floricultura Yamanaka – que estava prestes a fechar – que ele teve uma ideia.
Entrou no estabelecimento e foi recebido por gritos escandalosos de Ino.
- SASUKE-KUN! Você veio aqui me ver? – ela se pendurou no pescoço dele, acabando com a pouca paciência que lhe restava.
- Não. Vim comprar flores – desviou o olhar envergonhado e escondendo-se com a franja – Quero um buquê simples.
Sakura até podia merecer um buquê exorbitante, mas ele não queria fazer com que suas esperanças de um envolvimento amoroso entre ambos aumentassem, então um buquê simples era mais que o suficiente para o pedido de desculpas.
A loira o olhava chocada.
“Quem é a baranga que o Sasuke-kun vai entregar essas flores?!” pensou aflita.
- Vamos! Eu não tenho a noite toda – seu tom autoritário a retirou do transe em que se encontrava e logo ela recolheu algumas margaridas do vaso em frente.
                                                                        (...)
Eles já estavam comendo há alguns minutos, quando a campainha tocou, fazendo os olhos de Sakura arregalarem e praticamente saltar da cadeira, correndo para abrir a porta. Por mais que desejasse ver o Uchiha em sua porta, nunca esperaria que ele realmente estivesse ali parado.
Mas ele estava.
- SASUKE-KUN?! – o tom estridente demonstrava sua clara surpresa.
- Hum – ele virou o rosto para que ela não o visse corar e estendeu o braço, revelando o singelo buquê que trouxera.
- Sasuke-kun... – balbuciou corada, com os olhos lacrimejantes e com o coração batendo freneticamente.
Ele remexeu a mão impaciente, sinalizando para que ela pegasse logo as flores e acabasse com aquela situação humilhante. Sakura assim o fez e deu espaço para que ele entrasse na casa, cheirando delicadamente o aroma floral do arranjo.
- Hum, feliz aniversário – resmungou, olhando ao redor desconfortável.
- Sasuke-kun, obrigada – disse amável.
- Tudo bem – ele a olhou intensamente.
O contato visual entre ambos foi interceptado por Mebuki que apareceu atrás da filha com os olhos brilhando.
- É o namoradinho da Sakura?
Na cabeça da mulher, sua filha tinha um ótimo gosto para homens e com certeza ela aprovava aquela união.
- MAMÃE! – a garota gritou cobrindo o rosto vermelho com as mãos e consequentemente com o buquê.
Sasuke olhava-a completamente assustado. Se não bastasse a filha perseguidora, ainda tinha que lidar com a mãe.
- Mebuki, deixe as crianças em paz – Kizashi apareceu apartando.
Na verdade, ele não gostava da ideia de ter um “falcão” rondando sua pequena cerejinha.
- Ora, Kizashi! Fique calado e volte para a cozinha! – a mulher ralhou – Ou melhor, veja como ele é parecido com a Mikoto! – apontou para o garoto.
O Uchiha cerrou os punhos involuntariamente ao ouvir o nome da mãe, semicerrou os olhos e praticamente grunhiu:
- Conheceu minha mãe?
- Sim, sim! Estudamos juntas na Academia! – ela sorriu amável.
- E-eu n-não sabia, Sasuke-kun – Sakura quis se desculpar pelo jeito invasivo da mãe.
Mas logo foi cortada pela mulher.
- A Sakura disse que você gosta de tomates, fiz uma torta com eles só pra você – piscou sugestiva, pôs as mãos em seus ombros e o arrastou para a cozinha.
Ambos rosados presentes se olharam, deram de ombros sorrindo e acompanharam os dois, porque agora sim o jantar estaria completo. Chegando a cozinha, o moreno viu o restante do time sentado e apesar de ter comida no prato de Kakashi, a máscara mantinha-se firme no lugar, fazendo o garoto arquear uma sobrancelha para o sensei.
- EEEEEE, SASUKE! – Naruto gritou animado.
O prateado sorriu por baixo da máscara. Pelas personalidades parecidas, era claro para Kakashi que o menino se importava – do jeito dele – com os companheiros e ficou feliz ao vê-lo ali se redimindo com Sakura.
- Quieto, Dobe – a expressão apática dele acompanhava o tom indiferente, enquanto se sentava na cadeira disponível.
Logo Sakura apareceu sorrindo meigamente, depositou o novo buquê no vaso com o arranjo de Naruto e se sentou ao lado do Uchiha. O dono dos seus sorrisos. No instante seguinte, o pai da menina se sentou de frente para ela enquanto desferia olhares raivosos para o “moleque” ao lado da sua princesinha. E a senhora Haruno servia-lhe um pedaço da torta.
Meia hora depois, cantaram o parabéns e a rosada assoprou as velas desejando seu maior sonho.
“Quero fazer o Sasuke-kun feliz!”
Abriu os olhos e sorriu apaixonadamente para Sasuke. E mesmo que o Uchiha preferisse a calmaria e silêncio ao caos que se instalava na cozinha dos Harunos, ele havia gostado da noite e há muito tempo não se sentia completo daquela forma.
Talvez... só talvez, Sakura pudesse proporcionar felicidade a vida dele e assim preencher sua existência vazia.

25 de Febrero de 2018 a las 19:46 2 Reporte Insertar 2
Fin

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Vany-chan 734 Fada do Fluffy e maluca dos angst. Luto pelo fim dos leitores fantasmas, por SasuSaku e por ShiIta, meus OTPs! "KakaSaku - Uma Chance para Nós" não será repostada aqui até ter sido devidamente betada, assim como "O Caminho que Trilhamos".

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Quézia Cristina Quézia Cristina
Caraca eu adoro como você escreve! O Capítulo foi leve, divertido e bem suave mas vc tava o tempo todo ali, flertando com as sombras e a tristeza. Não deixando exatamente ela vir mas também não deixando ela ir. Gostei muito!
27 de Febrero de 2018 a las 11:06

  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    Oi de novo <3 Que bom que a minha escrita é boa pra vc, essa é uma one antiguinha que ainda não passou pela betagem, assim como mãos dadas, mas é bom saber que nao tem erros gritantes ai UHASHAUS Eu gosto de pensar várias coisas sobre esse casal, de explorar momentos possíveis e tudo mais, meu Kakashi me representou ali em alguns momentos, então foi bem divertido. Eu adoro Flores, consigo imaginar o time 7 passando por isso, e espero que vc tenha conseguido tbm. Enfim, um beijão <3 <3 27 de Febrero de 2018 a las 15:57
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