almir-ra Almir Ribeiro De Almeida

Um mulher que perdeu aquilo que movia a sua vida, encontra um estranho ser que promete ajuda-la.


Cuento Sólo para mayores de 18.

#erotico #horror #terror #fantasia #332 #245 #217 #301 #343
Cuento corto
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Lylih

Por: Almir Ribeiro de Almeida

Débora era uma bela mulher de 37 anos, dedicou a vida aos prazeres da carne assim que os descobriu, buscava todas as formas de senti-los que lhe rendeu amizades, fama, dinheiro, amores, viagens ao redor do mundo, o prazer carnal era seu estilo de vida.

Até que aquele dia que Débora perdeu quem era…

Em meio de beijos, abraços, penetrações, carícias e amassos em uma cama gigante com pelo menos 5 casais, um início de noite incrível, o prazer cada aperto, a cada beijo se intensificava. E assim como uma torneira se fechando o libido de Débora foi esvaindo. No meio da noite os toque das mãos ásperas a incomodava, os tapas que tanto adorava doam além do normal, os beijos das mulheres começaram a enojá-la. No fim da noite Demora havia fugido do local, não suportava mais o encostar dos corpos suados e o cheiro do sexo cobria o local.

Isso foi há 10 meses desde que o libido de Débora não voltou mais, ela tentou de tudo para que ele voltasse, terapia, remédios, hipnose, religião... nada funcionou.

Débora vai até o apartamento de sua grande amiga Vera na Rua Augusta, para o 31 de Outubro quando era realizado o tradicional “Surubão das Bruxas”, mais de 50 pessoas se pegando loucamente sem pensar no amanhã, um paraíso para uma devota ao prazer. Todo ali havia sido feito para aflorar o desejo carnal principalmente o de Débora, horas se passaram, pessoas estão largadas nuas no chão com o um sorriso avoado no rosto, outras se chupam, outras fazem sexo loucamente.

E Débora lá sendo pegada, abraçada, beijada, penetrada, chupada e não sentindo nada, fria como uma pedra de gelo. Só raiva e inveja vinha do seu peito, raiva de ainda estar lá e inveja daquelas garotas 20 anos trepando como se não houvesse amanhã, principalmente de uma que se atracava com 2 homens fortes os gemidos e risadas daquela putinha eram perturbadores por lembrarem os de Débora em sua melhor fase, sua reação foi se vestir o mais rápido possível se sentia suja, antes de sair pela a porta ela vê a garota ensandecida.

  • Maldita Putinha - A voz de Débora sai de trás de seus dentes cerrados e a porta se fecha.

Inveja...Vontade...Raiva...Agonia...Inveja...Desejo...Desespero…

Todos esses sentimentos estão lutando para tomar conta da bela face de Débora enquanto seus saltos altos quebram o silêncio das 3 da manhã, caminhava em uma rua escura rumo a rua da Consolação.

Por que isso aconteceu?

Por que com ela?

Por que, merda?

  • Por que?! - Gritando de raiva Débora chuta um latão de lixo, quebrado salto e saindo de bunda no chão.
  • Por que?... Porque, você é uma maldita vadia que acorda os outros no meio da madrugada - algo grita isso de dentro do latão, com uma voz feminina e estridente.

Debora confusa e assustada, se levanta e vai em direção do latão e olha para dentro dele.

  • Ahhh! Olha ela ai, que foi vadia. Aqui não tem garrafa pela metade não...

Disse a pequena criatura com asas, cabelo roxo e formas femininas dentro do latão. Ao ver o pequeno ser, Débora dá um grito de espanto voltando a cair no chão.

  • Hã!... Peraí...você tá conseguindo me enxergar?

A criaturazinha sai voando do latão deixando um rastro de poeira brilhante e para na frente do rosto da mulher com um grande sorriso no rosto, a reação de Débora foi balançar a cabeça positivamente várias vezes enquanto tentava recuar com as mãos.

  • Isso! Isso! Com você vai ficar faltando mais uma. - A pequena mulher voava em volta de Débora com um sorriso quase insano.
  • Então fala, fala… Qual é o seu problema?...fala… -Ela parecia extremamente excitada em saber sobre os problemas de Débora.

Vendo aquela excitação toda, aquele prazer todo estava incomodando Débora que rapidamente se levantou e começou a caminhar com rapidez, quase correndo.

  • Hein? Aonde você vai? Me espera.

A criaturazinha voa parando na frente da mulher que para de sopetão.

  • Meu nome Lylih.
  • Lylih, a fada e eu posso te ajudar. - fala fazendo uma pose heróica com um grande sorriso.
  • Me ajudar... Me ajudar... Como?
  • Eu to louca mesmo, agora falo e vejo fadas.- Débora ri de nervoso.
  • Se você é louca eu não sei, mas que você tem um problema tem e eu estou aqui para te ajudar.
  • Fale pra mim, o que você deseja?
  • Que?
  • Que você mais deseja, Débora?

A fada fala isso olhando diretamente nos olhos da mulher, seus olhos brilhavam em roxo e Débora sentiu uma estranha vontade de falar em voz alta.

  • Eu quero prazer… Eu quero sentir prazer… Prazer que ninguém nunca sentiu antes.

A voz e a expressão de Débora era o reflexo da insanidade naquele momento até mesmo Lylih se espantou recuando um pouco.

  • Perfeito!... Mas aqui não é um bom lugar pra isso...Estou tão animada - Lylih fala isso batendo palminhas e olhando para os lados.
  • Meu apartamento é aqui perto - Débora acelera o passo, como um calor de esperança crescendo em seu peito.

Chegando no apartamento de luxo, Lylih vai voando direto para a geladeira e começa a comer tudo que vê lá, Débora vinha logo atrás já tirando a roupa ficando de pé no meio da sala.

  • E agora como funciona? - diz a mulher vendo a fada se afundando em um bolo de chocolate.
  • Hã!..Só...um...minuto… Vai se...preparando aí - diz a fada

Cerca de 20 minutos se passaram, Débora até tomou um banho voltando viu Lylih se alongando com quem fosse correr uma maratona.

  • Fica paradinha bem aí, vamos começar - diz a fada
  • O que? - pergunta a mulher enquanto a fada começa a voar em volta dela.

Para cada volta que Lylih uma fumaça roxa envolve Débora e um calor começa a crescer em seu corpo, começou a se tocar sem perceber, a expressão de alegria crescia e crescia.

Lylih voava e recitava algo em uma língua estranha, as vezes o tom de sua voz se alterava,

A fumaça se espalhava mais e mais e dela mãos começam a surgir e tocar o corpo de Débora e o prazer aumentava mais e mais a expressão de êxtase em seu rosto era plena, os gemidos dela preenchiam o apartamento. Corpos masculinos e femininos começaram a se formar das fumaças e iam se embreando sobre Débora, seu corpo não começa a suportar adrenalina seus olhos começam a sangrar mas ela queria mais e mais.

Pela manhã a empregada chegou no apartamento e encontrou o corpo de Débora contorcido e com um grande sorriso no rosto.

Sentada na janela do apê invisível aos olhos normais esta Lylih com um sorriso macabro fala.

  • Só falta mais um.
7 de Julio de 2022 a las 14:33 2 Reporte Insertar Seguir historia
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Fin

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Siph Ferreira Siph Ferreira
Baita conto sensacional, quase 2 anos pedindo a continuação dele Mestre. Por favor!!! Traga Lilih e sua risada maldosa de volta.
July 07, 2022, 23:37

~