jikook_stan Jikook stan

Jungkook foi escolhido para ser um dos padrinhos de seu melhor amigo e grande amor. Mesmo sendo uma má ideia, ele aceitou. Durante a festa, ele se relaciona com o outro padrinho, chegando até mesmo a dormir junto com ele, mesmo não gostando de fazer isso há muito tempo. Jimin é um professor, romântico, que vê em sua cola um dos caras mais gostosos, porem galinha. O que ele menos queria é se deixar envolver por esse tipo. Porem acaba dormindo com o mesmo durante a festa. E mesmo sem lembrar de nada, Jimin se vê atraído pelo outro. Desde então, o caminho dos dois vai se cruzando bastante até se entrelaçar da forma que eles menos esperavam. Jungkook superará sua paixonite pelo melhor amigo? Jimin se levará pelos encantos do moreno?


Fanfiction Todo público.

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Prólogo

Eu sou Jeon Jungkook e vim contar como tudo começou. Antes que pergunte, não, não é sobre o clichê de melhores amigos que se apaixonam. Me acompanhem até o final para entenderem o que e como aconteceu caralhos aconteceu.

Vamos ao início, bem no início mesmo. Quando conheci o desgraçado que acabou de ferrar comigo. O conheci no jardim de infância, eu devia saber que boa pessoa ele não era quando ele pisou na minha casinha de massinha. Tá que foi sem querer e desde então somos amigos porque ele ficou na minha cola todos os dias até que eu o desculpasse. Só que o trouxa aqui já tinha até esquecido de tão comum que se tornou nós dois estarmos juntos.

Ele conhecia meus pais, e eu conhecia sua família. Passamos a frequentar a casa um do outro como se fossem nossas próprias casas, de tão íntimos que éramos. Vimos todas as fases de crescimento um do outro, o quanto ficamos ridículos magrelos e cheios de espinhas. E demos o nosso primeiro beijo um no outro. Lógico que essa ideia imbecil não partiu de mim. Dois adolescentes sem noção que não sabiam o que fazer. E na época não existia internet, então tinha que aprender na marra.

Crescemos e estivemos ao lado um do outro nos melhores e piores momentos. Ele esteve lá para mim quando perdi minha mãe por causa do câncer. Foi muito doloroso e ele enxugou todas as minhas lágrimas. Assim como estive com ele quando Hyunjoo morreu num acidente de carro e teve que assumir a guarda de cuidar de Woojin sozinho.

Eu era próximo de Hyunjoo, ela era como uma irmã mais velha pra mim, e quando ela morreu, eu fiquei muito abalado. Mas guardei meu sofrimento pra mim, porque Tae precisava de mim. Taehyung, aos 23 anos de idade, teve que lidar com o luto pela irmã, assumir a paternidade do sobrinho e suas aulas na faculdade de moda. Eu estive com ele em todos esses momentos, inclusive tentei ajudar com a criação de Woojin, já que sou padrinho dele. Mas Taehyung surtou e nós brigamos feio.

Ele meio que achava que a responsabilidade do Woojin era toda sua, e não quis me deixar ajudá-lo. Eu já devia ter sacado que ele não se importa muito comigo assim, quando o mesmo tentou me afastar assim tão fácil.

Nessa época eu fiquei muito puto com a criancice dele, mas estive muito ocupado concluindo os últimos semestres da faculdade. Então só dei esse espaço pra ele. Claro que não me afastei dele de vez de verdade, lembrem que sou trouxa. Então ainda o seguia nas redes sociais, mandava mensagem e ligava. Principalmente por causa de Woojin.

Então um dia ele me chamou para acompanhar ele e Woojin ao pediatra. Aparentemente Woojin estava estranho por tempo demais, tinha comportamento muito fechado na dele, evitava contato visual, e para a idade tinha muito dificuldade para falar. Woojin foi diagnosticado com TEA(Transtorno do espectro do Autismo). Taehyung ficou desolado quando soube, mas fingia que não era nada.

Ele sabia o quão difícil seria. Mas em nenhum momento reclamou ou pareceu distratar o sobrinho. Foi então que ele deu mais ainda atenção para Woojin, largando de vez qualquer distração. Focando somente em Woojin, na faculdade e depois no trabalho. Taehyung se distanciou de mim, mesmo eu querendo muito ajudá-lo. Novamente Taehyung me afastou. Mas dessa vez da forma mais cruel. Ele viajou para os Estados Unidos a trabalho e levou Woojin com ele.

Concluí minha faculdade e comecei a trabalhar na Jeon Company. Ainda mantive contato com Taehyung, mas dessa vez não tão invasivo. Acompanhei ele ascender na indústria da moda, sendo um dos modelos mais conceituados das atualidades. Voltamos a nos falar e o acompanhei durante vários de seus relacionamentos fracassados, sabendo com o mesmo não queria se firmar com ninguém por causa de Woojin. E na minha cabeça imbecil, eu via isso como uma esperança.

Mas ao que parece, a vida resolveu tirar uma com minha cara. Acontece que dentre todos esses relacionamentos, ele ficou mais firme com um dono de uma marca de roupas famosas rico pra cacete. E o cara tinha o apelido de "Esperança". Olha a porra da ironia sendo atolada no meu cú.

Mas ainda achei que como todos os outros relacionamentos, esse também não duraria. Ledo engano. O cara é maior bacana, até eu não consigo odiá-lo, mesmo que ele esteja transando com o cara que eu sou afim desde sempre.

É sobre isso e afins, sobre tomadas no cu gratuitas que o Taehyung me fez passar, mesmo eu sendo ativo. Cada coisa que eu me submeto por quem eu gosto, que me fizeram assinar esse papel de trouxisse à minha frente. Enfim, em breve vocês irão entender.


💍💜💍


Olá, eu sou Park Jimin. Vou contar para vocês uma história com muitas reviravoltas. Nela vai ter de tudo; amor, paixão, comédia, drama, suspense e até um pouco de terror se duvidar, mas para isso preciso começar pelo início, e quando digo início, é início mesmo. Começando pelo meu nascimento.

Quando eu nasci fui entregue a um orfanato. E quando eu já tinha idade para entender, me contaram que minha mãe era bem jovem quando me deixou, uma adolescente e que talvez me deixou porque não tinha condições de cuidar de mim.

Eu imagino o quanto deve ter sido difícil para ela renunciar a mim. Não tenho mágoa nem raiva dela, eu entendo que era um momento difícil, e não a culpo. Espero do fundo do meu coração que ela tenha uma vida feliz e alegre.

Eu vivi minha vida toda em orfanados, em três para ser mais exato. O primeiro fiquei até os três anos de idade, o segundo até os seis, mas esse pegou fogo, então tive que ir para outro, e nesse fiquei até a maior idade.

Me chamo Park Jimin. Como todas as crianças precisam de um nome e sobrenome, no primeiro orfanato que morei, eles me deram esse nome. Eles selecionavam as crianças para tal sobrenome de acordo com o mês de nascimento. Como cheguei em Outubro, me deram Park. Era pra ser só um nome temporário, mas é o provisório mesmo, já que nunca fui adotado.

Você deve estar se perguntando por que não fui adotado, já que bebês recém-nascidos são os mais procurados. Pois bem, eu tenho intolerância à lactose desde que nasci, e é bem forte, por conta disso nunca fui adotado. Gostaria de ter tido uma família, mas acredito que tudo na vida acontece por uma razão.

No orfanato descobri minha paixão e vocação, que é ser professor. Eu sempre ajudava com as crianças menores, ensinava as atividades da escola, até mesmo ensinei algumas crianças a ler e escrever.

Fico triste por essas crianças terem que passar tanta dificuldade, desde tão cedo, mas não posso fazer nada, a não ser ajudar elas a se sentirem um pouco melhor e mais alegres, mesmo que seja por pouco tempo.

Sempre gostei de elaborar várias brincadeiras e jogos, que pudessem incluir a todos, seja uma criança cadeirante ou uma criança altista, para mim todas as crianças têm que brincar e se divertir juntas. Fico muito chateado quando vejo uma sendo excluída pelo motivo que for, por isso sempre tentava fazer brincadeiras que todas pudessem brincar.

Desde criança sempre fui muito alegre, aprendi a ter empatia desde cedo, fui aquele tipo de garoto que quando sofria algum tipo de bullying e depois a outra criança precisava de ajuda em algo, eu prontamente estava disposto a ajudar.

No mundo já existe tanta maldade, tanta gente amargurada, que eu não preciso me torna mais uma. Nunca gostei quando as pessoas me olhavam com pena, porque sou feliz com a minha vida, me sinto bem com tudo que tenho, mesmo sendo pouco me sinto muito grato.

Sempre gostei muito de estudar, não me pergunte minha matéria favorita, pois amo todas. Sempre fiquei em primeiro lugar em tudo relacionado a estudo, tanto que pulei um ano no ensino médio, o que me fez entrar mais cedo na universidade.

Entrei na universidade com uma bolsa de cem por cento, e por conta da minha situação, também não tive que pagar o alojamento. Sou muito grato por todas essas coisas boas que acontecem na minha vida.

Não imaginava, mas na universidade conheci a pessoa que eu mais amo na face da terra. Entramos juntos, ela é um ano mais velha que eu, e se chama Jihyo. Logo no primeiro dia foi como amor à primeira vista, nos demos bem de cara, ela me ajudou a me descobrir, até pintei os cabelos de loiro, e eu me sinto tão bonito assim.

Ela é muito alegre e espontânea, fizemos amizade muito rápido. Ela até me conseguiu um emprego na cafeteria que ela trabalhava. Não nos desgrudávamos. Nunca imaginei que me apegaria tão fácil a uma pessoa.

Jihyo é uma mulher forte, determinada, com um coração enorme, mesmo que não pareça. Ela foi expulsa de casa por ser lésbica, então trabalha muito para se manter sozinha. Nunca baixa a cabeça para ninguém, ela é uma pessoa incrivelmente maravilhosa.

Se eu não tivesse sido deixado no orfanado, talvez não teria escolhido ser professor, não sei se teria coragem de me assumir gay para minha família, e provavelmente não teria conhecido a Jihyo, então sou muito feliz por ser quem eu sou, e por ter chegado aonde cheguei, tenho muito orgulho da pessoa que venho me tornando.

No primeiro ano de universidade tive meu primeiro namorado, o Hwang Inyeop, eu o amei muito. Ele era modelo, e focava muito na sua carreira, até demais. Tentei ser compreensivo, mas a distância acabou prejudicando nosso relacionamento.

Nós vivíamos terminando e voltando, várias e várias vezes. Isso acabou desgastando o que sentíamos um pelo outro. Nosso relacionamento que durou pouco mais de um ano acabou por terminar, e decidimos romper de vez quando ele recebeu uma proposta para ir para o exterior, e ele foi sem olhar para trás

Sofri durante um tempo, pois ele foi muito importante na minha vida e foi meu primeiro amor, mas ele tinha seus sonhos e eu acho natural querer ir atrás deles. Tive mais dois namoradinhos durante a universidade, mas não durou muito tempo.

Decidi então focar nos estudos e encontrar um bom emprego. Jihyo e eu conseguimos uma entrevista de estágio em uma escola que é uma das melhores de Seul, a SUNY Korea, e como estávamos no último ano, precisávamos estagiar, e lá era um estágio remunerado. Até pensamos em alugar um apartamento para moramos juntos, caso passássemos.

Estou muito animado, e espero conseguir entrar junto com minha melhor amiga, eu não poderia ser mais feliz se isso acontecesse, estamos sentados no pátio da faculdade.

— Noona, você acha que eu deveria pintar o cabelo de preto? — Perguntei à Jihyo

— Claro que não, eu em nem consigo imaginar você não sendo loiro. —Me olhou e passou as mãos em meus cabelos.

— E se eu não passar por causa disso? As escolas aqui na Coréia são bem rígidas.

— Não vai pintar nada, vamos primeiro na entrevista, você tem as melhores notas e o melhor histórico, claro que vão te contratar. Aí se eles pedirem para você pintar, manda eles tomarem no cu, e vamos conseguir um estágio em outra escola. Você não deve deixar de ser quem é por um emprego.— Respondeu seria e eu começo a rir, e ela ri junto.

Chegando o dia da entrevista, estava muito nervoso, queria que gostassem de mim. Chegamos na escola, é um prédio enorme, branco com pequenos detalhes coloridos, quando entramos seguimos para a sala que seria a entrevista.

Tem alguns colegas de turma e outras pessoas que não conheço. Todos me olham esquisito, talvez por conta do meu cabelo. Jihyo faz uma cara feia para eles, e param de olhar, ela entra primeiro.

Depois de um tempo sou chamado para a sala do Diretor, entro na sala dele e é enorme, tem prateleiras com vários livros nas paredes, alguns prêmios em outra, a mesa dele é grande também, tem um sofá mais para o lado preto, ele se levanta e eu me aproxima, ele me olha da cabeça aos pés.

— Bom dia, me chamo Park Jimin. – Me curvo educadamente.

— Bom dia, sou o Diretor Kim Jaewook, pode se sentar.— Fez um gesto apontando para a cadeira à frente de sua mesa, depois que eu me sentei ele se sentou também. — Vejo aqui, que suas notas são as melhores da universidade Sr. Park. Isso é muito bom, aqui na nossa escola sempre procuramos os melhores.— Disse olhando uma folha, que deve ser meu currículo.

— Se o senhor me contratar, eu darei o meu melhor por essa escola, isso o senhor pode de ter certeza.— Tentei passar o máximo de confiança que podia.

— Eu não duvido, por que quis se tornar professor?

— No orfanato onde cresci, eu sempre ajudava com as crianças menores, e com o tempo fui criando um amor por ensinar, e eu sempre gostei de estudar, então uni o útil ao agradável. - Afirmo orgulhoso.

— Entendo. E por que eu deveria lhe contratar Sr. Park?— Pergunta me analisando, senti seus olhos sobre mim, isso me deixou um pouco nervoso. — Não precisa ficar nervoso, são perguntas de praxe, quero que saiba que de cara gostei muito de você.

— Obrigado Diretor Kim. Bem, respondendo a pergunta, sou muito esforçado, e vou me adaptar a qualquer situação. Além de meu amor por ensinar, que é muito grande. Posso garantir, vou dar o melhor para atender a todas suas expectativas.

— Eu fico muito contente em saber disso, Sr. Park. Posso dizer de antemão que você se enquadra em todos os requisitos que estamos procurando. Essa semana ainda sairá o e-mail com o resultado, é só aguarda.

— Diretor Kim, posso fazer uma pergunta?

— Quantas quiser.— Ele arqueou sua sobrancelha esquerda com um olhar estranho.

— Sobre meu cabelo, será necessário que eu pinte?— Ele olhou meu cabelo, depois meu rosto, e sorriu.

— Não será preciso, dá até um ar mais estrangeiro à escola, e achei adorável.

— Ah, então irei aguardar a resposta. Obrigado mais uma vez Diretor Kim.— Me levantei e me curvei mais uma vez, um pouco constrangido pelo elogio.

— Até mais, Sr. Park.

Sai da sala confiante, ele disse que gostou de mim, com certeza viu meu histórico escolar, e se impressionou, então encontrei Jihyo e fomos até uma lanchonete.

— Não fui com a cara daquele diretor, tem alguma coisa estranha nele.— Disse ela tomando seu milk-shake de morango.

— Ele foi muito gentil comigo, disse até que não preciso pintar o cabelo.

— Hum... talvez tenha sido só impressão minha.

Na semana seguinte recebemos a respostas, nós dois passamos. Nunca me senti tão feliz na vida. Jihyo foi logo atrás de apartamentos perto da escola, porque aí poderíamos ir andando, e já economizarias um dinheiro.

Depois que começamos o estágio, as aulas tinham acabado na universidade e passamos com louvor, eu sendo o melhor da turma e Jihyo sendo a segunda melhor. Nos esforçamos bastante para isso, passamos inúmeras noites em claro estudando.

Alugamos um apartamento próximo a escolar, umas oito quadras de distância, assim iriamos andando, nosso apartamento fica no terceiro andar do prédio.

Não é muito grande, mas é muito aconchegante e é minha primeira casa, nunca tive um lugar para chamar de meu lar. Como ela já veio mobiliada com alguns móveis, foi muito bom para nós. Na sala tem um sofá de dois lugares amarelo, uma tv na parede, colocamos alguns quadros e comprei uma mesinha onde coloquei um jarro com flores.

Na cozinha, tem uma geladeira e um fogão, um balcão com dois lugares, e uma pia. Na cozinha há um acesso para uma área de serviço pequena, com um tanquinho e um varal suspenso. Tem dois quartos, e nos quartos tem banheiros, são iguais, um guarda-roupas de duas portas e uma cama de solteiro, até que grande para uma cama de solteiro. Eu trouxe minha escrivaninha e meu Notebook, coloquei uma foto da nossa formatura pendurada na parede, junto com outras tantas que tenho com Jihyo.

O quarto da Jihyo é igual ao meu, só que no dela tem pôsteres de filmes na parede e fotos nossas em um painel de isopor que ela fez e decorou. Os banheiros são pequenos, com um vaso uma pia e um chuveiro. Sinto tanto orgulho de dizer nossa casa, meu coração está pulando de alegria.


💍


Um ano se passou desde que começamos o estágio, eu gosto muito de trabalhar na SUNY, apesar de alguns professores me olharem meio torto. Não ligo, o que importa para mim é meu trabalho e os alunos.

As crianças se apegaram facilmente a mim, e muitos pais gostam de mim. O Diretor Kim também é muito gentil comigo, me sinto muito bem trabalhando nessa escola, tenho muita sorte. Eu e Jihyo fomos efetivados, isso quer dizer que cada um terá uma turma e será o professor principal. Estava tão animado com meu primeiro dia que não consegui nem dormir. Peguei uma turma pequena com dez alunos por ser meu primeiro.

Vamos pegar turmas do primeiro ano, com crianças a partir de seis anos de idade, estou ansioso e contente, como não consegui dormir fui até à cozinha comer alguma coisa, quando vi Jihyo sentada no sofá.

— Noona, está nervosa com seu primeiro dia?— Perguntei me sentando no sofá ao seu lado.

— Tô é com ódio.

— Como assim com ódio? Não está feliz em ter sua própria turma?— Perguntei franzindo as sobrancelhas, confuso com sua resposta.

— Ah tô tranquila com isso. Estou puta é com a porcaria do elevador que quebrou de novo.

— Entendi, mas olha pelo lado bom, vamos descer pelas escadas, e já é um exercício.

— Meu doce Jimin, tem coisas na vida que não precisamos ver o lado positivo. Eu já vou andando para o trabalho, não preciso de mais nenhum exercício. Vou reclamar com o síndico de novo, aquele filho da mãe está se fazendo de desentendido.

Ela reclamou, mas não adiantou de muita coisa. Para mim está tudo bem, eu acho até engraçado a Jihyo reclamando do elevador. Se eu soubesse como, eu mesmo concertaria para ela, ela é minha única família, faria de tudo para vê-la feliz.

O ano letivo começou, meus alunos são crianças adoráveis, tem algumas implicâncias uns com outros, mas só coisa de criança. Amo todos eles, mas tenho um carinho especial pelo WooJin.

Ele é uma criança autista, tive um pouco de dificuldade de me aproximar no começo, mas depois que entendi o tempo dele para as coisas, ele se apegou facilmente a mim, e na primeira reunião dos pais, conheci seu pai Kim Taehyung.

— Bom dia, me chamo Park Jimin.— Falei me levantando e me curvando, o cumprimentando educadamente, assim que entrou na sala.

— É um prazer finalmente te conhecer Sr. Park.— Disse sorrindo amigavelmente, e logo se sentou na cadeira à minha frente.

— Não tenho nada o que reclamar de seu filho. Woojin é um garoto muito inteligente e esforçado, na verdade só tenho elogios. Se tiver alguma duvida ou alguma reclamação pode me falar, tudo bem?

— Não tenho reclamações, pelo contrario, gostaria de agradecer o trabalho que tem feito com Woojin. Antes de você ser professor dele, eu sempre perguntava como estava indo as aulas e ele nunca me respondia, mas agora quando pergunto ele responde. Ele parece gostar muito de você, e eu fico muito feliz.— Falou sorrindo, com um sorriso quadrado, Sr. Kim é muito simpático.

— Eu que fico feliz, Woojin é uma criança maravilhosa.— Sorri para ele.

— Posso te chamar de Jimin?

— Claro.— Concordei, sorrindo.

— Olha Jimin, quero dizer que gostei de você de cara, você é o primeiro professor que Woojin se apegou, espero manter contato com você.— Assinto, conversamos mais um pouco sobre a escola e ele me contou sua historia, e confesso que também gostei dele de cara.

Nos tornamos amigos rapidamente, Taehyung sempre me fala que sou o melhor professor que seu filho já teve. Ele é o pai/tio do Woojin, a irmã dele e o marido dela morreram num acidente e Taehyung ficou com a guarda do garoto.

Os outros professores não sabiam lidar com ele, e Woojin se fechava mais ainda, mas desde que comecei a ensina-lo, ele se abriu um pouco mais. E com o passar do tempo me aproximei mais de Taehyung e fomos nos tornando amigos.

Tayhuyng começou um relacionamento com Hoseok. Ele é um cara muito bom, posso sentir isso, sei que eles vão ser muito felizes, e olha que nem faz muito tempo que estão juntos, mas o jeito que eles se olham, isso com certeza é amor. Tae é o único pai que sabe que sou gay, afinal além de pai do meu aluno, é meu amigo.


💍


Estamos agora no meio do ano letivo, minha relação com as pessoas no trabalho não mudou muito, continuam me olhando estranho. O Diretor Kim também está diferente comigo, agindo estranho, quando eu estagiava ele não era assim.

Ele me olha estranho, e fica me tocando sempre que estamos sozinhos, toca meu braço, minhas costas, e fala comigo como se fossemos muito íntimos. Não gosto muito disso, não vejo ele fazendo isso com outros professores, só comigo, e não somos nem amigos nem nada.

— Qualquer dia desses perco minha paciência com o Sr Kim.— Disse Jihyo, sentando-se na minha cama, com um olhar irritado.

— Acho que ele só está tentando ser gentil, e ele é casado também.

— Jimin ele te olha como se fosse te comer a qualquer momento, ele é um descarado sem vergonha isso sim.

— Ele está com uma mania estranha de ficar tocando em mim.— Falei abaixando a cabeça, me sinto realmente constrangido com isso.

— Que bom que temos ensino superior, porque amanhã mesmo vou cometer um homicídio, quero uma cela especial.— Ela estava séria, parecendo realmente ponderar sobre a cadeia.

— Para com isso Noona, não fala isso nem de brincadeira, não poderia viver sem você. — Disse nervoso.

— Temos que pensar em alguma coisa para resolver isso, e to cansada daqueles babacas te olhando como se fosse de outro planeta, preconceituosos de merda.— Fala deitando-se na cama com o olhar pensativo.

— Eu não consigo pensar em nada.— Falei, me ajeitando ao seu lado na cama.

— Caralho já sei, vamos namorar.— Arregalei os olhos surpreso com o que ela falou.

— Eu te amo demais Noona, mas você não faz muito meu tipo.— Ela começou a rir e gargalhar alto.

— Não é isso seu bobo. Estou falando de um namoro falso, só na escola, para aquela gentinha parar com as fofocas e o babacão se tocar. E você não faz meu tipo também. Além do mais, tô conhecendo uma deusa que faz completamente meu tipo.

— Você acha que isso vai mesmo funcionar?— Olhei para ela meio descrente de sua ideia.

— Claro que vai, se eu não fosse professora, seria atriz.— Falou confiante

E foi assim que começamos a "namorar", o boato rapidamente se espalhou pela escola, os olhares se suavizaram, e até o Diretor Kim parou com os toques, e diminuiu os olhares. Jihyo não me deixou ficar sozinho com ele, e sempre dava uns fechos nele.

Jihyo começou a namorar Suzy, e ela um amor de pessoa, é atriz e cantora ela é bem famosa, e elas estão se gostando bastante, eu shippo esse casal.

E vendo as duas tão felizes à minha volta, foi o que me fez pensar mais ainda se um dia eu teria algo do tipo. Então a partir daqui contarei como cheguei até o momento mais importante e feliz da minha vida. E como eu disse antes, podem esperar de tudo nessa historia.

Estou muito feliz em começar essa nova historia. Espero que gostem, está sendo escrita com muito carinho por mim e pela Tarci. Estamos nos dedicando muito, é nossa segunda fanfic, e eu sei que se vocês gostaram de 7MC, irão gostar de OP. Deem todo amor e carinho para nossa nova bebezinha, prometo recompensar todas as visualizações, cada voto com capítulos interessantes e divertidos. ~Joana 💕

É isso aí galera, chegamos a mais uma nova fic. Nos acompanhem para verem todo o desenrolar dessa história, será divertido KKKKKKKKKKKKKK Enfim, começaremos a publicar no sábado, e teremos att no sábado e no domingo. Até breve ~Tarci 🤪🤪

4 de Julio de 2021 a las 21:46 0 Reporte Insertar Seguir historia
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