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Park Jimin teme pagar o preço por seus olhos curiosos com sua própria vida, e para que isso não aconteça, vai precisar da ajuda Jeon Jungkook, o mais novo inspetor de policia da cidade Queenstown. Porém, a situação foge do esperado. ATENÇÃO!!!! ESSA FANFIC TEM CONTEÚDO SENSÍVEL. Avisos: É minha primeira fanfic, sou uma ótima leitora, porém não sei se sou boa escritora, então fica à sua conta e risco se aprofundar nesses relatos, e a quem se aventurar, gratidão.


Fanfiction Celebridades Sólo para mayores de 18.

#crime #assassinato #policial #mature #serial-killer #angstwithkappyending
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Prólogo

"Les serial-killers font à petite échelle ce que les gouvernements font à grande échelle." - Richard Ramirez

A luz do sol invadia o recinto impetuosamente, o ponteiro do relógio estava parado, como se o tempo naquele cômodo estivesse se esgotado sendo compelido a permanecer nas eternas 3 horas, indo de encontro as determinações de Chronos. O cheiro pútrido se espalhava pelo ambiente, enfatizando o cenário macabro que podia ser visto. As cortinas dantes brancas agora estavam rubras e rasgadas, o chão outrora encerado, agora brilhava com o sangue fresco e empoçado nos cantos da parede.

Um homem alto e forte adentrou o local olhando ao redor, seus cabelos negros estavam levemente bagunçados contrapondo-se à expressão seria e carregada em seu rosto, seu nariz franziu ao ter seu olfato tomado com o cheiro de morte recente. Com passos calmos e atentos, rodeou a mesa de centro até se aproximar do corpo, este desnudo e cheio de cortes narrava uma história cheia de horror e proposito, os olhos foscos da vitima pareciam encarar o inspetor como se pudesse ver através de sua alma. Jungkook se aproximou do cadáver já em decomposição se agachando ao lado deste em busca de uma melhor visão da carcaça.

Se perguntava quem teria sido capaz de fazer um trabalho tão sangrento como aquele, a parede colorida de vermelho sugeria que o assassino havia usado a faca para perfurar a carne de forma violenta e precisa, como se estivesse tomado por uma inevitável sede de sangue. Tocou analiticamente um dos cortes da vitima imaginando o quão doloroso havia sido para aquela pobre alma morrer desta forma sádica.

- Inspetor, finalizamos o isolamento da área e dispensamos os curiosos que estavam rondando a casa. Em breve a equipe forense estará aqui. – Trajando o uniforme usual da polícia, o rapaz ruivo e de olhos brilhantes apareceu na entrada da sala, fazendo com que Jungkook se sobressaltasse com sua presença inesperada.

- Obrigado Hoseok, e quanto aos parentes da vítima? Já foram contatados? – olhou para o parceiro parado próximo ao batente da porta. – Devemos interrogar os vizinhos imediatamente, quero também as imagens das câmeras presentes nessa rua e nos quarteirões mais próximos, seja lá quem fez isso não deve ter passado despercebido ao sistema de segurança desse bairro.

- Aparentemente os pais do garoto estavam passando o final de semana fora, não foi difícil contata-los, devem chegar na cidade em breve. Vou providenciar o pedido para as imagens de segurança o quanto antes. – Afirmou Hoseok em meio a um timbre cansado se virando e seguindo imediatamente para longe dali.

Novamente sozinho na cena do crime, o inspetor tornou sua atenção ao corpo no canto apoiado na parede, era um garoto jovem de rosto delicado, aparentava não passar dos 20 anos, uma vida em seu auge que foi retirada com brutalidade e satisfação. Suspirando com pesar Jungkook retira a luva suja de sangue e puxa do bolso de seu sobretudo um pequeno bloco de notas e uma caneta dourada, anotando tudo o que suponha ser relevante sobre os aparentes acontecimentos que aquele cômodo presenciou durante a madrugada.

O relógio em seu pulso marcava exatamente 6:45 da manhã, havia sido acordado de súbito a cerca de uma hora atrás com uma ligação da delegacia, pensou duas vezes antes de atender aquela chamada, afinal era domingo bem cedo, e amaldiçoava veemente a alma infeliz que resolveu ligar. Não imaginava que seria arrancado da cama em seu dia de folga com uma chamada de emergência da delegacia, muito menos que haveria de lidar com um homicídio desse patamar.

Fazia apenas 4 meses que havia sido transferido para o departamento de polícia de Queenstown, quando decidiu assumir esse cargo não imaginava que teria que lidar com algo tão grande na cidade pacata e bela. Achar o criminoso seria uma bela dor de cabeça, já que até então, aquela era uma das cidades mais seguras da Ilha Sul.

Passos exasperados soavam pelo corredor, fazendo com que Jungkook direcionasse sua atenção para a entrada da sala mais uma vez. A equipe de pericia entrou afoita se dirigindo diretamente ao cadáver, agora esquecido no canto da sala. O chefe da equipe se aproximou do inspetor o lançando um olhar repleto de êxtase, nunca havia lidado com algo tão grande como um homicídio, estava embebido em um misto de emoções ambiciosas.

Com um sorriso de lado delimitado por covinhas que o dava uma imagem inocente e acolhedora cumprimentou o colega de trabalho. - Bom dia inspetor, parece que estamos servidos com um peixe grande aqui, hun?

- Grande até demais pra nossa mesa. - Jungkook levou a destra à sua testa pressionando os dedos nas têmporas e massageando em frustação. – Você parece muito animado para passar o domingo enfurnado no laboratório cheirando carne apodrecendo Namjoon...

- O que posso fazer se tenho um puta tesão em carnificina? Convenhamos que não é todo dia que algo tão emocionante como um homicídio acontece nesse lugar maravilhoso... Não que eu esteja feliz por alguém ter morrido, longe disso, porém não nego que vai ser muito divertido pra mim lidar com aquele pobre coitado. – falou num tom sério finalmente olhando para o defunto no canto da sala. – E que alguma entidade cósmica possa ter pena dessa pobre alma, porque aparentemente as coisas não foram nada fáceis pra esse infeliz.

- Apenas faça sua equipe andar logo com isso pra que possamos tirar esse corpo logo daqui, não estou com humor pra lidar com a essa hora da manhã, esse abutres certamente vão querer atrapalhar nosso trabalho, então pare de se encher com seus fetiches loucos e lide logo com isso. – Ralhou com o outro e em seguida se retirou com passos pesados da sala.

Namjoon negou com a cabeça seguindo em direção a equipe, apoiou sua maleta no chão e retirou de dentro uma câmera fotográfica iniciando o registro do que para ele, era uma obra de arte incompreendida. A equipe disposta coletava amostra de sangue e tecido, assim como buscavam impressões digitais pelo local. O perito olhava atento para as manchas de sangue dispostas nas paredes e chão, em seguida se aproximando e analisando de perto as fincadas profundas na carne do defunto. Aquela cena beirava o retrato de pura carnificina, qualquer um que visse a situação daquela sala diria que alguém em meio a um surto ousou tirar uma vida de maneira suja, porém Kim Namjoon era diferente, ele via claramente a disposição em que aquelas facadas estavam distribuídas, sua precisão ao se afundar na carne nos lugares corretos para uma morte sangrenta, aquilo não havia sido feito por uma amador, não mesmo, no fundo ele acredita que aquele crime era baseado em um proposito extravagante, uma pintura projetada para chamar atenção de quem quisesse ver.

Jungkook passou rapidamente pela saída da casa desviando da fita amarela que transpassava a porta, seguindo para fora da residência enquanto puxava o ar para seus pulmões com força, definitivamente odiava o cheiro de morte. Buscou Hoseok em meio à bagunça de oficiais e civis, o encontrando conversando com uma senhora baixinha que vestia camisola, seguiu até ele firme e frustrado, a tensão podia ser notada em seus ombros largos, e sua sobrancelha arqueada marcava a impaciência em sua face. Sabia que deveriam buscar o máximo de relatos possíveis dos vizinhos ou de quem estivesse passando na rua no momento do acidente, e isso tinha que ser feito rápido o suficiente para evitar que o jornal local espalhasse boatos infundados sobre o trabalho da policia e o que havia acontecido na madrugada de domingo naquela casa.

O clima estava agradável e o céu estava limpo, era uma perfeita manhã de domingo para cuidar do jardim ou quem sabe fazer uma caminhada com o cachorro na rua, e isso fez com que rapidamente o local do crime fosse rodeado de pessoas. Havia pelo menos umas 20 pessoas próximas à delimitação da polícia, o bairro ficava localizado próximo ao centro da cidade, era um bairro de classe média alta e bem visto, ninguém nunca pensou que um crime tão terrível poderia acontecer naquele local.

Jungkook se juntou a Hoseok para interrogar a vizinha agitada, seu relato batia com o relato feito pelas 3 pessoas que conversaram anteriormente, todas afirmara que por volta das 4 da manhã haviam escutado gritos altos e desesperados que os fizeram acionar a polícia. O inspetor ouvi atentamente o relato enquanto o ruivo ao seu lado anotava eficientemente cada palavra da mulher, seus olhos foram atraído para a casa atrás de si, estava impaciente, sabia que não seria nada fácil lidar com o que estava por vir, dentro de seu amago Jungkook tinha algo como um pressentimento de que nada é de fato o que parecia ser. E ele não estava errado.

Do outro lado da rua, mais pessoas que por ali passavam se juntavam em murmúrios e questionamentos sobre o que estava acontecendo ali. Virando a esquina da rua um carro em alta velocidade assustou a multidão e chamou atenção dos policiais. Uma mulher e um homem soltaram do veiculo em sinal de desespero, ao mesmo tempo a equipe de pericia sai com um saco preto sobre a marca em direção à ambulância estacionada próxima à casa. A mulher pôs-se em prantos gritando em desespero enquanto puxava os próprios cabelos, o homem a tomou em seus braços tentando conte-la ao mesmo tempo em que o os policiais tentavam acalmar a situação. Os olhos de Jungkook relampejaram um pesar contido por aquela família, e seu coração se apertou. A multidão assistia aquela cena boquiabertos e atentos. Do outro lado da uma, na sombra disposta entre duas casas estava uma figura tímida, seu rosto não podia ser visto embaixo do grande chapéu de pescador, seu corpo engolido pelo sobretudo preto e grande não podia ser bem delimitado, e nos seus lábios um sorriso de satisfação e nos seus olhos o brilho radiante de um imenso fascínio, as mãos enfiadas no bolso estavam manchadas de sangue seco. Aquilo era só o início.

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