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Sinopse: O baile de máscara organizado por Huang Zitao, é o evento mais esperado de fim de ano. O rapaz costumava dar bailes à fantasia toda virada de ano e todos os amigos costumavam comparecer. Será que dois garotos que conheceram-se secretamente podem embarcar em um romance?


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18. © Todos os direitos reservados

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Capítulo 1 - O baile, um encontro ás escuras!

Poderia ser uma manhã como todas as outras, tirando o fato de que ao raiar do dia, um certo tristonho de 25 anos encontrava-se em seu leito. O vento gelado invadia seu quarto soprando sobre suas vestes sem pedir licença e ignorando o fato de que elas existiam cobrindo aquele corpo. Ele puxou o lençol até a altura do tronco, esticou um pouco mais e cobriu sua cabeça. Fungou e as lágrimas permitiu rolarem molhando seu edredom. Seu nome: Dyô! Era fim de ano, naquele dia preferiu não sair de casa pra comprar sua fantasia como fazia de costume.


Tinha acabado de sair de um relacionamento conturbado, brigas diárias, traições... Tudo que queria era ficar debaixo dos lenções e chorar suas mágoas. O mesmo havia saído da relação há 15 dias atrás, e os fantasmas do passado ainda lhe atormentavam.


Anoitecendo, um dos seus melhores amigos chegou batendo incansavelmente em sua porta, o jovem simplesmente ignorou qualquer barulho que de fora pra dentro chegavam aos seus ouvidos.

— Sei que tá aí! Pode descer e abrir. — como se não bastasse as pancadas fortes contra a porta, o moço agora passou a ouvir gritos. Fez sua higiene pessoal e desceu. — Se apronte! Espero por você, hoje á noite. — o dono do baile, trouxe tudo que não fora comprado. Fantasia completa e mascara que completava a mesma. Logo saiu deixando o garoto no casarão.



Do outro lado, um jovem de 24 anos com a mesma história sofrida, também saía de uma relação amarga, diferente do outro, esse tinha sido traído e humilhado por seu ex-namorado que gritou em alta voz que: procurava noites amorosas fora, porque seu namorado não era homem suficiente na cama pra matar seus desejos carnais. Chateado e desgostoso com a vida, o jovem garantiu que naquele baile pegaria o primeiro cara que chamasse-lhe atenção, porém, sem compromisso. Desde quando fora envergonhado perante todos, suas noites eram regadas a bebidas e um novo corpo em sua cama. Era só por diversão, por isso, não se dava o luxo de memorizar seus nomes.



Quando Dyô entrou no salão de baile, a música já animava os casais que deslizavam pelo salão a dançar. O visual era incrível, homens de black-tie, com os rostos ocultados por máscaras dos mais diversos tipos. E as mulheres então, fantasiadas lindamente, a maioria com vestidos de época que cobria todo o corpo. Outras com sua nudez exibida: feiticeiras, odaliscas, e tantas outras, talvez sem nome, mas igualmente sexys, sempre com boa parte do corpo exposto para deleite de todos os presentes, pois para alguns, era realmente a intenção.


— E a fantasia dele? — perguntou o jovem rosado. — Isso é entre eu e ele. — disse o loiro em tom uniforme. — Tao, Byun, olhe mais de perto, estou a caráter. — afirmou, e não estava! Tirando a mascara que escondia seu rosto, estava vestido simplista: calça preta, camisa escura camuflada, sapatos social, um blazer também preto com detalhes brilhantes sobre as lapelas do mesmo e um anel no dedo indicador que acompanhava a tonalidade das vestes. O garoto não quisera usar a fantasia que o dono do baile lhe levou mais cedo.


— Guarde pra mim! — entregou uma pasta pequena contendo alguns pertences, antes retirou um acessório da maleta.


A festa rolava solta, alegre, bebidas a vontade, vinho, champanhe, scoth, tudo para ajudar na desinibição dos casais. Alguns já se atracavam em beijos fogosos, outros mais discretos, alisavam seus parceiros por baixo das mesas finamente decoradas.


Eram pelo menos 4 centenas de pessoas preenchendo aquele salão, algumas com certeza conhecidas, e até mesmo amigas, Dyô tentava em vão reconhecê-las por trás das máscaras.


O tempo foi passando e a festa esquentando. Logo um moreno adentrou as portas observando movimentos e tentando reconhecer algum dos amigos. Fitou a mesa ao lado; uma loira exuberante beijava a curvatura do pescoço de um homem, provavelmente seu namorado. Ao lado deles um outro casal se deliciando entre beijos. O moreno sorriu pensando "não tem um lugar privado pra isso?"


Caminhou a procura dos colegas entre os que bailavam no salão, esbarrando nuns e noutros. Foi com grande contentamento que observara todos os convidados anônimos, sob as suas mascaras cômicas, a divertirem-se, a namorarem, a flertarem... enfim, aquelas festas serviam para isso mesmo; para os casais enamorarem-se e se divertirem.


— Procurando alguém, bonitão? — um jovem vestindo terno branco e metade da mascara cobrindo o rosto, na cor preta, exclamou. — Algum rosto familiar, é difícil reconhecer alguém aqui, Byun. — deduziu que aquele só pudera ser Baeky, por seus cabelos cor-de-rosa.


— Pegue uma bebida! Tao e os outros estão todos perto da escada. — apontou entre a multidão. O moreno trajava-se todo de vermelho, a máscara não desmerecia seu traje, a mesma na cor preta e vermelha dava charme ao seu visual, seu colete aberto até um pouco acima do umbigo, era apenas o que trajava por baixo do terno. Pegou uma taça de champanhe e levou a boca, segurando a haste entre os dedos indicador e médio. Conversou com os amigos e não desgrudou seus olhos, ainda procurava sua vítima da noite. Também tomou mais algumas bebidas. 2 horas depois e a festa esquentava pra alguns, enquanto pra outros esfriava cada vez mais.


O moreno não encontrou ninguém que chamasse sua atenção e saiu pra pegar um ar. Avistou um moço distante sentado perto de uma fonte d'água. O lugar meio escuro deixou o jovem de vermelho curioso. — Posso sentar aqui? — perguntou ao ganhar proximidade. — Sim! — o moço de preto respondeu colocando seu copo entre ambos, a taça do de vermelho foi depositada juntamente a sua. — Já nos conhecemos? — perguntou com um tom suave. — Certamente, não! — Dyô respondeu, tinha certeza de que nunca havia visto aquele jovem.


— Meu nome é... — Sem apresentações! — o de preto interrompeu. Não estava ali pra conhecer ninguém, nem mesmo queria fazer-se presente naquele baile. — Por que não? — indagou ao levar um balde de água fria. — É pra isso que servem os bailes de máscaras, não? Pense bem: se fosse pra reconhecer algum rosto, pra que usá-las? Sendo assim, pra quê dizer nomes?! — o de vermelho sorriu nasal.


— Acho que tem razão! Então, por que não tá curtindo a festa? Um local escuro é melhor que se divertir? — apesar de está procurando uma aventura, o jovem estava agindo educadamente. — Não gosto de festas. Só estou aqui porque... Não importa. — o de preto não queria muito papo, foi exatamente por isso que fugiu da presença dos amigos. — Ah! Sinto muito, acho que estou sendo inconveniente. Devo ter tomado muitas taças hoje. — pegou novamente a taça em mãos e curvou-se bebendo seu champanhe.

— Tudo bem! — sorriu do nervosismo do rapaz. — E sua namorada, por que não está ao seu lado? — percebera que o de mascara branca era de poucas palavras, mas, insistiu em perguntar. — Namorada? — sorriu. — Não tenho. — Posso aprofundar um pouco mais a pergunta? Só precisa responder se estiver a vontade. — o de vermelho se virou pro outro que se mantinha um tanto virado ao lado oposto.


— Pode!


— Curte homens ou mulher? — fez a pergunta sentindo um nó na garganta. — Homens! — nem foi tão difícil quanto o de vermelho pensou, a resposta foi sem desvio. O moreno sorriu sem perceber e pensou ter encontrado quem procurava. — Se te pedisse um beijo agora, me acharia atrevido? — céus! A conversa nem fluiu e o de vermelho já estava indo longe. — Depende, se tiver namorado, tô fora. — continuou sem se virar pro outro.


— Não tenho! — se aproximou e chamou sua face pra si, tentou tirar a máscara e não conseguira. Ambos magoados, um queria uma bela noitada, o outro pensou entrar e sair como chegou, porém, o de vermelho chamou sua atenção. Colaram os lábios e deixaram rolar o beijo. A música já não era ouvida, os copos foram afastados o mais longe possível. Ficaram de pé um entre os braços do outro, se tocaram nas partes íntimas ao sentir os corpos fervendo.


— Diga-me que conhece essa casa tão bem, que sabe de um lugar onde possamos ficar mais a vontade? — perguntou ao separar os lábios, ao mesmo tempo fazia de tudo pra saber quem estava por trás do acessório. — Conheço! — os desconhecidos saíram dali, Dyô procurou o lugar mais escuro.


Escolheu uma pequena casa no jardim que tinha iluminação, mas deixar a luz ambiente era sua escolha. Entraram nela já perdendo as roupas, o de vermelho pedia paciência, queria aproveitar aquele momento, o outro, não... Quis aprofundar de imediato. Todos os panos foram retirados, menos a máscara, Kim até quis tirar pelo menos a sua, o mais baixo não permitiu.

O de máscara vermelha acariciou a nuca e toda parte do corpo que podia, só o rosto ficara fora do seu alcance.


Dyô respirou pesado sentindo os toques, trazendo a si um riso do mais alto. Kim colocou o mais baixo de costas e deslizou os dedos por suas costas, não sabia se a pele era branca ou morena a iluminação de antes e de onde estavam agora, não lhe permitia tal visão.

Pra Jongin era um jogo excitante, mas queria saber com quem estava tendo sua noite. "É muito mais do que esperava" Pensou o de vermelho, queria apenas uma aventura e achou aquele pequeno, um ser que não podia deixar fugir de si.

— Seja rápido! Estou quase abandonando a festa. — falou o mais baixo, com dificuldade. Enquanto o de vermelho queria aproveitar passo a passo aquele sexo, o outro não queria, pra ele era apenas uma transa.


— Calma, pequeno! — gemeu. Mordiscou o lóbulo da orelha alheia e ouviu um gemido mais alto, era o sinal verde que o maior esperava pra avançar entre a sanidade e a loucura, não perdeu tempo, apertou mais seu corpo ao do outro fazendo-o sentir seu membro totalmente duro e latejando.

Colocou o menor de frente pra si e se curvou engolindo todo seu membro com movimentos rápidos, sedentos... O mais baixo estava quase entre gritos sentindo os dentes do outro toparem em seu membro, provocando cada vez mais seu corpo.


— Vem cá! — se pôs de pé e passou o polegar no cantinho da boca, limpando a saliva. — Por que parou? — falou num fio de voz. — Porque é minha vez de sentir. — o moreno respondeu, o mais claro arregalou os olhos. — Vem! — um sorriso doce se apoderou da face do mais alto deixando o menor encantado. Se curvou e repetiu os movimentos do outro. — Isso... assim... mais fundo, pequeno, muito, muito mais fundo. — gemia o moreno implorando por uma garganta profunda.


Segurou os fios do que estava abocanhando seu membro e direcionou os movimentos, já estava perto de gozar quando sentou-se e colocou o menor sobre suas pernas. Segurou a base e a língua passou entre os lábios ao sentir seu membro entrar deslizando na entrada alheia. — V-Você é tão apertadinho, pequeno. — gemia baixinho em seu ouvido. — Cavalga! — eram gemidos que fervia o corpo de Dyô. Os movimentos ficaram mais frenéticos.


— Não quero gozar assim! — sussurrou o moreno colocando o outro de lado, deitou-se por trás e começou penetrar devagarinho. — Aiihm... Uummm... — gemiam ambos. — T-Tô quase lá! — o moreno sentiu que havia acertado o ponto doce do companheiro e se manteve acertando aquele ponto, agora mais rápido. Gemiam juntos e nem se deram conta de que alguém poderia ouvi-los. Os gemidos ficavam mais altos, tão altos que se alguém passasse por perto do local ouviria. — Você é muito gostoso. — disse o moreno. O orgasmo de ambos não demorou muito, os garotos podiam até não se conhecer, mas, podiam jurar que seus corpos conheciam um ao outro.


— Digo o mesmo! — procuraram um banheiro fora da casa e banharam-se. — Tudo bem? — perguntou preocupado. — Estou! — respondeu sentindo carinho sobre a pele enquanto se banhavam. Um beijo demorado entre ambos, finalizava como um sinal de adeus aquela noite.



— Quero te fazer um pedido. — disse o moreno voltando a fonte onde encontravam-se antes. — O que? — perguntou sentando-se. — Eu vim aqui hoje procurando uma aventura passageira, uma única noite era tudo que desejava. Não é possível ter com você apenas uma transa. Não é justo. Me mostre seu rosto? — pediu com doçura. — Eu não queria uma aventura. Mas, foi muito bom! Entretanto, não posso. — rejeitou e voltou a dar as costas.



— Vou me atrever a tentar outros pedidos. Primeiro uma dança. Aceita? — o pedido foi concedido, o de vermelho retirou o celular do bolso, conectou o fone e dividiu com o menor ignorando qualquer outro som que partia do salão. Aos olhos de ambos era pura loucura o que fizeram e continuavam fazendo. E esse detalhe também foi ignorado.


Enquanto bailavam naquele jardim, as mãos voltaram a tocar ambos os corpos, os beijos molhados voltaram a acontecer. Perderam o fôlego e o moreno continuou a beijar-lhe do cangote a orelha. Dos lábios do moreno sempre escapava um doce sorriso.

4 minutos e 39 segundos, foi todo tempo que levaram dançado colados ao som de: Ed Sheeran - Perfect. — Seu telefone ou seu nome? — continuou insistindo. Retirou os fones guardando junto ao aparelho entre o bolso. — Também não! — o menor sorriu com a inquietação do outro. O coração de ambos estavam inquietos, entretanto, Dyô não queria ligação alguma. — Então, me deixe com sua máscara? Guardarei como recordação. — jogada de mestre fizera o moreno.


— Okay! Espere aqui. — tudo que o jovem queria era ver aquele rosto e sorriu ao ouvir aquela aceitação.

Voltou pro salão pedindo ao amigo sua pequena mala e sem demora retornou.


— Te entrego e vou embora. — afirmou desfazendo o laço. Ao ouvir suas palavras, o de vermelho o chamou pra outro beijo, o menor se apressou, pôs sua máscara estava escorregando por sua face. — Umh! — de costas murmurou entregando-lhe a máscara por cima do ombro. Rapidamente colocou o boné sobre a cabeça, o mesmo foi puxado até as sobrancelhas e a aba foi amassada nas laterais entre as mãos. De costas viradas deu adeus sinalizando com a mão por cima do ombro esquerdo.


— Ainda vou te encontrar. — afirmou o de vermelho acompanhando-lhe até o portão de saída onde tinham inúmeros carros estacionados. Pensou em pegar a placa do automóvel, mas o mesmo estava tão distante que não conseguira. Voltou ao salão e perguntou aos colegas quem era o dono da máscara. Pra sua infelicidade, ninguém sabia, pôs o acessório retirado da mala antes de dar a mesma pro amigo guardar, era uma segunda máscara.

O moreno voltou pra casa antes que o baile chegasse ao fim, tendo como recordação apenas um simples acessório e as lembranças de uma noite que pra si seria como outra qualquer. Aquela se tornara especial. E jurava pra si mesmo que um dia encontraria o dono daquele acessório.


17 de Enero de 2021 a las 22:15 0 Reporte Insertar Seguir historia
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Leer el siguiente capítulo Capítulo 2 - Reencontro! Final.

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