anarchy Marcela Almeida

Tadheus é o capitão do time de vôlei, excelente aluno, popular na faculdade e com as garotas. Mas tudo isso é reflexo de seu esforço para agradar ao pai conservador. Ele praticamente se anula para tentar ser o que o seu pai quer que ele seja. Principalmente ele esconde que é gay. E os seus dias monótonos são colocados em cheque quando ele vê Yuuki no vestiário em uma situação um tanto comprometedora. Essa história é de minha autoria! Com enredo e personagens feitos por mim. Apenas o Tadheus não fui eu quem o criou, ele é de propriedade intelectual da @Laety P. Eu tenho a autorização para usá-o, porque inclusive essa short fic é de presente para ela ♥♥♥ Iniciado em 29/12/2020 22:45


LGBT+ Sólo para mayores de 18.

#gay #lgbt #amor #romance #yaoi #lemon #bl #boyslove #universidade #vôlei #hot #romancegay #amizade
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Capítulo 1

Notas:


Oi genteee!!!To fazendo essa fic de presente para a maravilhosa da Laety P <3<3<3
São personagens que a gente criou para um RPG e de presente de final de ano, eu quis escrever essa fic pra ela, porque os nossos nenéns precisam de amor e de ficarem juntos hauahuahuhua...

A fic deve ter uns 3 caps no total <3<3<3

Espero que goste @LaetyP <3<3<3

Kissus amores <3


***


O barulho que a sola do tênis entrando em atrito com o piso da quadra produzia, era quase uma melodia relaxante para ele. Aqueles metros quadrados de piso de madeira eram o seu universo particular. Um refúgio para escapar da vida conflituosa em que vivia. O esporte era a sua força, era o que ele mais amava em sua vida e ele era bom nisso. Muito bom, mesmo. Era o levantador e capitão do time de vôlei da universidade.

Ao mesmo tempo em que amava aquilo tudo, os jogos e os treinos, era-lhe cobrado um preço alto. Não pela prática em si, mas sim de todo o peso e responsabilidade que vinham com a sua posição. Ele estava no último ano de seu curso, logo, era quase que a sua obrigação vencer ao menos o regional. Minto, ele sabia que a sua obrigação era vencer o campeonato nacional.

O ano anterior foi o único em que eles não levaram o título desde que começou a jogar pela universidade. De início, ele não se sentiu mal, porque sabia que havia feito o máximo que podia. O outro time foi fantástico e eles tiveram um pequeno contra tempo de que o às do time ficou no banco ao torcer o tornozelo no terceiro tempo.

Tadheus Andrew Zother, um nome muito bonito, imponente e forte. Herdeiro de uma tradicional família que não aceita nada menos do que a excelência. Tadhe se desdobra o máximo que consegue a fim de atender as expectativas da família, principalmente do próprio pai. Um homem apegado às raízes conservadoras. Daquelas bem arcaicas que acreditam que se um homem chora ou se demonstra sentimentos, bem… Você já imagina…

Tadhe em decorrência disso se fechou para o mundo, buscando a todo o custo andar na linha. Ter as melhores notas. Ser capitão de seu time e o melhor jogador. Ser amigo e sair com os meninos mais populares. Ser convidado para as melhores festas. Zombar das pessoas que eram o alvo de zoação, o que diga-se de passagem era um excelente subterfúgio para que ninguém o olhasse duas vezes e notasse algo mais profundo em si... Namorar as meninas certas.

Ah! Ainda tinha isso… Tadhe já namorou algumas meninas da faculdade, porém, todas elas foram escolhidas estrategicamente para agradar a família. Infelizmente, nenhuma delas despertou nada em si. Não que tivesse algum problema com as meninas. Mas o capitão era gay. Ainda no armário, sim. Pelas suas contas, não houve uma namorada a qual ele foi fiel. Sempre traiu todas com algum garoto aleatório.

E por que eu estou comentando sobre essa particularidade do jovem Tadhe? Porque não teria outra forma de introduzir um contexto melhor para a cena que ele presenciava neste exato momento no vestiário do time.

O treino acabou há certo tempo, entretanto ele ainda ficou mais um pouco na quadra sozinho para treinar um novo tipo de saque, que ele viu e que queria aperfeiçoar. Achou que não havia mais ninguém ali. Que ele simplesmente entraria no vestiário, tomaria um banho relaxante e finalmente poderia voltar para a sua república e descansar. Um chá de arnica cairia bem também.

Secava o excesso do suor de seu rosto enquanto se dirigia ao vestiário. Ouviu um barulho que ele conhecia muito bem. Eram sons de gemidos. Homens gemendo para ser mais precisa. De forma sorrateira procurou ver quem eram aquelas duas pessoas.

Reconheceu um dos homens como sendo Cameron. Os cabelos azuis claros seriam identificados em qualquer lugar. Ele parecia estar gostando muito, enquanto investia bruscamente em um garoto que Tadhe conhecia de algum lugar, mas que agora não lembraria.

O rapaz tinha os cabelos um tanto longos, chegando perto dos ombros e a sua boca estava aberta enquanto erguia a cabeça e gemia de forma a parecer estar aproveitando e muito o momento com Cameron.

Tadhe nunca imaginou que um dos meninos populares com quem andava estivesse se atracando pelos cantos com um homem… Quem diria… Não era apenas ele que possuía segredos.

Mentalmente discorreu sobre a necessidade de sair dali, ir embora na asa (vulgo fedendo) e se banhar apenas no dormitório. Mas tinha alguma coisa no rapaz com quem Cameron estava que despertava algo que ele ainda não sabia definir. Talvez fosse curiosidade. Afinal… Quem poderia ser esse cara que o amigo estava pegando? Ou talvez, e o mais provável, fosse o tesão. Pois é… A boa e velha libido vem bater na sua porta e quando você vai ver, seu pau tá duro.

Olha… O cara que te excitou, acabou de te ver. Merda! Ele foi descoberto. Suas pernas não se mexiam. Congelou. A inércia brindando o seu corpo como uma velha amiga. Nota mental para um dejá vu que o rapaz teve.

O que surpreendeu Tadheus, foi o sorriso provocante que o rapaz lhe ofereceu. E como em um gesto provocativo, o rapaz agarrou a nuca do outro e levou o indicador aos lábios. Um pedido mudo por silêncio. Gemeu para o parceiro que o seu clímax estava próximo e se desfez. Beijou o homem, mas ainda olhava para o capitão do time de vôlei.

O torpor pareceu ter passado e o universitário conseguiu sair de lá. Por sorte o amigo não percebeu ele ali e pelo visto o cara com quem ele estava não contaria também.

Tadheus ficou nervoso uma grande parte da noite. Foi tirado de seus devaneios apenas quando precisou se concentrar em seus estudos. De forma consciente tentava fugir da lembrança do corpo bonito e da tatuagem interessante que o garoto tinha no que conseguiu ver de sua perna. Estudar nunca foi tão complicado. No alto da noite, Morpheus brindou-lhe com sonhos um tanto interessantes e agradáveis. Com um oriental sensual e intrigante.

***

Acordou cedo, começando a se preparar para a sua rotina diária. Não dançava mais em uma escola profissional, era verdade. Mas o hábito de levantar cedo, se alongar e praticar não abandonou ele.

Levantou às cinco horas da manhã, tomou o seu café. E após encerrar as suas práticas rotineiras referente ao ballet, vestiu uma roupa mais apropriada para correr pelo campus da universidade.

Correria por 40 minutos e então acharia um lugar para meditar e praticar sua luta. Depois era só tomar um banho e encontrar com o seu melhor amigo para eles tomarem café antes do começo das aulas.

Como lhe era costumeiro, assim que terminou o treino, seguiu para o vestiário da quadra de vôlei. Estranho… Havia alguém na quadra. Um rapaz treinava saques sozinho. Diversas bolas estavam espalhadas pelo lugar e Yuuki sorriu ao constatar que era o mesmo garoto do dia anterior. O que o flagrou junto de seu ficante. Na hora o seu coração disparou, mas percebeu que o olhar que recebeu foi mais de curiosidade do que de outra coisa. Não sabia o porquê, mas agiu como agiu e inesperadamente o rapaz continuou assistindo a eles.

Se ele realmente não contou nada para ninguém, no mínimo achou interessante o que viu. Mas Yuuki não se preocuparia com isso. Andou o mais silencioso que pôde até os vestiários e começou o seu refrescante banho. Não demoraria muito e ele já teria que ir para a sua primeira aula da manhã.

Terminou a ducha e se secou com a toalha que trouxe em sua mochila. Vestiu uma calça jeans e colocou a toalha sobre os ombros depois de secar o seu cabelo. Começou a mexer em suas coisas para achar o desodorante e quando o achou, se sentiu satisfeito ao usá-lo e se sentir cheiroso. Começou a colocar a blusa e quando a gola passou por sua cabeça, o garoto do dia anterior entrou no vestiário, bem a tempo de presenciar o tórax exposto de Yuuki.

- Oh! Bom dia! - cumprimentou fingindo não saber que o outro estava ali treinando desde antes dele chegar na quadra.

- O que você faz na quadra de vôlei? - Tadhe quis saber.

- Vim só tomar banho… Não sabia que tinha gente aqui… - seu semblante era sereno, totalmente diferente de seu coração que disparou pela adrenalina de ter sido descoberto - Mas já estou indo… Se me der licença. Bom dia!

Tadheus ficou sem saber o que falar, não era como se fosse proibido outras pessoas tomarem banho lá, só não era comum. Ficou tão sem reação que nem chegou a se despedir do outro. Apenas viu ele sair, de forma tranquila e despretensiosa. O homem era lindo e o capitão se perguntava se ele lembrava que no dia anterior o viu naquela situação tão comprometedora.

***

Yuuki mandou mensagem para o seu melhor amigo dizendo que estava chegando na cantina. Ainda era bem cedo, mas ele sabia que Alek gostava de tomar café nesse horário para chegar na aula com tranquilidade.

Yuuki Watanabe ainda andava tranquilo, pensando nas suas tarefas do dia e o que ainda precisava ser feito. No entanto, parou bruscamente quando viu um casal se beijando. Alguma caloura estava aos beijos com Cameron, o mesmo para quem ele estava dando na noite anterior.

O seu sangue ferveu, com um ódio surgindo dentro de seu peito. Eles não eram namorados, certo! Só que foi o próprio Cameron quem disse para ele que apesar de não ser gay assumido, que queria ir ficando sério com ele, para eles se conhecerem melhor e talvez quem sabe, namorarem.

Yuuki não viu problemas, o jogador de vôlei tinha o seu charme. Aceitou e se manteve fiel, era o que eles tinham combinado.

Respirou fundo, controlando a sua raiva. Esperou um pouco até a menina começar a ir embora e se dirigiu até ele. Quando o jogador o viu, ele gelou ficando pálido. Abriu a boca para dar a primeira desculpa que encontrasse ao outro. Yuuki foi mais rápido.

- O que quer que seja que nós tivemos, acabou! - simples e direto, a voz suave e baixa para que apenas ele o escutasse.

Assim que terminou de falar, seguiu o seu caminho, rumando para a cantina. Não olhou para trás e nem mesmo se importou quando percebeu que o ex apertava o passo para alcançar ele.

- Yuuki, deixa eu explicar… Não faz isso… - sussurrava não haviam muitos alunos no corredor, mas ele não se permitia falar mais alto.

O lutador não se sensibilizou nem por um instante. Mas decidiu parar por um momento.

- Olha, ela me agarrou do nada! Eu não pude fazer nada e… - foi interrompido.

- Nossa, quer dizer que o indefeso do Cameron foi agarrado... - ironizou – Aposto que você tentou dizer não mas a língua dela na sua garganta atrapalhou a sua dicção.

E saiu andando, deixando um irritado jogador para trás.

Yuuki viu o seu amigo e aproveitou que estava em pé para comprar o café deles. Sabia do que ele gostava, então não custava nada.

- Bom dia, Yuu! - Alek sorriu animado.

- Bom dia, Alê! - sorriu um pouco mais contido e entregou o café da manhã dele.

- Obrigado. O que aconteceu? - questionou imediatamente após notar que ele estava estranho. Yuuki não conseguia esconder as coisas de seu melhor amigo.

- Acabei de terminar com o meu boy… - comentou com descaso.

- Sério? Como assim? Você tá bem? Achei que vocês estavam indo bem! Até achei que dessa vez você começaria a namorar… - comentou com surpresa - Noite de brigadeiro hoje a noite!

Yuuki sorriu com a preocupação dele e o desespero do amigo em lhe animar. Negou com a cabeça e riu soprado pela reação de Alek.

- Estou bem… Eu acabei de ver ele beijando uma menina, o que configura traição, não acha? - sorriu e bebericou o seu café – Mas aceito o seu brigadeiro…

Alek ficou mais empolgado e tratou de mudar de assunto iniciando uma conversa para distrair o amigo da manhã conturbada que acabou tendo.

***

As semanas se passaram e Yuuki vez ou outra encontrava com o ex pelos corredores. Era uma situação chata, pois o garoto parecia não querer deixá-lo em paz. Sempre que podia esbarrava nele no corredor. Quem visse de fora poderia achar que era apenas coincidência, mas Yuuki sabia que aquilo era pura e simplesmente para chamar a sua atenção. Patético.

Na verdade mais patético ainda era quando Yuuki ia assistir aos treinos abertos de vôlei de Alek. O ex parecia achar que o estava seduzindo. Claro que as meninas nas arquibancadas comentavam e disputavam entre si para saber para qual delas Cameron estava olhando. Watanabe infelizmente sabia que era para si e sempre que via a cena, bufava e buscava olhar para outro lado.

Tadheus ali conseguiu lembrar de onde conhecia o asiático, claro! Ele o tinha visto em algum dos jogos com o Alek, o melhor jogador, depois dele, é claro. Os dois eram amigos.

Discretamente olhava para as pessoas que assistiam ao seu treino e se repreendia mentalmente por na maioria das vezes procurar ver se o rapaz olhava para ele. Para o seu desânimo pessoal, ele parecia assistir ao amigo apenas. Frustrante! Foi o que pensou e logo em seguida mandou esse pensamento embora. Ele não poderia flertar e nem ser descoberto flertando, precisava de foco. O primeiro jogo deles seriam em alguns dias. Ele precisava se concentrar e treinar ao máximo. Seu pai já havia lhe mandado uma mensagem dizendo que ele deveria ganhar o seu primeiro jogo e com uma diferença grande de placar. Questionou também sobre como andavam os estudos, enfim, colocou mais pressão em cima dele, como sempre. Isso o estava tirando de seu eixo.

O treino chegou ao fim e Yuuki esperou mais alguns minutos antes de se levantar. Precisava enrolar até que desse o tempo de Alek tomar banho, para que eles voltassem juntos para a república em que moravam.

Alek começou a comentar sobre o treino e em como na metade do mesmo o capitão pareceu bem mais nervoso e estressado. Falou também que ele repreendeu bastante Cameron por ele estar tão distraído.

Yuuki crispou os lábios com a menção de seu ex, mas não era culpa do outro, Alek não sabia que o jogador de cabelo azul era o néscio de merda.

- Relaxa, Alê! Vamos, hoje é o meu dia de fazer doce para você! Que tal beijinho?

- Uau! Que meigo! Vai fazer beijinho e depois vão se beijar? - A voz de Tadhe se sobressaiu.

Não tinham muitas pessoas aquela hora saindo da quadra, Alek e Yuuki estavam mais a frente e Tadheus, Cameron e Diniz mais atrás.

Foi Cameron quem de início sussurrou alguma piadinha em relação a conversa alheia, o que impeliu Tadhe a destilar o seu veneno. Suas motivações eram pura e simplesmente por estar com o seu estresse ao máximo. Seu pai falou com ele no telefone e apenas despejou cobranças em suas costas, além das costumeiras alfinetadas, disfarçadas de conselhos. Além de não ter recebido nem um mísero olhar do oriental. Tadhe soltou o comentário ácido com a intenção de implicar com Yuuki, a fim de chamar a sua atenção. O pior era que no fundo sabia que estava sendo infantil.

Alek não entendeu muito bem o que aconteceu, e antes que pudesse raciocinar, sentiu Yuuki se virando. E como o braço do oriental estava em seu ombro, também acabou por acompanhá-lo na movimentação brusca.

- Eu vou fazer beijinho, sim. Não tinha pensado no beijo depois, mas podia rolar, o que acha Alê? - a resposta ácida veio acompanhada de seu sorriso inocente, como se realmente estivesse dando uma resposta simples a uma pergunta banal.

Cameron se encheu de raiva, sempre teve ciúmes do melhor amigo dele, apesar de saber que eles nunca ficaram antes.

- Que nojo, você gosta mesmo disso? - Cameron nem esperou a resposta vir do capitão, foi logo despejando sua frase com a intenção de ofender, constranger ou qualquer outra coisa que chamasse a atenção de Yuuki.

- Isso o quê? Não entendi! - se retirasse a frase do contexto, poderiam facilmente dizer que sua voz soou inocente.

Tadhe quis ser ele a responder o rapaz, mas ele agiu por impulso, se pensasse bem, não tinha porquê insultar alguém tão próximo do time, principalmente, próximo a um dos melhores jogadores.

Cameron já começava a falar com a voz carregada de raiva. Diniz estava quieto na dele. Não curtia essas bobeiras de mexer com os outros, mas não podia simplesmente sair andando.

- Isso, beijar outro homem! - vociferou gesticulando o braço para eles. E o seu descontrole apenas divertia Yuuki que entendeu muito bem que ele estava com ciúmes.

- Não acho... É gostoso, olha! Vou te mostrar! - contou e se virou para o amigo, que olhava pra ele sem acreditar que ele estava mesmo se divertindo com a situação, suspirou sem acreditar. Estava mais do que acostumado com a forma do amigo agir, nada novo. Tanto que não se surpreendeu com o rosto dele se aproximando do seu. Claro que ele não beijou a sua boca. Beijou o seu queixo, só que da onde os garotos estavam, parecia ser um beijo na boca, pra valer.

Cameron não esperou nem um segundo a mais e partiu para cima do Watanabe. Até o capitão se surpreendeu com o movimento, que no fundo no fundo, intentava apenas separar o ex de Alek.

Puxou Yuuki pelo ombro que por reflexo empurrou o amigo para longe para ele não correr o risco de ser atingido. Cameron já levantava o punho para golpear o rosto bonito. Só que o impacto foi impedido. O braço dele foi sendo torcido para trás e o empurrou em direção ao capitão e o outro cara. O jogador saiu tropeçando e bateu de frente com Diniz, que o amparou nos braços, impedindo a queda dele.

- Vem, Alek! Quero os nossos beijinhos! - provocou enquanto saía do ginásio com o amigo rindo do comentário e recebendo um empurrão dele.

Yuuki gargalhou com a brincadeira. Tadhe ameaçou ir atrás do outro. Talvez na intenção de se reafirmar como homem, que não levava desaforo pra casa. Igual ao seu pai sempre lhe ensinou. Mas no momento agradeceu aos céus por Diniz repreender o amigo e dizer que se por um acaso o Alek resolvesse não jogar, que o time estava ferrado, que era melhor não implicar com o melhor amigo dele.

Cameron fingiu que não gostou da decisão, mas a verdade era que brigar era a última coisa que ele queria com Yuuki.


Notas:


E aí lovinhossss???? O que acharam?

Espero que tenham gostado <3<3<3

Deixem aí os seus coments, críticas, sugestões, votinhos huhuhuh <3<3<3

Ps: Eu to passada que consegui escrever minha primeira original hauhauhauhau

Kissusss

7 de Enero de 2021 a las 10:22 0 Reporte Insertar Seguir historia
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