O Que a Máscara Esconde Seguir blog

cappricornus Adriana Canelas Esta é uma história verídica, ou seja, tudo contado aqui passou-se com uma pessoa de verdade, no caso, eu. Eu pretendo dar a conhecer um pouco mais sobre uma pessoa com alguns problemas e aplicar-lhes soluções válidas. Enfim, este livro apresenta características do meu psicológico e os meus pensamentos assustadores e nem tanto.
Historia No Verificada

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Palavrões

Olá.

Hoje eu vou expor a minha opinião sobre palavrões e gestos «impróprios». Primeiro, deixando claro que é aquilo que eu acho e você pode concordar ou não porque para mim não importa mesmo nada.

Eu sei que palavrões não são palavras bonitas, — obviamente — mas não devem ser proibidos dentro das casas ou coisa do tipo. Dentro da minha casa é muito comum falar «merda» ou «porra» mas não passa daí. Eu nunca gostei muito de dizer palavrões e até o meu sexto ano eu não dizia nenhum (parece estranho uma garota de 12 anos sem dizer “palavras feias” mas eu realmente não dizia).

Comecei a dizê-los a partir daí porque foi uma fase complicada da minha vida. Eu acredito que a minha cabeça desenvolveu-se muito mais rapidamente que o meu corpo então eu estava a passar por algumas crises complicadas que vieram a agravar-se um ano depois mas isso fica para outra história, tudo bem Chocolates? Continuando, eu falava muitos palavrões.

Para falar a verdade, até hoje eu falo MUITOS palavrões. A minha opinião sobre isso é que cada um deve saber de si. Se você fala, vai seguir falando mesmo depois disto. Se não fala, tudo bem! Eu tenho uma amiga que não fala palavrões e ela nunca se importou com o facto de eu passar a vida a dizê-los, então… Se você fala e tem medo que te aceitem desse jeito, não ligue. Um dia você encontrará alguém que te aceitará mesmo com essas “palavras ruins” que saem dessa sua boca suja.

Essa é a minha opinião: eu não ligo. Você também não deveria ligar porque fazer isso não vai impedir que uma pessoa fale palavrões. Muitas das vezes sai sem pensar de tão habituados que estamos a dizê-los.

Uma vez, eu estava a oferecer porrada ao meu irmão e eu soltei um “Queres levar, caralho?” o que aconteceu a seguir não foi muito agradável… O meu pai passou-se, eu fiquei sem telemóvel e… é isso mesmo! Se os seus pais não gostam é só não falar na frente deles! Aquele saiu e, bem… Papà [é proposital porque eu chamo o meu pai em italiano] estava habituado a ver-me como uma princesinha e foi um choque muito grande, mas agora é muito comum. O título disto podia ser “A princesa que virou macho” — nem vem, às vezes me tratam como macho mesmo.

Mas é só isso!

24 de Marzo de 2018 a las 20:47 0 Reporte Insertar 0
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Assédio?

Bom dia, Chocolates! No domingo [11.03.2018], fiz um trabalho com um amigo e com uma amiga — que eu considero muito. Enfim, o que aconteceu depois é que foi {no mínimo} um choque que acabou com a minha realidade que eu me esforcei para consertar.

Para quem não sabe *vulgo ninguém — pois nunca contei isto* —, eu já estive a ser acompanhada por uma psicóloga. Na verdade, eu comecei a ir à psicóloga há alguns anos mas em 2017 eu fui dada como “curada”! (Esta lengalenga toda vai dar frutos no final, eu sei que estão todos ansiosos para o motivo do título mas calma meus Chocolates. Tudo a seu tempo.)

Eu podia ter «tido alta» mas os problemas de auto-estima baixa chegaram como furacões avassaladores com o propósito de destruir o que é pouco. Eu fui avisada da existência de um casamento mas eu não tinha roupa para a cerimónia sem ser o vestido rosa que usei no baptizado do meu irmão — eu nem sequer sou da família das pessoas então eu não queria usar um vestido com tanto significado como aquele. Resumindo: fui a loja de vestidos caros, a minha mãe queria um vestido curto e eu um vestido comprido, eu disse coisas que não queria dizer e foi isso! No final, eu com certeza vou usar um vestido curto.

Voltando ao domingo… Era um trabalho em que tínhamos de gravar uma espécie de “telejornal” e o nosso tema era a Síria, mais precisamente o seu presidente [cof cof ditador cof cof]. Eu queria parecer mais adulta então estava a usar um vestido preto, um coque alto e maquilhagem.

A minha amiga — que eu vou chamar de Kit Kat porque a Catarina anda sumida —, queria passear, então, o meu pai deixou-nos na praça da cidade. Era domingo à tarde e havia poucas pessoas na rua. Estávamos nós a andar quando, de repente, (lembrado que eu estava de vestido — o vestido era curto e decotado mas eu estava com casaco, tá?) um homem para ao meu lado e da Kit Kat e olha-me de baixo para cima.

Não sei o porquê de não ter sentido medo mas acho que foi o facto de ser um choque para mim, sendo que nunca me tinha acontecido nada parecido com aquilo. Nós começamos a andar mais rápido e olhávamos, por vezes, para trás: o homem não parava de olhar para trás enquanto andava na direção oposta à nossa.

Andámos mais rápido mas a Kit Kat para no caminho e diz que não íamos achar nada se continuasses para a frente e então voltamos para trás. Com forme voltámos, cruzamo-nos com o homem novamente. Eu não em recordo do seu rosto mas ele usava roupa preta e, graças a Deus, não fez nada. Ele apenas disse umas coisas que não consegui entender «por só ouvir coisa interessante». Provavelmente, aquele homem disse qualquer coisa depravada que nem sequer me interessa! Só para relembrar: eu estava de V-E-S-T-I-D-O!

Quase corremos em direção à loja mais próxima. O pior, é que eu agora, parando para pensar, poderia ter sofrido algo pior se estivesse sozinha na rua ou se estivéssemos ambas sozinhas! Para concluir, Chocolates: nestas situações os seus únicos inimigos são as lágrimas e o desespero, então, mantenha a calma e acelera o passo, darling!

Seria isto considerado assédio? Foi muito estranho e eu achava que estava a delirar porque eu estava a voltar para casa e pareceu-me vê-lo na passadeira mais próxima! Credo! Mas seria impossível! Improvável, na verdade, visto que eu e ela passamos muito tempo a ver o nada dentro da loja e escapamos dele fugindo para o meio da praça e descendo uma rua para comer! Que foi? Eu estava faminta!

Bem, foi isto! Porque é que eu sinto arrepios quando escrevo isto? Kit Kat! Kit Kat! Catarina do meu coração, eu estou a morrer de medo aqui!

12 de Marzo de 2018 a las 21:03 0 Reporte Insertar 0
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Apresentação


Olha, Kit Kat! Pessoas! Bem… Se são pessoas devem ser simpáticas, não? Enfim… Eu vou apresentar-me, o que achas? Devo? Está bem… A Kit Kat diz que eu não devo falar com estranhos, mas eu já estou a falar com estranhos ao dizer isto, não é? Então já não são estranhos!

O meu nome é Adriana Canelas e a pessoa que habita o meu cérebro é Catarina, mais conhecida por Kit Kat. Cair aqui de paraquedas não foi uma coisa boa! Muito pelo contrário, na verdade. Eu lamento por vocês, caros viajantes sem nome. Tenho [insira idade aqui] anos! Façam as suas apostas porque eu não vou contar!

A Kit Kat habita a minha mente desde cinco minutos atrás, talvez… Muito bem, vocês precisam de nomes! Que tal babies? Não… Demasiado cliché para o meu gosto… Chocolates! Eu acho que está bom! Então só com isto já deu para entender que a minha vida rola em volta de chocolates e muita comida!

Meus queridos Chocolates, eu peço-vos um pouco de paciência porque a coisa vai correr terrivelmente mal daqui para a frente… Eu vou contar partes da minha vida e coisas que me aconteceram: pensamentos, sentimentos… O que for preciso!

Sim, isto chama-se «O Que a Máscara Esconde» com um propósito concreto, que, no caso, é dar a conhecer tudo sobre uma escritora iniciante que neste momento está a trabalhar em diversos projectos que apenas serão postados quando estiverem devidamente acabados para não cometer o mesmo erro das centenas de livros que escrevi e não terminei. Provavelmente, meus Chocolates, vocês não fazem ideia de quais são mas eu direi mesmo assim… Os [“grandes”] títulos eram «A Escrava» (a história mais complicada que alguma vez tentei escrever), «Dance», «Rachel Wilde, a que não sabe cantar», «Nerd», «Love of War» e «Good Intentions». E o resto passeia alegremente pelas minhas inúmeras pastas de textos. Alguns dos títulos citados eu postei em alguns sites, mas apaguei por não ter conseguido continuar mesmo com tudo escrito, mas outros estão a progredir cada vez mais e talvez — eu disse talvez — serão postados, como por exemplo: GI e RW…

Eu sei que pareci meio [toda] louca no começo a falar comigo própria mas eu queria parecer animada e esconder a seriedade perceptível no quinto parágrafo. Eu tenho muita escuridão no coração e achei por bem criar a Kit Kat para me “ajudar” a esquecer minimamente os meus problemas infinitos (mesmo que só tenha pensado nela há alguns minutos atrás — talvez horas… eu não sei desde que horas estou a escrever).

Quero fazer disto um desabafo e não apenas um texto sem sentimento que posso escrever para agradar um professor… Lamentavelmente, até esses textos eu faço com sentimento e deposito todo o meu amor neles. Uma vez, tive de escrever sobre a importância dos pais na vida de uma criança… Eu sentia tudo naquele texto! Tudo!

Mas é isso, meus Chocolates… Isto era para ser só mais uma apresentação comum. Não precisam de confiar em mim ou nas minhas palavras mas confiem no sentimento que é verdadeiro. Eu amo cada pessoa que lê aquilo que eu escrevo mesmo que essa pessoa não goste de mim.

12 de Marzo de 2018 a las 20:03 0 Reporte Insertar 0
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