Good Secretary Follow story

kiefan Anna Luisa

Boo Seungkwan ainda não se acostumava com o título que tinha na empresa, porém não o achava ruim, era sim um bom secretário. E quem também gostava era seu chefe Chwe Hansol. O único momento em que ele passava a odiar o maldito, era quando Seungkwan cansava de suas provocações e partia para o ataque, mostrando também o motivo que fez seu chefe lhe dar aquele título.


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Capítulo Único

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Capítulo Único


Que demora, Seungkwan, você está atrasado... Veio uma tartaruga no seu lugar? — O secretário murmurava para si mesmo enquanto esperava o elevador.


— Está falando sozinho? — Ele acabou se assustando ao ouvir a voz do amigo. — De quem você está reclamando?


— Adivinha?


— Chwe Hansol? — Jeon Wonwoo falou o nomee o mesmo revirou os olhos, enquanto assentia. — Ele comparou você com uma tartaruga?


— Sim! Disse que eu estou lerdo demais, que raiva! — Seungkwan bufou enquanto ele e o amigo entravam no elevador.


— Acho que ele está de mau humor. — Wonwoo tentou não rir.


— Você tem sorte de Mingyu não ser chato como o Hansol...


— Ei, Mingyu é chato também! Bastante até, mas eu já aprendi a deixa-lo calmo. — O Jeon tentou não soar malicioso.


Apenas ele e seu chefe sabiam uma excelente maneira para que o Kim ficasse mais calmo e até gentil...


— E como você conseguiu isso? Sinceramente, já estou começando a pesquisar por dicas. — Seungkwan suspirou.


— Bem... Talvez eu saiba o motivo de ele estar assim com você... — Wonwoo murmurou e o outrorapidamente lhe encarou. — Sexo...


— Não venha com isso novamente. — O Boo revirou os olhos. ― Dispenso sua dica.


Seungkwan não queria e nem iria dar o braço a torcer naquele momento, mas até poderia concordar com o amigo, afinal... Foi daquela forma que ele e o chefe se conheceram.


Faltava um dia para que o coreano começasse em seu novo emprego, resolveu então comemorar aquilo numa boate qualquer. Enquanto Wonwoo precisava ficar até mais tarde no trabalho, Seungkwan foi comemorar sua conquista sozinho.


Lá no local, conheceu um moreno de olhos claros...


Tinha a sensação de que o homem lhe seguia com o olhar enquanto andava até o bar.


Porém, antes que ele pudesse pedir alguma coisa para beber e começar a se divertir, o homem pediu algo por si.


"Um uísque para mim e um martini para ele."


Seungkwan nem lembrava quando eles se aproximaram e deram o primeiro beijo, havia ido com calma para o banheiro e todos estavam interessados mais em dançar e beber do que repararem naquilo.


Entraram numa das cabines e pronto.


Precisavam controlar os gemidos, mas o prazer que sentiam naquele momento era incrível.


Seungkwan saiu da boate com um sorriso no rosto, um leve cansaço e uma curiosidade que provavelmente lhe tiraria o sono.


Acabou por ficar sem saber o nome do homem misterioso e ele também não sabia o seu.


Mas, essa situação mudou na manhã seguinte quando o Boo precisou ir para o seu novo emprego. Ao encontrar o homem que seria seu chefe, Seungkwan se assustou completamente.


A pessoa que seria seu chefe, era o mesmo homem que havia conhecido na noite anterior.


Depois do choque inicial, ele até havia pensado em se demitir. Mas, lembrou de seu salário e da dificuldade que acabou tendo ao se candidatar a aquele emprego, então não queria jogar tudo fora só por... Ter dormido com seu chefe.


Diferente do que ele havia imaginado, o Chwe distinguia muito bem a sua vida profissional com a pessoal. Lembrava-se vagamente do final de seu primeiro dia, quando Hansol lhe chamou pela última vez.


Ele acabou dando um sorriso que com certeza deixou Seungkwan abalado e disse com a voz num tom calmo "Finalmente descobri o seu nome." E pronto, parecia ter acabado ali.


Mas, não foi o que aconteceu...


O secretário fingia não perceber, mas notava os olhares indiscretos que o chefe dava em sua direção, as frases de duplo sentido, os sorrisos maliciosos... Tudo por sua causa e por causa daquela noite.


— Aqui está senhor, Chwe... — Seungkwan disse assim que entrou na sala do americano. — Tudo o que o senhor pediu.


— Até quefoi rápido. — Hansol sorriu debochado. — Pode voltar para a sua sala.


— Com licença... — O menor se virou rapidamente e antes que pudesse sair do local, seu chefe o chamou. — Sim, senhor?


— Onde está o meu café?


— O senhor não pediu nenhum café. — Seungkwan franziu o cenho.


— Estou pedindo agora, então. — Hansol retrucou sem tirar o sorriso de seu rosto. — Já sabe como eu gosto, não é?


O Boo nem fez questão de responder e apenas saiu da sala, se controlando para não fechar a porta com força. E enquanto era deixado sozinho, o americano acabava por rir da reação do outro.


. . .


Quando checou o horário e notou que já passava das dez e meia da noite, o secretário soltou um longo suspiro.


Estava completamente cansado, mas também aliviado ao ver que seu dia de trabalho estava concluído. Não com sucesso, porém terminou bem de certa forma.


Seu coração acabou ficando acelerado ao notar quem estava ao seu lado, também esperando pelo elevador.


— Não vai entrar? — Pode ouvir a voz de seu chefe e só ai notou que as portas do elevador já estavam abertas. — Depois de você....


Seungkwan agradeceu baixinho e entrou, se sentiu um pouco apreensivo ao notar que ele estava sozinho com o outro ali.


Um silêncio desconfortável ficou sobre o local e o Boo olhava ansioso para o painel, esperando desesperadamente para que chegasse ao térreo. Porém, antes que um forte alívio pudesse surgir pelo corpo do menor, ele se assustou assim que o chefe apertou sobre o botão de emergência e fez o elevador parar.


— Senhor Chwe... — Seungkwan murmurou surpreso.


— Eu pensei que você ia ceder, que você iria voltar atrás... — Hansol começou a dizer e sua respiração já era ofegante. — Mas, não... Eu é que estou fazendo tudo isso e é por sua culpa!


— Senhor... — Antes que o secretário pudesse dizer mais alguma coisa, ele acabou sendo calado.


Calado pelos lábios do Chwe contra os seus...


Tentou negar aquele toque e até mesmo tentou se afastar, porém ele desistiu daquilo. Havia sentindo falta dos lábios do americano junto aos seus.


Mal percebeu quando colocou uma de suas mãos sobre a nuca do outro e aprofundou o beijo.


Sentiu as mãos de Hansol descer por suas costas até chegar em suas nádegas e apertar aquela farta região.


— Eu vou proibir você de vir com calças tão justas para o trabalho. — O americano disse contra os lábios do menor e o beijou mais uma vez.


Foi só aí que Seungkwan notou que eles ainda estavam no elevador, no elevador da empresa em que trabalhava beijando seu chefe e com provavelmente alguns seguranças vendo aquela cena pela câmera de segurança.


Interrompeu o beijo bruscamente e se afastou do maior, voltando a apertar o botão emergencial e colocando o elevador para funcionar novamente.


— O que foi? — Hansol perguntou levemente confuso, estranhando a reação do outro. — Não gostou?


— Estamos na empresa. — O Boo murmurou.


— Então você gostou do beijo? — Hansol perguntou, mas antes que o outro pudesse lhe responder em relação a aquilo, as portas se abriram e o secretário saiu rapidamente. — Droga!


Quando o amigo entrou rapidamente em seu carro e fechou a porta com força, Wonwoo estranhou aquilo.


— Aconteceu algo? — Ele perguntou preocupado.


— Só me leve para casa, só isso. — Seungkwan sorriu nervoso e o amigo preferiu não insistir mais.


. . .


No dia seguinte, Seungkwan queria o máximo de discrição possível. Tentou falar o mínimo e somente o necessário com o chefe e tinha a leve sensação de que aquilo iria acabar irritando o outro.


Teve uma péssima noite de sono, já que em todas as vezes que tentava dormir, acabava por sonhar com os beijos que recebeu de Hansol. Os beijos faziam com que um característico calor subisse por seu corpo e começasse a lhe deixar excitado, o suficiente para que ele se masturbasse duas vezes durante aquela madrugada.


— Wonwoo! — Chamou o amigo assim que viu o mesmo sair de sua sala.


— O que foi? Precisa de ajuda em alguma coisa?


— Leve esses documentos para o senhor Chwe. — Seungkwan entregou os papéis para o amigo. — Ele está lá na sala dele.


— Okay e você não pode ir lá? — Wonwoo encarou o outro, desconfiado com aquele pedido.


— Poder, eu posso sim... Mas, eu prefiro evitar. — Seungkwan agradeceu novamentee voltou quase correndo para a sua sala.


Soltou um longo suspiro ao voltar a sentar em sua cadeira e deitou a cabeça contra a mesa.


Talvez até poderia relaxar e tirar um cochilo, nem que fosse por alguns minutinhos...


Porém...


Ouviu a porta de sua sala se abrir e soltou apenas um resmungo, imaginava que se tratasse de Wonwoo.


— Não acredito que você está dormindo, Seungkwan! — Reconheceu a voz de seu chefe e voltou a levantar sua cabeça rapidamente.


— Não estou dormindo... — O Boo murmurou surpreso. — O que o senhor veio fazer aqui? Precisa de ajuda em algo?


— Sim, eu estou precisando de ajuda com algo. — Hansol fechou a porta da sala. — E só você pode me ajudar com isso...


— O que é, senhor? — Seungkwan ajeitou um pouco a bagunça de sua mesa enquanto observava o outro se aproximar.


— A porra de uma ereção que aparece sempre quando eu vejo você caminhando, com essas calças apertando suas coxas. — Hansol dizia lentamente enquanto apoiava suas mãos sobre a mesa do menor. — Pode me ajudar com isso?


O secretário ficou sem palavras naquele momento e acabou descendo seu olhar até as pernas de seu chefe e notou que havia sim um certo volume ali.


— Eu estou esperando sua resposta...


— O senhor adora dizer essas coisas, justo quando estamos no ambiente de trabalho. — Seungkwan disse constrangido e o outro riu enquanto se aproximava.


— Ah, Boo... — Hansol ficou ao lado do menor e o puxou pela cadeira, para que ficasse de frente para si. — Você não sai da minha cabeça... Desde aquela maldita noite.


— Senhor...


— Eu não tive a chance de ouvir você gemendo o meu nome naquela noite... Eu queria tanto ouvir agora. — O Chwe apoiou suas mãos sobre os encostos da cadeira e aproximou seu rosto do funcionário. — O que acha, huh?


— Senhor... — Seungkwan murmurou extremamente baixo.


— Apenas diga a sua resposta...


O chefe acabou se surpreendendo ao sentir uma das mãos do menor tocar em sua ereção ainda por cima da calça.


— Porra... — Hansol gemeu baixinho ao sentir, o outro lhe apertar. — Você está sentindo?


— Sim... Está assim, por mim? — Seungkwan aproximou seu rosto do maior e seus lábios quase se encostaram. — Huh?


— Não venha me provocar, agora. — Hansol murmurou.


— Mas, está divertido. — O Boo riu fracamente contra os lábios do americano e o beijou.


Começou a se levantar de sua cadeira e sem parar o ósculo, pelo contrário,começou a se aprofundar ainda mais e se tornou mais urgente.


O coreano gemeu baixinho e acabou interrompendo o beijo, assim que sentiu as mãos do outro apertarem sua bunda e o puxar fazendo com que ele sentisse a ereção do chefe contra a sua.


— Vernon... — Seungkwan gemeu e mordeu o lábio inferior do maior.


Quando ouviu aquele nome sair dos lábios do secretário, o Chwe trocou de posição e os virou, colocando o menor em cima de sua própria mesa. Ele raramente usava aquele nome, usava mais quando ia para os Estados Unidos e ao acompanha-lo uma vez, o Boo acabou descobrindo aquilo e descobriu também o quanto o americano gostava de ser chamado daquela forma.


— Quando você gozar, eu quero que me chame de Vernon. — O maior murmurou e o outro assentiu. — E agora, eu vou foder você aqui.


— Nunca num lugar convencional, não é? — Seungkwan acabou rindo e suspirou ao sentir o chefe passar a língua por seu pescoço e sugar a pele do local.


— Você vem com calças apertadas todos os dias para o trabalho, achei que combinaria acabar fodendo você aqui. — Hansol mordeu o pescoço do menor e foi abrindo os botões de sua camiseta. — Eu senti falta da sua pele, do seu cheiro...


— Parece que alguém ficou apaixonado. — Seungkwan cantarolou e gemeu baixinho ao sentir a língua do outro passar por um de seus mamilos.


— Ah sim, Kwannie... — O americano apertou fracamente os mamilos do secretário, lhe provocando. — Eu estou apaixonado e completamente viciado no seu corpo.


O Boo apenas sorriu malicioso e apoiou suas mãos sobre a mesa, enquanto sentia a língua do outro descendo por seu abdômen.


— Eu queria muito ter chupado você durante o nosso encontro. — Hansol dizia enquanto se livrava do cinto do menor. — Ainda bem que terei essa chance agora.


— Espero que você tenha trancado a porta. — Seungkwan murmurou e um arrepiou passou por seu corpo assim que ele teve a calça e a cueca puxadas até seu joelho.


— Espero que você consiga gemer baixinho. — Hansol retrucou e sorriu malicioso antes de levar seus lábios até a glande do coreano.


Seungkwan fechou os olhos e deixou que um suspiro escapasse de sua boca, murmurou o nome de seu chefe ao sentir seu membro adentrando a cavidade úmida.


— Porra... — O secretário levou seus mãos até a cabeça do maior e acariciou seu cabelo.


— Não seja assim, Kwannie. — Hansol desceu os lábios até os testículos do outro e masturbou seu membro, passando o polegar pela glande. — Abra os olhos, huh? Veja o que eu estou fazendo.


Com muito custo e tentando ignorar a ideia de gozar sobre o rosto de seu chefe naquele momento, o Boo abriu seus olhos e observou o americano sorrir antes de voltar a chupar seu membro.


— Vernon... — Ele gemeu e puxou o cabelo do maior, para que ele engolisse mais seu membro e o outro não reclamou com aquilo. — Isso... Porra...


O Chwe passou sua língua pela extensão do menor e fez pressão com a língua sobre sua glande.


Seungkwan acabou soltando um resmungo quando o maior afastou a boca de seu membro e voltou a subir ficando próximo de seu rosto sem parar de masturbar o seu membro.


— Espero que você não goze agora, huh? — Hansol beijou o outro e mordeu com força o seu lábio inferior. — Não podemos acabar com a brincadeira tão rápido.


— Se alguém nos flagrar assim... — Seungkwan resmungou e gemeu ao sentir o americano pressionar sua glande.


— Eu colocarei esse alguém para fora daqui... — Hansol murmurou e distribuiu beijos pelo rosto do coreano, até voltar aos seus lábios. — Eu quero o seu corpo para mim, Kwannie, só para mim...


Seungkwan levantou sua cabeça e deixou seu pescoço livre para que o outro marcasse com os dentes. Hansol acabou deixando um sorriso escapar quando sentiu uma das mãos do secretário passando por seu membro.


— Ajoelhe-se, huh? — Hansol ajudou o menor a sair de cima da mesa. — Quero voltar a sentir sua boquinha me chupando.


Seungkwan assentiu minimamente e se aproximou do maior, depositando um beijo sobre seu pescoço. Passou a língua por uma das clavículas do americano e ouviu o mesmo suspirar com aquilo.


Hansol acabou se assustando ao sentir os botões de sua camiseta social voarem pelo cômodo quando o menor abriu a peça de roupa com uma força a mais.


Outch... — Hansol murmurou surpreso e observou o outro sorrir malicioso.


— Bem melhor assim, não acha? — Seungkwan alargou o seu sorriso.


Foi descendo beijos por todo o tronco do maior, fazendo questão de morder certas partes do abdômen do americano e o outro gemia baixinho com aquilo. Não demorou para que o Boo estivesse ajoelhado em sua frente e lhe encarasse, enquanto se desfazia de seu cinto.


Quando sentiu seu membro adentrar lentamente a cavidade úmida do menor, Hansol acabou gemendo o nome de seu secretário e pode sentir que o mesmo gostou daquilo já que acariciou sua glande com a língua e a chupou sem pressa.


— Porra... — O Chwe gemeu e acariciou o cabelo do menor, empurrou seu quadril e fez com que seu membro quase tocasse em sua garganta e observou o coreano lhe encarar. — Você gosta disso, não é?


Como o Boo estava um pouco ocupado naquele momento, ele não lhe respondeu e sim o mostrou algo. Abriu sua boca e deixou as mãos sobre as coxas do maior.


Hansol acabou entendendo que aquilo era um convite, um maravilhoso convite que ele não poderia nunca recusar. Levou sua outra mão até o cabelo do menor e o puxou com um pouco de força, fazendo com que Seungkwan voltasse a chupar seu membro.


O americano se afastou momentaneamente e voltou a empurrar seu quadril contra os lábios do menor, gemeu baixinho com aquilo.


— Eu poderia passar horas fodendo a sua boca. — Hansol murmurou enquanto seguia um ritmo lento de estocadas contra a boca do secretário e o mesmo nem reclamava ou tentava pará-lo. — Mas, infelizmente... Não podemos enrolar muito... — Mesmo não querendo aquilo, o chefe afastou o outro de seu membro.


Observou os lábios já inchados do menor e sua respiração ofegante, quase gemeu com o coreano lhe encarando sem desviar o olhar nenhuma vez.


— Se apoie na mesa e se empine para mim... — Hansol ditou por fim e ajudou o secretário a ficar de pé e colocar suas mãos sobre a mesa.


Passou as mãos pelo quadril do mesmo e ele próprio ajeitou da forma que queria.


— Eu quero você assim. — O Chwe sussurrou o que queria e o menor apenas assentiu em concordância.


Seungkwan suspirou em expectativa assim que sentiu o chefe morder levemente suas costas. Ele acabou gemendo baixinho e fechou seus olhos, ao sentir sua entrada ser tocada pela língua do americano.


— Vernon... — Gemeu baixinho e segurou na mesa com um pouco mais de força, ao sentir o outro forçar uma invasão para dentro de si com a ajuda músculo molhado.


O secretário rebolou lentamente e resmungou quando um dedo acabou por começar a dividir espaço com a língua do maior.


— Porra, Kwannie... — Hansol murmurou enquanto afundava mais um dedo contra o coreano. — Você é tão apertado, tão gostoso... Tão meu...


— Seu? — Seungkwan perguntou baixinho e gemeu assim que sentiu um forte tapa ser depositado sobre uma de suas nádegas.


— Você ainda tem dúvidas disso? — O chefe perguntou enquanto puxava o Boo pelo cabeço e fazia com que o mesmo colasse as costas contra o seu peito.


— Vernon! — Seungkwan gemeu quando sentiu um terceiro dedo dentro de si e sentiu sua próstata ser tocada.


— Shii... — O americano murmurou contra uma de suas orelhas. — Apenas, responda a minha pergunta.


— Eu sou seu... — O menor respondeu depois de alguns segundos, distraído com o prazer que os dedos do outro conseguiam lhe proporcionar. — Satisfeito?


— Ainda não, Kwannie. — Hansol retirou seus dedos do interior do secretário e pode ouvir ele gemer incomodado com aquilo. — Não seja apressado? — Deu mais um tapa em uma das nádegas do coreano.


— Pare com isso! — Seungkwan resmungou.


— Não consigo evitar... — Hansol riu e mordeu seu próprio lábio inferior. — Você é tão gostoso e tão bom.


Seungkwan ia retrucar aquilo, quando sentiu a glande do moreno de olhos claros lhe invadir. Sentiu uma dor incômoda e voltou a apoiar suas mãos sobre a mesa, apertava os papéis espalhados pelo móvel numa tentativa muda de se distrair com aquela dor.


— Eu vou ir devagar, não se preocupe. — O americano acariciou as costas do outro.


O secretário assentiu e suspirou, enquanto começava a se sentir preenchido. Rebolou lentamente e pode ouvir um gemido vindo do americano, acabou por morder seu próprio lábio inferior.


— Você me engole tão bem, Kwannie... Devia ver isso. — Hansol acariciou as nádegas já avermelhadas do menor. — É o paraíso.


Seungkwan acabou gemendo alto e se repreendeu por isso, assim que o outro saiu quase completamente de seu interior e voltou a lhe estocar.


— Shii... — Seu chefe sussurrou e começou a se movimentar. — Cuidado com os seus gemidos, Kwannie, apesar de eu adora-los... Precisamos ser discretos, huh?


— É difícil com você me fodendo dessa forma tão... Boa... — O secretário disse baixinho, fazendo o americano sorrir malicioso.


— Não podemos deixar isso assim. — O maior disse e se esticou para pegar algo que estava próximo a cadeira que antes era ocupada pelo funcionário.


— Do que você está... — Seungkwan não pode concluir a frase, já que a gravata lhe impediu de falar aquilo.


— Pronto. — Hansol terminou de ajeita-la sobre os lábios do menor. — Agora você poderá gemer tranquilamente.


Para provocar o outro, o Chwe lhe estocou profundamente e ao não conseguir ouvir o gemido do coreano, ele sorriu malicioso. Acelerou seus movimentos, deixando suas estocadas rápidas e profundas.


Podia ouvir que o secretário acabava por gemer seu nome, mas saia mais como um som abafado já que a gravata estava sobre sua boca.


Seungkwan acabou arqueou o corpo e batendo uma das mãos contra a mesa, ao sentir um toque em sua próstata.


— Consegui uma maneira de deixar você quietinho, mas nem isso foi capaz de fazer você ficar completamente em silêncio. — Hansol disse com a respiração levemente ofegante e alcançou os braços do secretário, os colocando sobre as costas do menor. — Agora sim.


O Boo revirou os olhos e rebolou sobre o membro do outro, não iria aguentar por muito tempo e não iria se segurar ao chegar em seu ápice. Quando sentiu a outra mão livre de Hansol passar por seu membro, mais especificamente por sua glande, foi o bastante para que ele arqueasse seu corpo e chegasse ao orgasmo, sujando sua mesa.


— Isso... — O americano murmurou adorando ver aquela cena e se controlou para não gozar naquele momento.


Se retirou lentamente do interior do menor, soltando seus braços e o livrando da gravata.


— Eu quero gozar na sua boquinha, Kwannie. — Hansol virou o funcionário de frente para si. — Pode realizar o meu desejo?


O coreano lhe encarou ainda com a respiração ofegante e o empurrou até contra a sua mesa, não demorou para que ele estivesse novamente ajoelhado em frente ao seu chefe. O Chwe acabou gemendo e ajeitando o cabelo do outro quando teve sua glande sugada pelos lábios já inchados do menor.


Precisou mordeu seu próprio lábio inferior, enquanto sentia a língua de Seungkwan passar por toda a sua extensão enquanto uma das mãos lhe masturbava.


— Porra... — O chefe gemeu.


Se achava um paraíso estar no interior do secretário, não conseguia descrever o que sentia naquele momento com os lábios do menor lhe chupando e observando o movimento que ele fazia com a cabeça, sempre deixando uma suave lambida sobre a glande antes de repetir aquele processo.


Hansol tentou avisar, mas não conseguiu a tempo. Acabou tempo seu orgasmo enquanto o Boo recuperava seu fôlego e seguia o masturbando. Sujou o rosto do secretário, principalmente seu queixo.


— Kwannie... — Hansol disse ofegante e o menor lhe encarou, ainda hipnotizado com aquela imagem, ele passou um de seus dedos por uma das bochechas molhadas por seu esperma e levou seu dedo sujo até os lábios do menor. — Está tão perfeito assim, eu tiraria várias fotos desse momento.


— Tirar uma foto? — Seungkwan murmurou e se levantou, enquanto limpava o rosto com os dedos e depois levava os mesmos até os seus lábios. — Podemos marcar algo mais tarde, para repetirmos a dose.


— Vou deixar você sujo, novamente. — Hansol lhe deu um rápido selinho.


— E eu vou adorar sentir você gozando na minha boca, mais uma vez... E como o bom secretário que eu sou, vou engolir tudo. — O Boo sorriu malicioso e o americano começou a se sentir excitado novamente.


— Kwannie...


— O que? — Seungkwan sorriu malicioso.


— Acho bom trancarmos a porta de sua sala, não estou afim de sair daqui tão cedo...

Oct. 8, 2019, 4:51 a.m. 0 Report Embed 0
The End

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Anna Luisa 💕💕 Sou a kiefan do spirit 💕 💕• Ficwriter • 💕 ••EXO-L•• 💕

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