u16267259751626725975 Olívia Neves

Spinoff das minhas histórias. As principais encontram-se no Buenovela e na Amazom.com. Todos os personagens aqui são maiores de idade


Short Story For over 21 (adults) only.

#hot #spinoff #32817 #SideB
Short tale
0
549 VIEWS
In progress
reading time
AA Share

Pela Serra

( A história original encontra-se no Buenovela)


Francisco e Sofia subiam a serra de volta ao Rio de Janeiro. Conseguiram resolver o problema em Minas e agora voltavam em uma viagem comprida, silenciosa e constrangedora.

Sofia insistiu que em ir junto com Francisco afinal, era da irmã dela que estavam falando. Francisco teve que aceitar a sua companhia contrariado. Ele evitava ficar perto dela agora, teve que aguentar uma viagem de um dia praticamente, sozinho fechado em um carro com ela.

Na ida, ela admirava a paisagem. Sofia, com seus 24 anos, não viajou mais de carro. Estava com ele na ilha junto com a irmã, a mãe e Aiyra. Então, tudo para ela era uma novidade. As montanhas, as paradas nos postos de gasolina ou para comer em algum restaurante.

Quando chegou em Minas Gerais esqueceu-se completamente dele e ficara grudada na irmã gêmea o tempo inteiro. Porém na volta, ela estava mais cansada, olhava melancolicamente na janela. Estava com um short jeans curto que, se a mãe visse faria um escândalo e a faria tirar imediatamente. Ainda bem que ela não estava ali. Ela também usava uma blusa de alça, uma roupa bem fresca mesmo a serra sendo fria ela não se importou.

Estava no final da madrugada quando eles passavam por ali. Ainda estava escuro mas, a claridade já aparecia aos poucos. O que mais a incomodava não era o frio que vinha da serra e sim o frio que vinha do motorista. Ele nem sequer olhava para ela nem na ida, nem na volta.

Durante 14 anos ela ficou em uma ilha. Ela a irmã e Aiyra não estavam condicionadas as regras sociais e isso as fazia muito sinceras com os sentimentos. Sofia, não tinham nenhum conhecimento teórico ou físico do sexo, ou de onde vinham os bebês, sua mãe acha esse tipo de conversa indecente, uma moça não fala sobre isso. Porém, ela sabia muito bem dos seus sentimentos por Francisco e sentia-se atraída por ele. Queria chamar-lhe a atenção e quando soube desse sexo e como se fazia, numa conversa que teve com a sua gêmea, ela queria experimentar com ele só que, ela deveria chamar a atenção dele primeiro.

Francisco como um Excepcional Natural, sabe muito bem que a atração sexual é um instinto do ser humano. Por mais que não tenham sido explicado para as gêmeas como se funcionava o sistema reprodutor, elas sentiriam atração mais cedo ou mais tarde por alguém.

Para ele também era difícil. Fazia anos que não sentia o calor do sexo oposto em seu corpo. Desde a morte de Júlia, ele nunca mais encostou em ninguém. E Sofia estava agora ali, tão bonita e agora se insinuando para ele.

Na verdade, ela não aguentou mais e resolveu lavar a roupa ali mesmo. Ela parou de olhar para janela e começou a encará-lo, ela não estava com uma cara muito boa porém, ele a achou irresistível.

_Por que não fala mais comigo? _ ela perguntou.

_O quê? _ ele ficou confuso e tentava olhar para frente _ Desde quando eu não falo mais com você?

_Desde que chegamos da ilha e você se mudou para o apartamento. E desde que saímos de viagem você nem sequer olhou na minha cara. Me diz o que eu fiz de errado hein? Me diz, me diz!

Em uma freada brusca, Francisco encostou o carro na beira da estrada e saiu rapidamente do carro. Sentia falta de ar. Respirou fundo e sentou-se na grama que havia logo depois do meio fio. Ele olhava para a paisagem serrana, a escuridão que se esvaía aos poucos. O sol ainda não aparecia para o seu espetáculo matinal.

Sofia também saiu mas, ficou encostada no carro observando o chilique de Francisco. Não era mais simples ele finalmente admitir que sentia a mesma coisa. Ele então virou-se para ela.

_ Eu te conheci, você tinha oito anos _ ele falou andando na direção dela

_Mas eu cresci _ ela permanecia séria e imóvel.

_Você cresceu com a minha filha.

_Mas eu não sou a sua filha.

_Você é a prima da minha esposa.

_Não a sua prima.

Ele aproximava-se cada vez mais até chegar no carro e prensá-la sobre ele. O interior de Sofia formigava mas, ela não esboçava expressão externamente. Ela viu aqueles olhos penetrantes de Francisco sobre ela. Eram olhos que pediam por socorro.

Francisco não aguentava mais. Já fazia 14 anos e agora aquela mulher estava bem na sua frente. Ele esfregava a sua virilha na dela vagorosamente e foi assim que ela esboçou alguma expressão. Uma expressão confusa.

_O... o que é isso?

_Sofia... Eu não consigo mais me controlar... _ ele então a beijou. O primeiro beijo dela. Sofia só tinha visto aquilo no livro da Rapunzel, nunca tinha experimentado um beijo.

Era bom, sentir aqueles lábios quentes sobre o dela, a língua dele se movimentando dentro de sua boca. Fizeram-na fechar os olhos lentamente e ele ainda roçava a sua virilha na dela. Ela sentiu aquele membro ficando duro ainda embaixo da calça jeans dele.

Tudo para Sofia era novo, ele sabia disso. Cada toque era uma novidade então, por mais que estivesse no seu limite ele resolveu ir devagar naquela primeira vez dela. Não queria assustá-la, muito menos machucá-la, se ela dissesse para parar ele pararia na hora. Por isso, para ela não pedir para parar, ele faria tudo devagar e com calma.

Ele desabotoou o short e desceu vagarosamente a sua mão para dentro da sua calcinha. Muitos pensam que a primeira vez de uma mulher ela precisa sangrar por causa do rompimento do hímen. Grandes tolos!

Sangrar não é normal, se ela sangrou quer dizer que você não fez uma boa preliminar ou que ela estava muito nervosa para ser lubrificada o suficiente. Era preciso gastar um pouco mais de tempo ali para que ela não se machuque e desfrute do prazer também.

Precisava trabalhar lá embaixo, com os dedos primeiro. Ele dedilhou aquela área, já estava bem molhada pela tensão de antes. Instintivamente ele enfiou o dedo médio mas, ao primeiro gemido de dor ele retirou rapidamente e aproximou-se do ponto dela.

Agora o gemido não foi de dor e sim de puro prazer. Com os olhos arregalados por sentir, pela primeira vez, algo daquele tipo.

_Mas o que é isso?

_Nunca se tocou aqui?

_N...Não...

_Quer que eu pare?

_Não é isso... É que...

Quanto mais ele mexia, mais intenso ficava. Fazendo pequenos movimentos circulares naquele mesmo ponto. As vezes ele parava e apertava aquele mesmo ponto, e ela entrava mais em êxtase ainda.

E ele não parava de beijá-la. Quando virava a cabeça para trás de prazer ela sentia os lábios e a língua dele por ele, até chegar na clavícula. Quando ela abaixava ele a beijava nos lábios.

Geralmente as pessoas tem o seu primeiro beijo e depois tem a sua primeira transa. Sofia acumulou esses acontecimentos em um só. Ela sentia aquele dedo que a acariciava por tanto tempo, esgueirar-se novamente para dentro dela. Ela o parou, segurando com o braço. Da última vez doeu.

Ele sabia que precisava fazer isso pelo menos uma vez antes de enfim penetrá-la. O que ele tinha era bem maior do que um dedo médio. A acalmou beijando-a novamente e introduziu com cuidado. Ela deu um gemido de dor mas, logo passou.

Ele introduziu apenas um, e mexeu delicadamente dentro dela, não queria machucá-la de forma alguma. Se ele visse algum sinal de sangramento, pararia na hora. Felizmente tudo deu certo então, ele entrava cada vez mais.

Sofia já quase não se aguentava em pé. As pernas ficavam cada vez mais bambas, se não estivesse ancorada no carro, certamente cairia. Ela não sabia explicar, tudo tremia, tudo formigava. Ela não parava de gemer e as vezes os gemidos aumentavam. Ela estava ofegante e ficava cada vez mais com os movimentos das mãos.

Ela tinha chegado ao seu limite. Um gemido alto foi ouvido por Francisco e toda a envergadura dela virou-se para trás. Ele retirou a mão e voltou a sua posição original ainda pressionando.

Olhando um Sofia ofegante, ele deixou a pele do seu rosto acariciar a pele do rosto dela. Dando-lhe pequenos beijos. Ele já estava duro, apertado pela calça. Iria explodir.

_Sofia... Eu não aguento mais... _ ele disse desabotoando a sua calça. Agora faltava tirar o short dela.

Sofia viu aquele membro duro sair pela cueca box e Francisco a levantar a sua perna direita. Sempre olhando intensamente para ela, ajeitou-se na entrada e penetrou devagar.

Era algo muito grande e buraco virgem parecia muito pequeno. É claro que Sofia sentiu dor e ainda com as pernas bambas, equilibrava-se escorando-se nos ombros largos dele e cravava-lhe as unhas quando sentiu dor.

_Pare, tire... Está doendo... _ ela implorava em meio aos gemidos e a respiração forte.

Porém, tirar, naquela altura, não era o plano. Francisco acariciou o rosto dela e o trouxe para bem perto do seu. Queria acalmá-la, não deixar aquele nervosismo estragar aquele momento tão especial para os dois.

_Fique calma... Confie em mim e me abrace. Vai parar de doer, eu prometo.

Ela sempre confiou nele. Francisco nunca fez nada que pudesse machucá-la e pelo jeito não seria daquela vez. Ela o abraçou e por sua vez ele levantou também, a sua perna esquerda.

Ainda escorada no carro, com as pernas arregaçadas e abraçada a ele. Ela sentia aquele membro entrando devagar e cada vez mais profundo. Ainda doía então, ela apertava-o e fechava os olhos.

Já lá dentro, Francisco começou a se movimentar. Há quantos anos não fazia isso com uma mulher, que sensação boa, que lugar quente, que abraço forte, essas unhas cravando-lhe a pele do ombro. O som dos gemidos que aumentavam em sincronia com seus movimentos.

Enquanto Francisco metia, o sol nascia no alto da serra iluminando os morros e a mata ao redor. Sofia via tudo enquanto sentia o êxtase vindo mais uma vez. Abraçada a ele que se mexia cada vez mais rápido, ela via o sol acariciando as folhas com seus raios até chegar o momento do ápice em fora obrigada a fechar olhos.

Acabou com os dois ainda com a respiração ofegante olhando um para o outro. Ele a acariciava novamente o seu rosto no rosto dela. Um líquido branco saía dela agora, ele não se controlou e gozou dentro dela.

Não entraram logo depois no carro, Francisco ainda queria senti-la antes de voltar a realidade. Passava a sua mão por todo o corpo dela beijando-a no pescoço. Sofia também não queria entrar, queria ficar ali para sempre mas, deveriam voltar para casa.

O sol já estava no céu quando continuaram a viagem. Os dois menos tensos agora, faziam um silêncio feliz. Sofia cansada e ainda com pernas bambas deitou-se no banco do passageiro e dormiu profundamente sob os olhos felizes de Francisco






July 21, 2021, 2:03 a.m. 0 Report Embed Follow story
0
To be continued...

Meet the author

Comment something

Post!
No comments yet. Be the first to say something!
~

Related stories