A M A - M E - Série Possessivo - Livro I Follow einer Story

escritoraandreia Andreia Vitória

H E L O Í S A era aquela menina mulher que passava despercebida pelas pessoas, não tinha nada de interessante nela, seios pequenos, bunda pequena, nariz rebitado, olhos castanhos escuros. E S T A V A fora dos padrões de "gostosa", inteligente, notas altas, do tipo que gosta de ler um livro de romance hot. Mais a única coisa que ela fazia e ninguém sabia era que dançava como ninguém. A C O L O M B I A N A com descendência brasileira adora se arriscar nas noites saindo escondida para ir em um clube de dança de todos os gêneros, principalmente o ritmos que ela mais gostas que são os latinos. S C O T T é o tipo de cara que não consegue passar despercebido pelas pessoas, estilo motoqueiro, com jaqueta de couro preta, forte, olhos azuis, um gibi humano de tantas tatuagens que tem pelo corpo. Mas a única coisa que ele fazia e que ninguém sabia, era que, adorava olhar para a garota do corpo magrinho quando achava que ninguém estava olhando para ele. O B R I T Â N I C O adora se arriscar nas noites saindo escondido para ir em corridas ilegais. Famoso dentro de uma das Universidades mais famosa do mundo por ser filho do homem que fundou uma empresa de tecnologia mundialmente conhecida. V A M O S ter que correr conforme a dança para entender a intensidade desse casal. S É R I E P O S S E S S I V O L I V R O I


Romantik Erotisch Nur für über 21-Jährige (Erwachsene).

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PRÓLOGO

P E G U E I minha bolsa em cima da cama, olhei para o lado onde vi minha colega de quarto dormindo profundamente. Mordi minha bochecha para no fazer barulho com os saltos médios que calçava, andando na ponta dos pés fui até a janela e abri o trinco sem nenhuma dificuldade e empurrei para cima.

Pelo meu quarto ser no térreo foi fácil pular a pequena altura de um metro e meio, olhei para a cama onde Jess dormia tranquilamente e com muito cuidado sem deixar a madeira ranger desci até ficar uma pequena fresta, onde passava somente um dedo.

Enrolei a alça da bolsa pequena em volta do meu pulso, olhei primeiro para o lado direito e depois o esquerdo, sabia que no tinha ninguém aquela hora da noite depois do sinal de recolher ter tocado e sabia que a câmera ao lado direito onde pegava boa parte do campus no servia para nada naquele horário, já que, o segurança estava tirando um pequeno cochilo, como sempre.

Com a coluna inclinada para frente e a postura um pouco abaixada corri até o pequeno arbusto, mais uma vez, atenta olhei de um lado e do outro. Corri com os saltos médios afundando no gramado, chegando no muro menor onde dividia a Universidade da rua. Com uma pedra posta anos atrás estrategicamente para isso, sair escondido quando dava o toque de recolher.

No sei se aquele muro era reconhecido somente por mim ou se alguém já tinha usado, afinal tinha sido yo a três anos atrás que tinha rolado aquela pedra sozinha, para sair em dias como esses.

Com o pé direito encima da pedra oval levemente deformada e com as mãos no muro, peguei um impulso jogando o corpo para trás para assim no segundo seguinte meu corpo estar em cima com uma perna de cada lado. Do outro lado onde ficava a rua tinha uma caçamba de lixo e como o meu tamanho no ajudava tive que virar e descer aos poucos para no fazer barulho com os saltos em cima da tampa de latão grosso.

Abaixo sempre muito alerta com tudo a minha volta, desço de cima da lata de lixo e olho de um lado para o outro. Desconfiada por no ter nenhum carro me esperando, pego meu celular que estava guardado no meu sutiã e desbloqueio.

Buh! — Dou um grito rapidamente calado por Renata que colou sua mão a tempo para ninguém ouvir.

maluca? — Exclamo irritada entre os dentes, porém, baixo.

— Desculpa eu não resisti — Falou rindo pulando da caçamba de lixo.

Vete al carajo ! — Praguejo em espanhol — Onde está seu hermano? — Perguntei dando um suspiro deixando a minha irritação controlada.

— Está vindo — Respondeu dando uma olhada em seu celular com um sorriso no rosto — Está preparada? — Me perguntou com um olhar cumplice.

— Claro! — Sorrio sentindo meus olhos brilharem — Mi padre é o melhor professor de todos, tu vai perder — Renata franze a testa contrariada.

— Tá doida?! Eu nasci sambando, aqui é "BR" no sangue — Dou uma risada baixa olhando para a rua vendo se no fim dela aparece algum carro.

Escuto um barulho, reconheço logo em seguida, as folhas sendo quebradas e múrmuros de vozes masculinas. Arregalo os olhos junto com a Renata que parece mais branca do que o normal.
Puxo ela pela mão dando a volta na caçamba nos agachando, a adrenalina começou a correr pelas minhas veias sabendo que poderíamos ser pegas a qualquer momento. E se fôssemos achadas iria ser adiós faculdade nos Estados Unidos e hola Colômbia!.

No demorou muito para que ouvíssemos os murmúrios se tornar em vozes mais claras e mais graves. Sentadas no chão com as costas apoiadas na parede da caçamba verde apertei a mão da Renatinha com medo de quem fosse que estivesse pulando o muro naquele momento.

Enquanto ouvia os homens desconhecidos pular o muro me perguntei onde estava Eduardo com o caralho do carro.

Troquei olhares significativos com a minha amiga de infância, os olhos dela me falava claramente que se fossemos pegas estaríamos na mierda!.

Com quem vai disputar hoje? — Olhei em choque para Renata que naquele momento estava mais branca do que a sua blusa. Reconhecendo no exato momento aquela voz masculina.

Erick Baker, uns dos mais desejados da Universidade e como todo libertino, ele tem suas seguidoras para saciar seus desejos carnais e apenas isso. O drama dessa história é que minha amiga esquentadinha brasileira tem um leve tombo por ele.

Oliver — Respondeu, engoli em seco ao reconhecer a voz masculina — Ele quer ganhar de qualquer jeito — Diz Scott Brayer.

Olhei para Renata em choque, sem conseguir evitar a curiosidade espreitei levantando a cabeça. Os dois estavam andando de costas para mim, mais claro, Scott Brayer no é Scott Brayer sem estar com um cigarro no meio de seus dedos, fumando.
Tenho que admitir que nunca fui do tipo de mulher que acha atraente homens tatuados mais esse Scott me intrigava, ele tinha tatuagem até em cima da sobrancelha, e os pêlos? Dios os pêlos dele... Espera, Pêlos?.

Franzi a testa olhando a enorme ratazana, arregalei meus olhos começando a entrar em pânico vendo aquele animal nojento estava conseguindo abrir a tampa do lixo com restos de comidas dentro de uma sacola, com os pêlos todos eriçados castanhos escuros e o rabo pelado ela pula com facilidade para fora do buraco de onde estava.

Soltei a respiração pela boca.

Abaixei devagar para que ela no prestasse atenção em mim. Renata me olhou de um jeito estranho no entendendo minha reação.

No grita... — Sussurrei colocando a mão na boca dela e a outra na minha.

Mesmo avisando no me preparei para o pulo que Renata deu batendo o cotovelo na parede de latão fazendo um eco que se espalhou pela rua quando a ratazana pulou na nossa frente com o saco de lixo na boca.

Ouviu isso?! — A voz de Erick soou alta e depois ouvi um "shiiu" do Scott.

Olhei para Renata, que se mantinha paralisada com os olhos arregalados olhando para o animal a nossa frente.

Tentando caçar alguma coisa com os olhos para jogar no bicho asqueroso que mantinha o contato visual comigo e ao mesmo tempo ouvindo os paços que estavam começando a se distanciar, agora, estavam bem mais perto.

— Tem uma pedra ai? — Perguntei sussurrando.

— Ratazana, ratazana... — Renata murmurou sem parar, gaguejando algumas vezes ela estava entrando em choque.

— Vamos Re, me passa uma pedra... — Sussurrei quase suplicando.

Se a ratazana pulasse em nós sei que iria fazer um estrago no meu belo rostinho insignificante para a sociedade, porém, muito importante para mim. Foi muito rápido, mais senti uma coisa pesada bater no meu colo e joguei no bicho que estava prestes a atacar.

Mais que merda Scott, você viu o tamanho daquele bicho? — Erick exclamou e pelo seu tom de voz diria que incrédulo.

Vamos sair daqui logo, não quero chegar atrasado — Falou Scott bufando.

Só tirei a mão da boca de Renata quando ouvi o barulho deles se distanciando e minutos depois, pneus de carro correndo em alta velocidade.

O suspiro de alívio foi de imediato. Ajudei minha amiga a se levantar que estava ainda em choque e levemente trêmula no muito diferente de mim.

Ei — Renata e yo demos um grito no susto e nos viramos vendo Edu com a expressão facial confusa — Aconteceu alguma coisa?.

— Mais que merda Eduardo! — Renata praticamente rosnou — Por que demorou tanto desgraça!? Eu e a Helo quase fomos pegas.

— Foram? — Preocupado ele olhou em volta na rua deserta — O que aconteceu?.

— Essas cagadas só acontece comigo — Resmunguei com a cara fechada entrando no carro — Só por que yo amo dançar.

Clube de dança. E lá vamos nós!.

6. Januar 2020 00:00:55 0 Bericht Einbetten 1
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