A Entrega - As viagens de Sir Christofer Gallagher Follow einer Story

bhpoiano B. H. Poiano

Em uma de suas paradas Sir Christofer Gallagher e seu escudeiro, Brian, são abordados por um jovem que busca contratar seus serviços; depois de conhecerem Morten são contratados para viajar a Velho Porto e buscar uma caixa misteriosa vinda do outro lado do mundo.


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Gregory

Era manhã e Sir Christofer Gallagher cavalgava, com seu escudeiro, pela estrada principal a caminho de Arys. Antes, na grande cidade de Bikaner, Sir Chris fora abordado por um jovem magro de cabelos amarelo-palha enquanto tomava um copo de cerveja com seu escudeiro Brian.

– Sir. – Disse o jovem cautelosamente.

– Olá. – Respondeu Sir Christofer polidamente.

– O Sir estaria disponível para um trabalho? – Sir Chris acenou positivamente e o jovem sentou-se ao lado de seu escudeiro. – Meu pai está contratando um cavaleiro para fazer uma pequena busca para ele.

– Busca? – Perguntou Brian. – E o que exatamente iriamos buscar?

– Isso meu pai recusou contar-me. Ele pediu para eu achar um cavalheiro, e me indicaram o senhor.

Sir Christofer encarou-o. O jovem vestia roupas caras, seu camisão era amarelado, da mesma cor dos cabelos, mas a calça era marrom escura; usava botas recém engraxadas e uma adaga na anca esquerda.

– Não vai pedir nada para beber?

– Estou com presa. – Disse o jovem.

– Beba, eu insisto. – Disse Sir e subiu seu copo a boca.

Sir Christofer podia ser chamado de velho, mas nunca fazia uma negociação depressa. E o jovem parecia nervoso ao seu lado.

– Como se chama?

– Gregory.

A garçonete passava, Sir Chris parou-a e pediu um copo de cerveja para Gregory, que fechou o rosto assim que percebeu que não teria escolha. Brian ainda tinha metade do copo cheio, bebeu tudo em um gole só e o entregou para a garçonete trazer cheio mais uma vez. Sir Chris bebeu um gole raso, seu copo de um litro estava quase cheio. Não queria estar bêbado quando começarem a negociar.

– Como seu pai se chama? – Perguntou Brian.

– Pode chamá-lo se Senhor Morten.

– Morten. – Repetiu Sir Christofer. – Acho que conheço esse nome, você é de Arys, não é? Gregory Morten.

– Somos. – Disse Gregory, a garçonete trouxe os dois copos de madeira com um litro de cerveja cada. – Então aceita o trabalho?

– Depende de quanto iremos receber. – Disse Brian. – Por mais que adoramos ajudar pessoas, e nós adoramos, não podemos fazer isso de graça.

– Meu pai está disposto a pagar cem moedas de ouro e duzentas de prata.

Sir Chris fechou o rosto, se debruçou na mesa, Brian fez o mesmo.

– Trezentas moedas? – Disse exacerbado. – O que seria tão importante que seu pai pagaria tanto?

– E por que procurar dois cavaleiros ao invés de mandar os dele próprio?

– Um cavaleiro e um escudeiro. – Disse Sir Chris e Brian fez careta.

– É um pacote vindo de Hroengardh. – Disse Gregory. – É só isso que posso dizer.

Sir Christofer pensou por um instante, e enquanto sua cabeça se revirava de pensamentos ele bebeu um gole de sua cerveja. Estava curioso, isso ele admitia, Sir Chris já fez muitos serviços diferentes, mas a menção Hroengardh o pegara desprevenido, todos no ocidente do mundo tinham curiosidade sobre o que acontecia em Hroengardh, dizia-se que bestas enormes dominavam o local e somente não vinham para cá pois o oceano era muito grande.

– Aceitaremos. – Disse por fim. Apertou a mão de Gregory e bebeu o resto de cerveja do seu copo. Quando viu que o jovem não fez o mesmo. – Beba, um bom negócio não terá sorte se os dois negociantes não beberem depois de apertar as mãos.

O jovem o olhou confuso.

– Beba. – Disse Sir Christofer e Brian ao mesmo tempo. E o jovem bebeu dois goles. Sir Chris riu alto. – Beba! – O jovem colocou o copo na boca e Brian virou-o, derramando cerveja no camisão e calça de Gregory, cerveja, também, entrou pelo nariz do jovem, que começou a tossir. Sir Christofer e Brian riram alto.

Sir Christofer riu e levantou. Christofer Gallagher era um homem alto, tinha um metro e noventa e cinco, e era forte como um touro velho. Na cadeira estava seu cinto, retirou-o e prendeu-o, deixando sua espada longa presa na anca direita. Esticou as costas e as pernas, fazendo os joelhos estralarem. Sir Chris não usava roupas chiques, usava uma camiseta simples, feita exatamente para seu tamanho, assim como o couro fervido e a cota de malha, e sobre tudo usava uma túnica branca que tampava sua barriga e costas, deixando os lados livres. E seu elmo.

– Você terá de ir até meu pai em Arys, ele lhe adiantara o pagamento e dará uma carta para entregar ao capitão.

– Irei.

Brian levantou. Brian tinha a estatura menor que um homem normal, mas não chegava ao tamanho de um anão, ele tinha um metro e cinquenta e cinco. Retirou seu cinto da cadeira e colocou-o no corpo, uma adaga na anca direita e uma espada na esquerda. Sir Chris não usava adagas, pois não via sentido para um homem na sua estatura.

– Diga a meu pai que eu o mandei.

– Direi. – Disse Sir Chris. – Também é tradição o contratante pagar a cerveja de seus contratados. – Disse enquanto ele e Brian saiam pela porta da taverna.

21. Dezember 2019 01:00:12 0 Bericht Einbetten 1
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