Aquamarine Follow einer Story

ageha_sakura Ageha Sakura

Matthew era um garoto bastante tranquilo. Sua vida sempre se resumiu em ser uma pessoa boa, não se importar com status e valorizar somente amizades que valessem a pena. Após alguns problemas e decisões próprias, o mesmo decide ir mudar de vida. Viaja para a ilha onde sua tia mora e lá se encanta pelo doce canto da sereia, numa linda tarde de verão. [long fic • bwoo • sereia!au]


Fan-Fiction Bands/Sänger Nur für über 18-Jährige.

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Pequena Concha

Bom dia / Boa tarde / Boa noite


Sejam todos bem vindos a "Aquamarine"!


Espero que embarquem nesse romance repleto pelo encanto da sereia. 🐚


Boa leitura 💕


_______________


Matthew viveu sua vida sempre sendo um garoto popular.

Curtiu muitas festas quando adolescente, ficou com garotas muito bonitas e de todas as "classes".

Sempre foi um cara muito legal, receptivo e se dava bem com qualquer um. Nunca se achou superior ou melhor que ninguém, pois sua mãe havia lhe ensinado a humildade.

Possuía e ainda possui um grande coração. Sempre se importou com todos, ajudou muitas pessoas e espalhou muito amor por onde passava.

Agora com seus vinte e três, desempregado e vivendo uma vida completamente monótona resolveu criar coragem o suficiente para ligar para sua tia e pedir – lê-se implorar – para morar com ela.

Sua sorte foi a mais velha ter tanta simpatia consigo a ponto de deixar e ainda oferecer-lhe um emprego.

Finalmente parecia que tudo estava dando certo. Repetia isso sempre enquanto arrumava suas malas e saiu do pequenino apartamento, onde morou desde que saiu do ensino médio.

Um sorriso estampado no belo rosto, um óculos de sol e uma grande mochila nas costas. Tudo parecia perfeito!

Havia comprado uma passagem de avião para a ilha onde sua tia morava. Havia pegado um ônibus, pagado sua passagem e sentado em um dos bancos mais altos, podendo admirar a bela vista de Seoul, antes de finalmente se despedir da cidade grande.

Não demorou muito para finalmente esta na porta do aeroporto, revendo toda sua vida ate o momento de agora.

Tentou buscar algum fator para poder impedi-lo de fazer essa loucura, mas nenhum veio em mente então apenas seguiu em frente. Passo a passo se aproximando do balcão onde mostrou sua passagem e confirmou o horário do voo.

Esperou quase uma hora até finalmente ouvir no auto-falante seu voo ser chamado.

Andou sem pressa, aproveitando cada segundo. Inspirou o ar até ouvir o seu telefone tocar.

Estranhou, mas não tardou em atender e se deparar com a voz chorosa de Somin.

— Não faz isso Matt... Me perdoa por ter deixado nosso amor esfriar, mas por favor não vá embora! Não me deixe!

— Somin... Já conversamos o suficiente para você entender que eu não a amo mais. E essa decisão eu tomei por mim mesmo, não por causa do nosso relacionamento. Eu sinto muito por tudo, mas eu preciso ir... Fique bem. Eu sei que o TaeHyung vai te fazer bem.


Encerro a ligação sem querer mais ouvir a mesma implorando por algo que estava machucando os dois, não tinha mais salvação para aquele relacionamento.


Ouviu a voz ecoar novamente avisando que o voo iria partir, então apressou-se o suficiente para conseguir chegar no local de embarque, resolver tudo e finalmente entrar na aeronave.

Suspirou ao colocar o cinto. Estava sendo difícil mesmo não sentir um pouco de culpa por Somin, mas sabia que seria o melhor para ambos.

Olhou para a janela e sorriu para o céu azulado repleto de nuvens fofinhas.

Sentiu o avião começar a levantar voo e finalmente pode experimentar a sensação de estar nas nuvens.

[.🌊.]

Não soube dizer quando exatamente chegou, mas estava lá.

Avistou sua tia junto de algumas pessoas totalmente desconhecidas para si.

Aproximou-se e foi recebido por um abraço caloroso da mesma, que não hesitou em depositar diversos selares em sua bochecha.

— Nem acredito que vai mesmo morar comigo! Estou muito animada meu grandão. – Depositou uma pequena carícia em meus fios e sorri para si como uma resposta.

— Venha! Conheça o meu paraíso particular.

Juntos saíram acompanhados das pessoas que estavam com a mesma. Entraram na caminhonete velha do tio do mesmo e claro que grande parte foi na carroceria, assim como ele.

Foi um passeio bastante animado. Repleto de conversas, uma brisa boa e a bela visão do mar azulado e jurou ter visto alguns golfinhos saltitando.

Finalmente chegando na casa da mesma pulou da caminhonete, pegou suas coisas e entrou na residência.

Foi indicado onde deveria ser seu quarto, guardou sua mala e saiu acompanhando sua tia para conhecer o estabelecimento da mesma.

Um pequeno restaurante com vista para o mar e possuía uma conexão com a casa, sendo um grande terreno contendo os dois imóveis próximos um ao outro.

E sem demora já teve que colocar o avental e começar a ajudar a mais velha, pois o movimento seria grande por ser final de semana.

Praticamente corria de um lado para o outro. Anotava pedidos, entregava e limpava as mesas. Quando o calor batia tinha a brisa forte para refresca-lo enquanto o som do mar acalmava a tensão.

Depois de tanto ajudar a mais velha foi liberado para o almoço. A comida típica da região era rica em uma mistura deliciosa de sabores. Se viu apaixonado pela receita repassada por todos os membros da sua família.

Ao terminar lavou a louça e se trocou, se vestindo adequadamente para ir aproveitar a ilha tropical como tinha direito.

Pegou a prancha emprestada do seu primo e junto dele foi levado ate a melhor praia da região. Desceu do automóvel e agradeceu ao mesmo. Caminhou sobre a areia fofinha e branca, sentindo o sol escaldante começar a queimar sua pele.


Sem demora pulou no mar aproveitando a frieza da água. As ondas começavam a se formar, dando espaço para o mesmo se aventurar sobre elas.

Fazia diversas manobras enquanto um doce sorriso brotava cada vez mais, deixando extasiado com tamanha felicidade em viver um vida pacífica. Tudo do jeito que sempresonhou.


[.🐬.]

Estava deitado debaixo de uma árvore imensa.

A brisa do vento acalmando o ambiente e tornando tudo amigável. Uma calmaria invejável por muitos.


Matthew não pensava que se encantaria tão facilmente pelo lugar, mas agora estava aprisionado e viveria o resto da vida ali se fosse necessário.

— Finalmente paz...

Pensou em Somin, em TaeHyung e os demais amigos que deixou em Seoul. Se sentiu um pouco triste, mas sabia que era o melhor para todos seguirem suas vidas e talvez se comunicarem algumas vezes. Tudo para não perder o contato.

Somin... Havia sido aqueles típicos romances de animes e mangás shoujo, onde ambos se conhecem no ensino médio e acabam descobrindo sentirem algo especial um pelo outro.

Confessou que foram bons todos os momentos e as lembranças com ela, mas no fundo ele sempre soube que não aamavade verdade.

Sempre soube que um dia a separação viria, pois algo dentro de si queimava quando a beijava, tocava e se entregava a ela em algumas noites.

Parecia um alerta dizendo-lhe que não era o certo a si fazer, mas quando via estava realizando. Talvez por medo de decepciona-la.

Percebeu que estava tarde quando olhou para o céu e viu que o sol estava perto de se por.

Levantou-se e caminhou com a prancha debaixo de seu braço.

O céu tomava cores diferentes, por isso não resistiu em colocar a prancha na areia e retirar o celular para tirar algumas fotos.

Estava sem pessoas na região, não sabia ao certo o motivo mas continuou.

Quando se virou de costas pode ouvir um doce canto entonar, causando diversos arrepios em seu corpo.

Ficou paralisado. Não conseguia se mexer e isso estava o assustando.

Não conseguiu perceber, mas já começava a caminhar em direção ao mar.


Algo muito errado esta acontecendo. Pensou o bastante para perceber que não possuía controle algum do corpo.

Começou a se desesperar. O que ele faria? Iria morrer igual nos filmes e lendas antigas?

De repente quando a água chegou na sua cintura conseguiu controlar seu corpo. Foi um alivio.

— Como... Bom não quero saber, vou apenas voltar pra casa e tudo certo. – Correu para fora da água e quando estava saindo viu um brilho fraquinho saindo da areia. Se aproximou e pode constatar ser uma bela concha com cores bastante únicas. Guardou em seu bolso, pegou a prancha saindo com pressa.

Finalmente conseguiu chegar, bastante exausto o que assustou sua tia.

Tomou um banho e se jogou na cama, olhando a concha e lembrando a doce cantoria que havia o controlado naquele momento.

Se perguntava se as histórias sobre sereias eram reais mesmo, por que uma pontinha de dúvida ainda existia em si.

Se levantou e pegou o notebook. Digitou a palavra no Google e começou a ler diversas coisas sobre o assunto.

Ficou impressionado com cada matéria, artigos entre outros. Ficou fascinado pelo assunto.


Olhou novamente para a concha e um pensamento louco tomou conta de si. Não deveria ter ideias tão malucas, mas não conseguia evitar.


Olhou a janela e podia ver o crepúsculo tomando de conta do céu. A escuridão lá fora em contraste com o barulho do mar.


Levantou e foi tomar um banho. Tentou colocar as ideias no lugar com a ajuda da água, mas nada surtia efeito.

Estava encantado pela tal sereia.

Terminou seu banho, se enxugou e tratou de vestir roupas leves. Arrumou o cabelo, passou perfume e pegou a concha, segurando-a com um pouco de força.

Saiu do quarto, avisou a tia que iria dá uma volta e a mesma apenas o avisou para não voltar tão tarde.

Já do lado de fora criou coragem e seguiu em frente com passos firmes. Temia por algo, mas iria ate o fim sem medo algum.

Podia ver algumas pessoas passeando nas ruas, mas não via ninguém na praia ou próxima dela.

Talvez por isso o restaurante era fechado a noite, por não haver ninguém nas praias.


Depois de caminhar por algum tempo conseguiu chegar e se surpreendeu com o que viu.


O mar brilhava intensamente. Uma coloração azul escura incandescente dominando toda aquela imensidão.

Desceu os degraus e se aproximava mais ainda, mesmo percebendo que o mar estava aumentando.

— Uau... Isso é lindo.

Estava tão maravilhado! Nunca havia visto algo como aquilo.

A ventania cada vez mais forte, dando toda a força que o mar precisa para avançar.


E em contraste com tudo isso veio a doce cantoria novamente. Uma voz tão sedutora e única. Parecia enlouquecê-lo e fazê-lo querer está com ela somente para si.

Era incrível e assustador a forma como seu corpo se tornava totalmente entregue. Queria possuir aquela maravilha para si. Abraça-la ecuidardela de uma forma especial.

Lembrou do trecho de uma das informações que leu mais cedo.

"Sereias conseguem seduzir os homens, os fazendo ter desejos sexuais e caírem ao mar em busca satisfação com elas."


Desejos sexuais... Mas por qual motivo consigo só sentir vontade de protegê-la? Não sentia nenhum desejo desse tipo, apenas queria cuidar e ser apoio de um ser místico que nunca viu na vida.

Aproximou-se e num ímpeto de loucura falou:

— Você esta aqui e eu sei disso... Por favor apareça! Eu quero te ver...


Com os pés dentro da água podia ver alguns peixes se mexendo, mas não via sinal algum da tal sereia.


— Por favor... Eu não irei te machucar. Eu só quero falar com você.

Se abaixou enquanto mostrava a concha e tocava o mar com a outra mão.

Pôde ver uma movimentação estranha entre os peixes. Golfinhos começaram a se aproximar de si e junto deles viu uma bela jovem de cabelos loiros platinados.

Ficou espantado e admirado. Nunca havia visto mulher mais linda que ela. Estava impressionado com toda a situação que foi envolvido.

— Não precisa ter medo. – Nem percebeu quando disse isso, mas pareceu acalmá-la a ponto da mesma se aproximar e mostrar a calda de cor azul e verde claro.


Ela se aproximou até deixar seu rosto extremamente perto do dele, fazendo-o engolir em seco com toda aquela aproximação repentina.

— Você... digo... Qual é o seu nome?


Ela inclinou um pouco a cabeça como se tentasse ler os pensamentos do mesmo. Demorou um tempo ate levar sua destra em direção ao rosto do mesmo, depositando uma carícia na bochecha do mesmo.

— Me chamo Jiwoo, humano. Como você conseguiu resistir ao meu encanto? Qualquer um estaria morto se tivesse tido o prazer de ouvir minha voz.


Seu olhar curioso era retribuído com intensidade pela mesma. Parecia se perder na imensidão dos olhos azulados como o mar. Um infinito totalmente desconhecido, mas que teria o prazer de desvendar se lhe fosse permitido.

— Matthew... Meu nome é Matthew, Jiwoo. E nem eu sei como consegui resistir, mas a concha é sua? – Mostrou o objeto a garota que desviou a troca de olhares para fitar a pequena concha com cores semelhantes a sua calda.


— Não, mas ela é bonita. Matthew... Seu nome é interessante. – Sorrio docemente e se virou em direção ao mar — Preciso voltar para casa... amanhã volte no mesmo horário e me encontre nos rochedos.


Não teve tempo de se despedir, pois a garota havia sumido nas águas e o brilho havia ido embora junto com ela.


O que lhe restou foi somente uma concha, sua lembrança e um convite para se encontrarem.


Parecia como nos filmes de animações, só que dessa vez era uma realidade.


A realidade presente na beleza do olhar de uma doce e encantadora sereia.


*Notas do Autor*


Espero de verdade que tenham gostado dessa bwoo sobrenatural e possam acompanhar a partir de agora.


Essa belíssima capa foi feita pela pessoa mais incrível, maravilhosa e perfeita desse mundo, vulgo minha amada @YOONIERIS 💕 apreciem essa obra de arte.


Twitter: @stephy_lilian

CuriousCat: https://curiouscat.me/stephy_lilian


AMO VOCÊS DEMAIS 💞

28. August 2019 22:27:50 0 Bericht Einbetten 1
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