Milagre de Natal Follow einer Story

aikimsoo Ai KimSoo

Jongin estava sendo feito de escravo na véspera de natal, porque sua casa estava uma bagunça pós- obra e seus pais resolveram que iriam usá-lo para arrumar tudo. Poxa, com tantos milagres que aconteceram no natal, seus pais precisavam mesmo dar a tarefa de arrumar a bagunça para si? Mas Jongin parou de reclamar no segundo em que seu namorado, Kyungsoo, apareceu e se ofereceu para ajudá-lo, afinal, poderiam passar mais tempos juntos e terminar a arrumação antes dos convidados chegarem. Porém, o que Jongin não imaginava, era o presente de natal que iria ganhar às 00h. O mesmo serve para Kyungsoo Porque, no final de tudo, ambos estavam vivendo mais um Milagre de Natal.


Fan-Fiction Bands/Sänger Alles öffentlich.

#gay #yaoi #fluffy #natal #kaisoo #aikimsoo
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Por favor, um milagre de natal

Jongin estava jogado no chão de piso de sua casa, enquanto olhava o teto e sentia cada cantinho do corpo doer em exaustão, quando pensou em todos os pecados que cometera na vida para estar sofrendo naquele momento. Estava saturado da obra que seus pais resolveram fazer no final de ano, porque agora o estavam escravizando para arrumar tudo. Estava de férias da faculdade, poxa, não era para ser feito de escravo.

-Jongin?! Mas o que aconteceu com você, criança? - ouviu a voz da irmã mais velha e nem se deu ao trabalho de levantar para olhá-la.

-Estou morto, noona! Nossos pais estão me fazendo de escravo desde que a obra acabou. Se estou cansado de arrastar os móveis de um lado pro...

-JongAh, a Rahee está me babando todo! - e aquela voz grossa que interrompera o que Kim Jongin dizia foi o suficiente para fazer o garoto sentir os pelinhos do corpo se arrepiarem. Imediatamente se colocou sentado e foi agraciado com a imagem de Do Kyungsoo, o enteado de sua irmã e um ano mais velho que si, carregando a própria meia-irmã e consequentemente a sobrinha de Jongin.

-Oppa, oppa, oppa!!! - Rahee cantarolava e puxava os cabelos do irmão mais velho, que tentou se fazer de durão, mas acabou sorrindo.

-Hyung! - Jongin chamou pelo mais velho, que desviou a atenção da pequena criança de 3 anos e viu o jovem adulto de 21 anos sentado no chão com uma expressão de criança querendo atenção.-Jongin-ah! - se animou e apressou-se a adentrar a casa. - Eu pensei que você não estaria em casa agora, estou mandando mensagem desde cedo e não me responde! - brigou e JongAh riu.

-Jongin estava sendo escravizado por nossos pais, Kyunggie. Acho que ele nem teve tempo de olhar as mensagens no celular. - a mais velha saiu em defesa do irmão, que continuava sentado no chão.

-Rahee, vai ver a vovó e o vovô, oppa vai ajudar seu tio Jongin a arrumar a casa, ok? - Kyungsoo pediu a mais nova, que concordou com um sorriso de dentinhos branquinhos de leite e se agitou para ir para o chão. Assim que foi colocada no piso, correu até o tio.

-Tioooo, saudades, tiooo! - gritou, deu um beijo estalado na bochecha do moreno e saiu correndo para a cozinha. - VOVÔ, VOVÓ, RAHEE CHEGOU! - anunciou aos quatro ventos e os adultos riram.

-Acho melhor eu ir atrás dela antes que ela esbarre com o Mongu, Jjang Gu e Jjang Ah. - a madrasta de Kyungsoo, e consequentemente a irmã mais velha de Jongin, se pronunciou e saiu correndo atrás da filha arteira.

Os dois jovens adultos riram e ficaram olhando por onde a mais velha tinha corrido, pois sabiam que Rahee era um furacão ambulante e todos sofriam com suas artes do dia-a-dia. Mas enquanto Jongin continuava olhando para a direção em que sua irmã e sobrinha sumiram, Kyungsoo se aproximou do maior, se ajoelhou no chão e puxou o rosto de Jongin para si, roubando um beijo apaixonado do mais novo.

Jongin tinha 21 anos e Kyungsoo 22, mas se conheciam desde os 10 e namoravam desde os 19/20, respectivamente. Tudo começou quando o pai de Kyungsoo se mudou para a casa ao lado da família Kim, sendo Kyungsoo e Jongin apenas crianças e JongAh uma recém-adulta. A mãe do pequeno Do havia falecido há cerca de 1 ano e como estava sendo difícil para a família Do superar a dor da perda, resolveram que mudar de cidade seria a melhor maneira de recomeçar.

O pai de Kyungsoo era dono de uma empresa de traduções, tinha 29 anos e estava sendo um homem bem-sucedido. Sua falecida esposa tinha engravidado por acidente quando eram adolescentes, porém, ambos tinham uma família bem estruturada, então não tiveram problemas em se tornarem pais cedo e permanecerem com seus respectivos estudos.

Coincidentemente, tanto a falecida Do quanto o próprio Do queriam se tornar tradutores do coreano para o Japonês e isso os tornou tradutores juramentados, resultando em criarem uma empresa aos pouquinhos. Infelizmente, a mãe de Kyungsoo veio a óbito quando engravidara pela segunda vez, pois a gravidez era de risco e acabou perdendo muito sangue no parto. Este acontecimento foi um marco tão grande na vida da família Do, visto que nem a criança e a mãe sobreviveram, que o senhor Do jurou que se um dia viesse a arrumar uma esposa novamente, jamais a engravidaria.

JongAh tinha 20 anos na época em que os novos vizinhos chegaram e estava cursando faculdade de administração, porém, sempre arrumava tempo para cuidar do irmão mais novo e de algumas crianças que os adultos da vizinhança a pagavam para olhar. Gostava de ter o próprio dinheiro para sustentar os gastos da faculdade e não incomodar os pais e foi desta forma que o senhor Do Hyungsoo e Kim JongAh se conheceram, porque Kim Jongin e Do Kyungsoo já eram amiguinhos por serem da mesma turma na escola desde que Kyungsoo entrara no colégio.

Por temer deixar o filho sozinho em casa e estar em busca de uma babá, Hyungsoo resolveu bater na porta dos vizinhos e perguntar se era ali que existia uma jovem que tomava conta de crianças. JongAh passou a ficar cuidando de Kyungsoo desde então e a amizade entre os Do e Kim foram crescendo ao longo dos anos.

Quando JongAh terminou a faculdade e tinha 23 anos, Hyungsoo se confessou para a mesma e ambos começaram a namorar, não tardando para ficarem noivos e se casarem. Kyungsoo gostava muito da nova madrasta, porque a mesma sempre o tratou bem e na época nem tinha como alegar que era por ter interesse em seu pai. Kyungsoo sempre soube que JongAh era sincera consigo, assim como todos da família Kim eram.

O casamento ocorreu quando JongAh tinha 24 anos, Hyungsoo 33, Kyungsoo 13 e Jongin 12. Foi uma alegria sem fim para todos e as famílias se davam muito bem. Os anos foram se passando e JongAh trabalhava na empresa do marido, o auxiliando em toda parte burocrática, além de ser uma excelente madrasta para o pequeno Do.

Mas assim como a paixão entre a jovem e o homem surgiu, o cupido acertou Kyungsoo e Jongin ao longo dos anos. Ambos temeram que pudessem acabar com a amizade e Jongin até mesmo tentou namorar com uma veterana da faculdade de artes, mas no final, quando chegara ao Natal dos seus 19 anos, resolveu se confessar. Se confessou dando uma cadelinha para Kyungsoo, ao qual o menor nomeou como Pimenta, logo após declarar seus sentimentos a Jongin também.

Entretanto, como se já não bastasse ter sido no natal que ambos começaram a namorar, fora no natal que JongAh dera à luz a Rahee anteriormente. Hyungsoo considerava o nascimento de sua filhinha como um milagre de natal, assim como todos da família, tendo em vista a maneira trágica que a família Do tinha se desestruturado antes de se mudarem para a nova casa. Rahee era o milagrinho dos Do e dos Kim. Jongin devia confessar que fora graças a Rahee que teve coragem de se confessar.

Por serem universitários, ficavam responsáveis de entreter a pequena garotinha quando estavam em casa e desta forma, Jongin foi percebendo aos poucos que ser correspondido por Kyungsoo talvez não fosse algo impossível, por isso resolveu se confessar no natal, pois tinha esperança que um milagre acontecesse e Kyungsoo correspondesse aos seus sentimentos. No final, o milagre de natal acontecera mais uma vez e ambos viraram namorados.

Kyungsoo apartou o beijo que iniciara, pois ouviu o latido de vários cachorros, se assustou e depois soube que sua cadelinha tinha chegado para se juntar aos cachorrinhos de Jongin e criarem uma zona na casa. A paz tinha sido assassinada.

-Levante, jagi, vou te ajudar a mudar as coisas na casa. - sussurrou para o mais novo, que apenas sorriu bobo.

-Eu ia dizer pra você não me ajudar e deixar que eu faço tudo, mas quanto mais gente melhor e dessa forma podemos passar mais tempos juntos. Esse final de período foi só derrota. - resmungou e Kyungsoo riu.

-Concordo plenamente, mas pelo menos eu passei em Japonês III e você em História da dança III. - argumentou enquanto se levantava.

-É, tem razão. Escrevi tanto naquele dia, que pensei que perderia o movimento das mãos. - o moreno dramatizou e Kyungsoo riu.

-Mas diga-me, por onde começamos? - questionou.

Foi num piscar de olhos que viu a expressão sorridente de Jongin desmoronar, assim como o próprio moreno que deixou o corpo ir de encontro ao chão.

-É isso que eu não aguento mais! Tanta coisa pra fazer, que eu nem sei mais por onde começar! - fez birra. Estava cansado de estar arrumando a casa há dois dias e ainda ter um monte de coisa para ser feita.

-Pois vocês dois arrumem um rumo, porque 20h a família começa a chegar e eu quero essa casa impecável! - a senhora Kim surgiu de repente e tinha Rahee em seus braços.

-Mas mãe, é impossível! - Jongin protestou, apenas rolando no chão para apoiar o corpo nos cotovelos e não precisar levantar. - Eu estou exausto! - insistiu.

-Quero nem saber! Arrume essa casa pela última vez, anda! - a mais velha ordenou e saiu, voltando para cozinha.

-Arrumar a casa pela última vez? - o moreno repetiu confuso.

-Aish, isso é muito pesado, me ajuda aqui, Jongin-Ah! - Kyungsoo gritou de repente e só deu tempo de Jongin ver o menor tentando arrastar o sofá para outro lado.

Desistindo de entender o que mãe falava, pois o desespero em ajudar Kyungsoo era maior, então Jongin nem se deu conta que o que a mãe dissera podia guardar significados muito além. Kyungsoo agradeceu internamente pelo namorado ser tão zeloso em relação a si, porque foi fazendo uso dessa preocupação que conseguiu impedir que o presente de natal fosse por água abaixo depois da pista que a sogra tinha soltado. Quando Jongin ficava curioso, se tornava insuportável e Kyungsoo sabia que seria impossível manter segredo até meia-noite com Jongin buzinando em seu ouvido.


[...]


Às 20h, quando o primeiro parente chegou, Jongin e Kyungsoo tinham terminado de jogar o último saco de lixo fora. A senhora Kim os parabenizou pelo ótimo trabalho em deixar a casa impecável e os mandou irem se arrumar, pois precisavam estar juntos de todos num momento extremamente especial.

Decididos a tirarem o suor do corpo, Jongin seguiu para o banheiro de sua casa e Kyungsoo para a casa ao lado, já que era onde residia e sua roupa de natal estava, além do presente de Jongin. Acabou demorando mais do que devia na hora de se arrumar, pois ajeitou o cabelo em um topete, passou um pouco de maquiagem, demorou escolhendo perfume, relógio, sapato... Enfim, se preocupou demais com o próprio visual. Estava nervoso com o presente que daria, então tentava descontar em se arrumar, para aliviar a tensão.

Somente quando o celular começou a tocar, soube que era Jongin o chamando para ir logo para a festa de Natal. Pegou o pequeno embrulho, guardou no bolso da calça preta e se apressou a ir para a casa ao lado.

Mal chegou e já se deparou com a parte chata da sua família conversando com a parte chata da família de Jongin. Eram uns tios distantes que mantinham um conservadorismo extremo, o que resultava em não aceitarem o relacionamento entre ele e Jongin.

Claro que a família toda demorou a aceitar, mas já era um pouco esperado se fossem pensar em como ambos sempre foram grudados. O mais importante nisso tudo, é porque a família dos dois jovens se preocuparam em saber se os filhos estariam felizes juntos e desde que estivessem, tudo estaria bem. Não iriam se focar no fato de ambos serem homens.

-Ó Kyungsoo, querido, quanto tempo! - sua tia avó conservadora o cumprimentou e por ser educado, fez uma breve reverência a mesma.

-Como a senhora está? - perguntou por cortesia.

-Maravilhosa! Inclusive, querido, a neta de uma amiga minha é muito bonita, está se formando em medicina e ficou muito interessada em você quando mostrei uma foto. - comentou como quem não quer nada e Kyungsoo precisou ser firme para não mandar a mulher tomar conta da própria vida.

-Eu fiquei interessado primeiro e nem foi por foto, não é à toa que estamos fazendo 2 anos de namoro, não acha? - Jongin surgiu de repente e abraçou Kyungsoo por trás, depositando um beijinho no pescoço do mesmo. - Diga a futura médica que o futuro tradutor de japonês está comprometido com o futuro professor da academia de dança do país. Foi um prazer revê-la, senhora, mas agora Soo e eu precisamos deixá-la só, porque queremos nos pegar no primeiro canto que encontramos. Feliz natal! - foi sarcástico e não esperou pela reposta, puxando Kyungsoo para longe dali.

O mais velho desatou a gargalhar, pois Jongin podia ser a pessoa mais ingênua e manhosa do mundo, porém, se mexessem com o relacionamento dele com Kyungsoo, o garoto se tornava a pessoa mais irônica e insuportável que alguém poderia conhecer.

A festa foi se passando e as horas também, principalmente porque Rahee achou de ficar agarrada no seu irmão mais velho e em seu tio. Kyungsoo e Jongin amavam a pequena com todo o coração e muitas vezes se imaginavam futuramente sendo pais, mesmo que soubessem que seria difícil adotarem no país em que viviam.

Mas quando deu 23h e 50min, Kyungsoo entregou a irmã para o pai e saiu arrastando Jongin para o quarto do mais novo. A princípio, Jongin ficou confuso, mas quando viu Kyungsoo fechar a porta de seu quarto e retirar um embrulho do bolso da calça, sentiu uma adrenalina percorrer seu corpo.

-Dentro de 2 minutos o natal vai de fato chegar e eu espero que possa ser agraciado com mais um milagre de natal. - balbuciou como um pedido aos anjos e quando ouviu o primeiro fogos, estendeu a caixinha para Jongin. - Jongin-ah, você aceita morar comigo?

E mesmo Jongin demorando um minuto inteiro para processar, de fato, o ocorrido, tomou Kyungsoo em seus braços e o encheu de beijinhos.

-Só aceito morar com você, se você aceitar ser meu marido. - alegou estendendo a caixinha com duas alianças.

O casal acabou rindo e depois depositaram a caixinha de Kyungsoo - que continha um par de chaves de alguma casa - e a caixinha de Jongin - que antes continha um par de alianças -, na cama do mais novo e se beijaram.

Completavam 2 anos de namoro naquele natal e mais um milagre os tinha agraciado com sua aparição. Porque mesmo que não pudessem se casar nos papéis, Jongin teria Kyungsoo como seu marido em seu coração e Kyungsoo teria Jongin como marido no seu. Eram tão perfeitos um para o outro e tão abençoados por terem mais um milagre de natal, que além de terem se tornado marido e marido naquela noite, ainda teriam um lar para chamarem de só deles. Jongin fez o pedido e Kyungsoo arranjou o lar, sem que nada fosse combinado entre os dois. Se alguém os perguntasse se acreditavam em milagres natalinos, ambos diriam que estavam juntos graças a um milagre de natal.

31. Juli 2019 03:29:51 0 Bericht Einbetten 0
Das Ende

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