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tiotobirama brener Silva

Quando se quer apenas satisfação as vezes é melhor deixar um pouco da ética profissional de lado (songfic de Satisfaction - Benny Benassi)


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 21-Jährige (Erwachsene).

#songfic #yuri #Tsumei #bugdomileniofns
Kurzgeschichte
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Etica?

Olhou para o relógio na parede da sala do café e comemorou internamente, sói faltava vinte minutos para o enceramento de um longo, movimentado e estressante plantão no hospital, só pensava em chegar em casa, comer algo e se tivesse pique tomar um banho porque nessa altura oque Mei queria era só dormir e acordar no outro dia.

Pegou um café pequeno na maquina e saiu, pra uma ultima olhada nos pacientes daquela longa noite rezando para que nada acontece-se e ela tivesse que esticar ainda mais no hospital.

Quase quinze minutos depois saindo do ultimo quarto e tomando o caminho do vestiário para se trocar viu uma pequena movimentação próximo a sala de reuniões, pronto só faltava algum engravatado decidir fazer uma reunião longa e tediosa bem no fim do seu turno, tentou ir pelo outro lado, mas um dos enfermeiros da maneira mais inconveniente do mundo a chamou.

-Doutora Terumi – falou fazendo Mei fechar os olhos e revira-los internamente.

Faltando cinco minutos para ir embora provavelmente ficaria mais duas horas ali esperando algum velho diretor do hospital ficar falando sobre o novo convenio com alguma empresa ou sobre como consumem café demais no turno da noite.

Entrou já pedindo calma e força a qualquer deusa que pudesse ouvir para que não dormisse no meio da reunião.

Sentou respirando fundo quando viu o velho Onoki o médico chefe do hospital sentado ali do lado de um senhor que provavelmente era da diretoria, mas em meio a toda aquela áurea enfadonha, seus olhos foram atraídos para uma mulher nunca antes vista por eles e se sentava ao lado dos dois velhos.

Talvez fosse o sono ajudando ela a se focar na imagem mais interessante do ambiente, mas não conseguia deixar de admirar sua beleza, lhe analisando sutilmente.

Loira, olhos verdes o cabelo preso apenas em um rabo de cavalo simples e não deixou de notar os seios lindos que a mulher tinha. Foi automático que seu olhar se dirigisse a eles, mesmo que de forma tímida.

Pronto o sono a tinha feito voltar à adolescência.

Arrumou-se na cadeira e ajeitou a postura por costume quando a mulher olhou em sua direção e sorriu. Não sabia quem ela era, mas agora só pensava que já tinha deixado uma primeira má impressão, visto que logo depois ela perguntou algo para o Onoki, em tom confidencial, logo depois o medico a olhou e respondeu algo para a desconhecida.

Não demorou muito para que a sala ficasse cheia e a reunião começasse.

Como esperado por Mei foi o de sempre, comentário sobre os gastos com material não essencial, como se café não fosse essencial, e depois uma breve apresentação sobre um novo tipo de antibiótico que receberão nada de novo.

Foi então no ponto que estava quase dormindo que a desconhecida e os outros dois se levantaram, passou a prestar mais atenção a fim de descobrir a identidade da mulher.

-Bom senhoras e senhores é com imensa satisfação que venho anunciar a minha aposentadoria – Onoki falou em tom de brincadeira – mas falando sério depois de duas décadas a frente do hospital chegou o momento de parar de ser um velho chato aqui e ir ser um velho chato em alguma praia ensolarada enquanto a minha coluna agüentar – falou arrancando risos de todos – bem eu não estou saindo exatamente hoje, mas já para preparar para minha aposentadoria a minha substituta já foi escolhida, essa é a doutora Tsunade Senju da filial da capital.

Tsunade, Mei buscou na mente se já tinha ouvido falar dela, em poucos segundos se lembrou de um artigo que leu em seu ultimo ano de residência que falava sobre uma medica que tinha reconstruído a coluna de um rapaz que tinha sido dado como paraplégico, então era ela a mulher a sua frente, sorriu internamente feliz que a nova chefe não era só um rostinho bonito, oque alias fazia ela ficar ainda mais contente.

-Bem, como o doutor já disse eu vim pra substituí-lo, eu sei que para alguns que já estão há mais tempo podem ficar incomodados com alguém de fora vindo para chefiar vocês, mas eu oque eu sempre quis foi respeito e oque eu sempre dei pras pessoas foi respeito, espero que juntos possamos fazer do hospital um lugar melhor.

Tsunade falou e ao final deu uma discreta olhada para Mei que internamente se amaldiçoava por provavelmente a nova chefe já ter marcado ela.

O homem da diretoria que estava junto com eles deu mais detalhes da transição entre a chefia do velho medico e da nova chefe.

A reunião perdurou por quase uma hora e meia e quando acabou Mei quase comemorou como um gol de final de campeonato. Ponderou o cansaço e dor muscular quando viu todos indo cumprimentar Tsunade, estava quase caindo por causa do sono, mas pensou que se saísse naquele momento poderia passar por antipática e como achava que tinha deixado uma primeira má impressão decidiu agüentar mais um pouco orando para não quebrar em sono.

A “multidão” em volta dela estava muito maciça Mei pensava que eram todos tentando causar uma boa primeira impressão, quando finalmente pode se aproximar muito tempo já tinha se passado e havia poucas pessoas próximas a maioria já tinha voltado a seus afazeres e outros tinham ido para suas casas.

Uma jovem enfermeira conversava com Tsunade e logo seria a “vez” de Mei, tentou se recompor para não parecer uma morta viva perto da chefe logo no primeiro dia.

-Bem eu também vou ficar muito feliz de trabalhar com você – Tsunade falou para enfermeira que sorriu e se despediu saindo de lá, Mei deu um passo a frente e estendeu a mão.

-Bom dia doutora Senju eu sou a doutora... – Mei não terminou, pois assim que pegou sua mão Tsunade começou a falar.

-Mei Terumi, eu perguntei o seu nome para o doutor antes do inicio da reunião – Mei pensou “pronto deixei a primeira má impressão – eu te reconheci sou fã doque fez aqui no Ps.

-Desculpa como? – perguntou um pouco desperta pela surpresa.

-Não sabia que a sua manobra usando o balão de ar para salvar o paciente baleado tinha entrado pra revista que circula dentro da rede dos hospitais? – perguntou fazendo Mei se lembrar de quando pediram uma foto dela para a tal revista.

-A sim, eu nem lembrava disso – falou gesticulando com o mão – obrigado eu fico lisonjeada por uma medica incrível como você conhecer meu trabalho oque você fez no ramo da reconstrução óssea foi uma revolução – falou sem conseguir controlar um bocejo ao final da frase– me desculpa.

-Não precisa pedir desculpas você parece ter saído de um plantão se não tivesse bocejando eu ia te perguntar oque tava tomando pra estar tão bem assim e sem sono – sorriu como elogio da medica.

-Obrigado, esse plantão foi especialmente longo, eu estava focando em um único ponto na sala para não cair no sono – comentou e Tsunade sorriu.

-Espero que tenha sido eu o ponto – Mei involuntariamente abriu um sorriso de canto.

-A doutora Senju – falou e Tsunade interrompeu.

-Não gosto de formalidades, me chama de Tsunade quando estivermos conversando- falou e tocou o ombro de Mei – bom vou parar de te alugar, vai descansar preciso da minha equipe 100%.

-Obrigada foi um prazer te conhecer.

-Mei foi o prazer foi meu – falou se despedindo dela com um beijinho na bochecha

Saindo do lugar Mei foi para o vestiário se trocar e em seguida ir para casa, seu tão merecido descanso estava agora com ela.

Basicamente teve tempo de comer e em seguida desmaiar na cama, estava com tanto sono que provavelmente sonhou que estava dormindo.

Era quase dez da noite quando acordou, seu corpo um pouco dolorido a fez ir pegar um relaxante muscular e ir tomar um bom banho quente para relaxar.

No banheiro quando já estava despida viu de relance no espelho que o beijinho da bochecha que Tsunade lhe deu deixou uma leve marca de batom, tocou a marca e sorriu Mei triste, pensou que talvez se ela não fosse a chefe poderia até pedir o beijo em outro lugar, negou com a cabeça e entrou no banho.

Depois que já tinha se vestido foi para cozinha pegar algo para comer e depois assistir um pouco de TV.

Já na cozinha depois que tinha pegado um pedaço de pizza para comer notou que o celular tinha algumas notificações, pegou o aparelho e foi para sala.

Nada demais, alguns colegas a convidando para um barzinho oque prontamente negou visto que anda estava cansada, depois viu algumas mensagens do sobrinho Chojuro sobre duvidas em relação a uma matéria da faculdade, e por ultimo viu uma mensagem de numero desconhecido que tinha apenas a foto de uma xícara de chá fumegante no perfil.

>olá Mei é Tsunade falando peguei seu contato no hospital – salvou o contato e respondeu.

>Oi doutora Tsunade é desculpa a demora é que eu estava pregada na cama, salvei o seu contato aqui se precisar de algo é só chamar – respondeu e fechou o aplicativo, para ligar a TV, pouco tempo depois sentiu o aparelho vibrar.

>Claro que chamo, e se você precisar pode me chamar sempre, mas mudando de assunto conseguiu dormir bem? – sorriu sozinha com a preocupação da chefe para com ela.

>Como se tivesse tomado uma anestesia – mandou e em segundos recebeu uma resposta.

>Então foi bom kkkkk, bom vou deixar você descansar, te quero na melhor forma, boa noite.

>para você também.

Se pegou com um sorriso besta pela boa noite, já era uma mulher mais que formada, não podia ficar caindo sorrindo para as menores demonstrações de educação, mas pensou que não teria mal nenhum que fosse algo mais, realmente o cansaço estava mexendo com ela.

Bom seu dia seguinte de folga saiu sem qualquer surpresa oque Mei agradeceu, pode realmente descansar, passou o dia assistindo alguma série na netflix.

No dia seguinte já no hospital estava atendendo alguns pacientes do Ps nada muito fora do normal e nenhuma situação estrema, depois de algumas horas começou a estranhar que não tinha visto a nova chefe, não que achasse que ela devia estar ali com os demais todo o momento, mas estava tão acostumada com as “rondas” do velho Onoki pelo hospital, sem falar que ver a chefe mais não seria um problema.

Assim que o movimento do hospital diminuiu naquele dia tirou uma pequena pausa para o café, assim que entrou na sala cumprimentou duas enfermeiras que estavam ali e foi até a maquina, quando estava colocando o café no suporte, ouviu as vozes do doutor Onoki e de Tsunade vindo no corredor, talvez estivessem resolvendo alguma burocracia e também visitando as alas do hospital.

-Bem com isso resolvido agora é só fazer a contagem regressiva para minha viagem pra praia – Onoki falou entrando na sala de café antes de Tsunade – Boa tarde senhoritas.

-Boa tarde – Mei e as enfermeiras responderam.

-Boa boa tarde – Tsunade falou entrando – boa tarde Mei – falou sorrindo.

-Boa tarde - Mei falou colocando uma mecha atrás da orelha.

-Bem doutora Tsunade eu vou pra minha sala, se precisar é só me chamar - Onoki falou saindo e logo em seguida as enfermeiras também saíram.

-Você parece bem melhor hoje – Tsunade falou se aproximando da maquina.

-Obrigada eu estava precisando dormir – falou pegando seu café.

-Eu sei bem como é isso – falou pegando um copo para usar – sabe Mei eu já tive plantões horríveis também, sabe ficar horas de pé com os seios que eu tenho às vezes é muito ruim, sempre me dá uma coisa nas costas.

-Se quiser eu entendo um pouco de quiropraxia, se tiver desconforto me fala – Mei falou fazendo e Tsunade seu um sorriso de canto.

-Então é boa com as mãos? – Não estava cansada então não julgou estar entendendo errado, aquilo foi um flerte.

-Já me elogiaram pelas minha mãos em algumas situações – Mei provocou e viu Tsunade dar uma breve risada – o quão antiético é flertar com a minha chefe no ambiente de trabalho?

-Mei só é antiético se alguém denunciar – falou piscando para ruiva.

-Então não deixemos ninguém saber – brincou – vou voltar ao trabalho.

Mei saiu com um leve sorriso, talvez não levasse a nada, mas um flerte não faz mal a ninguém.

O dia correu bem no resto é claro que volta e meia trocar um olhar ou outro com Tsunade deixava tudo mais fácil, ria quando estava sozinha pensando o quão adolescente era ficar trocando olhares secretos.

Os dias foram passando e apesar de volta e meia flertarem a rotina do hospital não ajudava muito e como eram profissionais antes o juramento de salvar vidas acima de tudo, depois de um tempo passaram a trocar mais mensagens, mas mesmo assim não iam alem de algumas provocações, Mei pensava que era mais como uma brincadeira agora.

Quase dois messes tinham se passado desde a chegada de Tsunade e finalmente era a despedida do velho Onoki da direção do hospital, uma pequena boate foi reservada e alguns médicos de outros hospitais da rede foram chamados para cobrir o dia.

Esses momentos eram raros de um dia livre apenas para comemoração, todos compareceram a boate.

O lugar já estava lotado quando Mei chegou, comemorou internamente por vir com um vestido simples azul confortável e sapatos com um salto pequeno assim não teria que ficar se equilibrando no meio da movimentação.

Foi até o bar e pediu uma cerveja enquanto esperava, sentiu uma mão tocando seu ombro, Tsunade veio por de trás dela e ficou ao seu lado.

-Tenho que dizer Mei você está linda – falou encostando-se ao bar e também pedindo um cerveja.

-Você também está maravilhosa – Mei falou olhando para Tsunade que tinha vindo com um vestido curto verde com um decote.

-Então gosta de dançar?

-Adoro – Mei respondeu pegando sua cerveja, enquanto Tsunade também pegava a dela.

-Vamos então – falou pegando a mão de Mei e a levando para a pista.

Começaram a dançar entre um gole e outro, Tsunade começou a dançar rebolando o corpo descendo a mão por toda a extensão do corpo, Mei não pode esconder como a visão era maravilhosa, também dançou em meio às pessoas ali, mas seu foco estava totalmente na outra medica quase que dançavam uma para outra.

Depois de algum tempo de festa e algumas bebidas decidiram dar um tempo e ficar em uma mesa conversando. Pouco tempo depois o doutor Onoki pegou um microfone e se preparou para começar um discurso.

-Mei vem comigo – Tsunade falou baixo para ela e pegou discretamente em sua mão.

Enquanto as pessoas se viravam para o pequeno palco da boate as duas sem ninguém notar se esgueiraram até o banheiro.

-Otimo parece que não tem ninguém – Tsunade falou e trancou a porta atrás delas.

-O quão antiético é estar quase me pegando com a minha atual chefe em uma festa do hospital durante o discurso do antigo chefe? – Tsunade riu e agarrou Mei colando seus corpos colocando suas mãos sobre a bunda dela.

-Eu falei que é só antiético se alguém mais ver e vamos esquecer a ética agora eu só quero que você me toque me empurra contra a parede e me satisfaça como eu vou fazer também, vamos tirar esses dois messes de flerte, porra de ritmo de hospital.

Mei riu e passou suas mãos paras costas de Tsunade também segurando sua bunda e em seguida começando um beijo lento aproveitando cada centímetro dos lábios de Tsunade, começou a acariciar Tsunade subindo e descendo as mãos pelas costas dela.

Sentiu as mãos de Tsunade subindo seu vestido e passando as mãos pela calcinha que usava até a cintura, Tsunade passou as mãos por dentro da peça com uma agarrou a bunda de Mei e a outra foi até a buceta da ruiva começando a estimular de maneira lenta e sensual explorando cada parte com maestria e arrancando um gemido de Mei que parou o beijo entre elas.

Tsunade aproveitou e colocou as costas de Mei contra a parede sem parar as caricias e passou a beijar seu pescoço e dar leves chupadas entre os seios, Mei gemeu mais um pouco gostando de estar entregue daquela maneira, mas subiu as mãos até as alças do vestido de Tsunade e descendo ambas deixando os lindos seios da medica a mostra.

Mei pegou nas mãos de Tsunade as tirou de si, pegando a mão que estava em a estimulando e sensualmente chupando um dos dedos provocando Tsunade, que riu maliciosa.

Usou as mãos para sair da parede e colocar Tsunade contra a pia do banheiro, fazendo a loira apoiar as mãos na peça, agora foi sua vez de subir uma mãos por entre as pernas da loira e passar a mão por dentro da calcinha estimulando com sensualidade e penetrando Tsunade com um dedo enquanto chupava cm vontade um dos seios da loira que gemia de prazer.

Tsunade teve que começar a tampar a própria boca visto que Mei a fazia gemer de maneira bem audível, com uma mão pegou o rosto de Mei levando na altura de sua boca a sussurrou no ouvido “Me chupa”.

Mei prontamente se abaixou se colocando entre as pernas de Tsunade e retirando a calcina, começou lambendo toda a extensão e chupando de maneira leve entre o clitóris e a entrada de Tsunade, aliou os dedos aos movimentos da boca e passou penetrá-la com os dedos e a chupar com vontade o clitóris de Tsunade que gemia sem pausas.

Passou a mão livre pra cima e alcançou o seios de Tsunade e passou a estimular os bicos com as mãos, aliado ao sensual caricia entre suas pernas pouco Tsunade resistiu e chegou ao seu orgamo.

Mei a olhou satisfeita e subiu para beijar a loira, que a surpreendeu quando em poucos movimentos se pos as suas costas.

Tsunade com uma mão passou a estimular Mei por debaixo da calcina e com a outra adentrou o vestido e passou a estimular o seio esquerdo de Mei enquanto chupava levemente o pescoço.

Mei virou o pescoço para beijar Tsunade que não parou as caricias enquanto retribuía o beijo, pouco tempo depois Mei também chegou ao maximo naquele banheiro e começou ofegar enquanto Tsunade parava as caricias.

-Satisfeita? – Mei perguntou.

-Muito - respondeu beijando – e a ética?

-Que se foda .

23. Mai 2019 01:22:27 0 Bericht Einbetten 119
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