O Último Descendente de Naruto Follow einer Story

A
Alex Lorenzo


Após a última guerra mundial, o continente de Kaláskia é dominado pela desordem e por escravocratas. Nesse tempo, nasceu Jhoruto Uzumaki. O jovem ninja viu sua vila ardendo em chamas. Seu povo foi atacado pelos raptores azacras e mulheres e crianças foram levadas para o Reino Dorkage para serem escravos. Por pouco, ele escapou e começou a vagar pelas Terras Amaldiçoadas de Matsuita sem destino algum, carregando em sua alma o peso de ser o último descendente do lendário Naruto e atormentado em ver Sayure Akane partindo cativa. Até que um dia ele decide resgatá-la e reacender a chama NINJA. Porém... Engana-se quem pensa que escrevemos nossa própria história, escrevemos apenas parte dela... A outra parte... O Destino.


Fan-Fiction Series/Doramas/Soap Operas Nur für über 18-Jährige. © Direitos de autoria da parte original da história

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Um Incidente de Percurso

O vento frio soprava pelas Terras Amaldiçoadas de Matsuita fazendo os ossos do loiro doerem. A chama que os aquecia estava fraca e Gerbe, seu coiote de estimação, estava deitado em seu colo, procurando dormir ao calor de seu dono. O rapaz estendia as palmas das mãos em direção à quentura do fogo, contemplando a dança das labaredas.

Havia poucas pessoas nas proximidades. A maioria delas alimentavam-se do resto da carne de um bisonte, deixada por animais predadores e que ainda não tinha entrado em estado de putrefação. As pessoas comiam desesperadamente como se aquela fosse a última das refeições. O cheiro de churrasco no ar até que era agradável, assim como a textura e o sabor da carne.

Jhoruto e Gerbe alimentaram-se daquela carne saborosa e se preparavam para dormir, ali mesmo, ao relento, sem um abrigo, pois os poucos que existiam ficavam embaixo das carroças onde dormiam crianças e mulheres. Ouvia-se pouca conversa e a maioria preparava-se para descansar, após a única refeição do dia e da caminhada fatigante.

O grupo nômade, que estava em busca de terras férteis cultiváveis, transportava sementes em suas carroças. Eles acolheram o peregrino e seu coiote na jornada. Eram amistosos, contavam com o rapaz para ajudá-los a protegê-los dos animais, das criaturas grotescas e dos raptores azacras que frequentemente atacavam caravanas como aquela para alimentar o tráfico de escravos e tirar lucros consideráveis.

Jhoruto se esticou na colcha de retalhos e se acomodou, colocando o coiote bem junto de si. Puxou o couro com pele de ovelha e se cobriu se protegendo do frio. Olhou o céu estrelado e imagens das cenas do massacre de sua vila vieram à sua mente. Lembrou de como lutou com todas as suas forças, usando as técnicas de luta que até então conhecia, no entanto, os acontecimentos ficaram acima do que qualquer um de seus conterrâneos imaginaria. Os azacras venceram os ninjas com relativa facilidade.

O loiro havia percebido que os inimigos haviam desenvolvido uma técnica anti ninja de alto nível. Como se todos os golpes fossem previstos. Algo surpreendentemente espantoso. Além disso, os azacras utilizavam armas de fogo. Estas eram novidades em toda aquela região, assim como a capacidade de luta dos azacras. Eles eram uma tribo desconhecida da remota região norte, pouco se sabia sobre eles. Mas agora impunham terror e temor nas pessoas só de ouvirem o nome deles. Eram severos com seus prisioneiros e escravos e muitas vezes cruéis.

Com o passar do tempo, a agonia das imagens foi se dissipando de sua mente e o rapaz adormeceu. Precisava descansar. A jornada seria bastante desgastante no dia seguinte e naquela noite ele não estaria de guarda.

Pela manhã, mas com o céu ainda escuro,Jhoruto acordou com Gerbe lambendo-lhe o rosto.

— Vem beber habushu, antes que esfrie. O líder da caravana convidou Jhoruto ao chegar perto do rapaz.

O rapaz se levantou, afastou-se um pouco das pessoas, abaixou a calça e começou a regar uma erva daninha com sua urina, suspirando aliviado, vendo o vapor subir do chão pelo contato quente com o solo frio. Foi lavar as mãos e o rosto, aproveitando um pequeno filete de água que escorria de uma formação rochosa logo acima.

Ao terminar sua higiene, percebeu uma leve trepidação nas rochas e umas pedras minúsculas rolaram de cima. Ao se afastar procurou observar algo, mas no seu campo de visão não encontrou nada. Sem se importar com o que poderia ter sido um leve tremor de terras, Jhoruto vai em direção ao aglomerado de pessoas que pareciam gostar daquela refeição líquida. Gerbe permaneceu no local rosnando em direção às rochas.

— Vamos amigão! Foi só uma tremedeira de terra insignificante.

Gerbe obedeceu e acompanhou seu dono até o local da refeição.


— Obrigado, mestre Yudi, grande líder tribal.

— Sou apenas o líder dessa caravana. Procuro terras férteis para cultivarmos e construirmos uma nova vila.


Yudi afastou-se juntamente com a esposa para olhar o fundo do vale e apostar na direção que seguiriam. Ao fundo, as caravanas estavam vazias. Fizeram uma fogueira mais afastada.

— Meu mestre disse que o mundo mudou rapidamente depois da última grande guerra e que muitos seres viventes estão sem rumo, tentando reconstruir as próprias vidas. Jhoruto aproximou-se do casal já bebendo sua refeição quente.

— É verdade. E...

Antes que Yudi pudesse completar a frase um som grave seguido de trepidação do solo levou os viajantes ao pânico. Rapidamente, os guerreiros ninjas se reuniram junto ao líder da caravana para preparar a defesa. À frente deles, a poucos metros, surgiu uma criatura grotesca de escamações rochosas, consideravelmente alta e larga. Fora atraída para as proximidades pelo cheiro de churrasco da noite anterior.

— É uma criatura de Matsuita! Homens! Formação de luta. Mulheres e crianças fujam para o outro lado do vale. Corram o mais longe que puderem. — Ordenou Yudi.

O líder atacou com uma técnica de fogo, porém a criatura reforçou sua pele ósseo-rochosa, não sentido o impacto do ataque. Com um salto cavalar, o monstro impactou o chão. Provocou uma trepidação no solo e o deslocamento de ar atingiu os guerreiros. Na retaguarda, as carroças foram atingidas e projetadas no ar, várias delas partiram-se ao meio. Um pouco mais ao fundo, mulheres e crianças caíram no solo. Alguns ficaram feridos.

Jhoruto se surpreendeu com o poder daquela ameaça ambulante e sem esperar o comando do líder, preparou um golpe controlando a eletricidade.

— Não vou permitir que massacre meus amigos!

A intensidade de raios que saiu das mãos de Jhoruto foi suficiente para estorricar as pernas da criatura que caiu emitindo um rosnado rouco. Sem piedade, Jhoruto saltou para arrancar-lhe a cabeça, mas num contragolpe a criatura atingiu o ninja com um soco lateral, arremessando-o por alguns metros. Jhoruto ficou tonto.

Yudi e os poucos ninjas usaram a técnica corpo a corpo, taijutsu, apostando na desvantagem do monstro que estava sem as pernas. Os ninjas avançaram e golpearam impiedosamente o monstro com uma esfera de metal maciço com espinhos, pendurada por uma corrente. A criatura foi despedaçada.

O rapaz se levantou pressionando as costelas do lado esquerdo, em seguida, caiu de joelhos e percebeu sua testa sangrando. Tombou para frente, desmaiando.

11. Mai 2019 03:12:31 0 Bericht Einbetten 119
Fortsetzung folgt…

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