Aquele que usa a Coroa Follow einer Story

alicealamo Alice Alamo

A recente coroação de Naruto, rei do Oeste, trouxe a desculpa que Sasuke desejava para sair do reino de Ino. Contudo, não era só a coroa que era recente para Naruto, mas toda a responsabilidade e o conhecimento sobre diplomacia, guerras e, para seu azar, sobre sua espécie, Mentis. Agora, Sasuke tem o dever de junto dos demais conselheiros ensinar e educar Naruto em cada assunto, principalmente no que tange ao acordo entre as espécies. Afinal, como felinos, passar vontade era inaceitável.


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 18-Jährige.

#yaoi #yuri #lemon #gaara #naruto #sasuke #hinata #orange #inohina #ino #poliamor
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Capítulo 1 – Um presente pela sua coroação

Olá!! Essa fic é beeeeeeeem mais leve que as outras. E é cheio de sexo (de todo tipo). Em síntese, é uma fic para sentar e relaxar hahahahaha

As atualizações não vão ser certinhas, ok? Mas farei o possível para não deixar passar 15 dias <3

Espero que gostem.

Ps: qualquer tipo de preconceito não é bem-vindo aqui ;)



Ino suspirou cansada dentro da carruagem. Através das cortinas negras, translúcidas, podia ver a movimentação do reino em que chegava.

— Finalmente — sussurrou, espreguiçando-se.

Depois de horas de viagem de seu reino até ali, estava exausta e tudo o que desejava era um bom banho. Remexeu-se e olhou para o assento à sua frente. Sasuke estava deitado e coberto, dormindo e esfregando o rosto contra almofada, soltando um som de satisfação, antes de mudar de posição.

Abusado, pensou ao se recordar das palavras grosseiras que Sasuke lhe havia dito quando se voluntariou para ir ao Reino do Oeste. Não tinha gostado nem um pouco da decisão dele, mas não era como se o pudesse impedir de algo. A relação estabelecida ali era de mutualismo, Sasuke podia deixá-la quando bem entendesse, e sabia bem disso, só... só era triste admitir que teria que o deixar ir. Gostava demais dele, como um irmão mais novo ou alguém que precisasse de sua proteção, apesar de estar ciente de que Sasuke lhe gritaria todos os tipos de insultos se soubesse que pensava algo do tipo.

Quando perguntou se alguém gostaria de se mudar para o Reino do Oeste para ajudar o novo rei, esperava nada mais que silêncio, foi um choque Sasuke dar um passo à frente e olhá-lo com sua típica arrogância. Tentara convencê-lo a mudar de ideia quando a sós, pedira para que ficasse, mas tudo o que recebeu fora um:

— Já tem conselheiros demais aqui, Ino, não precisa de mim.

E a frase tinha sido dita parcialmente com irritação parcialmente com mágoa, notara muito bem como Sasuke passara a se sentir desconfortável depois que Hinata chegara ao Reino do Sudoeste, o reino que ela, Ino, governava. Decerto que havia sim dado atenção especial a Hinata, mas não imaginava que pudesse estar magoando Sasuke.

O som dos portões a alertou de que haviam chegado ao palácio. Ajeitou a roupa e recolocou a coroa dourada sobre a cabeça. Precisaria acordar Sasuke. Inclinou-se e tocou-lhe o ombro com cuidado, ciente de que ele ficaria mal humorado caso acordado da forma errada.

— Sasuke, chegamos — chamou-o em voz baixa.

Viu-o se mexer minimamente, resmungando enquanto apertava o manto que o cobria para então se virar de costas para si.

— Sasuke... precisará descer comigo — disse e acariciou as mechas escuras do cabelo do outro.

Sentou-se, recebendo um olhar atravessado por estar diminuindo ainda mais o espaço do assento da carruagem. Mas sabia como contornar a situação. Inclinou-se sobre Sasuke, apoiando o peso em um braço enquanto a mão livre continuava a brincar com o cabelo negro e, enfim, com as orelhas macias acima da cabeça. Esfregou levemente o rosto contra o pescoço dele e repetiu o movimento até ouvir o conhecido ronronar.

— Sai... Já acordei, Ino, pode cair fora.

E, embora as palavras fossem grosseiras, Ino sorriu com Sasuke ainda esfregando o rosto levemente no seu.

Gatos...

A carruagem parou. Ino voltou a sentar-se afastada enquanto esperava a porta ser aberta. Sasuke se ajoelhava no assento e bocejava, ignorando as vestes amassadas. Colocou as duas mãos na frente, apoiando-se e então se espreguiçou, abrindo bem os dedos e curvando a coluna. Depois as costas das mãos foram ao rosto enquanto ele se sentava, passando-as sobre os olhos para livrá-lo do sono e pelo cabelo para tirá-lo da face. As orelhas se moveram sozinhas quando passos se aproximaram da porta e a cauda escura parou de balançar, atento ao que se seguia.

— Vossa Excelência Rainha Ino — anunciou-se do lado de fora antes de as portas se abrirem.

Ino sorriu para Sasuke e olhou para os servos que colocavam pequenos degraus à porta para que ela saísse da carruagem. Ao pisar em solo, estendeu a mão para ajudar Sasuke, mas, como sempre, ele ignorou-a como se fosse uma ofensa sugerir que não pudesse sair por conta própria.

— Ino! Seja bem-vinda, como sempre!

Sasuke estreitou o olhar e manteve-se à distância enquanto aquele que parecia ser o rei, mais pela coroa em sua cabeça do que pela postura em si, abraçava Ino e lhe beijava o rosto de forma saudosa. Ino apenas sorriu, dando tapinhas nas costas dele e se afastou para dizer:

— Viagem longa, Naruto, acho que eu e Sasuke preferimos nos banhar e descansar um pouco antes do banquete.

O rei do Oeste, ainda abraçando Ino pelos ombros, olhou para Sasuke e sorriu. Ino viu Sasuke arquear a sobrancelha em resposta, desconfortável com o sorriso animado que lhe era direcionado.

— Tá olhando o quê? — Sasuke perguntou, ríspido, sem se importar com a surpresa de Naruto nem com o suspiro cansado de Ino.

— Nada — Continuou a sorrir. — Vamos entrar todos. Seus aposentos já estão prontos, Ino, escolhi um dos maiores pois presumi que viesse acompanhada de um dos seus conselheiros.

O palácio era enorme. A entrada dele era decorada com pequenas esculturas entalhadas nas pedras de mármore branco. Cenas de batalhas, de glória, de perdas, anjos, demônios, conselheiros, humanos, tudo e todos. O arco pelo qual passava começava a apresentar o ouro em finas linhas que serviam para limitar as imagens. O piso era negro, mas manchado por branco e dourado e se estendia assim até onde se podia ver. Os servos andavam pelos corredores laterais, cabeças erguidas e um sorriso amistoso, parando apenas para reverenciar o rei, a rainha e o conselheiro que caminhavam até a sala do trono. Vasos antigos, decorados com cenas épicas, delimitavam o corredor que levava a ela, a luz do sol iluminava o local através do teto aberto, apenas uma fina e resistente camada de vidro separava o ambiente interno do externo. As portas para a sala do trono eram negras, sem desenhos ou esculturas, apenas com a figura da cabeça de dois leões servindo de maçaneta.

Naruto era o rei dali, Sasuke o viu seguir sorridente até o trono e sentar-se com orgulho enquanto retirava a coroa e a girava no dedo.

— Você duvidou que eu fosse me sentar aqui um dia, lembra, Ino?

Ino deu de ombros e subiu os degraus que elevavam os tronos. Com uma calma atípica, sentou-se no trono do convidado que ficava em uma meia lua próximo ao do rei local.

— Sasuke, vou conversar um pouco com Naruto, pode ir na frente se quiser — Ino disse ao olhar para o lado e ver Sasuke bufar de tédio.

Esperaram Sasuke sair do local após uma reverência forçada, e Ino não precisou estar prestando atenção em Naruto para saber que ele sorria divertido quando lhe perguntou:

— O rei do Sul me trouxe uma pantera e o do Norte me emprestou uma loba para os primeiros meses de reinado, e você... você me trouxe um gato? Eu poderia ficar ofendido com isso, sabia?

— Você não conhece Sasuke. — Sorriu de canto, observando os olhos azuis do outro brilharem em provocação. — Agora, vamos falar sério, sabe por que estamos te oferecendo esses Conselheiros, não sabe, Naruto?

— Porque me acham incapaz de governar — respondeu inconformado.

— Incapaz? Não. Imaturo. E está ouvindo isso de mim e eu nem sou o melhor exemplo de rainha — Ino pontuou, apoiando o rosto na mão e o cotovelo no braço do trono. — Você sabe que estamos em época de paz, e queremos continuar nela. Por isso, os conselheiros.

— Não gosto muito deles, limitam tudo o que quero fazer.

— Mas essa é exatamente a intenção. É uma relação de cooperação, sabe disso. Nós damos a eles o que precisam, e eles nos cedem a inteligência única deles para governarmos melhor.

— Como se fôssemos estúpidos, não é? — Naruto bufou.

— Você sabe que eles são mais inteligentes que nós, é um fato, Naruto. Eles são conselheiros de reis desde a geração passada, e o número de guerras diminuiu consideravelmente. Usamos a inteligência deles e, em troca, os ajudamos com seus desejos, não é uma má troca. Aliás, não é com se você pudesse reclamar, não é mesmo?

— Não estou reclamando desse quesito, seria um louco se dissesse que não desejo um conselheiro em minha cama. Só me irrita saber que não posso governar como bem quero. Mas você sabe, não sabe? Não é só para saciarmos os desejos deles que a aliança foi feita. Conselheiros são, por essência, uma espécie pacífica e não militarizada. Nós somos os escudos deles também.

— Proteção e sexo por lealdade insubornável e conselhos insubstituíveis sobre a arte de governar — Ino sintetizou. — Nunca que a humanidade vai conseguir uma aliança melhor que essa. E é, por todos esses motivos, que estou te oferecendo um dos meus. Sasuke vem me ajudado desde os quinze anos, e esses cinco anos que se passaram foram os melhores para o meu reino. Não vejo como pode considerar isso uma ofensa.

— Dizem os boatos que ele se voluntariou para vir, é verdade? — Naruto girou a coroa novamente nos dedos, olhando para o teto com um sorriso de canto.

Ino ficou séria, e Naruto a viu ajeitar a postura de forma perigosa.

— Bem, eles são livres para transitar entre os reinos e servir a quem quiserem. E é isso que quero reforçar aqui.

— Ah, eu já ouvi isso dos outros dois reis, Ino. — Naruto revirou os olhos. — Os conselheiros são aliados, não servos ou prisioneiros, já sei disso. Me acham idiota? Qualquer criança de sarjeta entende que eles decidem onde vão e nem mesmo os reis podem obrigá-los a permanecer onde não querem, o que explica o motivo de você tê-lo trazido quando obviamente não quer abrir mão dele.

— Não custa nada reforçar os avisos, me importo com Sasuke e não quero deixá-lo aqui sem ter a certeza de que nada de ruim lhe irá acontecer. E saiba que, se algo acontecer a ele, você terá um grande problema, Naruto. Eu. Não. Vou. Perdoar. — Levantou-se. — Enfim, isso era o que tinha para te falar. Ah, mais uma coisa — Sorriu, desafiadora. —, Sasuke é um gato meio... arisco e difícil, bem difícil, de agradar. Não se irrite facilmente com a arrogância dele ou ele usará isso contra você.

Naruto sorriu e recolocou a coroa na cabeça. Ergueu os olhos, determinados, e girou o cetro na mão, apontando-o para Ino.

— Não se preocupe com isso. Se Sasuke se mostrar um desafio, eu só preciso não desistir até ele se cansar, não é?

Ino riu, balançando a cabeça em descrença antes de se retirar da sala do trono. Naruto era otimista demais quando queria e muitas vezes quando não queria também. Sentia até pena de Sasuke por sua decisão, mas não tinha como se opor. O máximo que podia fazer era recebê-lo de volta quando ele se cansasse do Reino do Oeste...

* * *

Sasuke era orgulhoso, extremamente orgulhoso, mas ainda era um conselheiro, e isso significava que, quando a noite caía, seu ser cobrava o preço de lhe permitir o uso extremo da razão durante o dia. De dia, um gênio, uma das espécies mais inteligentes e brilhantes do mundo; à noite, insaciável. No começo, os humanos tinham confundido sua espécie com demônios sexuais, tolices do que havia sobrado da religião, mas eles não eram succubus, incubus, ou qualquer que fosse o nome. Não, eles eram apenas Mentis, uma espécie que recarregava as forças gastas no alto esforço mental com sexo durante à noite quando a sede por prazer e energia se tornava quase uma tortura. E esse era o motivo pelo qual agora sorria sob a febre dos desejos que nublavam sua mente e o faziam se remexer sobre os lençóis e gemer, sensível, enquanto Ino cavalgava sobre seu corpo. É claro que isso não lhe tirava o direito de escolha, não estava ébrio ou incapaz, podia sim dizer não a quem quer que fosse, podia tomar energéticos, possuía remédios que não o deixariam sentir dor alguma caso decidisse passar a noite sozinho e carente, mas, sendo bem sincero, como a maioria de sua espécie, preferia muito mais as noites de prazer. Sexo para eles era como uma refeição para os humanos, tão corriqueiro e trivial quanto pães no café da manhã, massa ao almoço, sopa no jantar; podiam pular uma ou outra, fazer dietas, restringir os alimentos, mas parar de comer e substituir tudo por chás milagrosos quando preferiam tremer de prazer seria uma tristeza, não é?

Abraçou o corpo dela e os girou na cama, ela abriu mais as pernas gemendo ao puxá-lo para um beijo necessitado. Deixou os beijos seguirem pelo rosto dela ao pescoço, a língua percorreu a pele até os ombros, que foram mordidos antes que o pescoço virasse alvo. Os olhos azuis da rainha se estreitaram, divertidos, excitados, combinando com o sorriso malicioso que lhe era dirigido.

Estocou com força, gemendo com Ino mais alto do que queria quando ela arranhou suas costas e riu excitada. Bendito fosse o acordo entre as espécies! Os humanos não faziam ideia do que era se relacionar com outro mentis, independentemente do tipo, para se aliviar. Sasuke era um gato! Não era qualquer um que podia satisfazer um gato! Muito menos outro mentis em situação tão parecida, tão esfomeado e carente de prazer quanto ele! Felizmente, os humanos não sofriam com esse tipo de problema, o que lhes permitia servir aos mentis à noite tal como os mentis os serviam durante o dia.

— Ino... — gemeu, surpreso, quando sentiu uma mão deslizar por todo o comprimento de sua cauda.

Não aguentou, não com Ino gemendo em sua orelha, com a mão deslizando por sua cauda, com os seios balançando agora sob suas mãos, com sua própria ereção sendo pressionada pelo interior quente do corpo dela enquanto os movimentos se tornavam mais e mais intensos.

Gozou, arrepiando-se das orelhas à cauda, envergando a coluna enquanto arranhava tanto o lençol que rasgava até mesmo o colchão com as garras. Não parou de se mover, Ino o manteve perto, os lábios vermelhos abertos e a voz alta ao segui-lo no orgasmo.

Esfregou o rosto contra o pescoço dela e ronronou manhosamente quando, como sempre, Ino afundava os dedos em seus cabelos e os acariciava ao mesmo tempo em que beijava seu pescoço e ombros.

— Não vai mesmo voltar comigo, Sasuke? — Ino sussurrou, soltando-se do corpo alheio e vendo Sasuke deitar-se ao seu lado.

Sasuke revirou os olhos e se espreguiçou, sorrindo discreto com o alongar dos músculos.

— Você já tem aquela ovelha, não precisa de mim. Ajudarei Naruto. Se ele não me agradar ou ele não quiser, acharei outra pessoa.

— Se ele não te satisfizer, pode voltar. — Ino levantou-se e passou a se vestir sob o olhar indiscreto de Sasuke. Ouviu-o rir em deboche, terminou de se arrumar e se virou para encará-lo.

Sasuke ajoelhou-se na cama, inclinando-se para pegar a coroa esquecida no chão, quase sob a cama. Voltou a deitar-se, jogando o objeto de uma mão para a outra enquanto a cauda balançava acompanhando a movimentação.

— Sasuke...

— Não estou chateado com você, sua presunçosa — Sasuke falou entediado e encarou Ino. — Sou um Mentis, um conselheiro, inteligente o suficiente para entender o que aconteceu entre você e aquela ovelha, e orgulhoso o suficiente para me retirar do reino com dignidade.

— Sasuke, eu...

— Sem desculpas, Ino. — Sasuke levantou-se, andando até ela. ­— Não aja como se tivesse partido meu coração porque, acredite, não é mesmo o caso. O caso é que sou um gato e, como gato, não aceito ser o segundo. Em nada. Tenho meu orgulho, sabia? A ovelha até que é legal, sei disso, gosto dela, e não ouse contar isso para Hinata. Enfim, espero que ela te ajude agora.

Ino suspirou. Deixou que Sasuke colocasse a coroa em sua cabeça e, mesmo sabendo que ele não gostava muito de demonstrações de afeto, puxou-o para si e o abraçou com força uma última vez.

— Meu reino sempre será sua casa, a menos que não a queira mais.

Sasuke soltou o ar dos pulmões e olhou para o teto em um pedido por paciência. Ronronou contra a vontade com o carinho que lhe era feito em uma das orelhas e retribuiu o abraço por saber que era o último com a rainha.

— Pronto, me solte. — Sasuke se mexeu, desconfortável, empurrando-a de leve.

Ino sorriu, algo entre melancolia e serenidade, não se sabe dizer. Afastou-se em direção à porta enquanto se forçava a não olhar para trás. Sasuke tinha tomado sua decisão, cabia a ela agora respeitá-la e ir embora. Iria durante a noite mesmo, já havia conversado com Naruto sobre isso e, então, a carruagem estava ali, à sua espera, nos portões do palácio. O rei não poderia ir se despedir, provavelmente estava cuidando dos próprios conselheiros e não o atrapalharia.

Pela sacada do quarto, Sasuke pode ver a carruagem de Ino se afastar cada vez mais do palácio. Era isso. Estava feito. E não se arrependia, em nada. Como dissera, não amava Ino, era o orgulho que estava quebrado, não o coração, então logo superaria ter perdido a preferência da rainha para outro mentis. Ou não. Bem, não importava mais, estava longe o suficiente para não ter que ficar aturando os olhares melosos entre Ino e Hinata. Agora, só tinha que saber como seria com Naruto...



PS: sobre os casais: a fic vai trabalhar muito ao redor de Ino/Hinata e Naruto/Sasuke/Gaara (sem diferenciação de quem é ativo e passivo aqui porque o flex é bem provável), mas vai ser algo muito poliamor onde todo mundo se ama e tem um coração lindo e incrível, então esperem as mais diferentes combinações hahahaha

6. Mai 2019 00:40:55 1 Bericht Einbetten 5
Lesen Sie das nächste Kapitel Capítulo 2 - Mudanças

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Post!
Netuno Chase Netuno Chase
Nunca tinha visto esse tipo de personagens - gato e tudo mais... Tá maravilhoso! Tô ansiosa pelo poliamor, ADOOORON. Já tô vendo que essa fic vai ser maravilhosa heein
5. Juli 2019 11:25:34
~

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