Não acredito que ele está crescendo Follow einer Story

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Kyungsoo e JongIn tem um filho chamado Jisung de dezesseis anos. Tudo estava caminhando conforme a ordem divina ou mística – tanto faz –, quando JongIn percebe algumas diferenças na maneira de se comportar e agir do seu filho, logo Kyungsoo percebe o mesmo. Até que se dão conta do que está acontecendo. Aquilo que eles mais temiam havia chegado e não pedido licença, mas sim escancarando a porta, eles não queriam acreditar... Jisung estava crescendo.


Fan-Fiction Bands/Sänger Nicht für Kinder unter 13 Jahren.

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Não acredito que ele agora quer...


Capítulo 01 – Não acredito que ele agora quer sair com os amigos.


“Ele sempre gostou da nossa companhia, o que está acontecendo?”



Seria mentira dizer que Jisung não estava se comportando de uma maneira diferente, JongIn percebia isso, na verdade fazia alguns meses que o adolescente estava se comportando assim, não era normal dele agir daquele jeito. Durante a manhã antes de sair para o trabalho, JongIn puxou o marido para uma conversa e perguntou se o outro não estava percebendo a maneira que Jisung estava agindo.


— Não vejo nada de estranho, ele ficou de férias ontem, amor. Acho que você confundiu a preocupação dele com as provas e trabalhos antes das férias com essa estranheza. — Kyungsoo disse e deixou um selinho nos lábios do marido. — Hoje eu estou de folga, e o almoço é meu. Vou pedir para que ele me ajude.


— Nosso bebê está estranho, sério. — JongIn suspirou. — Ele… Sei lá, querido.


— Como eu disse, deve ter sido as coisas por causa das férias. — Kyungsoo tornou a repetir. — Não se preocupe tanto, Jisung não é o tipo de criança que faz as coisas sem nos consultar.


— Eu sei que não. — resmungou. — Só estou achando estranho.


— Amor, por favor. — Kyungsoo riu. — O seu lado paizão sempre faz você ficar assim encucado com algo e no fim quando vemos não é nada demais.


— É, você pode estar certo.


[...]


Jisung estava no topo de um monte chamado nervosismo, um passo e ele cairia com tudo dali e chocaria no mar de desespero. Enquanto isso Kyungsoo e JongIn estavam jantando como se nada estivesse acontecendo, e na verdade para os mais velhos não estava mesmo.

O monte do nervosismo e mar do desespero era só na mente de Jisung, tudo isso porque ele queria fazer uma pergunta, só não sabia como.


— Tudo bem, filho? — JongIn perguntou vendo a inquietação do adolescente.


Jisung sorriu assentindo e olhando para o prato ele parou para pensar nos pais, gostava da história dos dois e de como eles estavam juntos até hoje.

Kyungsoo e JongIn se conheceram na faculdade e aquele clichê meia boca de ódio à primeira vista e amor na vigésima terceira vista, até que se casaram aos vinte e três anos e sentaram para conversar sobre gravidez, JongIn como o cara que sempre foi louco por crianças e tinha o sonho de ter um time de futebol acabou pedindo ao marido para engravidar primeiro, Kyungsoo não se opôs e assim nasceu Jisung, sendo o único filho do casal já que depois que o pequeno nasceu, JongIn mudou de ideia sobre um time de futebol. Também né, era difícil demais lidar com um, imagine com mais.

No começo quando Jisung nasceu foi aquele desespero para casal, nenhum sabia o que fazer quando Jisung chorava e muito menos como dar banho ou amamenta-lo direito. Mas depois de uma ajudinha da mãe de Kyungsoo, o casal foi aprendendo a cuidar do próprio filho e começando a criar memórias.

E Jisung foi crescendo e o casal mimando-o e ensinando na medida do possível inúmeras coisas das quais achavam certas para que o filho aprendesse como; amar as pessoas, não ter preconceito, tratar todos com educação e respeito.

Kyungsoo e JongIn sempre tentaram educar Jisung da melhor maneira possível, o garoto sabia a hora certa de falar e como agir em determinados lugares, obedecia sempre e quase nunca contestava e quando o fazia não usava da ignorância, tinha a paciência de JongIn – graças a Deus. Era amoroso demais com os pais, e quase sempre tinha tudo que pedia… Quase sempre, já que os dois ainda o viam como um bebê, eles eram pais, Jisung sempre seria um bebê.


— Jisung, você nem está tocando na comida, só olhando para o prato. Desde o almoço você está assim. — Kyungsoo disse e o garoto encarou o pai. — O que você tem?


— Pais, o… O Jaemin vai para aquele acampamento…


— Sim, sua tia falou. Mas por quê? Quando perguntamos se queria ir você disse que não. — JongIn disse e Kyungsoo concordou.


— Eu não quero ir, mas hoje vai ter um passeio em Hongdae. — Jisung murmurou ainda nervoso. — E eu queria saber se eu posso ir? O Jaemin vai estar lá também, eu posso ir sozinho e encontrar com ele lá, e então voltou pra casa antes das dez.


— Ir sozinho? — Kyungsoo perguntou.


— Sim. — sorriu sem graça. — Eu já tenho dezesseis anos, pais. Eu sei qual linha do metrô passa lá e se for o caso posso ir até de Uber se me derem dinheiro.


— Podemos te levar. — JongIn murmurou.


— Não! — gritou assustando os pais. — Digo, n-não, assim, é melhor não. Hoje foi a folga do papai Soo, então seria legal vocês passarem a noite juntos e não tendo que dar uma volta toda para me levar até Hongdae.


— Mas eu faço questão. — JongIn disse um pouco sério.


— Tem algo nesse lugar que não podemos saber, Jisung? — Kyungsoo cruzou os braços.


— Claro que não, pais. — sorriu nervoso, seu pé estava quase indo no monte do nervosismo, ele já sentia a água do desespero na garganta. — Mas é que só vão os meus amigos e os amigos do Jaemin, é uma coisa de grupinhos, sabe?


— Não estou muito certo de que é algo de grupinhos, só conheço o Jaemin que é seu primo. — JongIn falou. — Quem mais vai estar lá?


— A Hyeri, Hani, Jiyoon, Taeyong, Jimin, Hyujin. — disse. — O Chenle, Jeno e mais algumas pessoas, pais.


— Mas porquê esse passeio?


— Pai. — Jisung fez um bico encarando Kyungsoo, ele sabia que o bico iria amolecer o coração do seu pai. — É como uma despedida já que o Jaemin e algumas pessoas desses grupinhos vão passar as férias no acampamento.


— Não sei se te deixar ir sozinho é uma boa ideia. — JongIn suspirou. — Você ainda é muito novo para andar de metrô, e Uber então… Ah! Tenho medo só de pensar que o motorista pode ir por outro caminho e te levar para um lu-


— Chega JongIn. — Kyungsoo pegou na mão do marido. — Chega.


— Desculpa, eu só pensei demais. — sorriu e olhou para o filho. — Por que você não fica com a gente em casa? Só nós três assistindo um filme, comendo pipoca, coisa em família, sei que seus amigos não vão nem se importar.


— Mas eu quero ir, pai! — Jisung choramingou. — Quero sair com os meus amigos e não ficar aqui em casa, eu já passo tanto tempo em casa.


— Mas é com a gente, passar um tempo com a gente. — JongIn continuou. — Você sempre gostou de assistir filmes conosco.


— E eu gosto pai, mas eu só quero ir no passeio com os meus amigos, por favor.


— Tudo bem. — Kyungsoo disse e Jisung sorriu. — Vá se arrumar enquanto eu chamo um táxi para te levar, sozinho de metrô você não vai.


Jisung quase caiu da cadeira ao seu levantar, saiu correndo para o seu quarto, tinha alguns minutos para achar uma roupa boa o suficiente e se arrumar de uma maneira apresentável. Pela primeira vez iria sair sem os pais, não que odiasse os pais ou ficar com eles, mas não era assim algo tão legal hoje em dia.


— Você percebeu a maneira que ele respondeu? — JongIn perguntou e Kyungsoo assentiu. — Eu disse que ele estava estranho.


— Ele está diferente, apenas isso, ainda acho que pode ser por causa das férias. — Kyungsoo apertou a mão do marido. — Está tudo sob controle, ele é o nosso garotinho.


[...]


Kyungsoo estava lavando a louça com a ajuda de JongIn quando um carro buzinou na frente de casa, o Do gritou chamando pelo filho.


— Eu já vou. — ele entrou na cozinha e pegou o dinheiro que estava na mesa. — Volto antes das dez como eu falei, não se preocupem, amo vocês.


Os mais velhos só escutaram a porta da frente ser fechada, JongIn encarou o marido dando um sorrisinho nervoso.


— É, ele saindo com os amigos. — O Kim murmurou. — Quem diria, eu não acredito que ele agora quer sair com os amigos, antes recebíamos todos aqui e ele brincava com eles no quintal.


— Pois é, e hoje ele prefere sair a noite com os amigos do que ficar com a gente assistindo um filme. — Kyungsoo disse e sentiu JongIn apertando seu braço. — Nini?


— Ele não está… Aquilo né?


Aquilo lá?


— Sim, aquilo lá.


— Não, não está na hora, ele só tem dezesseis anos. — Kyungsoo riu um pouco. — Não mesmo, ele ainda não… Claro que não.


— Preferiu sair com os amigos do que a nossa companhia. — JongIn sussurrou. — Soo, eu não acredito que ele já… Droga.


— Não, ele ainda não chegou nessa fase, falta muito, eles só crescem depois dos vinte e dois, ainda é um bebê pra gente. — Kyungsoo disse normal, mas na verdade sua cara estava mais em pânico do que normal.


— Então ele ainda não…?


— Não, claro que não.


— Ok. — JongIn começou a respirar mais rápido. — Ele ainda é um bebê. Ele só saiu com os amigos, JongIn. Calma.


— Isso, calma. — Kyungsoo segurou o rosto do marido. — Respiração cachorrinho, isso assim mesmo. — selou os lábios do marido. — Nós começamos a namorar com dezes- Shh, calma JongIn, eu ia falar merda, não era nada disso.


— Kyungsoo…


— Ele não cresceu, calma, nosso menino ainda não cresceu. — Kyungsoo estava começando a entrar em pânico só de imaginar seu filho namorando ou fazendo qualquer outra coisa que um bebê não faça. — Ele não cresceu e muito menos está crescendo.


O casal só conseguiu dormir quando viram Jisung de pijama na cama abraçado ao seu travesseiro com a fronha do Peter Pan.


— Um bebê. — Kyungsoo sorriu aliviado em ver o filho. — JongIn?


— Peter Pan é coisa de bebê, não é?


— Sim, claro.


— Certo. — sorriu. — Meu bebê é muito lindo. Ele só saiu com os amigos para se despedir do primo, nada demais, não vai se repetir, claro que não.


— Não mesmo, nunca mais.


— Isso mesmo. Não vai se repetir.


No dia seguinte Jisung saiu novamente com os amigos.


Kyungsoo e JongIn entraram em pânico.

19. April 2019 14:57:00 0 Bericht Einbetten 0
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