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kalinebogard Kaline Bogard

Draco havia perdido as estribeiras e arremessado aquela porcaria no mundo Muggle. Mas ele não sabia da verdade: o líquido que parecia inocente só traria confusão. E agora... teriam, os quatro, que arcar com as conseqüências. Fandom: Harry Potter (casal - H x D) Fandom: the GazettE (casal - U x A) *** ATENÇÃO: EM ALGUNS SITES ESSA FANFIC ESTÁ POSTADA POR "FELTON BLACKTHORN" QUE É O NOME DO MEU FAKE


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#yaoi #lgbt #mpreg #crossover #harry-potter #aoi #draco-malfoy #uruha
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ATENÇÃO: EM ALGUNS SITES ESSA FANFIC ESTÁ POSTADA POR "FELTON BLACKTHORN" QUE É O NOME DO MEU FAKE


***


Harry Potter saiu da lareira batendo as cinzas da capa com uma das mãos. A outra segurava uma pequena e exótica garrafa de vidro. Os olhos verdes brilhavam de expectativa por trás dos óculos arredondados. Nos lábios, um sorriso cheio de dentes dava um ar empolgado ao bruxo.

— Draco? – foi logo chamando ansioso para mostrar o que conseguira.

— Potter. – a voz arrastada e arrogante do loiro foi ríspida o suficiente para deixar Harry na defensiva. Ele observou o marido parado próximo à lareira com os braços cruzados e os olhos cinzentos estreitados. Tudo em Malfoy gritava “encrenca”.

— Aconteceu alguma coisa? – o Gryffindor perguntou ainda batendo as cinzas.

— Me diga você. – Draco respondeu mantendo o tom hostil.

— Aconteceu alguma coisa sim. – Harry sorriu feliz.

O gesto pareceu uma ofensa direta ao Slytherin. O loiro descruzou os braços e apertou os punhos com tanta força que chegaram a tremer. Os olhos lançavam chispas de raiva:

— Claro que aconteceu! – exclamou – O meu marido beijou aquela insossa da Lavander!!

A acusação pegou Harry de surpresa:

— Como você soube?!– aquilo tinha acontecido há coisa de meia hora atrás, pouco tempo antes de ele entrar na lareira da loja no Beco Diagonal onde Lavander trabalhava e voltar para a casa que dividia com o marido.

— Como... Como eu soube? – o loiro esbravejou, perdendo a pose indiferente de sempre – MALDITO!! NEM TENTA NEGAR?!!

— Negar? Calma, Draco. Eu só a beijei por isso... – exibiu a garrafa que levava nas mãos como se fosse o tesouro mais precioso da face da Terra.

— Firewhisky? Você a beijou porque bebeu demais?!

— Não... – Harry tentou explicar, mas Draco simplesmente sacou a varinha do bolso da calça e apontou para o marido:

— Por mim isso pode ir para o quinto dos infernos!

Mal balançou a varinha realizando o feitiço silencioso e a garrafinha desapareceu das mãos do Garoto Que Venceu. A surpresa de Harry foi imensurável. O moreno ficou cinza, abriu e fechou os lábios algumas vezes sem conseguir pronunciar um som sequer.

— Aprenda a lição, Potter!! – Draco provocou, incomodado com a reação apática.

— Dra... co... – sem forças, Harry foi sentar-se sobre o sofá de tom escuro – O que você fez?

— Não se faça de vítima. O traído aqui sou eu, caso não se lembre...

— Aquilo não era Firewhisky. – Harry revelou antes de cobrir o rosto com as mãos. Pela primeira vez em anos sentiu novamente aquela sensação de ter perdido algo extremamente importante.

— Claro que não era... – Draco desdenhou com o tom de voz arrastado. Então pareceu reconsiderar e, franzindo as sobrancelhas indagou: – Não era?

— Não. – Harry respondeu fraco. Parecia ter perdido o espírito Gryffindor diante do gesto impensado e vingativo de seu marido.

— E o que era então? – o loiro soou curioso – Hidromel?

— Não, Draco. Não era uma bebida. Era uma poção.

Cada vez mais curioso Malfoy aproximou-se do sofá e sentou-se ao lado do marido:

— Que poção? Porque precisa de poção, Harry? – a voz não tão arrogante deixou a preocupação vencer a curiosidade.

— Poção do Bom Parto. – foi a resposta simplória.

— Oh! – a preocupação foi varrida pra longe. Draco sorriu largo – Você conseguiu a Poção do Bom Parto?!

— Consegui. – Harry olhou agudo para o outro – Até que alguém a mandasse pro quinto dos infernos.

— Ah... – o loiro ficou cinza. O rosto já pálido pareceu quase azulado – Porque não me disse antes?!

— Porque você não deu tempo, Draco! – finalmente o moreno explodiu – Lavander me conseguiu essa poção rara. Caso não se lembre estamos procurando já faz quase cinco anos!

— Eu lembro... – o Slytherin começou a sentir-se desolado.

— Ela me chamou no Beco Diagonal, porque a madrinha da irmã dela é uma das Damas de Avalon e lhe deu a poção de presente. Ela sabia que queríamos e passou pra mim, porque só funciona com homens.

— Mas porque tinha que beijá-la? – Malfoy soou ofendido.

— Por que eu fiquei feliz. Abracei ela e beijei no rosto. – apontou a própria bochecha.

— No rosto? Pensei que...

— Pensou errado. – Harry suspirou de desanimo e tristeza – Eu nunca beijaria outra pessoa que não fosse você. A não ser no rosto.

O loiro fechou os olhos e recostou-se no sofá. Pansy lhe enviara uma coruja, contando a notícia bombástica, mas não fornecera detalhes. “Potter beijou a Lavander no Beco Diagonal!” Era tudo que a mensagem dizia. Maldita Parkinson futriqueira!

— Tanto trabalho – Harry lamentou baixinho – E meu marido manda a chance de termos um filho pro quinto dos infernos...

Nesse momento Draco pigarregou chamando a atenção do moreno para si. Potter conhecia muito bem aquele som. Estreitou os olhos numa forma de demonstrar que era melhor o Slytherin dissesse logo o que o incomodava:

— Talvez... – Malfoy começou desconfortável – A Poção nem tenha ido tão longe...

— O que quer dizer, Draco?

O loiro mudou de posição:

— O feitiço que eu lancei... É um dos modernos. Ele manda o objeto para um local aleatório no mundo.

— Quer dizer que algum bruxo vai achar a poção que caçamos por cinco anos e ter o filho por nós. Ou pior: pode ser uma bruxa e aí não vai ter efeito, já que só funciona com homens...

Novamente Draco moveu-se como se tivesse formigas no acento:

— Talvez... Eu não tenha mandado para um lugar no mundo bruxo.

O Garoto Que Viveu ruminou a afirmação por alguns segundos:

— Draco Malfoy! Você mandou a Poção do Bom Parto para o Mundo Muggle?! – cada silaba demonstrava a surpresa que acometeu Harry.

— Pensei que fosse Firewhisky. – Draco disse em sua defesa – Talvez uma garota Muggle a encontre. Talvez caia no mar.

— E talvez um rapaz Muggle a beba, engravide e cause o caos. Temos que encontrar isso antes que seja tarde. Você não pode desfazer o feitiço?

— Não. – afirmou começando a se alarmar – E se o Ministério descobrir estaremos encrencados.

Harry mordeu os lábios. Se o Ministério descobrisse estariam muito mais do que encrencados. Teria que entrar em contato com Hermione e mexer alguns pauzinhos. Respirou fundo e perguntou-se como a vida podia mudar de perfeita para ferrada em tão pouco tempo...


HxD - UxA


Uruha lançou um olhar para a sacola plástica depositada no banco do carona do luxuoso carro. Não pode impedir o sorriso de adornar os lábios sensuais cobertos com uma camada discreta de gloss.

Sentia-se mais do que feliz. Estava indo para a casa de Yuu, seu parceiro de banda, gêmeo de instrumento musical. Iam comemorar um ano de...

Franzindo as sobrancelhas pensou no que tinham. Não eram exatamente comprometidos, não namoravam ou coisa assim. Mas se encontravam com certa regularidade, o sexo era esplêndido e os momentos que compartilhavam antes e depois do ato eram recheados de compreensão, carinho, gentileza.

— Então vamos comemorar um ano de... Eto... Melhores amigos íntimos.

Riu olhando novamente para a sacola. Comprara um número interessante de “brinquedinhos” para esquentar a noite entre eles. Acordara eufórico naquele domingo, com uma vontade de deixar seu lado sádico dominar a transa naquela festinha. E agora que anoitecia mal podia conter a animação.

Foi então que o letreiro de neon de uma loja de conveniências lhe chamou a atenção. Pensou que seria bom comprar um licor ou um champanhe para incrementar ainda mais as coisas entre eles.

Estacionou sem dificuldade e saltou do carro. O local estava vazio. Sem perder tempo foi admirando as bebidas expostas atrás do balcão. Logo uma delas lhe chamou a atenção:

— Boa noite. O que é aquilo? – apontou a garrafinha rústica, sem nenhum rótulo ou marca.

O atendente muito jovem parou de mascar o chiclete com a boca aberta e admirou a garrafa de forma surpresa. Era a primeira vez que via aquilo, não tinha reparado antes.

— É... – pensou rápido – Uma bebida importada. É novidade.

Não seria a primeira vez que o dono deixava coisas não catalogas ali por engano.

— Ah... – Uruha mordeu a parte de dentro das bochechas – É boa?

— Hai. – o garoto sorriu cheio de lábia – É destilada e envelhecida. Perfeita para noites especiais.

— Vou levar. – decidiu-se para alegria do funcionário. Uruha pagou e saiu apressado, sem ver que o garoto metia o dinheiro no bolso, ao invés de registrar a venda. O produto não tinha código de barras. Se não estava catalogado o dono não sentiria falta. Na sua cabeça era diferente de roubar.

Feliz, feliz o guitarrista loiro dirigiu direto para o apartamento do amante. Não precisou identificar-se na portaria: já tinha as chaves. Subiu direto para o apartamento. Assim que destrancou a porta anunciou-se:

— Yuu! Tadaima!!

— Kou! Na cozinha! – a voz empolgada do moreno soou meio abafada.

— Hn! Não entre no quarto! Vou fazer uma surpresa!! – gritou de volta.

— Okkei! – Yuu respondeu e Takashima pode mentalizar o sorriso nos lábios fartos.

Apressado, rumou para o quarto do mais velho. Porém, antes, deixou a garrafa da bebida exótica sobre a mesa da sala de jantar arrumada para dois:

— Comprei algo especial. – Uruha falou alto – Vamos esquentar a noite, Yuu chan! – sorriu safado. Então foi para o quarto e virou o conteúdo da sacola sobre o colchão. Seus itens preferidos eram as algemas e o chicote de seda. Brinquedinhos úteis.

— Já posso entrar? – o moreno perguntou alto do lado de fora.

— Pode, curioso! – não deixou de provocar.

Yuu não perdeu tempo. Abriu a porta e passou. Levava duas taças na mão, ambas com um líquido amarelado que Takashima supôs ser a bebida especial que trouxera. Mas não foi isso que chamou a atenção do loiro. Ele ficou sem fôlego ao admirar o dono da casa, vestido com um conjunto branco, muito bem assentado, destacando os fios de cabelo negro, ainda úmido pelo banho recém tomado, e os olhos escuros. O pierceng reluzia no nariz como um charme sensual. Os lábios fartos seduziam sem qualquer maquiagem, ao contrário dos olhos vivazes e contornados com lápis.

— Aoi... – o loiro engoliu em seco, completamente hipnotizado.

— A nós dois. – Shiroyama levou a própria taça aos lábios, seduzindo descaradamente o outro, tomando o resto da bebida num longo gole sem nunca desviar os olhos do mais jovem.

A primeira coisa que Uruha fez foi passar a mão pela cama e jogar todos os apetrechos longe. Em seguida levantou-se e aproximou-se do moreno tomando-o nos braços com uma urgência pouco comum.

— Uru? – Aoi estranhou o aperto. Fora tão precipitado que acabara derrubando as taças no chão. – Tudo bem?

O loiro sorriu. De repente todo aquele fogo puramente instintivo fora varrido de sua alma. Ele olhara seu amante e sentira uma ternura e um amor tão grande que temeu sufocar-se. Era um sentimento tão bonito e bom que Kouyou teve medo de maculá-lo com qualquer tipo de perversão. Por isso jogara os objetos eróticos fora.

Naquela noite não haveria jogos. Nada de sexo selvagem na busca única de prazer. Seria diferente. Seria especial.

— Faça amor comigo, Yuu... – Uruha sussurrou ao ouvido do moreno – Quero apenas isso... Apenas lhe fazer amor.

O guitarrista mais velho fechou os olhos e sorriu, balançando a cabeça. Esperara aquele pedido por todo o longo ano. Sonhara com o momento em que deixaria de ser somente o sexo, e o sentimento forte ainda não assumido venceria.

8. April 2019 13:30:18 0 Bericht Einbetten 0
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