Guitar Life Follow einer Story

lunaharquinya Luna R

Uruha e Aoi se completavam, tanto nos palcos, quanto na vida e principalmente... Na cama. Uma sintonia que encanta e embala todos os seus fãs, cada um com seus solos que são de tirar o fôlego. Quando ambas as guitarras se unem, uma magia acontece. Mas é na cama que eles dão um show a parte!


Fan-Fiction Bands/Sänger Nur für über 18-Jährige.

#thegazette-Aoiha-Yaoi-romance
Kurzgeschichte
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Guitarras e almas

De acordo com o meu relógio de pulso, em menos de trinta minutos Kai, nosso querido líder dono das covinhas mais charmosas do mundo, daria aquela reunião por encerrada, e eu e as minhas costas agradecíamos por isso.

Em falar nelas, as mesmas me incomodam mais uma vez, me dando uma fisgada tão forte e inesperada que me fez arquear as costas, ato este que despertou a atenção de Reita ao meu lado.

- O que foi U-san? Problemas na lombar?

Detectei certa malicia em sua voz, no entanto tratei de ignorar me focando apenas em sua primeira pergunta.

- Nada demais, só um desconforto!

- Hmn...

Ele respondi e acredito que ele não acreditou muito bem na minha resposta. Sentado na parede paralela a nossa, Yuu ri baixinho, ao escutá-lo o fuzilo com o olhar, quase implorando com este meu ato que ele fosse mais discreto.

- Qual a graça?

Takanori, que estava alheio a nossa conversa, pergunta intercalando o olhar entre mim, Aoi e Reita, este ultimo o ignorando deliberadamente ao mirar seus olhos no baixo em seu colo.

- Nada não, eu apenas me lembrei de uma piada muito engraçada que eu ouvi ontem!

Foi à resposta de Aoi e se eu não soubesse que a mesma era falsa acreditaria nele.

- E qual foi?

Foi à vez de Kai perguntar, curioso. Aoi arregala os olhos, o mesmo não utilizava sua mascara já que a mesma repousava tranqüila na pequena mesinha ao lado de sua cadeira, e suas bochechas ganham um leve tom rosado.

Tive vontade de rir por causa da pequena “Saia justa” na qual o mais velho entrara, mas tive que me segurar se não iria ter que ficar ouvindo depois suas reclamações e lamuria dizendo que eu não tentava ajudá-lo.

- Hãn, eu esqueci!

Afirmou o moreno abaixando seu olhar de volta para a guitarra.

Ruki franzi o cenho.

- Esqueceu? Como assim esqueceu? Você acabou de falar que havia pensando nela!

Ele alfinetou e percebi as engrenagens da cabeça de Aoi trabalhando, tentando encontrar algum meio para sair daquela situação constrangedora.

Eu por dentro, morria de da risada.

- É que foi o Reita que me contou, eu sou sem graça para contar piadas, ele conta melhor, certo Rei-san?

Akira arregala os olhos, a ausência de sua famosa faixa no nariz revelava mais seu rosto e seu nariz arredondando.

Ele olha para mim, em seguida para Ruki e Kai, os dois últimos aguardando a tal famosa piada tão engraçada que fez Yuu rir apenas por lembrá-la.

Até eu, mesmo sabendo que essa desculpa de piada era apenas um meio que Aoi encontrou de justificar a sua risada sem lógica, estava curioso, não para ouvir a piada e sim para ouvir a desculpa na qual os dois iriam inventar.

- Hmn... Eu também esqueci!

Despistou Akira, Ruki girou os olhos e Yutaka ficou intercalando o olhar entre Aoi e Reita.

Levanto-me e chamo a atenção dos meus quatros companheiros de banda.

- Acho que hoje está bom, né?

Kai confira as horas em seu relógio de pulso e confirma.

- Sim, bem na verdade falta uns quinze minutos para terminar, mas por hoje está bom. Todos vocês, já pra casa!

Brinca ele e todos nós rimos. Guardo minha guitarra dentro de sua capa e coloco a mesma sobre o ombro, logo em seguida é a vez de trocar meus óculos de grau pelos óculos escuros.

A touca na minha cabeça escondia meus fios escuros e me protegia de uma pequena e inesperada frente fria que chegou a Tókyo sem aviso prévio. Os outros rapazes utilizavam, além de toucas, as famosas mascaras cirúrgicas e seus óculos escuros, Takanori estiloso como sempre usava um que quase tampava suas bochechas.

Eu achava aquilo certo exagero, já que pelo fato dos japoneses serem tão parecidos entre si era um pouco difícil algum fã conseguir nos identificar, lógico que nossos cabelos e estilos conseguiam nos denunciar, mas em alguns casos elas achavam apenas que era algum cara que curtia a gente e decidiu nos copiar.

Tanabe Yutaka compartilha deste mesmo pensamento e dificilmente usava mascaras.

- Hey, Kai-san, tem como me dá uma carona?

Pergunto ao ver o moreno terminando de arrumar suas coisas.

- Sim, o seu carro ainda está na revisão?

- Está!

- E por que não pega um carro alugado?

Já estávamos dentro do elevador, quando respondo.

- É por que eu não tenho o famoso “beneficio de Líder” para bancar um carro alugado e a revisão do meu!

Minha resposta causa uma risada coletiva, até mesmo Yutaka que era o “alvo” começou a rir.

- Entendi, entendi!

Ao sairmos do elevador, Yuu puxa delicadamente meu braço chamando minha atenção sem chamar a atenção deles.

- Vou para sua casa mais tarde!

Ele sussurra no meu ouvido, os outros andavam um pouco mais adiante, por este fato eles não notam a nossa pequena conversa.

Como resposta apenas balanço a cabeça confirmando.

Entro no veiculo e Yutaka assumi a direção saindo do estacionamento e se infiltrando no pequeno transito que se seguia pelo centro.

- Quer passar em algum lugar, antes de ir para a sua casa?

Lembrei-me que o moreno afirmou que ia para a minha casa mais tarde... Forço a minha mente a tentar imaginar como andava o meu estoque de comida, e por incrível que pareça havia bastante coisa, então a necessidade de comprar algo novo para comer era mínima.

- Não, podemos ir direto! Ah não ser que você queira passar em algum outro lugar!

Ele nega com a cabeça.

- Não, a Mia-chan vai lá em casa hoje mais tarde e ela sempre leva alguma coisa pra comer, ela sempre brinca que eu estou magro demais!

Ele ri e eu também, Mia era o nome da mais nova namorada de Kai, eles começaram a namorar há dois meses, ainda era recente, mas os dois não eram o típico casal “grudento”, ambos eram maduros o suficiente para ele dá espaço a ela e vice versa.

As fãs ainda não sabem, mas essas covinhas já têm dona.

Durante todo o trajeto permanecemos em silencio, apenas curtindo um pouco as musicas da playlist extensa de Kai. Ao chegarmos, salto do carro e me despeço de meu amigo/motorista, e logo entro em meu prédio, não precisava avisar ao porteiro que Yuu iria vim, não só ele como também todos os outros garotos tinham acesso ao meu apartamento, isso era um acordo mantido por nós há quase dez anos.

Após abrir as janelas de meu apartamento para entrar um pouco de corrente de ar, caminho até meu banheiro tratando de tirar meu casaco e minha camiseta. Não demoro muito no banheiro e vou para o meu quarto com apenas uma toalha enrolada na cintura.

Fico parado em frente ao meu guarda-roupa, até que um vento gelado passou pela janela entre aberta e tocou meu corpo me fazendo lembrar que tinha que ser rápido antes que ficasse doente.

Pego uma calça de moletom cinza e meio larga, e uma camiseta preta com alguns desenhos abstratos na frente, não vestiria cueca, com Aoi parecendo em meu apartamento para me “visitar” não era necessário vestir muitas roupas.

Fico na sala assistindo alguns vídeos aleatórios até ouvir minha campanhia tocando. Ergo do sofá e vou atender a porta, do outro lado encontro Aoi escorado na parede, ele sorri.

- Oi Uru-Chan!

Fala ele com a voz propositalmente mais rouca, voz essa que causou um efeito estrondoso em meu corpo e em meu membro. Era sempre assim, quando nós dois ficamos a sós, faíscas podem ser vistas.

- Olá Yuu-chan!

Digo com a mesma voz anteriormente utilizada por ele, percebo um brilho de desejo e ousadia passando em seus olhos.

Dou um passo pro lado e ele entra em meu apartamento, mal me dando tempo de fechar a porta e ele já ataca meus lábios com os seus, castigando os mesmos com mordidas e lambidas eróticas que me deixou momentaneamente sem rumo.

Quando finalmente acordei de meu transe, ele já estava sentando espaçoso em meu sofá, o calcanhar da perna esquerda repousada no joelho direito e um sorrisinho maroto de quem sabe o que faz.

Limpo minha garganta, tentando manter minha compostura enquanto ele ainda me observava sorrindo divertido.

Claro, pra ele sempre é divertido mexer com o meu psicológico.

- Então, fez algo gostoso para nós comer?

Ele perguntou e eu tentei de todas as formas possíveis não entender o duplo sentido tão presente em suas palavras.

- Depende!

- Depende?

- Sim, se você está disposto a me ajudar!

Afirmo recebendo como resposta um olhar tão insano que podia muito ser proibido.

- Você sabe... Eu amo te ajudar!

Assim ele se levanta e eu trato logo de me virar e caminhar na direção da cozinha, sentindo a presença do moreno logo atrás de mim.

- Então, o que vamos preparar, chefe Takashima?

- Hey, o posto de Chefe da banda é de Yutaka, se ele souber que eu “roubei” seu posto ele me mata!

Aoi ri alto jogando a cabeça para trás, tive o vislumbre completo de seu perfeito pomo-de-adão se movimentando por conta da risada, meus olhos me traíram e eu me vi preso aquele pequeno pedaço de pele.

- Se continuar assim, não iremos cozinhar nada, Shima!

Comenta ele sério, e só então percebo que ainda olhava para o mesmo ponto fixo, mesmo após o outro ter baixado a cabeça.

Pisco logo voltando ao normal, ficar perto de Shiroyama Yuu era distração demais para mim e eu não conseguiria me concentrar, se perto dos outros eu já preciso fazer um esforço estrondoso para me conter, imagina quando estamos apenas nós dois?

Fico totalmente sem saber o que fazer.

- Mudei de idéia, você fica lá na sala, quietinho, e eu fico aqui cozinhando!

- Certeza?

- Sim, anda vai!

Completei praticamente o empurrando de volta para sala. O moreno ri e ergue as mãos em sinal claro de desistência.

- Tudo bem, tudo bem, se precisar de ajuda é só chamar.

- Tá!

Enquanto o moreno voltava a se acomodar no meu sofá, eu voltei para cozinha e comecei a prepara um chocolate quente, o frio que estava fazendo pedia por coisas quentes, fiz algumas torradas para comer e para completar o “banquete” esquentei no microondas uma mini pizza.

- Hmn... O cheirinho está ótimo!

Como se fosse um cachorrinho – ou gato – Yuu surgiu na cozinha, da sala um som muito familiar se fez presente e eu logo encarei Aoi.

- Sério?

Yuu ergueu os ombros.

- Ás vezes eu gosto de assistir nossas Lives, por quê? É proibido?

- Não, só achei estranho porque você já afirmou que não gosta de assistir vídeos seus!

- Antigos! – Ele tratou logo de me corrigir. – Mais os atuais eu curto sim, principalmente nas lives que você usou aqueles shorts...

O papo estava sério demais e ele tinha que vim com algum papinho malicioso.

- Não me olha com essa cara, as fãns amam quando você se veste daquela forma. Ou por acaso você se esqueceu do alvoroço que você causou quando vestiu aquele short no nosso aniversario de 15 anos? – Ele solta um suspiro. – Aquele dia foi inesquecível!

Termina ele com mais um suspiro dramático.

- Foi mesmo demais, principalmente quando você chorou!

Retruco vendo ele endireitar o corpo.

- Eu não chorei!

O telefone tocando interrompe nós dois, percebo que era o meu e trato logo de pegar, lendo no visor o nome “Mia-chan” brilhando.

Atendo com pressa.

- Mia, o que foi? Aconteceu alguma coisa?

Pergunto rápido alarmado sem dá chance para a menina falar primeiro.

- Calma Uruha-san, não aconteceu nada, qual a razão para uma reação tão exagerada assim?

Respiro fundo e me encosto na pia, um pouco mais relaxado. Aoi também pareceu momentaneamente alarmado pela minha reação, mas relaxou assim que percebeu que era apenas exagero meu.

- Desculpa! É que o Kai-kun me falou que você ia para a casa dele hoje, e como eu presumi que você ainda estava lá então eu deduzi que alguma coisa de errada pode ter acontecido com ele! Perdoe-me, não quis assustá-la!

Aoi caminhou até o fogão e tratou de desligar o chocolate e ficou atento ao time do microondas que anunciava que dentro de cinco minutos a mini pizza estaria pronta.

A morena ri do outro lado.

- Tudo bem, eu entendo! Bom, na verdade eu ainda estou na casa dele, é que o Kai-San me pediu para ligar pra você perguntando se você quer vim amanhã almoçar na casa dele!

- Almoçar aí? – Pergunto logo atraindo a atenção de Yuu para mim. – Claro, eu não perderia isso por nada... Ah, aliás, é você que vai cozinhar, né?

Mia do outro lado ri alto.

- Sim, bem na verdade será nós dois!

- Ah bom! – Já sentia minha boca salivar apenas de imaginar o que aqueles dois aprontariam na cozinha. Kai e Mia formavam uma excelente dupla de chefes. – Pode contar com a minha presença!

- Maravilha! – Ela comemora. – Agora só falta eu convidar o Aoi-san!

Ela conclui e em um ato impulsivo, eu solto.

- Ele está aqui, quer falar com ele?

Ela faz uma pequena pausa e eu espero.

- Ok

Passo o telefone para ele e vou até o microondas para retirar o nosso jantar.

- Olá Mia-chan, como vai? – Poderia ter ficado com ciúmes daquele “Chan” ter sido tido de forma tão natural, se não fosse pelo fato de que todos nós, incluindo Ruki e Reita, a tratamos assim. – Sim, sim, vou sim. Claro, eu também não perderia isso por nada. – Ele ri. – Você e o Kai-san fazem uma dupla perfeita, tenho certeza que se vocês tiverem algum filho, ele será quase uma bolinha de tanta comida que vocês darão para ele.

Yuu ri de novo e eu acabo rindo também com a sua pequena brincadeira.

- Tá bom então! Até amanhã Mia-chan, tchau... Ah e usem camisinha! – E ele desliga. – O que foi?

Pergunta inocente e eu balanço a cabeça.

- Você não presta, aposto que ela deve tá mais vermelha que um tomate agora!

Retruco ao mesmo tempo que ele se aproximava de mim.

- Você é mesmo muito inocente, heim Shima! Eu, sinceramente, não sei qual daqueles dois é pior!

Franzo o cenho.

- O que você quer dizer com isso?

- Nada! Então borá comer? To morrendo de fome!

Ele desvia do assunto indo até a uma das basculantes e tirando de lá dois pratos. No entanto aquela insinuação dele não saia de minha cabeça e algo me dizia que eu só conseguiria sossegar depois que eu tivesse uma conversa séria com aquela mocinha.

- Seus solos são incríveis!

Ergo minha cabeça ao ouvir Yuu falar aquilo de forma tão natural e ao mesmo tempo sério. Miro meu olhar em si e percebo a expressão concentrada de Aoi enquanto assistia um dos meus solos que se desenrolava na tela.

- Os seus também! – Retruco e vejo ele me olhar. – E eu te acho muito sexy quando toca a musica Sugar Pain!

A ultima frase escapou sem nenhum controle de minha boca. Aoi pro outro lado, sorrio ladino e apoio parte de seu peso sobre sua canhota ficando assim a centímetros de distancia de mim.

Sua respiração quente bateu contra minha pele enquanto o mesmo falava.

- Hmn, então você me acha sexy, U-san?

Engulo seco e decido deixar minha timidez de lado pelo menos por agora, e viro parcialmente meu rosto em sua direção, nossos lábios a pouquíssimo centímetros de distancia.

- Algumas vezes, sim! E tem algo que você ainda não sabe...

- O quê?

- A inveja que eu sinto de sua guitarra sempre que a toca daquela forma tão... Apaixonada!

Um sorriso digno do gato da Alice cortou seu rosto, Yuu terminou com a distancia entre nós e me presenteou com uma mordida nos lábios que me deixou completamente arrepiado.

- Não precisa ficar assim, Kou-chan, eu vou fazer esse sentimento ir embora, já, já!

Nossas bocas se encontraram mais uma vez... E foi como se tivessem jogado gasolina no fogo.

Firmei meus dedos em sua nuca e o pressionei mais contra mim, sua língua vasculhava toda a minha boca e seus dentes ora e outra se chocavam contra os meus. Uma mão atrevida apertou minha coxa e eu me contrai o sentindo sorrir de lado contra minha boca.

Afasto-me um pouco atrás de ar e logo falo.

- Vamos pro quarto!

Era melhor ir logo para o quarto antes de perder totalmente o controle, eu o conhecia bem demais para saber que a gente não conseguiria nem entrar no corredor se continuasse desse jeito.

Levanto e ainda tenho a paciência de desligar a televisão, mal entramos no corredor e já sinto minhas costas serem pressionadas contra a parede.

Solto um resmungo pela dor momentânea que sinto e Yuu logo cobre minha boca com a sua, engolindo para si meus suspiros e gemidos baixos. É automático eu enrolar minhas pernas em seu quadril o sentindo mais colado a mim, nossas línguas lutavam pelo controle do beijo, mas nenhum de nós dois conseguia ceder.

Minhas mãos se embolavam em sua nunca, puxando alguns fios por ali ao sentir a intensidade do beijo ganhar proporções inimagináveis. Ele, por outro lado, apertava com força minha cintura, tão forte que sentia que sua digitais iria ficar gravadas em minha costela.

Infelizmente o ser humano precisa de ar para sobreviver e foi apenas por isso que nos separamos. Seus lábios grossos descem um pouco ao longo de meu pescoço, me presenteado com beijos molhados e chupões controlados que não deixavam a minha pele marcada.

Sem controle algum sobre meu corpo, jogo minha cabeça para trás e bato a mesma contra a parede, nem mesmo a dor momentânea que senti fez meu desejo diminuir.

No entanto, toda a minha diversão é encerrada quando sinto o moreno se afastar de mim. O olho sem entender e ele apenas sorri, cobri minha mão com a sua e me puxa para o meu quarto.

Sinto o colchão fofo ceder um pouco contra meu peso, o corpo esguio e escultural cobrindo totalmente meu corpo e me fazendo ofegar de prazer apenas por sentir aquela pressão gostosa.

Sua boca toma posse da minha mais uma vez e enquanto me beijava sedento, sua canhota subia pelo meu tronco levando minha camiseta junto. Interrompemos o beijo apenas para ele conseguir tirá-la.

Ele deposita um leve selar em meus lábios e começa a descer, escalando meu corpo ele chega ao meu mamilo e o prende entre seus lábios e o suga de leve deixando toda a pele da região avermelhada e sensível.

O volume em minhas calças já estava bem visível, principalmente pelo fato de eu não estar usando cueca no momento. Aoi percebeu isso, óbvio, e deu um sorrisinho malicioso.

- Sem cueca, Koi? É para me enlouquecer?

Meu coração acelerou ainda mais ao ouvir aquele apelidinho carinhoso, no qual a maioria dos casais se tratam, saindo da boca do mais velho. Já não era a primeira vez que ele me chama desta forma, mas meu coração sempre acelera estupidamente ao ouvir, como se fosse a primeira vez.

Ergo meus ombros.

- É para facilitar seu trabalho, Koi!

Repito o mesmo tratamento antes direcionado a mim e vejo um sorriso maravilhoso sendo desenhado em seus lábios bonitos.

Ele sobe mais um pouquinho e deposita um selo em meus lábio, rapidamente ele retorna a sua descida pelo meu tronco. Explorando cada cantinho já decorado por ele, dando beijos em locais estratégicos nos quais ele sabia que me enlouquecia.

Ele dá uma mordida um pouco mais forte na região abaixo do meu umbigo e eu me contraio gemendo manhoso. Finalmente minha calça é abaixada, de forma tão lenta e dolorosa que o roçar do tecido em minha pele até chegou a doer.

Ao voltar de novo para cima de meu corpo, Yuu tratou de deixar as marcas de seus dentes na pele branca de minha coxa me fazendo arquear de leve minhas costas e jogar uma praga aquele que fizera o pequeno estrago em minha pele.

A minha raiva passou como um raio, quando senti a mão grande e quente do moreno envolvendo meu membro por completo, segurando firme na base, Yuu lambi de leve minha glade, um forte arrepio cortou meu corpo e eu ofeguei baixinho.

Não demorou muito para sentir sua cavidade bucal envolvendo completamente meu pênis, que pulsava cada vez mais dentro de sua boca gostosa.

- Yuu!

Solto seu nome através de um gemido, tendo a plena certeza de que agora ele me olhava com aquelas íris negras dilatadas pelo desejo.

Ele se empenhou muito naquele oral, subindo e descendo pelo meu falo, a língua pecaminosa fazendo pressão nos lugares certos e minha glade sendo pressionada pelo céu de sua boca. E a única coisa que me cabia fazer era apertar com força os lençóis entre meus dedos, arquear as costas e morde meus lábios tentando reprimir meus gemidos que lutavam tanto para sair.

Meu corpo inteiro convulsava, como se tivesse levado um choque e agora estivesse com os efeitos da eletricidade em meus músculos.

Pressentindo que eu estava quase atingido meu ápice, Yuu solta meu membro, o largando completamente duro e molhado pela sua saliva.

Ele ficou de joelhos entre minhas pernas e retirou a camiseta, eu sentei-me ereto e sem perder tempo passei a distribuir beijos e mordidas nada leves em seu tronco, descontando assim um pouco do prazer antes proporcionado a mim.

Com as mãos tremulas, abro o botão de sua calça e abaixo o zíper. Sem paciência para esperar, abaixo de uma só vez sua calça e sua box verde escuro junto.

Yuu me ajuda a me livrar das duas peças irritantes, ansioso pelo que eu iria fazer a seguir. Olho para seu membro, já úmido pelo pré-gozo, e literalmente caiu de boca. O colocando inteiro em minha cavidade bocal e sentindo sua glade bater forte em minha garganta.

Aoi gemi rouca e joga a cabeça para trás, seu peito subindo e descendo por causa da respiração acelerada.

- Porra Kou... Ah delicia!

Movimento minha boca para cima e para baixo, fazer oral não era a coisa mais maravilhosa do mundo, ao contrário, era desconfortável e requer a pessoa ter um estomago forte, mas todo o desconforto era recompensado ao ouvir a voz rouca dele gemendo meu nome e seus murmúrios de prazer.

Shiroyama Yuu podia até ser tímido na maioria das vezes, mas a sós comigo ele se transformava e se tornava esse louco safado e ninfomaníaco.

- Isso... Mais forte delicia!

Ele me incentiva com palavras tentadoras o que fazia meu desejo aumentar ainda mais.

Chupá-lo era mais prazeroso do que ser chupado.

No entanto, um puxão nem um pouco delicado, me fez soltar seu membro. Olhei pra ele meio raivoso.

- Achei que estava gostando!

Comento encabulado e ele sorri me dando um beijo de língua que acabou com o ultimo resquício de sanidade.

- E estava amando, bebê! Mas agora, o que eu quero mesmo, é comer essa sua bunda maravilhosa bem gostoso. – Ele acaricia meus cabelos já úmidos pelo suor e completa da forma mais pecaminosa possível. – Hmn, deixa eu te comer bem gostoso, deixa?

- Falando desse jeito, você pode fazer qualquer coisa comigo!

Foi a minha resposta e foi o suficiente para Yuu gemer baixinho contra minha boca. Ele lambi de leve meus lábios antes de me fazer deitar de volta para cama.

Com os dedos ele acaricia de leve minha entrada e logo posiciona seu pênis no mesmo lugar, tomando cuidado para passar um pouco de lubrificante em seu membro e em minha entrada que se contrai ao sentir o contato gélido do produto.

Yuu se curva sobre meu corpo, com a sua destra ele direcionado seu membro ao meu canal e com a outra segura firme em minha coxa para manter minhas pernas abertas enquanto ele me invadia aos poucos.

Nossos gemidos escaparam ao mesmo tempo, ele me beija forte e intenso, nossos lábios criando uma melodia erótica e excitante ao mesmo tempo que nossas línguas se provavam, decorando mais uma vez o gosto já conhecido do nosso paladar.

Mexo de leve meu quadril e ele logo entendi meu recado silencioso. Passa a entrar e sair de meu interior, primeiro de forma lenta, como forma de não me machucar. Conforme meus gemidos se tornam mais altos e roucos, ele vai aumentando a velocidade da penetração.

Seguro firme em sua cintura, sentindo a mesma se movimentar no mesmo ritmo sexy que seu tronco fazia ao me penetrar. Minhas unhas afundam em sua pele e eu mordo seu ombro esquerdo, para descontar um pouco o prazer sentido.

Ele gemi rouco em meu ouvido e se afasta o suficiente para aumentar a velocidade atingindo minha próstata sem nenhum esforço.

Reviro os olhos e mordo meus lábios, só parando ao sentir o gosto leve de sangue. Com uma pegada firme em minha cintura, Yuu me levanta e me deixa sentado em seu colo com ele bem diante de mim.

Naquela posição eu tinha mais liberdade e podia me movimentar como bem quisesse, subindo e descendo em rebolada suaves que fazia o moreno ofegar de prazer e morder seus lábios carnudos.

- Nossa... Ah como você é gostoso, Kou!

Ele gemi rouco contra minha pele úmida pelo suor e lambi o local, me fazendo arrepiar e contrair minha entrada. Um tapa estralado em minha coxa me faz gemer manhoso.

- D-dói...

Gemi com dificuldade por causa dos nossos movimentos que ficavam cada vez mais intensos.

- Dói é? – Confirmo com um aceno lambendo meus lábios. – Então vem aqui gemer no ouvido de seu Daddy, vem!

Circulo minhas mãos em seus ombros e faço o que me foi ordenado e passo gemer baixinho em seu ouvido, apenas para excitá-lo ainda mais.

Um outro tapa na outra coxa me faz jogar a cabeça para trás e gemer rouco, a ardência causada pelo tapa se misturou com o prazer me presenteando com uma sensação única.

Sinto um calor gostoso em meu estomago e eu já sabia o que estava prestes a vim. Com mais uma estocada, desfaço-me sujando ambos os abdomens ainda em movimento. Aoi apóia a cabeça em meu peito e morde a região tentando abafar o gemido alto que subiu pela sua garganta e ao mesmo tempo senti todo meu interior sendo inundando pelo seu sêmen.

Permanecemos em silencio tentando recuperar a respiração.

- Vem, precisamos de um banho!

Ele me ajuda a levantar e assim vamos até o banheiro presente em meu quarto. Claro que rolou mais uma vez embaixo do chuveiro, a única diferença era que eu que fui o ativo.

- Acho que vou ter que ir embora!

Yuu comenta me ajudando a arrumar a sala. Franzo o cenho.

- Por quê?

- Para ir pro almoço na casa do Kai-san, oras... Já se esqueceu?

Nego

- Não, - abaixo o olhar, envergonhado do que estava prestes a propor. – A gente pode sair daqui juntos e ir pra lá, aqui tem algumas roupas suas, esqueceu? Você se arruma e a gente vai junto!

- Desse jeito a gente vai parecer um casal de namorados!

Coro violentamente com a sua insinuação e escuto uma risada gostosa vinda do moreno. Seus dedos longos tocam em meu queixo e ele ergue meu rosto me obrigando a encará-lo.

- E eu amei isso!

Sorrio sem graça e ele sela nossos lábios.

Terminamos de arrumar a sala e a cozinha e fomos para o quarto, enquanto o moreno tomava banho eu fiquei diante do meu guarda-roupa, de frente para o meu espelho aquela idéia ficava passando inúmeras vezes, como se fosse um disco arranhado no qual a gente não consegue desligar.

Eu precisava conversar com ele antes, mas o medo dele recusar era maior, já tivemos uma briga sobre esse mesmo assunto há alguns meses e eu não queria estragar aquele dia que tinha tudo para ser divertido e inesquecível.

Mas...

Eu precisava externar aquela idéia se não iria enlouquecer se continuasse guardando ela apenas para mim.

A porta do banheiro se abre e meu estomago gela, o cheiro do meu sabonete de lavanda invadi meu quarto e faz meu enjôo aumentar.

- Hmn... Eu separei as suas roupas, elas estão todas aqui! – Falo me batendo mentalmente por tentar disfarçar minha angustia. – Se por acaso tiver alguma que não te agrade, pode vestir alguma camiseta minha, nós temos quase o mesmo tamanho, acho que eles não vão notar que...

- Kou-chan! – Ele me interrompi, claro, eu não conseguiria esconder minha inquietação por muito tempo. Ele me conhece a tempo demais. – O que foi? Tem algo de errado?

Ele se aproxima e se senta na cama, eu sento-me ao seu lado e fico olhando para as minhas próprias mãos.

- É só que... Eu acho que é o momento certo para a gente assumir o nosso relacionamento! O que você acha? Olha se não quiser tudo bem, a gente pode esperar e continuar as escondidas e...

A mão dele em meu rosto me faz parar, ele me obriga a encará-lo e eu sou surpreendido por um sorriso maravilhoso.

Ele sela nossos lábios.

- Eu vou adorar!

Arregalo os olhos.

- Mesmo?

- Claro, essa coisa de namoras as escondidas é uma merda! – Solto uma risada e ele também. – Eles podem até achar meio estranho um relacionamento entre dois homens, mas são nossos amigos então são obrigados a nos engolir!

Dou um leve empurrão nele.

- Bobo!

Terminamos de nos arrumar nesse clima leve e descontraído e depois saímos. Mandei uma mensagem para Mia apenas para saber se precisava levar alguma coisa e ela disse que não precisava se incomodar, mas mesmo assim Yuu quis passar em uma loja de conveniência para comprar algumas garrafas de bebidas.

Depois falam que o alcoólatra da banda sou eu.

Quando chegamos todos já nos esperavam.

- Olá meninos!

Mia, sorridente, nos cumprimenta. A bela morena de sorriso cativante e olhos redondos ocidentais que encantou nosso líder sempre se mostrava bem humorada e divertida, a gente adorava ela e Ruki até mesmo a apelidou de “chaveirinho” por causa da sua ausência de altura.

- Oi!

Eu e Aoi respondemos juntos, Takanori logo nos encara.

- O que aconteceu?

Aquele baixinho nos conhecia bem demais para perceber a nossa tensão que serpenteava pelo ar.

Yutaka se uniu a nós, também curioso.

Olho pro Aoi e ele me encarou de volta, a frase dele dita pelo mesmo dentro do carro veio a tona em minha cabeça: “Vamos dizer de uma vez só, se ficarmos enrolando perderemos a coragem!”

Ele tinha razão.

Abaixo meu olhar e entrelaço de leve nossos dedos, já imaginando que eles desconfiavam o que iríamos dizer.

- Eu e o Yuu... Nós estamos namorando!

Engulo seco, sentia os dedos gelados de Aoi contra os meus e sabia que ele estava mais nervoso do que eu.

Finalmente crio coragem de ergue meu olhar para os presentes na sala. Mia tinha um sorriso tão lindo que iluminava todo seu rosto, parecia uma criança que havia ganhado o presente prometido do papai Noel.

Kai ao seu lado estava de boca aberta, literalmente, se eu não tivesse tão nervoso riria de sua cara. Ruki sentado apenas nos olhava sério, e Reita estava apoiando a cabeça com a sua destra e parecia avaliar a situação ou então estava apenas viajando nos pensamentos como sempre.

A primeira a esboçar alguma reação foi Mia, que começou a dar alguns pulinhos no lugar, ela veio até nos e ficou no meio abraçando eu e Aoi ao mesmo tempo.

- Aí que alegria! – Ela exclama sincera e isso me aliviou, se Kai pensasse em nos expulsar da banda, eu pelo menos poderia contar com ela e com a sua calma para tentar convencer o namorado do contrario. – Sério, eu desejo toda a felicidade do mundo para você, de verdade! Aí que felicidade, eu nem acredito que meu shipp é real, ai meu Deus eu vou explodir de alegria!

Tive que rir daquilo, ela é realmente uma graça.

- Mia-chan, não exagera! – Yutaka disse e minha atenção foi toda pra ele. Ele me olhou sério e depois para o Aoi. – Vocês realmente se amam?

Eu me sentia como se fosse a filha apresentando o novo namorado para o pai e esperando sua aprovação.

- Sim, muito, Senhor Tanabe!

Foi Aoi que respondeu brincando no final, Kai sorri de leve e as covinhas aparecem.

- É o amor que importa, se fosse antes que acharia estranho, mas agora, namorando Mia-chan, eu percebo que o que importa de fato é o amor verdadeiro e não o gênero! E se vocês se amam da mesma forma que eu amo essa menininha doida, então tem a minha total aprovação!

- Own que fofo!

Ela exclama saindo de perto de nós e indo até Kai lhe abraçando pela cintura e recebendo um beijinho no topo de sua cabeça.

- Muito obrigado Yutaka-san!

Agora só faltava Ruki e Reita, e eu não sabia se ficava mais preocupado ou com mais medo. Takanori dá mais uma tragada em seu cigarro e se levanta, ele caminha na nossa direção e eu quase podia ouvir o som do coração acelerado de Aoi.

- Eu tenho apenas uma pergunta? – Engulo seco e respiro fundo. – Você por acaso, escreveu My Devil On the bed para o Aoi?

Arregalo os olhos e coro.

- Não, naquela época eu nem imaginava ficar com ele!

Respondo com sinceridade e ele pareceu satisfeito.

- Entendo! – Ele nos olha. – Vocês podem imaginar que vai ser um pouco demorado para mim me acostumar com a relação de vocês, mas vocês têm o meu apoio!

- Muito obrigado, Taka-san!

Digo com sinceridade e ele sorri.

- De nada, U-san! Ah e também, eu já desconfiava!

- Mesmo?

Ele concorda.

- Isso é meio difícil de esconder, sabe?

Acabo concordando com ele, lutávamos para tentar esconder, mas sempre tem algo que deixamos escapar.

- Então quer dizer que AoiHa é real... Quem diria!

Ele comenta cruzando os braços, Reita levanta.

- Agora só falta Reituki!

Ele comenta divertido e recebe um olhar mortal do mais novo.

- Tenta alguma coisa que eu corto o seu amiguinho!

Ele ri, o ambiente parecia bem mais leve. Akira se aproxima um pouco mais de Yuu e o abraça pelos ombros.

- Se você fizer algum mal ao Kou-chan, eu te mato!

Ele sussurra ameaçadoramente.

- Aki-san, não precisa exagerar!

Falo me sentindo envergonhado pela reação do Reita.

- Não se preocupe, eu não vou magoá-lo!

Yuu garanti serio, olhando sem desviar para Reita.

- Assim espero!

- Okay, tudo certo, declarações e ameaças feitas, agora vamos terminar o almoço Koi!

Mia comenta logo puxando Kai para cozinha.

E nesse clima leve, almoçamos e passamos aquele tempo juntos, nos divertindo e brincando. E ali, junto deles, percebi que não podia escolher amigos melhores, aliás não somos apenas amigos, somos uma família.

Um pouco diferente, mas somos.

E agora, olhando para o moreno sorridente do outro lado, eu percebo que era com ele que eu queria passar o resto da vida, brincando, brigando, se amando, sendo companheiros, amantes e principalmente amigos.

E quem sabe futuramente, um filho?

Afinal de contas, sonhar não arranca pedaço, correto?

2. April 2019 12:59:59 1 Bericht Einbetten 1
Das Ende

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Nykara Mika Nykara Mika
SEGUINTE! Eu tô morta feat surtando aqui! Beudeuos! Tudo de bom numa oneshot só! Como faz para lidar? Sei não. Mesmo não verificada a história, olha, eu me diverti e surtei demais, de verdade! EU ME REALIZEI NA MIA, LÓGICO. (Nem gosto do Kai, imagina), teve troca-troca no lemon (beudeuos, seke é tudo de bom) e teve aquele tom de graça e fofura ao mesmo tempo, apesar da picância e.... Olha... Eu tô bugada demais. Nossa! Ficou muito bom! Vou guardar pra vida! Sonhando ser a Mia, relembrando os momentos dessa fic, do Ruki irritado e tudo mais... Nossa! Eu tô super maravilhada! Diva, não desista de escrever e traga mais alegrias sobre os gazeboys para nós, please! Amei!
18. April 2019 13:15:54
~