Play(boy) Follow einer Story

hedonista Hun

“Vamos jogar.” Ele falou. Eu só não sabia que essas jogatinas iriam levar a outras coisas. [chanbaek | one shot]


Fan-Fiction Bands/Sänger Nur für über 18-Jährige.

#au #oneshot #baekyeol #chanbaek #exo
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Let's play

Novamente mais um dia da minha vida, e que vida. A que ponto eu cheguei de modo tão aleatório, não tive forças para me desfiar dessa rua, desse local, dessa pessoa e por quê? Nem eu mesmo entendia, é apenas automático, fui treinado para ser assim.

“Entra.” Ele falou sorrindo com aquele sorriso grande e aberto, eu apenas assenti calado. Logo subindo para seu quarto, os jogos iriam começar.

Principio

Eu nunca fui muito amigo de Chanyeol, estudamos na mesma escola e classe a alguns anos desde de pequenos, somos colegas de bairro, mas por alguma razão ultimamente ele vem me convidando para passar as tardes das ferias de verão com ele jogando qualquer coisa, seja bola, vídeo game, cartas.

Park Chanyeol não é o tipo de cara de fala com você por qualquer coisa, pelo menos é o que eu acho. Ele era de certa forma popular, joga no time de basquete da escola e tem certo destaque, ele e seu amigo chinês, que todo mundo chama de Kris, mesmo sem ter nenhuma logica. E eu? Eu sou apenas um cara normal, notas normais, poucos amigos, família de classe media, nada de especial.

“Entra.” Ele falou sorrindo, envolvendo o braço em meu pescoço de modo repentino, não fiz nada apenas ri baixo, eu era tímido demais.

Subimos para o quarto de Chanyeol como o habitual, mas desta vez a casa estava silenciosa demais.

“Estamos sozinhos?” Indaguei e ele virou-se para mim, balançando seu cabelo castanho escuro em uma resposta afirmativa.

Entramos no seu quarto que por falar nisso estava uma bagunça como sempre.

“Vamos jogar.” Ele falou.

“O que?” Respondi sentando em sua cama bagunçada, ele estava revirando seu guarda roupa procurando alguma coisa.

“Baek, sabe de uma coisa, vamos jogar algo diferente hoje.” Ele fecha o guarda roupa, e senta ao meu lado. Olho para cima para encara-lo, a diferença de altura é grande e ainda me irrita. “Espera.” Chanyeol vai até a porta trancando-a.

“Por que trancou a porta?” Falei confuso.

“Para caso alguém chegar não nos incomodar.” Ele fala dando de ombros, se sentando na cama novamente.

Chanyeol abre lentamente o zíper de sua calça que estava usando expondo sua cueca cinza escuro me deixando ainda mais confuso.

“O que está fazendo?” Falo ao tentar puxar minha mão. Ele havia segurado meu pulso e forçado minha mão encostar seu membro que ainda estava flácido, mas ele era mais forte que eu, bem mais, era tão injusto.

“É uma troca, Baek.” Ele fala me encarando, eu podia sentir meu coração batendo mais forte. “Você faz em mim e eu faço em você.” Ele coloca sua mão sobre a minha apertando de leve me fazendo massageá-lo, eu podia senti-lo ficar duro.

Onde eu estou me metendo.

***

"Você faz bem." Ele falou ao colocar as mãos atrás da cabeça fechando os olhos e gemendo de excitação.

"Hm." Murmurei. Continuando a masturbar seu lembro que se encontrava ereto. Eu usava minhas duas mãos uma acariciando sua glande e outra deslizando de cima para baixo rapidamente. Eu não sabia o que fazer, eu apenas me guiava pela intuição, por suas reações quando eu tocava tal parte de tal jeito. Até que Chanyeol gozou em minha mão.

Chanyeol não retribuiu tão pouco fez alguma coisa, ele apenas levantou as calças e ligou a televisão do seu quarto para jogarmos. Meu primeiro erro, não protestar, ficar calado. Eu apenas assenti.

***

Minhas idas para sua casa se tornaram frequentes, sempre que tinha uma chance um momento sozinho, ele me chamava. Sua casa não era muito distante da minha.

Era uma troca equivalente, ou pelo menos deveria ser. De toques, eu sabia que iria crescer e iria ficar sem controle, mas o que eu fiz? Nada. Meu erro, nunca fazer nada.


***

Seu quarto, novamente, seu quarto, lá estava eu e ele, dessa vez Chanyeol havia pedido outra coisa, alegando que seria divertido. ‘gostoso’, foi o que ele falou, disse que seria gostoso e novamente falando que faria algo em troca. Até hoje me pergunto por que eu aceitei.

“Cuidado com os dentes.” Ele falou enquanto acariciava meus cabelos. Sim, eu estava pagando um boquete como dizem para aquele cara que mal falava comigo, que só me procurava fora da escola. Eu e Chanyeol não nos falamos na escola, não passa de um ‘oi’ ou um ‘bom dia’.

Eu, Byun Baekhyun, estava lá, de joelhos de frente a ele, que estava sentado na cama. Dessa vez Chanyeol estava desnudo na parte de baixo, só com uma camiseta vermelha. Eu podia ver seu abdômen descendo e subindo toda vez que eu passava minha língua na glande de seu pênis, toda vez que eu chupava seu pau e ele empurrava minha cabeça para baixo, afim empurrar seu pênis mais a fundo na minha garganta, eu não tinha experiência nenhuma quase me engasguei diversas vezes.

Ele goza na minha boca, sem nenhum aviso prévio. Sem saber o que fazer eu apenas engoli aquela substancia quente e esbranquiçada. Chanyeol nada falou, nem um pedido de desculpas, nem um agradecimento pelo ‘trabalho’, tão pouco a suposta retribuição.

Novamente, novamente ele age como se nada tivesse acontecido. Liga a televisão e começa a jogar.

Ele pode ser sorridente e engraçado, mas entre quatro paredes seus sorrisos se tornam frios.

***

As idas a sua casa continuavam, e eu apenas fazia o ‘trabalho’, sempre tendo que ‘trabalhar’ em mim mesmo, eu sempre me aliviava quando chegava em casa. Chanyeol nunca me dava nada, nem ao menos um obrigado, e por que eu continuava? Talvez eu goste de ser machucado.

Meio

As coisas foram ficando cada vez mais fria, Chanyeol me tratava como se eu não fosse nada e agora ele nem mais jogava. Ele apenas avisava que eu deveria ir para sua casa, entrar no seu quarto e servir seus desejos sexuais, já que nenhuma garota se habilitava para fazer e depois ir embora em seguida.

***

Era uma aula normal, eu estava de cabeça baixa escrevendo até o ouvir falar.

“Deu certo, ele faz tudo o que eu quero.” Eu ouvi Chanyeol sussurrar para seu amigo Sehun.

“Você já fez aquilo?” O tal de Sehun sussurrou de volta, jurando que ninguém estava ouvindo, idiotas.

“Não, ainda não, mas vou fazer.” Chanyeol fala um tanto alto recebendo uma tapa de Sehun, a partir dai não ouvi mais, pois estavam falando muito baixo.

Eu sabia o que era ‘aquilo’ e sinceramente não me espantou, eu estava era me perguntando se ele não faria aquilo, se Chanyeol tinha algum tipo de nojo. Lamentável, eu sou, mas me recuso a admitir. Eu poderia recusar, eu poderia gritar, mas eu tenho certeza. De que quando ele me avisar para eu ir a sua casa, quando eu entrar no seu quarto e ele fechar a porta eu irei ceder, facilmente. Por que de alguma forma eu gosto de como tudo acontecesse.

***

“Vamos jogar.” Ele falou. Quando me sentei na cama, eu já sabia, eu já esperava. Apenas assenti calado esperando ele me instruir.

Chanyeol começou a se despir calmamente até não sobrar nenhuma peça de roupa, seu membro já estava semi-ereto.

“Venha.” Ele fala secamente e eu novamente apenas assinto calado.

A diferença de altura novamente gritante, ainda me sinto irritado. Chanyeol segurou a barra da minha camisa puxando para cima, eu apenas levantei meus braços ajudando. Encarei seus olhos, aqueles olhos castanhos escuros, ele sorriu. Sorriu friamente. Terminando de me despir ele apenas me encara por alguns segundos, passando a mão em meu peito desnudo, sua mão estava um pouco fria me causando arrepios.

Chanyeol havia me mandado ficar de quarto em sua cama eu apenas o obedeci enquanto ele passava alguma coisa gosmenta e fria na entrada de meu ânus. Pelo menos ele teve a decência de comprar lubrificante, pensei. Agora ele roçava seu membro no meu baixo ventre, não posso mentir eu estava excitado. Na verdade todo o ser, Park Chanyeol me excitava, era um fato isso. Sem aviso ele força a glande de seu membro com minha entrada, doía, doía muito, mas eu sou orgulhoso em admitir as coisas, principalmente para mim mesmo, então eu apenas fiquei calado.

“Está doendo?” Ele perguntou passando as mãos em minhas costas.

“Não.” Respondi secamente engolindo o choro.

Apos algumas dolorosas tentativas Chanyeol havia me penetrado e começava a se movimentar, lentamente. Doía. Eu podia sentir lagrimas nos cantos dos meus olhos, mas jamais iria chorar não na frente dele, não daquele jeito.

Ele fala coisas sem nexo no meu ouvido a cada estocada, e calmamente a dor virou em prazer. Chanyeol segurava meu cabelo, o puxando, sem se importar se doía ou não. Mais palavras sujas, e frases repulsivas enquanto chupava e lambia meu pescoço e nuca, eu estava feliz afinal, finalmente Chanyeol fez alguma coisa para mim, pela primeira vez ele me tocou. Dando um gemido de prazer ele se desfez em mim, deixando novamente aquele liquido quente e esbranquiçado que agora estava no meu interior.

“Fecha a porta quando sair.” Ele falou friamente enquanto se direcionava para o banheiro afim de tomar banho depois daquilo tudo. E eu? Apenas assenti, calado, com sempre.

Ele não agradeceu, ele nada fez como sempre. É como se fosse uma obrigação, algo que tenho que fazer, sou obrigado, mas a verdade é que ninguém estava me obrigando, eu fui por que quis, por que sou um tolo.

Quando sai da casa de Chanyeol já estava anoitecendo, no fim do por do sol. O céu tinha cores escuras, tristes. Um roxo lamentável, como eu lamentável e ingênuo.

Do que adianta a dor virar prazer se no final ela irá virar dor novamente?

***

Os dias passavam e eu continuava a ir lá, saciar seus desejos. Sem me importar com a dor, com o incomodo que fica depois de tudo, sem me importar com dor que ficava depois, eu apenas fui, por que eu sou estupido. Por que eu gosto de ser machucado, por que eu gosto dele.

***

“Chanyeol do segundo ‘C’ arrumou uma namorada, você já sabia?” Ouvi uma menina cochichar de longe e eu sinceramente não estava acreditando afinal, quem era Park Chanyeol que transava comigo todos os finais de semana, que sussurrava para mim que adorava minha bunda e minha boca quente em seu pau. Eu precisava confirmar a veracidade da informação.

Sai da sala praticamente correndo indo em direção ao local que ele sempre ficava lá, era verdade ele estava lá. Eu não sabia o que dizer apenas sentir, afinal era verdade, ele havia me trocado por uma garota, uma noona chamada Sandara Park do terceiro ano. De certa forma não me chocou tanto afinal Chanyeol nunca havia nem se quer me beijado, eu já estava esperando de qualquer forma.

***

No mesmo dia alguém havia deixado um bilhete dentro do meu caderno.

ChanDara ou 2Park?

Amassei o papel com força, apos ler já sabia quem tinha me mandado. Sehun. Ele era o único que sabia sobre meu casinho secreto com Chanyeol, mas eu também sabia que ele também tinha um caso, na verdade dois, com um dongseng do primeiro chamado Tao e com um hyung do terceiro ano chamado Luhan então eu apenas fiquei calado, não valia a pena brigar com ele.

***

Na mesma semana eu arranjei uma namorada. Kim Taeyeon, ela era linda na verdade e até bem popular, mas só de falar com ela eu percebi que ela também tem segredos ocultos, dos quais eu pouco me importo. Ela não era atenciosa e nem grudenta para falar a verdade, é como se ela namorasse comigo para manter as aparências. Eu não me importo eu só queria fazer raiva aquele orelhudo maldito.

***

“Na minha casa hoje, a noite.” Ele falou enquanto passava ao meu lado no corredor e se foi entre as pessoas.

***

“Você demorou.” Chanyeol falou ao abrir a porta.

“Estava ocupado.” Menti. Na verdade eu não viria, eu disse a mim mesmo que não viria que negaria ele, mas cá estou. Novamente, e novamente.

Nós subimos para seu quarto, como de costume dessa vez, mas os sorrisos de Chanyeol agora estavam amargos.

Assim que ele tranca a porta já tira minha roupa apressado. Eu o olhava e seu rosto, seu sorriso era amargo demais, seus toques não foram tão bons e ele foi mais bruto o possível. Jogou-me na cama, deixando-me de quatro novamente, e me penetrando sem aviso, sem nenhum tipo de cuidado ou qualquer coisa que facilitasse. Chanyeol puxava meus cabelos de modo bruto chegando a arranca-los um pouco, ele me dava tapas e mordidas enquanto me estocava cada vez mais forte, dessa vez eu chorava, silenciosamente. Afinal, eu não podia fazer nada, eu não queria.

Depois daquela noite eu tinha duas certezas. Primeira, Chanyeol sentiu raiva por eu estar namorando. Segunda, eu não ia deixar barato o que ele fez. Arranhou-me, deixando marcas vermelhas e roxas por todo meu corpo, a partir daquele dia, ele não foi o mesmo, seu prazer era me machucar e me vê chorar.

Fim

Não mais, não mais.

Jamais Chanyeol iria me fazer chorar.

A noite caia, enquanto eu andava até a casa dele. Aquele roxo, novamente e novamente. O roxo tão lamentável do cair da noite que rapidamente some sempre me segue, para onde eu vá. Eu odeio roxo. Meu corpo está pintado de roxo, o mesmo roxo lamentável que não ia sair tão cedo.

Dessa vez ele nada falou, apenas subimos para seu quarto. Eu fechei a porta e ele sorriu já se despindo, seu corpo bem definido me fez encher a boca, seria uma ótima noite.

Afinal Park Chanyeol terá o corpo manchado de vermelho, por mim.

Novamente, novamente.


FIM.


N/A: Originalmente postada em 24/04/2015 na minha conta do Spirit. Resolvi fazer morada em outros sites(devido aos últimos acontecimentos...) e confesso que gostei muitíssimo dessa plataforma. Enfim, espero tenha gostado da leitura, se chegou até aqui. Lentamente irei postar minhas outras estórias nesse perfil. Bem, é isso.

5. Dezember 2018 21:21:03 0 Bericht Einbetten 0
Das Ende

Über den Autor

Hun Hun ou Tyty, 19 anos. Mostly: animes, kpop girl groups, 46g, games e bons livros. Reveluv, Seungwan utted. Recentemente wota do Nogi e Keyaki, Nanase e Manaka oshi.

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