caos e ordem Follow einer Story

barbaravitoriatp Bárbara Vitória

Antes do caos, sempre vem a calmaria… … … Possui enredo homossexual, ou seja, homens em relacionamento amoroso, com descrições gráficas ou não. Caso você seja homofóbico, preconceituoso ou intolerante, favor não seja uma pessoa grosseira ao vir ler e comentar dizeres estúpidos.


Fan-Fiction Series/Doramas/Soap Operas Nur für über 18-Jährige. © As histórias aqui postada são de exclusividade minha, Plágio é crime conforme a LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 e Art. 184 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40. caos e ordem - 2018 – Bárbara Vitória ©

#sci-fi #Almost-Human-TV-Series #fantasticoink #cyberpunk
Kurzgeschichte
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Antes da tempestade, sempre vem a calmaria…

GLOSSÁRIO DA SÉRIE:


CROMO: pessoa geneticamente modificada, seja antes ou depois do nascimento. São extremamente bonitos, inteligentes, costumam ser altos e não morrem cedo nem de doenças hereditárias. Não usam drogas de forma ilícita, mas nada os impede de usar as lícitas.

SINTÉTICOS: Robôs ou outras máquinas que auxiliam humanos em seu dia a dia. Seja uma casa com super tecnologia de proteção, a um holograma com inteligência artificial.

ANDROIDE: Robôs com pele sintética de aparência similar à humana. São divididos em diversos modelos. Os sexbôs, são usados para a prostituição – legalizada. Os MXs são utilizados pela polícia, em conjunto de parceiros de policiais humanos; não possuem sentimentos e são regidos pela lógica. DRN são modelos anteriores aos MXs, possuem alma sintética, sentimentos além de usarem lógica junto da razão.

INSINDICATO: Organização terrorista que tenta destruir o mundo atual e suas regras, costuma usar de terror, medo e morte para ser ouvida.



PRIMEIRO ATO — A PAZ E CALMARIA


O dia estava mais do que razoavelmente quente, a umidade incomum da noite deixou o corpo de Kennex empapado de suor, marcando os lençóis em um tom mais escuro nas partes que ficaram baixo seu corpo. Dorian que acordada da recarga minutos antes observava a imagem do detetive recostado sobre o leito de forma graciosa, os cantos de seus lábios subiram num simples sorriso antes que ele seguisse até a cozinha. Conectando-se com o sistema de som da casa, vasculhou animosamente a playlist que baixara conforme seus gostos e os de John e decidira por tocar alguns clássicos líricos. De modo aleatório iniciou-se então o som da fina e encantadora voz de Maria Callas entoando Casta Diva. Enquanto apreciava a obra pôs as mãos na massa.

Ovos mexidos, bacon e café. Alguns pães torrando na chapa. O cheiro característico de cada alimento invadindo o ambiente do apartamento, salpicando de sensações seus detectores olfativos. Ele seguiu em seus afazeres matutinos até que um som conhecido o atingiu. John acordara. Sua pequena tentativa de levar-lhe café na cama havia sido interrompida, mas isso não o impediria de deixar aquele dia agradável. Era o primeiro de muitos que viriam, trazendo tranquilidade e um pouco de paz as suas atribuladas rotinas policiais. Estavam de férias.

— Eu peço desculpas se te acordei. A música está muito alta? Se quiser posso trocar a seleção.

— Está tudo ótimo Dorian. Eu estava acordado, só não quis levantar tão cedo.

— Entendo. Café?

— Sim, claro — respondeu enquanto sentava-se folgadamente à mesa. A perna boa dobrada, a sintética semi-estirada. Uma xícara fumegante do líquido preto foi posta a sua frente e a ele a sorveu com gosto.

— Essa animação toda é por estar de férias? É a sua primeira vez não?

— Sim. Meu antigo parceiro, eu não lembro de nada, mas sei que ele tomava as suas e eu ficava dentro da oficina dos MXs, desligado ou designado a alguma função "burocrática". Jamais tive a chance de tomar umas férias. Nem sabia que robôs podiam a ter — ditou um pouco triste por não lembrar-se do tempo passado em que fora policial antes de conhecer John. Era fato notório que fora Dorian que pedira para ser desligado após a morte do primeiro parceiro humano que tivera e mesmo que suas memórias tenham sido removidas por seu desejo próprio isso não diminuía a sensação de vazio dentro de sua placa de memória. Era como ter uma consciência e perder parte dela, como um lapso que deixa marcas, flashbacks.

Terminado o preparo do desjejum sentou-se perto do outro e comeram juntos, apreciando cada um ao seu modo. John sorvia o café de tempos em tempos, enquanto beliscava o bacon com as mãos, enquanto isso Dorian mastigava lentamente cada coisa, apreciando sua textura e sabor. Ele agradecia e muito por seu criador tê-lo feito tão rico em conteúdo. Tinha papilas gustativas, não tradicionais ou sintéticas como muitos tinham ou usavam. Não, as dele eram pequenos receptores, implantados sobre sua cyberskin que captavam com precisão cada detalhe, o sabor antes e depois do mastigar. Seu corpo digeria de forma distinta tais alimentos, é claro, por causa disso ele quase não comia e quando o fazia procurava alimentos que não causassem danos aos seus sistemas. Sorte que o desjejum era algo aceitável em seu cardápio um tanto quanto restrito.



SEGUNDO ATO — A TORMENTA


Após alguns dias o aborrecimento do tédio começou a corroer a rotina dos dois. Acordar todos os dias, tomar o café juntos, passarem um tempo vendo filmes, lendo livros ou apreciando uma música foram legais de início. Em alguns dias foram ao parque, em outros visitar museus ou fazerem algum passeio que não evidenciasse que sua relação era mais do que profissional. Mas depois de um tempo isso tudo foi tornando-se enfadonho, cansativo e extremamente repetitivo. E isso os estava enlouquecendo. Precisavam de algo. De ação. Fora por isso que Dorian invadira – sem nenhuma dificuldade é claro – os sistemas da polícia, procurando dentro dos dados da força-tarefa alguma coisa que pudessem investigar por si só. Nada parecia fora do normal ou que necessitasse de uma vistoria extra.

Fechando a conexão decidiu verificar outras coisas, analisar dados quaisquer iriam o distrair antes que John acordasse. Ele sabia que após a atividade da noite passada ele estaria desgastado e iria levantar mais tarde além da hora habitual que haviam firmado na rotina que levavam nessa primeira férias juntos. Suspirou antes de adentrar dentro do sistema clima/tempo e segurança. As câmeras, que existiam em toda a extensão do território desde um lado ao outro dos muros não mostravam quase nada incomum. No centro tecnologia de ponta, segurança extrema. Nas imediações o início dos bairros residenciais e áreas arborizadas – parques, matas e afins. Afora os locais de subdesenvolvimento e por último o deserto cinza de prédios e instalações abandonadas antes das muralhas.

Eis que então algo lhe chamou atenção. Uma discrepância nos sensores de uma das câmeras de vigilância. Algo estava sobre os muros. Uma garota, com roupas esfarrapadas, de seus braços era possível notar fios saindo de sua pele, como se estivessem conectado dentro de seus muculos, presos ao seu ser. Ela parecia querer pular, mas ele não sabia dizer pra onde. Se para dentro ou para fora dos muros. A dúvida crescia dentro de si, enquanto assistia ela mexer-se de um lado ou outro da imagem que vista por seus olhos. A única coisa que ele era que ela não estava registrada no sistema. Poderia ser alguém do InSindicato, tentando invadir e causar algum crime. Pensou em acordar John, mas ele estaria cansado. Ir sozinho era um risco, ninguém poderia saber que ele tinha a capacidade de invadir sistemas tão intrínsecos do governo de forma tão fácil, mas era impossível a ele não se cansar daquela monotonia e procurar algo para o entreter. Até mesmo os robôs tinham um limite quanto ao ócio e o dele havia se desgastado tempos antes.

Decidiu deixar de lado os pensamentos quanto a isso e focar-se em analisar o que pudesse da garota que via pelas câmeras. Pelo que podia notar ela tinha em torno de 18 à 22 anos. Branca caucasiana, olhos claros e cabelos curtos em tom loiro e raiz escura. Os trapos que vestia eram em tom cinza, como algum tipo de peça de algodão não trabalhada. O emaranhado de fios a sair de seus braços, pescoço e pernas deixava a visão deveras medonha. Então ocorreu. Ela pisou em falso e só não caiu direto ao chão de uma altura tão grande, pois de alguma forma conseguira manter-se firme a beirada. Aquilo seria algo que um humano comum não teria forças para fazer. Ou ela era uma cromo, ou era um robô. Mas as variações térmicas vindas de si não marcavam a última opção como elegível e por estar fora do sistema ele não podia autenticar alguma mudança genética sequer. Preocupado decidiu por quebrar o voto que fizera de deixar John descansar após atividades noturnas, por isso rumou ao quarto quase correndo para lhe acordar.



TERCEIRO ATO — O PRINCÍPIO DO FIM


— Você deveria ter me avisado dessa merda toda assim que decidiu ficar bisbilhotando as câmeras de segurança da cidade. E desde quando você pode fazer isso hein? Não era para ser um sistema fechado e sem falhas? Nem mesmo a polícia pode entrar sem ter algum tipo de autorização e alguém do conselho vistoriando tudo — esbravejava John enquanto dirigia rapidamente para fora das imediações da cidade. Um copo de café comprado as pressas jazia em quase repouso sobre o respectivo lugar para ele, perto do câmbio do carro. Mas pela visão periférica de Dorian, se não houvesse uma tampa ali, todo o lugar estaria repleto do líquido, pois do modo como dirigia John nada ficava no lugar de forma quieta. O caos parecia reinar ali dentro e ele sentia-se mal por isso.

Era certo que não deveria ter invado os sistemas, mas quando se é um robô policial, acostumado com a ação e com os parâmetros como o dele era difícil ficar parado, esperando o ócio passar. Ele até gostara das férias de início, mas agora, dias antes que ela acabasse estava nervoso pela volta ao expediente e ele sabia que John também. Podia medir isso com seus scanner, pelo batimento cardíaco do outro e os níveis de ocitocina que a adrenalina do momento despertavam em John. O outro podia dizer que estava com raiva do que ele fizera, mas seu corpo dizia algo diferente para si. E ele sorriu um pouco satisfeito por ter causado esses efeitos, mas logo a preocupação e curiosidade sobre quem era aquela "garota" logo o atingiram outra vez.

— Em minha defesa, não quis atrapalhar seu sono. Era necessário um descanso após nossa atividade de ontem.

— Meu Deus, qual a dificuldade de dizer sexo Dorian? Nós transamos ontem. Mas que droga, eu não preciso de descanso. Eu estou muito bem quanto a isso.

— Não é o que me parece, depois que fazemos essa ati-, sexo. Depois que fazemos sexo você costuma andar um pouco des-

— Se você terminar essa frase eu juro que te mato. Esqueça esse maldito assunto. Vamos nos focar no que verdadeiramente importa, sua pequena experiência hacker e essa possível invasora. Onde mesmo que você disse que a viu?

— Alguns metros a frente, no quadrante delta-alpha do muro. Perto de onde ocorreu a explosão, a qu-

— A que me deixou em coma e sem perna. Pode falar, isso não me machuca mais. São águas passadas. Então me diga, como você conseguiu invadir os sistemas? Eles não são intransponíveis?

— Não se você souber como acessá-los. Poucos possuem essa capacidade. Meu tempo com o Rudy, antes de me mudar para viver contigo fez com que o ajudasse em algumas coisas o que me levou a desenvolver certas habilidades tecnológicas além das que já possuía. Eu lhe disse, meu conhecimento é expansível, tal como o dos humanos. Meu criador fez de mim algo único.

— Seu criador era um louco brincando de Deus. Mas eu até que agradeço ele por isso. Vai ser uma das únicas vezes que você ouve isso, então guarde bem, pois não irei repetir.

— É claro — respondeu alegremente antes de focar-se no outro.

— O que 'tá fazendo? — Inquiriu John após alguns minutos.

— Esperando você falar.

— Oh droga! Eu já falei. Olha esqueça ok. Depois falamos disso, já estamos onde suas coordenadas indicaram que deveria estar a garota.

Após estacionarem saíram então do carro. Dorian por segurança desconectou-se de qualquer ligação, o mais remota que fosse dos arquivos e database do sistema policial ou do governo e seguiu atrás de John, ambos com armas na mão. A posição defensiva com que andaram durou poucos metros. A frente a visão da tal garota os contemplou sem nenhum tipo de esforço. Seus olhos, em um azul quase robótico os fitava. Ela parecia alguém saído de algum livro pós-distópico, daqueles onde experiências científicas afligiam a população restante, transformando tudo em caos. Mal sabiam eles que a linha de raciocínio que tiveram, era a que mais se assemelhava com a realidade.

A garota os avaliou, como de discernindo de devia ou não atacar. Não parecia nada intimidade por ter duas armas apontadas para si. Era como se nas mãos de quem estava a sua frente, nada tivessem. Um segundo durou antes que algo estalasse e ela por fim atacasse. Correu em direção de John, chutando firmemente sobre a junção entre a perna sintética e seu corpo, causando uma dor pela desconexão que fez com que ele perdesse as forças, caindo ao chão e perdendo a arma que empunhava no caminho ao solo. O baque de seu corpo no cimento retumbou nos ouvidos de Dorian que reagiu tentando imobiliza-la. John que observava tudo do solo, sofrendo, pôde notar como ela parecia se adaptar a cada movimento que Dorian fazia. Se ele tentava a atacar de um lado, ela automaticamente protegia seu corpo, jogando os braços, defendendo-se como se antecipasse cada golpe.

Um soco atingiu em cheio o rosto de Dorian, fazendo com que a placa baixo a sua pele vibrasse em um vermelho de alerta. Os sistemas estavam sendo comprometidos. Ela iria nocautear Dorian e se ele não impedisse um golpe certeiro dela poderia o desconectar para sempre. Sem tempo para pensar ele procurou algo que pudesse carregar com as mãos e lançar na cabeça dela e assim tentar a derrubar, mas não parecia haver nada por perto. Então uma ideia aflorou em si e antes que ela pudesse prever ele atingiu-a com sua perna, que com pouco custo pelo golpe que sofrera fora fácil de remover de si. O impacto a jogou ao chão.

— Mas que droga foi essa! Essa menina ela, eu…

— Você está bem? — Perguntou Dorian meio desorientado, ainda piscando em vermelho.

— Eu quem deveria perguntar isso, você está parecendo um semáforo quebrado.

— Muito engraçado John, esse tipo de resposta já me indica que está bem, assim como eu. Minhas luzes só irão diminuir e se apagar daqui alguns minutos. Não é nada que você deva temer.

— Certeza.

— Não está mentindo para mim?

— Não mesmo. Agora precisamos descobrir o que é essa garota e como ela chegou aqui.

— Eu ia dizer o mesmo, mas por enquanto acho melhor ligar para Maldonado e informar sobre o que ocorreu aqui. E se perguntarem diga que viemos passear.

— Ninguém vai acreditar nisso.

— Eu sei, eu sei — ditou um pouco abafado, enquanto tentava se abaixar para verificar se a garota estava morta ou não. Ele bem sabia que o golpe só a tinha desnorteado, mas precaução nunca era demais. Foi então que notou um símbolo¹ tatuado em seu pescoço. Cinco colunas descendentes, começando um pouco abaixo da linha do cabelo e terminando antes de atingir a região da gola de sua roupa. Ela era uma deles, um membro ativo do InSidicato. Aquilo só poderia significar o início do caos. Se ela havia transpassado o muro e detinha esse tipo de força era algo advindo dos inúmeros experimentos que aqueles loucos faziam em seus "afiliados" eles poderiam esperar algo muito pior em breve. Mas dessa vez ele não iria se enganar por um longo par de pernas, nem por ninguém que tentasse seu mundo abalar, pois se era guerra que eles queriam, era guerra que eles iam ter…



Notes:

[1]. Conforme informações provindas da série e de seus perfis wikia e/ou oficiais, o InSindicato, gangue altamente violenta que tenta destruir a cidade onde se passa o enredo da história, possui uma tatuagem costumeiramente usada por alguns de seus membros como forma de identificação e exaltação ao grupo. Uma prévia de como ele é pode ser vista abaixo. 

Fonte: InSydicate | Almost Human Wiki.



3. September 2018 08:36:11 12 Bericht Einbetten 5
Das Ende

Über den Autor

Bárbara Vitória 24 anos, mineira de BH, escritora e um monte de outras entrelinhas numa infinita linha de possíveis predicados…

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Inkspired Brasil Inkspired Brasil
Olá Como foi o desafio? Muita história linda para ler? Gente, para tudo que eu quero o Dorian para mim, ele é muito fofo, já fiz altas pesquisas dele aqui... E tô caindo de amores nesse boy. O jeito retratado na história me fez querer muito assistir a série, que fic fantástica. A escrita é maravilhosa, a narrativa super fluída e a ambientação, meu Deus. Adorei o delay do Dorian ao não entender o que Jonh disse, ficou muito real, como se tudo fosse desse jeitinho; ele é uma máquina e esse detalhe trouxe honestidade para a história. A primeira cena do café da manhã foi fantástica, e teve a cena de ação com a garota do InSindicato, foi muito natural. Mas tinha que acabar daquele jeito, sem um final propriamente dito, deixando a falsa sensação de que esse era um prólogo? Esse é um ponto que ficou um pouco a desejar, ele não deu a impressão de ser um final aberto. Foi como se você tivesse cortado a história no meio em vez de só deixar algumas questões pendentes. O que está descrito aqui parece menos importante do que está por vir, entende? Você nos apresentou essa possível terrorista, como se dissesse para prestarmos atenção a ela, e a história acabou. A sensação de que algo está faltando é muito grande. Também notei ao longo da narrativa alguns errinhos como falta de artigo e a repetição de “que” no texto inteiro, sugiro uma correção. De resto parabéns, gostei muito de ler essa história. Beijinhos 😘
4. Oktober 2018 14:25:49

  • Bárbara Vitória Bárbara Vitória
    obrigada, é parece que eu tenho mesmo um grande problema com finais, nunca saem bons o suficientes 4. Oktober 2018 18:53:48
Zen Jacob Zen Jacob
Não conhecia a série do "Almost Human", achei bem interessante os conceitos dela que você apresentou na história. Gostei muito da apresentação da relação do Dorian com o John - até pensei que fosse canon e fiquei procurando mais informações na internet, mas acho que seria pedir demais uma série de sci-fi com casal protagonista gay, né, sociedade? ~sad life Gostei dos pequenos detalhes que você inseriu na trama, tipo a descrição da cyberskin e também as "falhas" na inteligência artificial que levam à uma interpretação errada do que nós falamos ("- O que 'tá fazendo? // - Esperando você falar."). Acho que todo mundo já interagiu com bots de IA o suficiente pra saber que essas pequenas falhas são super comuns, e me divertiu você saber trabalhar isso na narrativa, deixa bem claro que apesar de o Dorian ser "único" ainda tem muito o que evoluir. O que me deixou incomodado foi que parece que o final ficou em "suspenso", me soou como o prólogo de uma história maior que ainda seria desenvolvida - acho que fiquei com essa sensação porque, já que não tenho o conhecimento da série pra me embasar, acabei pegando o similar mais próximo em que consegui pensar, o livro "Encarcerados" (apesar de ele não ter robôs e androides com IA), já que o início dele também envolve uma tecnologia estranha and shit happening de forma aleatória pra te deixar confuso. Enfim, vou assistir a série e depois volto aqui pra poder reler com mais precisão. =)
5. September 2018 08:48:59

  • Bárbara Vitória Bárbara Vitória
    Sim, eu meio que deixei o final como algo relativo ao caos que está por vir. A peça em três atos começa no meio de uma ordem e segue para o caos. Eu até poderia dar um spoiler, mas não sei se seria bom. É algo que se eu falar tira uma boa parte da trama da série para aqueles que a forem ver pela primeira vez… 5. September 2018 19:47:01
  • Bárbara Vitória Bárbara Vitória
    E eu fico extremamente feliz que esteja indo assistir a série, todos queríamos que tivesse por aí mais casais gays sendo representados. Mas nem sempre somos agraciados com isso… 5. September 2018 19:50:20
Yuui C. Nowill Yuui C. Nowill
Eu fiquei esperando o mês inteiro para ler um dos seus contos, pois estou para ler um faz MUITO tempo. Então resolvi unir o útil ao agradável, não é mesmo? E não me decepcionei. É certo por algumas frases onde pareceram que faltaram substantivos/artigos e algumas palavras que, acho, foram grafadas sem conjugação, talvez por conta do corretor? Mas de resto eu achei uma EXCELENTE história. Foi um conto curto, mas muito impactante. Eu adorei a relação do Dorian x John e, MEU DEUS, quando você citou que eles fizeram sexo, eu fiquei "OH YEAH" e depois fiquei "PERA COMO". E... "Parecendo um semáforo quebrado", EU RI, eu REALMENTE RI KKKKK Achei genial! E a forma como a narrativa transcorreu, mais do POV do Dorian do que do John... ficou muito bom. O linguajar serviu bem a ele como um robô. Enfim, parabéns pelo conto, Babs! Ah, ressalvo que eu não conheço nada de porra nenhuma da série, mas consegui me localizar muito bem com as personangens <3 Inclusive fiquei apaixonadinha no Dorian... mas não me comprometo a ver nada, porque não consigo ver séries uaohdfuga Enfim, parabéns <3
4. September 2018 00:14:05

  • Bárbara Vitória Bárbara Vitória
    Os errinhos de portuga são por minha conta mesmo flor. Escrevi toda a história direto no site do AO3 porque tô com erro nos programas de texto do meu pc. Quanto a série recomendo tu assistir. Ela é pequena, pois tristemente foi cancela logo na primeira temporada. O Dorian é super amorzinho. Ele é um homem lindo. Depois te recomendo ver fotinhas dessa belezura. Eu achei engraçado citar coisas assim como essa do semáforo quebrado, pois John sente falta da normalidade das coisas antes de tanta tecnologia. Agora o trânsito é fluído e "aburrido" porque não tem um atraso sequer e ele fica nostálgico com esse tipo de coisa. E sim eles transaram, tudo porque diferente dos outros robôs de segurança Dorian tem um belo dum documento, totalmente funcional. Presentinho do seu criador que o montou com muito carinho. 4. September 2018 02:14:05
  • Bárbara Vitória Bárbara Vitória
    Sabe eu realmente fico muito contente que tu tenhas tirado um minuto pra ler o que eu faço. Já tô com um grande número de fanfics aqui no site e eu espero poder trazer o restante sem demora u.u 4. September 2018 02:14:05
  • Yuui C. Nowill Yuui C. Nowill
    Ah, entendo! Puxa, isso é triste. Eu acostumei tanto a escrever nos programas do computador que acho que não viveria sem. Talvez usar o google docs? Não sei se é melhor, eu tenho um amigo que usa, parece ser bom. Não sei se o AO3 é muito bom para escrever direto no site porque nunca publiquei lá, somente li por lá. Eu vou deixar na minha lista de hold on, mas eu tenho real dificuldade em assistir séries, por isso não garanto. E AH MEU DEUS COMO ASSIM ELE TEM UM BELO DUM DOCUMENTO?????????? ESTOU INTERESSADA, DISCORRA KKKKKKK E, ah, acho justo o John sentir essa nostalgia. Mas foi muito engraçado mesmo, serviu como uma luva KKKK E imagina! Eu tava devendo faz tempo, sempre vi você postar, mas nunca consegui ler nada. Agora li pelo menos um KKKK Vou tentar ler outros no devido tempo. Eu passo muito tempo lendo sobre o fandom que estou atualmente e sou de poucos fandons, por isso quase não apareço. Mas as originais a gente pode arriscar - ou histórias como essa que são bem ambientadas, apesar de serem de um fandom de fato. 4. September 2018 02:24:20
  • Bárbara Vitória Bárbara Vitória
    Eu sempre tento discorrer melhorzinho perante os fandoms, evitando que o pessoal fique preso a conhecê-los para poder entender as histórias. Pelo que se diz na série, conforme cenas de um certo episódio. eles ficam falando sobre pênis e sobre o quão bem equipado Dorian é. A cara do John para o documento é tipo assim "wow como é grande" 4. September 2018 02:30:03
Mori Katsu Mori Katsu
Uau. Estou batendo palmas no outro lado da tela. Sua história é maravilhosa e bem escrita. Adorei a parte sobre o sexo e o desconforto kkkkcofcof e a forma como fez a personalidade dos seus personagens foi perfeita. E os diálogos delicioso.
3. September 2018 10:53:57

  • Bárbara Vitória Bárbara Vitória
    Brigadinha bebê. Eu tô até com vontade de rever a série de tão lindo que é esses dois. John e Dorian são bem assim mesmo viu. Costuma o Dorian ser mais aberto com os assuntos e John fechado, mas eu quis mostrar que após um tempo juntos isso poderia ter uns câmbios. Dorian adora se gabar do quão bem dotado ele foi feito, John nunca reclamou rsrsrs 3. September 2018 11:07:05
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