Instinto Animal Follow einer Story

kamiluiza Kamily Luiza

Instintos são o que nos movem. Desde quando somos apenas pequenos filhotes, os que vão nos guiar são os instintos. Vilarejos, bosques, florestas, são lugares onde uma alcateia pode existir. A busca por território, não é algo de hoje, desde os tempos antigos, os alfas e líderes das alcateias brigam entre si. Um confronto direto, o mais forte e inteligente será o que permanecerá vivo. Por esse simples motivo, ter a arma mais forte, é a melhor opção. No caso de Jeon Jungkook, ele era a arma. Lúpus, a espécie mais forte dentre as outras, tão raras quanto diamante. Um monstro como muitos dizem, mas uma preciosidade para quem vê do jeito certo. E fora como uma joia rara que o mesmo tivesse encontrado, quando em um dia comum, dentro de um rio um garoto pudesse ser encontrado.



Fan-Fiction Bands/Sänger Nur für über 18-Jährige.

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Prologo

O maior orgulho, que um patriarca, líder de uma alcateia inteira, poderia ter era sem sombra de dúvida um filhote alfa. E Jeon Junghyon, não poderia estar mais feliz com o presente que a sua ômega havia lhe dado. Jeon Jiwon tinha dado a luz a um filhote macho e alfa, mas não um alfa comum, um lúpus.

Uma espécie de alfa um tanto quanto rara. Alfas lúpus nasciam a cada 500 anos aproximadamente, eram 1 em 1 bilhão. Eram os mais fortes, mais inteligentes e com os lobos mais dominadores.

Não se sabia muito sobre esses alfas, apenas o básico e simplório conhecimento que lhes eram passados de pai para filho. Não existiam muitos livros e os que existiam, estavam com pessoas que tiveram algum parentesco com tal espécie.

Porém, havia algo que todos sabiam sobre um alfa lúpus: Eles eram máquinas mortíferas.

A força de um lúpus era com certeza temida, não havia um alfa que ousasse ir contra um lúpus. Por alguns motivos, são eles:

1° - Lúpus são líderes natos, e nenhum lobo ousaria o desobedecer, seria com certeza missão suicida.

2° - Sua força, como já foi dita, é fora do comum. Uma briga com um lúpus, dependendo da ocasião, poderia resultar na morte.

3° - Gênio. Neste quesito, podem-se considerar os dois sentidos, o gênio de inteligência, e gênio forte. Lúpus são criaturas com uma percepção aprimorada, o fato dos cinco sentidos serem dez vezes mais apurados os dava uma vantagem a mais. Quanto ao gênio forte… Se um alfa normal já tem o temperamento meio esquentado, pense em um lúpus!

4° - Medo. Este se deve ao desconhecido. O novo, o diferente, o desconhecido. Por serem criaturas muito raras, e, como já dito, não se sabe muito. Isso é sem dúvida alguma, o que mais torna a espécie dos alfas lúpus, seres temidos.

E por esse motivo que fora de mais orgulho ao líder da alcateia o nascimento de seu filhote; ele teria sua própria máquina mortífera. Talvez ele não devesse pensar assim do próprio filho, mas num mundo pela briga de território, ter o guerreiro mais forte era a vantagem. Era uma oportunidade única, conseguiria tornar enfim seu objetivo possível, objetivo que há anos a família Jeon possuía.

Jeon Jungkook era a chave para aquele objetivo. Era um bebê forte, digno do sobrenome que carregava, tendo seus cabelos castanhos, olhos em um castanho escuro e pele branca.

— Ele é perfeito! — Falou o alfa, com um brilho nos olhos, enquanto via seu filhote nos braços de sua esposa. — Obrigado, querida!

— Por que está me agradecendo? — Ela perguntou rindo, tombando a cabeça para o lado.

— Porque você me deu ele. — Sorriu para a esposa — Carregou ele durante oito meses e meio e passou por uma longa noite, meu amor. Tudo isso para me dar esse príncipe!

— Valeu a pena. — A ômega olhava encantada para o pequeno em seus braços, o levantou, levando a cabeça na direção da de seu pequeno, encostando suas testas. — Jungkook, você é tão amado meu pequeno.

— Senhor! — Um beta entrou na cabana, estando tenso e surpreendendo os dois ali presentes.

O senhor Jeon, já sabendo do que se tratava, suspirou, levantando. Beijou o topo da cabeça de sua ômega, antes de ir em direção a saída da cabana.

— Não saia daqui. — Disse para a ômega.

— Não se preocupe, nada vai me acontecer. E muito menos a ele! — Jiwon nunca foi uma ômega fraca e dependente de seu alfa. Sabia se cuidar, e obviamente não deixaria nada acontecer ao seu filhote.

— Certo. — Sorriu fraco, adorava o gênio difícil da esposa. Saiu da cabana, vendo alguns alfas do lado de fora. — Não deixem nada acontecer com meu filho, nem com minha esposa.

Viu os três ali presentes assentirem. Pulou no ar, tendo os ossos mudados por conta da metamorfose e pelos da cor cinza surgindo ao redor de todo seu corpo, seguindo junto aos outros alfas na direção indicada. Ninguém tocaria em seu território!

(...)

Quando se trata de brigas por território, nunca se sabe o que realmente vai acontecer, mas, felizmente, a alcateia dos Jeon's se mantinha firme, e com um território amplo. Porém, claro, quanto mais melhor!

Jungkook, no momento, estava tentando pegar uma borboleta que voava. O pequeno com quatro anos de idade, já conseguia assumir a forma lupina. Era um filhote adorável, caia a cada pulo, mas mesmo assim não desistia. Sentia os pelinhos pretos encherem de neve, era algo fofo de se ver.

A borboleta parecia estar gostando da brincadeira, mesmo sabendo que se fosse pega morreria na certa.

Jiwon, parecia se camuflar na neve, de tão branquinha que a ômega era na forma lupina. A única coisa possível de se ver eram os olhos amarelos predominantes.

Todos em sua alcateia julgavam a ômega como a mais bonita e a mais forte dali. Jiwon era considerada uma princesa, pois possuía o coração de uma. Também era muito dito que a ômega deveria ter nascido alfa, pelo fato de ser muito mandona e jamais se demonstrar submissa perante um alfa, coisa que só piorou após seu filhote nascer.

Jungkook! — A voz do patriarca foi ouvida, e o alfa de pelos cinzas surgiu por entre as árvores. Sua voz espantou a borboleta que o pequeno corria atrás. — Te procurei por todo lugar, onde estava?

A borboleta, appa! — O pequeno falou animado na cabeça do pai. — Eu vim atrás dela!

Jungkook, você tinha treinamento hoje! O que eu já-...

Eu permiti que ele brincasse com a borboleta. — Jiwon saiu de onde estava, caminhando na direção dos dois alfas. — Ele é uma criança, Junghyon! Não tem que ficar treinando!

Jiwon, já te expliquei a situação! — O alfa olhou sério para a esposa. — Sabe que ele é-…

Um filhote. — Falou séria. — Meu filho é um filhote! — Deu ênfase em “meu”.

Ele é meu filho também! Esta questionando as minhas ordens? — o alfa estava incrédulo.

Já proibiu todos de brincarem com ele, já disse e vou repetir, ele não será uma arma em suas mãos. — A ômega olhou para o filhote distraído atrás de si. — Não me importa essa guerra ridícula por território, meu filho vai ter infância!

E com essas últimas palavras a ômega, pegou Jungkook pela pele do pescoço, sabendo que, obviamente, não iria machucar, já que era comum as mães fazerem esse ato com seus filhotes.

Tirou seu pequeno dali, deixando o Jeon mais velho incrédulo. De fato sua esposa era louca. Quando a loba havia se afastado consideravelmente, colocou o filhote no chão.

Omma, por que a senhora não me deixa ir com o papai? — O pequeno perguntou, jogando a cabeça para o lado, fazendo graça.

Jungkook! — Ela riu, sentindo o pequeno se esfregar em si, mais especificamente, em sua barriga. — Já passou dessa idade mocinho, não tem mais nada aí!

Omma, por que parou de sair? — Perguntava esfregando o focinho na barriga da mesma, na procura do que tanto queria.

Porque você cresceu, meu bem! — Ela disse em um tom doce, olhando o filhote se aconchegar em sua barriga. — E sobre seu pai, ele quer que você treine para lutar, e eu não quero que faça isso por enquanto, amor.

Mas o appa diz que eu tenho que me tornar um alfa forte e lutar pela alcateia. — Repetiu as palavras do pai.

Meu pequeno, você ainda é muito novo! — A ômega disse séria. — Tudo tem a hora certa, você não nasceu de sete meses para ser apressado.

Jungkook se calou, apenas observou a cena de filhotes brincando que acontecia a poucos metros dali. Sentiu-se triste de repente.

Omma... Por que nunca querem brincar comigo? — Perguntou e Jiwon pôde sentir a tristeza em sua voz.

Jiwon se entristeceu. Sabia muito bem o motivo, mas não sabia como explicar ao pequeno. Afinal, como explicar que as pessoas não queriam brincar com Jungkook por medo e pela pressão que o líder os colocava?

Ao invés de responder, a ômega resolveu tomar uma providência. Se afastou do filhote e se inclinou um pouco.

Vamos brincar! — Disse animada. — Desafio da vez: pegue a mamãe!

E assim a ômega começou a correr devagar, afinal por mais rápido que o pequeno fosse, Jiwon era mais velha e muito maior que o mesmo. Um passo dela eram cinco do pequeno, e ele ainda era meio desajeitado.

Os outros lobinhos ali perto, começaram a observar o filhote do líder correr atrás da mãe. A vontade de se juntar a brincadeira era gigantesca, mas não o fizeram. O medo era maior.

Jiwon desviava facilmente do filhote, mas uma hora deixou que o mesmo a pegasse.

De novo, de novo! — Pulou animado. — De novo omma, de novo!

Amanhã. — Ela disse vendo o menor abaixar a cabeça tristonho. — Vamos para casa amor. Já está escurecendo e eu tenho que te alimentar!

E, durante uns anos, a vida de Jungkook se resumiu a ver sua mãe discutindo com seu pai. A ômega não deixava de forma alguma que seu marido tivesse seu objetivo cumprido. Jiwon não desgrudava do filhote, sempre se precavendo e cuidando do mesmo.

Junghyon entendia a esposa. Sabia que ela apenas queria proteger seu filhote, como qualquer mãe faria em seu lugar, e mesmo já tendo discutido várias vezes com a mesma, nunca guardou raiva ou rancor.

No entanto, ele andava preocupado com os ataques de algumas outras alcateias em seu território, uma hora teria que começar a treinar Jungkook, explorar a verdadeira força do lúpus. Era sua arma secreta, e ele não poderia perdê-la. Chegaria o dia que nem Jiwon o impediria de treinar Jungkook, para ser o alfa mais temido entre todos os outros lobos.

(...)

Os dias passaram num piscar de olhos. Nossa pequena bolinha preta andava pela floresta, animado, com um pequeno passarinho na boca, este que levaria de presente para sua mãe. Não havia sido difícil “caçar” o animal, ele já estava com as asas machucadas e Jungkook apenas teve o trabalho de captura-lo, o que para um filhote de sete anos era com certeza a tarefa mais difícil do mundo.

Procurou a ômega por todos os lados, mas a única coisa que achou foi três alfas, conversando no meio da floresta.

— Então, deu tudo certo? — O mais alto deles perguntou.

— Sim, ela não está mais entre nós. Foi fácil, ela era até que bem bravinha, mas alguém da espécie dela não poderia com dois alfas. — O loiro que havia ali sorriu maldoso.

— Finalmente, o líder vai ficar livre daquele peso morto, não sei por que ele não tomou essa decisão antes!

E, antes mesmo de escutar o resto, Jungkook largou a presa em qualquer lugar e começou a procurar desesperadamente por sua mãe. Só podiam estar falando de sua mãe! Ela estava sempre por perto, olhando de algum lugar, sempre foi assim, a ômega observava de longe, então tinha que estar em algum lugar.

Procurar.

Jungkook procurava a ômega por todos os lados, tentando farejar o aroma de amoras que a mesma tinha. Seguiu a trilha de cheiro da mesma, até se deparar com algo diferente na neve. Olhou aquilo com os olhinhos arregalados, sabia o que era. Tinha sete anos, mas entendia mais coisas que muitos adolescentes de sua alcateia.

O sangue tinha uma trilha, acabava em uma árvore e, mesmo tão pequeno, ele pareceu deduzir o que estava acontecendo, mas não desistiu. Correu, correu como se não houvesse amanhã. Acharia sua mãe a todo custo!

Não sabia ao certo, por quanto tempo havia corrido, apenas procurava pela ômega. Em algum lugar ela devia estar. Olhava de um lado para o outro, desesperado.

Tão desesperado, que nem notou que tinha se distanciado muito do território de sua alcateia e muito menos notou os outros animais ao seu redor, apenas pôde ouvir alguns galhos quebrando, se deparando com um predador. Jungkook, agora, havia se tornado a caça.

Se antes corria para salvar sua mãe, agora corria para fugir do tigre faminto que corria atrás de si. Tentava não cair, e não bater em nenhum lugar, agradecendo por isso não ter acontecido, o que não fez muita diferença, pois o mesmo havia escorregado e caído em um desfiladeiro.

(...)

Acordar sentindo estar deitado algo quentinho e macio era uma sensação maravilhosa, isso se, claro, você não estivesse com o corpo totalmente dolorido! 

22. Juli 2018 04:29:56 1 Bericht Einbetten 3
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Maira  Pareja Maira Pareja
Joder no me decepciono mucho ese mansito como que la esposo de él ..ah no entiendo pero me da tristeza de todas formas .
28. August 2019 16:23:09
~

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